Startup transforma comunicação de empresas com mensuração de engajamento

O mercado de comunicação interna e de recursos humanos mudou expressivamente nos últimos anos, mas muitas práticas permanecem ultrapassadas e tiram o olhar estratégico e decisivo do setor dentro das empresas. Há 10 anos nesta área, Felipe Hotz vivenciou as principais dores dessa área e enxergou como a comunicação pode ser uma forte aliada das empresas por meio da mensuração de resultados e engajamento com o uso inteligente de dados, fundando a Comunica.in. O esforço não é à toa: segundo a Deloitte, equipes altamente engajadas são 57% mais eficazes, os funcionários são 87% menos propensos a sair e geram crescimento de receita 2,3 vezes maior do que equipes menos engajadas.

A startup contribui para que empresas possam ir além de entender quem abriu ou não os e-mails. “Assim como na publicidade, em que as marcas fazem grandes investimentos para entender e acompanhar as novas dinâmicas culturais da nossa sociedade, traduzindo pesquisas com uma linha de diálogo alinhada aos novos formatos e modelos de trabalho, a comunicação interna precisa dessa inquietude. Afinal, comunicar envolve, também, mensurar e avaliar a qualidade daquilo que foi transmitido, por isso, em organizações que tem como um dos seus valores entender a forma que as informações são avaliadas, nossos serviços são fundamentais”, explica o fundador e CEO da Comunica.in.

Desta forma, aliando sua expertise de mercado à tecnologia e uso de dados, Hotz desenvolveu o Comunica.In , startup de comunicação e engajamento que nasceu para ajudar empresas a se aproximarem de seus colaboradores por meio de multiplataformas proprietárias inteligentes que comunicam, criam e mensuram resultados com o uso de tecnologia de dados. A empresa iniciou sua operação em 2017 e já beneficiou grandes instituições, como Tok&Stok, Volvo, ViaVarejo, Bayer e Electrolux.

Com mais de 160 mil funcionários impactados em todo o país diariamente, os principais benefícios da solução são a automação de envios, a gestão automatizada do mailing de novos funcionários, a diminuição do retrabalho e um alinhamento estratégico com a equipe. As soluções desenvolvidas pela startup garantiram uma redução de 37% no gasto de tempo com as antigas atividades operacionais das empresas ao longo de um mês.

Com as soluções completas oferecidas pelo Comunica.In, 84% dos clientes implementaram novas estratégias de comunicação e dinamizaram a comunicação interna, implementando visão estratégica e desenvolvendo objetivos e metas de forma assertiva, além de terem à sua disposição dados para apresentar os resultados quantitativos do setor.

Os comunicados geridos por meio da solução podem ser criados e editados dentro da própria plataforma, que oferece mais de 40 recursos de edição, atendendo às principais necessidades corporativas. Com o uso de filtros desenvolvidos de forma estratégica focados na segmentação propositiva de conteúdos, aliado a possibilidade de envio em múltiplos canais, o Comunica.In garante assertividade para impactar as pessoas certas, se adequando a realidade dos mais diversos perfis de empresa.

Atento a ausência de inteligência de dados à esse mercado, o Comunica.In desenvolveu mais de 35 indicadores de performance, para garantir que a comunicação seja mais do que simples envios, e que possa ser construída com base no engajamento.Cada comunicado conta com análises de desempenho em tempo real, em um dashboard que traz informações básicas, como aberturas e cliques, mas também conta com reações, horários de melhor engajamento e discriminação de resultados por times e grupos da empresa.

Presente em quatro países na América Latina, a startup já enviou mais de 4.7 milhões de comunicados por meio de 6 canais de comunicação 100% digitais e mensuráveis. Entre as ferramentas disponíveis, o Comunica.In conta com 3 canais proprietários, desenvolvidos de acordo com as principais necessidades do mercado, o InApp, o InBox e o InMail. Ele também disponibiliza integrações com as ferramentas Whatsapp Business, Yammer e Workplace.

O InApp é um aplicativo para celulares que permite que a comunicação alcance os colaboradores em todos os lugares, de forma interativa e com notificações instantâneas, com feed personalizado, conteúdo 100% mensurável e um hub de serviços, que agrega serviços internos da empresa transformando-se em um lugar onde os colaboradores podem encontrar todas as informações institucionais.

