Author admin

Esports: conversas no Twitter crescem e times brasileiros são destaque na plataforma

Os fãs de games marcam cada vez mais presença no Twitter e no ano de 2021 não tem sido diferente. De janeiro a junho deste ano, a plataforma já registrou globalmente um aumento de 18% em Tweets sobre o tema em relação ao mesmo período do ano passado – e o Brasil fez parte disso. Dentre as conversas sobre games no primeiro semestre, o Brasil foi o quarto país que mais Tweetou, atrás apenas do Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul.

Além disso, os times de Esports do Brasil estão entre os mais comentados da plataforma em todo o mundo desde o início do ano. No ranking das dez equipes mais mencionadas no Twitter, em primeiro e segundo lugar figuram os brasileiros LOUD esports ( @ LOUDgg ) e paiN Gaming ( @ paiNGamingBR ), respectivamente. Os times Furia ( @FURIA ) e Flamengo Esports ( @ flaesports ), também do Brasil, aparecem logo na sequência.

Outro grande destaque do Brasil vai para o Campeonato Brasileiro de League of Legends ( @CBLOL ), que levou o título de competição com maior volume de conversas em todo o mundo entre janeiro e junho deste ano. Completam a lista Call of Duty League ( @ CODLeague ), Overwatch League ( @ OverwatchLeague ), VALORANT Champions Tour ( @ VALORANTEsports ) e League of Legends European Championship ( @LEC ).

No Brasil, League of Legends ( @ LoLegendsBR ) foi o jogo mais comentado nos primeiros meses do ano. Globalmente, a liderança foi do game GenshinImpact ( @ GenshinImpact ) – apenas o segundo no Brasil.

Os Espaços do Twitter foram lançados recentemente e já vemos salas incríveis sendo realizadas pela comunidade de jogos. Veja quais foram os cinco Espaços mais ouvidos pelos criadores de jogos:

#E32021

Neste mês, a E3 dominou o Twitter. O evento, transmitido de 12 a 15 de junho, voltou este ano em um formato apenas digital e pautou diversas conversas dos fãs brasileiros na plataforma.

Social Commerce: 74% dos brasileiros usam redes sociais para comprar; Maioria consome pelo Google Shopping (53%), Instagram (50%) e Facebook (43%)

O consumo online, que já vinha crescendo significativamente antes da pandemia, hoje se tornou um hábito para 86% dos brasileiros. É o que revela a pesquisa Social Commerce, realizada pela All iN Social Miner – que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar empresas a otimizarem seus resultados -, em parceria com a Etus e a Opinion Box. O levantamento mostra que 37% fazem uma visitinha às lojas digitais pelo menos uma vez por mês em busca de ofertas, e 23% acessam a rede semanalmente para fazer compras. E como boa parte das pessoas está nas redes sociais – são 4,2 bilhões de usuários no mundo segundo a We Are Social -, o avanço do Social Commerce, que engloba o relacionamento mais próximo com os compradores e a prática de compra e venda via redes sociais, ocorre a passos largos.

Para se ter uma ideia dessa rápida evolução, para pesquisar itens de desejo, 76% dos consumidores já recorrem às redes sociais – 56% deles para ter acesso a avaliação de outros clientes, e 54% para comparar preços. Os clientes das classes A e B são os que mais se interessam pela experiência de compra de outras pessoas (75%), enquanto entre o público de classe C, D e E, a porcentagem fica em 65%.

Para André Patrocínio, CEO da Etus, isso indica que os consumidores acreditam que as redes sociais têm possibilitado o acesso a uma avaliação real sobre o produto e a loja. “Quem está pesquisando quer saber a opinião de quem já comprou para ter certeza se o produto é de boa qualidade, se o tempo de entrega, preço e atendimento valem à pena, bem como se a compra é segura. Os comentários ficam visíveis, e isso pode ser bastante positivo à marca – ou não. Por isso, é fundamental garantir um bom atendimento nas redes sociais, e também no site e aplicativo”, explica Patrocínio.

O Instagram é o preferido por quem usa as redes para buscar produtos (62%), seguido pelo Facebook (61%), Google Shopping (61%) e Whatsapp (37%):

• Mas quando chega a hora de comprar, qual canal é o escolhido pelos clientes?

Dos 86% que têm o costume de consumir online, 74% o fazem pelos sites e aplicativos, 18% nas lojas físicas, e 8% pelas redes sociais. Falando especificamente dos que usam as redes sociais para consumir, a maioria recorre ao Google Shopping (53%) e ao Instagram (50%):

Entre as razões pelas quais as pessoas escolhem comprar nas redes sociais, há uma gama de opiniões diferentes que vão desde as mais comuns, que são preço, rapidez, e acesso a mais informações sobre os produtos, à facilidade e praticidade ao pesquisar e à possibilidade de encontrar lojas menores, de pequenos e médios produtores:

Vale observar também os pontos considerados pelos compradores que preferem recorrer a sites e aplicativos, para incluir no planejamento de marketing das redes sociais e aumentar as chances de vendas nesses canais. Além dos preços (54%) e praticidade (49%), por exemplo, há pessoas que se sentem mais seguras ao comprar em sites e apps (44%), e outras que querem ter acesso a mais opções de produtos (44%). Pensando nisso, cabe aos varejistas que estão nos Instagram e Facebook, por exemplo, aumentar os itens exibidos em suas páginas para mostrar mais variedade, e otimizar o processo de compra para transmitir mais segurança.

• A importância das avaliações no Social Commerce

75% dos consumidores têm o hábito de avaliar lojas e marcas das quais compram, 62% fazem isso nos sites das lojas/marcas, 35% em sites como o Reclame Aqui, e 34% nas redes sociais da marca, ou nas suas próprias redes sociais (que é a opção de 26% dos respondentes). E, como vimos anteriormente, 56% aderiram às redes sociais para pesquisar sobre produtos com o intuito de ter acesso às avaliações de outros compradores, e 67% vão direto aos comentários de outros clientes para saber como foi a experiência deles com a marca.

Diante desses números e do crescimento significativo do Social Commerce, André Patrocínio acredita que é fundamental que as empresas – incluindo pequenos produtores – percebam que Instagram, Facebook, Whatsapp, conhecidas redes de relacionamento entre amigos e familiares, se abriram e ganharam força quando o assunto é comércio, e se atentem mais a estratégias que incluam esses canais, até porque, proporcionar uma jornada omnichannel aos consumidores hoje é algo essencial, visto que 60% já consomem de forma híbrida no país.

“As redes sociais têm se mostrado uma importante vitrine – tanto para o lado positivo quanto para o negativo – e uma grande ferramenta de fidelização, tanto às grandes marcas, que conseguem dividir com os potenciais compradores a rotina de produção dos itens e serviços oferecidos, convidando-os a interagir e fazer parte desse dia a dia, quanto aos pequenos produtores e comércios locais, que conseguem divulgar seus negócios de maneira orgânica. Cabe aos varejistas investir em uma boa comunicação e uma boa experiência aos usuários para que suas qualidades sejam amplificadas por meio das redes”, afirma o CEO da Etus.

Junto a lojistas/marcas nessa missão, a Social Miner | All iN e a Etus unem dados de consumo, tecnologia e apostam na humanização para compreender o comportamento de compra de cada usuário, e oferecer as ferramentas necessárias às empresas para que acessem esse público. Como? Com inteligência exclusiva. A Social Miner | All iN, por exemplo, usa tecnologia para identificar a etapa na jornada de consumo que o cliente está – e sua intenção de compra -, e utilizam people marketing para compreender o contexto e qual a comunicação/linguagem a ser adotada, gerando acionáveis automaticamente para ajudar o consumidor na sua decisão de compra, através de campanhas personalizadas.

**Pesquisa da All iN | Social Miner e Opinion Box, que ouviu 1125 brasileiros entre os dias 02 e 07 de junho de 2021

Pessoas que só querem tomar vacina da Pfizer são criticadas no Twitter

Em levantamento realizado no Twitter pela Knewin, maior PRTech da América Latina, as críticas em relação à preferência dos usuários em tomar a vacina da Pfizer em doses remanescentes das vacinas contra a Covid-19, na famosa xepa, dominaram o debate. A empresa vem realizando uma série de levantamentos para entender o sentimento dos brasileiros no Twitter sobre temas amplamente debatidos na mídia. A análise foi feita pela ferramenta Knewin Social que identificou 853.594 publicações no Twitter entre 6 de junho e 16 de junho de 2021.

No debate, aparecem recomendações de usuários para as pessoas se informarem nos postos de saúde próximos às suas casas para não perderem a oportunidade de se vacinar e críticas às pessoas que recusam vacinas da “xepa” por não ser da farmacêutica Pfizer. Muitos usuários também comemoraram a vacinação de parentes e por terem conseguido se vacinar.