Para trazer velocidade à comunicação das empresas, a ferramenta Inbox, também criada pela startup, leva recados por meio de pop-up no desktop dos colaboradores. As notificações e conteúdos podem ser desenvolvidos de acordo com a necessidade, aplicando desde pesquisas com resultados em tempo real, até comunicados com reações, que também podem ser mensurados por meio de gráficos personalizados.

Usualmente o modelo mais utilizados nas instituições, o email, no formato tradicionalmente conhecido, pode ter seu potencial não tão bem aproveitado na hora de comunicar e gerar engajamento entre a equipe. Para otimizar a ferramenta, o Comunica.In criou, após ver as principais dores do mercado, o Inmail. Além de envios e recebimentos de comunicados, a ferramenta consegue mensurar quem visualizou o email e quais locais – estados, cidades ou unidades – foram os principais a visualizarem o envio.

Startup de publicidade lança “cashback” para anunciantes

Gustavo Rodrigues e Felipe Martins, da Freelah!

A startup de publicidade Freelah! está lançando no mercado mais uma novidade, o AdsCashback. Um sistema de bonificação que reserva até 10% da comissão da agência como crédito para ser reinvestido pelo clientes nas próximas campanhas.

“Formatamos um modelo de benefício dentro do espírito da empresa trazer benefícios reais e o melhor custo-benefício para nossos parceiros”, explica Gustavo Rodrigues, o founder e Diretor de Negócios da Freelah!. Os créditos ficam disponíveis por até um ano.

O modelo é parecido com um programa de milhagem e é executado de forma transparente. O cliente da Freelah! acompanha não só o crédito como as informações sobre execução das campanhas.

“A Freelah! Tem sido mais que só mais uma agência para a Buser. Hoje temos trabalhado muito próximos, não somente nas demandas do negócio, mas na descoberta de novas maneiras de trabalharmos melhor juntos e a bonificação é o reflexo desse jeito diferente de fazer as coisas entre a agência e a empresa”, comemora Gui Monteiro, CMO da Buser, uma startup da área de transportes que vem sendo chamada de Uber dos ônibus e recentemente recebeu aporte de R$ 600 milhões de um conjunto de investidores liderado pelo Softbank.

Além da bonificação, a Freelah! também não tem fee fixo e trabalha por projetos. O modelo agrada em quem está ávido por eficiência e assertividade. A Buser já fez quatro campanhas com a agência, que também tem no seu portfólio outras startups como a Revelo, do setor de recrutamento. .

˜O novo formato de bonificação estimula novos investimentos e mostra para o cliente o quanto ele é importante para nós”, frisa Felipe Martins, founder e Diretor de Projetos da Freelah!.

Modelo de negócio disruptivo permitiu crescimento durante a pandemia

Apesar de ter sido surpreendida, como todo mundo, pela pandemia causada pela Covid-19 e em home office, a empresa não só conseguiu se manter como viu os jobs chegarem antes mesmo de finalizar o próprio site. Uma das razões é por ser nativa digital. A outra é por conta de seu modelo disruptivo, de estrutura enxuta, que funciona sob demanda. A cada job, a agência reúne os melhores profissionais do mercado – muitos deles dispensados das grandes agências, que vivem uma crise colossal.

Até agora, cerca de uma dezena de profissionais de alto nível, já passaram pela Freelah! e foram remunerados à altura, ponto de honra dos jovens sócios Gustavo Rodrigues e Felipe Martins. Um deles é o planner Ricardo Assis, que tem no currículo campanhas premiadas em Cannes e no Clio, entre outros.

“Acredito que a Freelah! traz um modelo para o qual o mercado de Publicidade vai caminhar. Mais dinâmico, mais horizontal. Onde as pessoas conseguem até receber melhor, de uma forma mais justa e participa do sucesso do projeto”, explica Ricardo. Para ele, a estrutura mais enxuta, modular, torna o ecossistema mais saudável para todo mundo.

“Acho que o nível de envolvimento com o cliente e seus objetivos de comunicação é maior. Você consegue ficar mais focado para desenvolver a inteligência de mídia mais adequada pois está imerso dentro daquele projeto em específico. Outra vantagem, é que, trabalhando por projeto fica mais fácil precificar e mensurar o tempo expendido e o valor do job”. Reforça Raquel Guimarães, na área de mídia há mais de 13 anos atendendo clientes de varejo e governo em planejamentos de mídia on e off. Ela é outra profissional que já integrou a equipe da Freelah!.

O modelo ágil da Freelah! conquistou clientes no mundo das startups e tem veiculado campanhas em todo o Brasil, como a Revelo e a própria Buser. O segredo do sucesso está na otimização dos custos para o cliente, nos resultados mais assertivos que, ainda por cima, geram insights e inteligência de mercado para o próprio cliente.

De acordo com o diretor Gustavo Rodrigues, a criação da Freelah! veio atender às demandas de um mercado orientado por dados. “A Freelah! é uma agência de planejamento que trabalha principalmente com a otimização do dinheiro do cliente. Não é só focar no resultado da campanha, mas no resultado para o negócio do cliente”, reforça. O processo é igualmente importante tanto na inteligência do planejamento como na assertividade da escolha dos players que a agência vai negociar sua veiculação. E isso depende mais do trabalho de inteligência realizado pela Freelah! do que do veículo em si.

Outra diferença é que a Freelah! não é contratada pelas agências e sim pelos anunciantes, que já têm suas próprias estruturas de comunicação. Em geral, outras startups e empresas que já têm uma estrutura de comunicação própria ou uma house..

A agência não trabalha por fee fixo, o que confere mais liberdade criativa aos projetos. “A gente tem uma forma de trabalhar sob demanda, que torna a troca entre o nosso time e o cliente ainda mais rica. A gente consegue ter sempre aquele frescor de coisa nova, de relacionamento que precisa sempre manter um padrão alto de conquista. E realmente a gente tem condições de garantir o melhor custo-benefício, sem abrir mão da qualidade”, explica Felipe Martins, founder e diretor de Projetos da Freelah!.

Um outro pilar da Freelah! é a tecnologia. Mesmo com poucos meses de atividade já estão investindo em novas soluções e parcerias em inteligência de mídia, buscando inovações no setor de machine learning e geolocalização para implantação em curto prazo.

TV Cultura estreia série que desvenda o mundo dos hackers

Nesta quinta-feira (15/10), estreia na TV Cultura a série documental Hackers. A produção desvenda o universo que nasceu com a era digital e contraria a ideia de que os hackers são os vilões da história. Durante os dez episódios da primeira temporada é possível acompanhar onde atuam esses amantes da tecnologia e como qualquer pessoa pode ser ou conviver com um hacker.

A série ainda fala sobre a deep web, diferenças entre crackers e hackers, Annonymous, ativismo hacker e outros assuntos. No primeiro episódio o público confere a incrível capacidade dos Biohackers, que criam alterações em células vivas, transformando-as e adaptando-as para novas funções. Vai ao ar a partir das 19h30, na TV Cultura .


Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura

Jovem Pan é case de sucesso no Google News Initiative

O jornalismo digital da Jovem Pan figura como case de sucesso do Google News Initiative, plataforma do Google que reconhece as melhores iniciativas de propagação e regionalização do jornalismo na era digital. O grupo se inscreveu com o case que destaca o trabalho do jornalismo local no Youtube, com ênfase para o canal Jovem Pan News que acumula mais de 2,6 milhões de inscritos e, hoje, é líder de audiência no segmento.

O Google News Initiative foi lançado em março de 2018 e, em julho do mesmo ano, foi anunciada a versão do programa para o futuro das notícias em vídeo online, com o Youtube. Para fazer parte do programa não é necessário cumprir requisitos de entrega de conteúdo de curto prazo ou de um benefício para o YouTube, já que não há exclusividade de conteúdo ou requisitos de monetização.

Essa iniciativa do Google veio somar esforços à estratégia da Jovem Pan, que em 2014 trouxe toda sua expertise e credibilidade de produção de conteúdo de rádio para vídeo digital, com transmissões ao vivo de sua programação no Youtube. O auge de transformação digital veio com o lançamento em maio deste ano de sua plataforma de streaming Panflix, que envolveu mais de R﹩ 30 milhões em equipamentos digitais. O grupo montou mais de 10 estúdios equipados com telão 4K e sistema de áudio e vídeo 100% digitais. Isso permitiu que a capacidade de produção e distribuição da emissora aumentasse, passando a produzir conteúdo digital em multiplataforma, on-demand e em real time.

Em 2020, o novo desafio da empresa está concentrado em capacitar sua rede de afiliados. São mais de 90 emissoras espalhadas pelo Brasil dispostas a atingir o mesmo nível de “digitalização” de seu conteúdo jornalístico local para que possam ser distribuídos através do Panflix, que hoje possui mais de 400 mil downloads. “O jornalismo só é válido se for compartilhado. É uma honra para a Jovem Pan ser um dos cases da Iniciativa do Google. Além da plataforma reconhecer o esforço e o trabalho da Pan e a credibilidade do nosso jornalismo, ela é capaz de disseminar todo o nosso conteúdo em grande escala“, comenta Claudine Bayma, diretora de marketing da Pan.