Já na imprensa, de janeiro a maio, a pauta sobre a xepa da vacina acumulou o total de 2.033 matérias. De abril a maio o aumento foi de 47,15% na quantidade de matérias publicadas. “Tendo em vista os comentários nas mídias sociais e o crescimento no número de notícias, a tendência é que o interesse das redações jornalísticas permaneça”, afirma Lucas Nazário, CEO da Knewin.

O levantamento analisou que os termos mais comentados na mídia social, foram: “Vacina” (458 mil tuítes), vacinação (171 mil tuítes). Já entre as hashtags mais utilizadas aparecem: #covaxin (18 mil tuítes), #vacinaparatodos (17 mil tuítes) e #covid19 (14 mil tuítes).

Positivo Casa Inteligente lança roteadores mesh que aumentam área de cobertura da rede Wi-Fi com recursos smart

A Positivo Casa Inteligente, plataforma da Positivo Tecnologia que oferece soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) para ambientes conectado, acaba de aumentar seu portfólio com dois modelos de smart roteadores mesh, perfeitos para ampliar a área de cobertura da rede Wi-Fi de domicílios e pequenas e médias empresas com direcionamento inteligente de tráfego e alcance de até 400m² sem pontos de sombra. São dois kits, cada um com dois aparelhos: Smart Roteador Mesh FAST Ethernet e Smart Roteador Mesh GIGABIT Ethernet, à venda a partir de 21 de junho com exclusividade na Amazon por R$549 e R$849, respectivamente. Os produtos também serão vendidos em embalagens unitárias.

A grande vantagem dos roteadores é estender a cobertura de Wi-Fi em residências e comércios integrando o conceito MESH (do inglês, malha), uma das mais recentes inovações em conectividade Wi-Fi. Tecnicamente, criam uma malha entre si, que pode se expandir a até quatro unidades e garantir qualidade máxima de conexão Wi-Fi para todos os dispositivos da casa, melhorando de forma substancial a performance da rede quando comparada aos antigos extensores.

Os dois lançamentos se diferenciam entre si pela velocidade das portas para conexão de cabos sendo o modelo FAST ideal para planos de internet abaixo de 100Mbps e o GIGABIT perfeito para quem tem mais do que 100Mbps. Em comum, os Smart Roteadores Mesh da Positivo Casa Inteligente têm vantagens como amplo alcance sem pontos de sombra, tecnologia que identifica e distribui o sinal do Wi-Fi de forma inteligente, suporte a até 64 conexões estáveis por roteador, recurso para fácil criação de rede de convidados, controle parental e função QoS (Quality of Service), que permite criar regras para priorizar a navegação de certos dispositivos.

“Os Smart Roteadores Mesh da Positivo Casa Inteligente eliminam uma série de preocupações de usuários domésticos e corporativos relacionadas à internet, a começar pelos pontos em que o sinal Wi-Fi chega de maneira menos eficiente devido a distância entre aparelhos e dispositivos. Com os novos kits, os usuários instalam os dois roteadores em pontos diferentes de suas casas, aumentando a velocidade e estabilidade da rede ao mesmo tempo em que aproveitam recursos inteligentes de direcionamento de sinal, priorizam a determinados usuários e garantem segurança de acesso e praticidade”, diz José Ricardo Tobias, responsável pela unidade de negócios Positivo Casa Inteligente.

O lançamento reforça o posicionamento da Positivo Casa Inteligente como protagonista na democratização do conceito de Smart Home no Brasil: “Com nossos roteadores, temos uma nova subcategoria em nosso portfólio e um outro patamar de experiência de conectividade e integração domésticas. Nossos roteadores são de fácil instalação e configuração e podem ser controlados pelo mesmo aplicativo que os demais dispositivos de automação residencial, o que simplifica consideravelmente a jornada de uso e experiência do consumidor”, completa Tobias.

Fáceis de instalar e configurar, os dois novos kits de smart roteadores podem ser controlados e ajustados pelo aplicativo gratuito da Positivo Casa Inteligente, proporcionam streaming de alta velocidade e vêm com quatro antenas de 5 dBi em cada unidade. Têm conexão do tipo Wi-Fi 5, suporte dual-band (de 2,4 GHz com velocidade de 300Mbps e 5GHz com 867Mbps), uma porta WAN, três portas LAN e diversas funções, como rede guest, Beamforming, SSID oculto, regulação de força de sinal, agenda de Wi-Fi e WPS (Wi-Fi Protected Setup).

Para mais informações sobre a Positivo Casa Inteligente, clique aqui.