O Google News Initiative acredita que o jornalismo de qualidade requer fontes de receita sustentáveis e que tem a responsabilidade de apoiar a inovação em produtos e o financiamento de notícias. “A Jovem Pan passou por uma grande transformação digital para ampliar seu conteúdo de notícias multiplataforma. Agora queremos ajudar os parceiros a construírem operações sustentáveis de longo prazo em vídeo online. Hoje são mais de 200 milhões de visualizações por mês, em todo conteúdo da Pan, e transmissões ao vivo de mais de 21 horas de notícias por dia. Se isolarmos somente o pilar de notícias, ele é responsável por uma audiência de 7,6 milhões de pessoas“, comenta Fabricio Vulcano, diretor de negócios digitais da Pan. “Um bom caso para nós é aquele em que o parceiro é capaz de dimensionar suas operações, aprender algo novo sobre vídeo digital e compartilhar essa visão com o setor em geral, ou seja, estamos no caminho certo“, complementa.

Com startup Vibra, Grupo Bandeirantes chega ao mercado de e-commerce e lança serviço de streaming

Fundada como uma startup de inovação do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a Vibra foca em inteligência e solução de negócios a partir de dados, posicionando-se como um ecossistema de resultados para a geração de novos modelos no âmbito digital.

Em apenas nove meses de atuação no mercado, a Vibra estruturou o Data Lake do Grupo, e assumiu a gestão de canais digitais de grandes influencers, como o comentarista Denílson e os apresentadores Neto, Henrique Fogaça e José Luiz Datena. Além disso, foram abertas novas frentes junto a grandes plataformas como Facebook e Google, por meio de projetos inéditos de conteúdo e tecnologia.

Gerida por um grupo de profissionais de notória experiência neste mercado, a empresa é liderada por André Luiz Costa, que já ocupou a posição de diretor de jornalismo da TV Band e também conduziu a estruturação e implementação da BandNews FM, antes de assumir o posto de General Manager da startup .

A Vibra acaba de modernizar o novo portal do Grupo Band, que já está no ar, e agora trabalha na finalização de alguns novos produtos, como o marketplace chamado Na Prateleira ( naprateleira.com.br); o Band Play, um ‘super app’ onde serão encontrados os conteúdos de todo o Grupo Bandeirantes; um programa de fidelidade com prêmios a partir da interação dos usuários e uma carteira digital; hubs de diversos conteúdos, pautados pelo conhecimento que os dados trouxeram da audiência como o Band Receitas, um site de gastronomia, onde os usuários poderão interagir e cozinhar com a ajuda de um Chatbot, por exemplo.

“A ideia da Vibra surgiu do próprio crescimento do consumo de conteúdos audiovisuais digitais e da demanda das marcas e do mercado em geral por estratégias mais sólidas. Apesar de integrarmos o Grupo Bandeirantes, nascemos com total autonomia e uma cultura própria, além do desafio de levar esta nossa expertise para todo mercado e não só para os projetos do Grupo”, comenta André Luiz Costa, GM da Vibra.

Durante o início do isolamento social por conta da Covid-19, a startup cresceu e o processo de desenvolvimento de seus serviços foi acelerado. Com isso, o time de profissionais da empresa triplicou desde o início do ano, “estruturamos o time com o desafio de construir uma nova cultura que vem se mostrando muito eficiente no modelo remoto durante a pandemia, colocando de pé diversos projetos complexos, interligados entre si e entre os veículos do grupo”, finaliza Costa.

Pandemia fez 63% dos influenciadores mudarem seus conteúdos

A quarentena impactou diversos setores da economia e mudou a rotina das mais diversas áreas e não seria diferente com os influenciadores digitais. A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, em parceria com a F.biz, agência de publicidade da WPP, ouviram mais de 1600 creators para entender as mudanças no comportamento para a criação conteúdo para as redes.

Com mais tempo em casa, as pessoas estão buscando oportunidades de aprender algo novo, aperfeiçoar habilidades manuais e gerenciar o tempo para atividades de forma mais eficiente. Essa nova rotina impactou no conteúdo criado nas redes sociais. Dos entrevistados, 63,2% afirmaram que mudaram os temas abordados e passaram a abordar assuntos como saúde (14,9%), entretenimento (13,7%) e alimentação (12,2%).

Outro fator analisado foi que cerca de 16% dos creators afirmaram que deixaram de publicar conteúdos por acreditarem ser assuntos sensíveis e até mesmo para evitar uma reação negativa pelos seguidores (mais conhecido por “cancelamento”). Os principais temas considerados delicados são viagens (44%), eventos (35% ) e compras (14%).

Para Rafael Arty, sócio e Head do Comercial da Squid, a mudança de comportamento e alteração de área de conteúdo compartilhado é uma adaptação natural, mas foi acelerada pela quarentena “Influenciadores estão constantemente testando novidades para o público, trazendo conteúdos de acordo com o que a audiência se identifica. A impossibilidade de sair de casa acelerou o processo de mudança que costuma ser gradual para não impactar tanto o público. Esses dados mostram como a consciência do estado atual que estamos vivemos e como esses creators impactam na vida das pessoas como um fator decisório, não apenas de consumo, mas de exemplo a ser seguido”, diz Arty.

De acordo com Amanda Gasperini, diretora de Data Intelligence & Insights da F.biz, “as pessoas estão buscando por referências que se conectem com seu propósito e seus valores neste momento que estamos vivendo e os influenciadores são um reflexo direto disso. Seletividade de conteúdo, lives como entretenimento e a busca por informações verdadeiras marcam a mudança de comportamento atual”.

Confira mais informações do estudo no link: http://conteudos.squidit.com.br/pesquisa-influenciadores-e-covid

Fenapro debate a Lei 12.232/2010 que regulamenta contratos de publicidade da administração pública

O “Dica Legal”, programa de debate ao vivo de temas jurídicos promovido pela FENAPRO (Federação Nacional das Agências de Propaganda), com o apoio dos SINAPROS (Sindicatos das Agências de Propaganda), recebeu, nesta quarta-feira (07/10), o jurista e professor titular da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, Marçal Justen Filho, e o presidente do CENP, Caio Barsotti, para um debate mediado pelo presidente da Fenapro, Daniel Queiroz, sobre a Lei Federal 12.232/2010, que regulamenta os contratos de publicidade da administração pública, e que precisa ser compreendida e bem utilizada pelas agências que têm interesse em disputar contratos com agentes públicos.

Justen Filho, um dos maiores especialistas em licitações do Brasil, está lançando a obra “Comentários à Lei de Contratos de Publicidade da Administração Lei nº 12.232/2010”, e revelou, durante o “Dica Legal”, que o livro é fruto de debates e reflexões sobre a lei com diversos personalidades do mercado, e que a obra procura elucidar alguns temas que não são tão claros na lei, especialmente a questão da necessidade de segurança jurídica das agências. Barsotti acredita que o livro é uma obra essencial para as agências, que podem consultá-lo, sempre que houver dúvidas sobre como participar, em todas as etapas, de um processo licitatório para contratação de serviço de publicidade por órgão público.

Durante o debate, Justen Filho explicou as bases da lei, dando detalhes do mercado ao qual ela se aplica. Em 2019, os cinco maiores contratantes da esfera pública – Secom, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras e Ministério da Saúde – movimentaram juntos quase R﹩ 1 bilhão em verbas destinadas à publicidade. Também esclareceu que a Lei 12.232/2010, felizmente, foi criada com regras compatíveis com a natureza da atividade publicitária, com o objetivo de inutilizar a Lei 8.666/1993 para a pactuação dos contratos deste setor, relegando-a a uma aplicação apenas complementar à lei de 2010.

Barsotti acrescentou que a Lei 8.666/1993, apesar de ter sido a primeira lei que inseriu o processo licitatório para a contratação de agências de publicidade pelos órgãos públicos, só acrescentou esse assunto no final de sua tramitação no Legislativo, sem nada específico sobre o setor de publicidade, a não ser a necessidade da inclusão do processo licitatório para a escolha de serviços de publicidade. O resultado disso, segundo Barsotti, foi que, na década de 1990, todas as práticas utilizadas pelo mercado no âmbito privado passaram a ser copiadas pela administração pública, sem o respaldo de uma lei própria até a lei 12.232/2010, fato esse que resultou, lamentavelmente, em escândalos de má utilização de verba pública.