Teste a velocidade da internet com a ferramenta da PROTESTE

É fundamental que a velocidade da internet da nossa casa esteja de acordo com aquilo que foi firmado no contrato assinado para suprir as necessidades

A internet virou uma ferramenta praticamente indispensável na nossa vida. É por meio dela que podemos trabalhar, estudar, fazer compras online, ter momentos de lazer, falar com familiares e muito mais. Por isso, é fundamental que a velocidade da internet da nossa casa seja não apenas boa, mas esteja de acordo com aquilo que foi firmado no contrato assinado entre prestadoras de serviços e consumidores. Por isso, é importante que você teste a velocidade da internet.

Milhões de lares brasileiros estão conectados à internet. Se você está lendo esse texto, muito provavelmente, faz parte de alguma das estatísticas abaixo, levantadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019:

• Aproximadamente, 82% das casas brasileiras possuem acesso à internet (eram 79,1% em 2018);

• 77,9% dos lares brasileiros tinham internet banda larga fixa, contra 75,9% em 2018;

• 81,2% tinham internet de banda larga móvel, contra 80,2% no ano anterior;

A mesma pesquisa mostra que os dispositivos mais usados para os brasileiros se conectarem são o celular, computador, televisão e tablet. Porém, quando falamos em conectividade, já contamos com vários outros dispositivos para fazer isso, graças à internet das coisas (IoT).

Com ela, é possível ter conexão à internet a partir de uma série de aparelhos. Relógios inteligentes (também chamados de smartwatches ), smartTVs e assistentes de voz são alguns exemplos do IoT. No entanto, a ideia vai além e pode ser estendida para aparelhos e ambientes domésticos (geladeiras conectadas e sistemas de iluminação inteligentes) ou até mesmo, em nível global, com os carros autônomos e as smart cities, que se conectam à internet para aprimorar seus recursos.

Para fazer tudo isso, a velocidade da internet precisa ser satisfatória. Voltando para os lares brasileiros: não adianta contar com um bom smartphone ou querer aproveitar ao máximo sua smarTV recém-comprada se a conexão em casa sempre fica lenta ou mesmo se a internet cai toda hora.

Por isso, é importante que você teste a velocidade da internet para descobrir se a sua operadora está entregando a velocidade contratada.

Velocímetro da PROTESTE

Existem diversos velocímetros disponíveis no mercado que indicam qual é a velocidade de internet disponível para a sua família. Apesar disso, nenhum deles conta com a possibilidade de registrar uma reclamação, caso o resultado do teste indique que a internet da sua casa está abaixo daquilo que realmente deveria ser.

Por isso, com a ferramenta oficial da PROTESTE você não apenas testa a velocidade da internet da sua casa, como também conta com o apoio de uma equipe especializada em defesa do consumidor para lutar pelos seus direitos se for verificado que a sua conexão não corresponde com a contratada.

Quando você testar a velocidade da sua conexão, caso ela não seja satisfatória, você pode entrar em contato conosco na mesma hora e poderemos ajudar na solução do problema. Afinal, você paga um valor pela conta porque deseja a velocidade de internet que foi anunciada, e não uma internet mais lenta, certo?

As prestadoras de serviços são obrigadas pela Anatel a garantir uma média de 80% da velocidade contratada. Caso o serviço não corresponda com a velocidade acordada, o consumidor precisa realizar, pelo menos, 10 medições de velocidade para encontrar o resultado médio. O valor pode ser usado como prova para confirmar que o serviço oferecido não corresponde ao contratado. É uma questão de direito do consumidor e também do contrato firmado entre você e a prestadora de serviço. Vale ressaltar que a média da velocidade ao longo do mês não pode ser menor que 80% do que estabelecido.

Por isso, se você está com problemas de internet lenta em alguns dias durante todo o mês, a gente te ajuda . Faça o teste gratuitamente e descubra a real velocidade da sua internet. Caso a velocidade mostrada seja ruim, corra atrás dos seus direitos.E, conte com a PROTESTE para te ajudar a não ficar no prejuízo. Descubra se a operadora está cumprindo o contrato estabelecido entre vocês e faça o teste!

Como contratar um serviço de internet

Contratar um serviço de internet demanda atenção por parte do consumidor, afinal, ninguém deseja ter problemas com um serviço tão importante na rotina. Por isso, é importante tomar algumas precauções. Por exemplo:

• Veja a avaliação da empresa na ferramenta Reclame e no Melhor Plano : em ambos os canais, você saberá quais são as reclamações sobre determinada empresa, como foi a resolução e o que esperar da prestadora de serviço;

• Registre os números de protocolo: ao entrar em contato para contratar um serviço de internet, e se possível, dia, horário e colaboradores que participaram do seu atendimento;

• Observe as regras do contrato: veja qual é a velocidade da internet que está em contrato, o valor do plano, a exigência de fidelidade (que não pode ser maior do que 12 meses), entre outras;

• Tenha atenção aos custos adicionais: veja quais são os valores relacionados à mão de obra de instalação, aparelhos ou até mesmo serviços não solicitados (que podem representar uma venda casada).