Embora a Lei 12.232/2010 já esteja há quase 10 anos em vigor, Justen Filho também chamou a atenção para o fato de que alguns tribunais ainda se utilizam da Lei 8.666/1993 para julgar contendas do setor, o que acaba por confundir juridicamente o mercado.

O debate foi acompanhado por profissionais do setor da publicidade e contou com uma boa dinâmica de perguntas, que foram respondidas pelos dois debatedores. Quem perdeu o programa ao vivo pode assistir novamente pelo link: http://www.youtube.com/watch?v=07jpKFDRm1Q

Gilberto Campos - Mundo Digital

Do rádio ao streaming: estudo da Kantar IBOPE Media mostra tendências no meio

A nova edição do Inside Radio, estudo da Kantar IBOPE Media que traça o perfil do consumidor de rádio no Brasil, traz dados que demonstram as tendências para o áudio no país: 9% dos entrevistados ouvem rádio online e 16% acessam o meio quando estão navegando na internet. A análise identificou, também, as principais mudanças durante o período de isolamento social. 46% dos ouvintes de rádio entrevistados ouviram serviços de streaming de áudio durante a pandemia e 25% aumentaram esse consumo.

Os podcasts, formato muito utilizado entre as rádios para alcançar os ouvintes sob demanda, conquistaram 24% dos ouvintes durante o perído de distanciamento social, desses 7% ouviram podcast pela primeira vez e 10% aumentaram o consumo durante a pandemia. Nesse período, as lives ganharam escala e inundaram as redes, 75% dos entrevistados afirmaram terem começado a assistir lives de shows musicais a partir do início da quarentena. Deste público, mais da metade, 57%, são mulheres e 69% são millenials e geração X. As lives se revelaram uma grande oportunidade para as marcas. As pessoas se mostraram abertas para novas experiências de publicidade, 41% afirmaram que pagariam para assistir uma live e 82% se recordam das marcas anunciantes das lives que viram. Confira a íntegra do INSIDE Radio 2020 no site da Kantar IBOPE Media.

Gilberto Campos - Mundo Digital

Spotify anuncia nova ferramenta de cards promocionais para artistas e criadores

Spotify anuncia nova ferramenta de cards promocionais para artistas e criadores
A nova ferramenta permite a criação de cards promocionais personalizados para músicas, álbuns, perfil e podcasts para artistas e podcasters compartilharem nas redes sociais

Nesta era de streaming de música e redes sociais, os artistas têm mais formas de se conectar com os fãs do que nunca. Por isso também, hoje em dia, artistas e criadores de conteúdo precisam muitas vezes incorporar o espírito do “faça você mesmo” e cuidar da parte de vendas, direção, curadoria e até arriscar como designer gráfico amador.

Para facilitar a criação de recursos de mídia social compartilhável ​​e atraentes, a partir de hoje, artistas e podcasters poderão facilmente gerar cards promocionais personalizados do Spotify para compartilhar com seus fãs nas redes sociais.

Por meio dos sites Spotify for Artists e Spotify for Podcasters, os creators podem personalizar e compartilhar gráficos com seu perfil de artista, faixa, álbum, podcast ou episódio. Além disso, os sites permitirão que os creators também baixem cards promocionais personalizados para compartilhar quando forem adicionados a qualquer uma de nossas 33 playlists de música e podcast mais populares. E tudo isso pode ser feito em três apenas três passos simples:

• SELECIONE: veja qual conteúdo que deseja promover;
• PERSONALIZE: Como você deseja que os fãs vejam o card? Escolha proporções de aspecto e cor de fundo;
• COMPARTILHE: Baixe sua nova criação e carregue-a onde quiser com o link para o seu conteúdo gerado pelo site. Você também pode escolher uma das opções de compartilhamento direto no site para publicá-lo nas redes sociais.

Pronto! Fácil, não? Você acabou de criar algo que os fãs podem compartilhar para ajudar a espalhar sua música ou seu podcast. Os sites podem ser acessados ​​para artistas aqui e para podcasters aqui, e estão disponíveis em inglês, espanhol, português e alemão neste lançamento.

Jellyfish adquire brasileira Reamp e reforça empresa líder global de data-driven marketing

Empresa global que integra dados, criatividade e compra de mídia, a Jellyfish acaba de adquirir no Brasil a Reamp, pioneira e líder nacional em marketing programático. Juntas, as operações passam a somar expertises, expandir atuações e consolidar no país o conceito de digital partner, oferecendo suporte às marcas em todos os estágios de maturidade digital. A Jellyfish também chegou recentemente ao México e à Colômbia, com a aquisição da San Pancho, empresa que combina tecnologia e consultoria. É mais um passo de consolidação no continente.

A ambição da Jellyfish é escalar as estratégias hoje desenhadas pela Reamp para clientes como Sanofi, Natura, Movida, Bradesco, BP e 99, agregando soluções e competências inovadoras que permitirão à empresa brasileira estender sua oferta e alcançar novos mercados. A multinacional britânica pretende desenvolver o mercado latino com modelo comercial transparente, implementação de modelos in-house, aceleração da transformação digital das marcas pelo marketing e desenvolvimento de soluções tanto para as marcas brasileiras, quanto para as que querem entrar no país.

A empresa global iniciou suas atividade no país em 2019, com a fusão à tech partner Tradelab. A aquisição da Reamp no Brasil, mercado de alta relevância estratégica global para a Jellyfish, acelera de forma robusta sua presença local e na América Latina. A operação nacional passa a ser a quarta maior do grupo no mundo, atrás apenas da Inglaterra, dos Estados Unidos e da França.

No mundo, a Jellyfish oferece um modelo de negócio estruturado em hubs internacionais por expertises, com mais de 50 capabilities em seis áreas centrais: mídia e comunicação, estratégia e transformação, dados e conhecimento, tecnologia e inovação, criatividade e experiência, além de formação e desenvolvimento. A gigante digital atende marcas globais como eBay, Spotify, Samsung, Aviva Investors e UGG. 

“A união com a Reamp é um acerto claro: nos reconhecemos em seus valores, na proximidade com o Google e na qualidade dos serviços prestados. Juntos, nos tornamos agora um parceiro digital, fornecendo o conhecimento, a tecnologia e o trabalho em equipe para apoiar os anunciantes em suas jornadas de transformação digital e ajudá-los a recuperar o controle daquilo que lhes é de direito – os dados”, afirmou Rob Pierre, co-fundador e CEO da Jellyfish. “O Brasil é um país que conseguiu se manter na vanguarda das tendências digitais e nós, da Jellyfish, temos grandes projetos para a América Latina. Por isso, estamos entusiasmados em consolidar a nossa presença na região, que começou em 2019 pela fusão com a Tradelab, e expandi-la em grande velocidade”, completa Pierre.

Presente em 18 países, com 1.400 funcionários e 32 escritórios internacionais, a Jellyfish amplia, a partir de agora, o portfólio de serviços oferecidos pela Reamp ao mercado brasileiro – com nova oferta, que permitirá que clientes atuais e futuros se beneficiem de uma estratégia de negócios digital, multicanal, e principalmente, global. Fundada em Londres no ano de 2005, a Jellyfish se tornou um dos poucos e seletos Google Marketing Partners mundiais. Só nos últimos 24 meses, a empresa abriu dez novos escritórios, se estabelecendo em territórios como Ásia-Pacífico, países nórdicos e Oriente Médio.Com a aquisição, a equipe da Reamp reforça o próprio DNA analítico orientado para tecnologia, mídia e dados, mas agrega novas expertises e passa a proporcionar serviços como SEO, produção de conteúdos, criação e web development, além de elaboração de planejamentos estratégicos de mercado.

“Estamos entusiasmados em levar a nossa expertise a marcas de todo o mundo, além de proporcionar novas oportunidades de desenvolvimento para os nossos clientes, colaboradores e fornecedores. A publicidade brasileira é consagrada pela sua entrega criativa, mas também pela forma obsoleta de fazer negócios. Com isso, encontramos na Jellyfish, que possui a confiança de marcas líderes mundiais e está na vanguarda da economia digital, a oportunidade de trazer ao Brasil uma nova proposta de valor e governança, que o mercado tanto precisa. Agora seremos globais, com 1400 especialistas prontos para ajudar as marcas brasileiras”, destacou David Reck, co-fundador e CEO da Reamp, que passa a responder como Managing Director do Brasil.

A equipe da Reamp passa a compor o time da Jellyfish no Brasil e os sócios permanecem na liderança da equipe brasileira, passando a integrar o quadro de sócios da multinacional e respondendo diretamente a Rob Pierre.

Investir é saída para a comunicação no mundo pandêmico

Os empresários brasileiros, de todos os segmentos, apostam na comunicação como saída para o mundo após a pandemia, onde cada vez mais é preciso lidar com o crescimento das fake news e com as campanhas de cancelamento de personalidades e marcas nas redes sociais. Esse é o principal diagnóstico da Pesquisa Executivos, Pandemia e Comunicação, feita pelo Instituto FSB junto a 1.000 executivos de empresas brasileiras.

Os líderes empresariais admitem que boa parte das companhias está despreparada para atuar com e no ambiente de redes. Metade dos entrevistados reconhece que suas empresas não estão prontas para lidar, por exemplo com fake news. E somente pouco mais de um terço dos empresários acredita que estão preparados para enfrentar campanhas de cancelamento nas redes sociais, movimento que se tornou febre no mundo inteiro e que vem crescendo no Brasil.

Ciberterrorismo

O cenário online, cada vez mais acelerado pela pandemia de covid-19, também passou a trazer uma nova preocupação para as empresas, o ciberterrorismo. Ataques de hackers e roubo de dados são hoje uma das maiores ameaças às empresas conectadas, mas 7 em cada 10 companhias não estão preparadas para combater com essa ameaça.

A pesquisa do Instituto FSB revela que apenas 29% dos executivos brasileiros dizem que suas empresas estão capacitadas e prontas para lidar com o ciberterrorismo. Mesmo entre as grandes empresas, mais da metade (56%) não se considera preparada.

Qual é a saída?

Se esse mundo cada vez mais conectado pode ser ao mesmo tempo oportunidade e ameaça para os negócios, a visão dos executivos é de que é preciso investir em comunicação para enfrentar essa nova realidade no pós-pandemia. Hoje, a ampla maioria das empresas brasileiras (83%) investe em comunicação, percentual que chega a 98% entre as empresas de grande porte. Apenas 16% admitem não investir nada.

Mas os dados revelam ainda que, desses 83%, a maior parte admite ainda investir pouco em comunicação. Do total de empresas consultadas na pesquisa, 49% dizem investir pouco, 23% mais ou menos e apenas 11% investem muito em comunicação. Sinal de que o mercado da comunicação no Brasil ainda tem amplo espaço para evoluir.

Mas, se o patamar de investimentos em comunicação ainda está longe do ideal, o contexto atual tem levado os executivos a apostar na comunicação como a principal saída para dialogar com seus públicos. De acordo com a pesquisa, 65% dos entrevistados pretendem investir mais em comunicação no pós-pandemia. Na prática, significa dizer que 2 em cada 3 empresas brasileiras apostam nessa saída para lidar com um ambiente cada vez mais diverso, instável e desafiador.

Comunicação de causas

O mundo da comunicação já emergiu diferente no contexto da pandemia. Empresas e marcas estão cada vez mais ressignificando seus propósitos para se posicionar neste novo ambiente. E o engajamento verdadeiro em causas relevantes para a sociedade é visto como um caminho sem volta. De acordo com a pesquisa, no cenário pós-pandemia, a ampla maioria das empresas (84%) pretende se engajar em causas, principalmente sociais, incluindo doações, parcerias com ONGs e aproximação com as comunidades locais.

A pesquisa

Instituto FSB Pesquisa entrevistou 1.000 executivos brasileiros entre os dias 7 e 20 de agosto, em amostra representativa do total de empresas de todos os segmentos em atividade no país. A margem de erro do levantamento é de 3pp, com intervalo de confiança de 95%.

B2W Marketplace e Google se reúnem para falar sobre estratégias de mídia para a Black Friday

O B2W Marketplace, plataforma que reúne as marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Americanas Empresa, recebe, no dia 6, o estrategista de contas para o segmento de Varejo do Google Brasil, João Saran, e a head do B2WADS – plataforma de publicidade da B2W Digital -, Alexandra Mendonça para falar sobre estratégias de mídia para a Black Friday. Os convidados abordarão temas para ajudar lojistas de todo Brasil a escolher o melhor produto para promover, entender o comportamento do público para segmentar anúncios e como otimizar suas campanhas.

A plataforma criou um calendário especial e traz um mês de conteúdos com o objetivo de preparar e capacitar empreendedores para alavancarem suas vendas na data mais importante do varejo. São lives e oficinas totalmente gratuitas e ao vivo, com transmissão pelo canal do YouTube B2W Marketplace, com especialistas de negócios, tecnologia e inovação. As
inscrições e a programação completa estão no site: http://info.b2wmarketplace.com.br/acelere-na-black-friday.

Canal: YouTube B2W Marketplace

Data: 06/10
Horário: 18 horas
Valor: Gratuito