Com esses cuidados, você minimiza a chance de ter dor de cabeça com a prestadora do serviço de internet. Mesmo com esses cuidados, é possível que alguns problemas apareçam ao longo do tempo. É nesse momento que começam as reclamações.

Principais reclamações dos consumidores

O aumento do home office, a chegada das aulas on-line, o aumento do acesso aos serviços de streaming e as famosas reuniões virtuais fizeram a demanda por internet crescer ainda mais no último ano. Porém, nem sempre as operadoras proporcionam o serviço necessário para os consumidores utilizarem a internet da maneira correta.

De acordo com a PROTESTE, entre março e setembro de 2020, o número de reclamações recebidas de clientes sobre serviços de internet aumentou 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre os principais motivos, estão:

• Falha na prestação de serviços;

• Descumprimento de oferta;

• Fatura injustificada;

• Interrupção no fornecimento do serviço;

• Direito de arrependimento .

Imagine se preparar para mais um dia de home office e descobrir que a velocidade da internet da sua casa está tão lenta que fica impossível participar de reuniões virtuais ou realizar uma tarefa importante do trabalho. Ou, pense no que pode acontecer se os seus filhos precisarem acessar a aula online e não conseguirem assistir porque o vídeo trava toda hora.

Essas e outras situações são causadas por uma velocidade de conexão menor do que aquela contratada. Se você passa por alguma situação ruim relacionada à velocidade da internet, reclame!

Como reclamar da velocidade da internet

Para reclamar sobre a velocidade de conexão da sua internet, existem algumas opções:

• O teste de velocidade da PROTESTE;

• O canal Reclame;

• Os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon;

• Se o problema for persistente, até mesmo o Tribunal de Pequenas Causas ;

• Todos esses canais estão à disposição dos clientes de prestadoras de serviço que estejam com problemas relacionados à internet, tanto por causa da velocidade de conexão quanto outras questões, como faturas indevidas.

Teste a velocidade da internet

Como vimos, mesmo que a Anatel obrigue as prestadoras de serviços a garantir uma velocidade de internet média de 80% durante o mês, nem sempre isso acontece. Nesses casos, está sendo descumprido o contrato assinado com os clientes e, dessa forma, o direito do consumidor é desrespeitado.

Não deixe isso acontecer com você. Faça o teste com a ferramenta oficial da PROTESTE e, se o resultado mostrar que a velocidade de conexão está abaixo do que deveria ser, use a própria plataforma para reclamar e fazer valer os seus direitos do consumidor.

Google oferece mentoria para desenvolvedores de jogos indie; inscrições abertas

Estão abertas até o dia 1º de julho as inscrições para a nova edição do Indie Games Accelerator , programa de mentoria do Google Play que ajuda desenvolvedores de jogos independentes a aprimorar seus projetos. Com duração de três meses, o programa oferece consultoria de especialistas do Google (ver lista aqui ), envolvendo desde orientações técnicas a dicas de modelos de negócio.

Poderão se inscrever desenvolvedores de mais de 70 países – incluindo o Brasil. Para participar, o desenvolvedor deve ser registrado no Google Play, ter pelo menos 18 anos na data de inscrição do concurso e ser o autor do game enviado para análise. As candidaturas serão avaliadas de acordo com critérios como inovação, diversão, design, qualidade tecnológica e de produção (ver mais na seção Termos e Condições ).

“A mentoria é um elemento importante do Indie Games Accelerator. Os participantes terão acesso a especialistas do Google e aos principais estúdios e instituições de jogos de todo o mundo”, afirma Daniel Trócoli, líder de Games do Google Play para a América Latina. “As sessões de tutoria cobrem uma ampla variedade de tópicos, incluindo desenvolvimento técnico, design, jogabilidade, retenção de usuários, aquisição de usuários, monetização e liderança de equipe”, completa o executivo.

As inscrições devem ser feitas pelo site do programa .

Veja mais no blog de desenvolvedores do Android .

5 dicas para quem vai comprar um smartphone ou tablet seminovo

A compra de um smartphone ou um tablet novo sempre vem acompanhada de diversos questionamentos, que vão desde a escolha da configuração ideal para as atividades que serão realizadas com o aparelho até do sistema operacional ideal, design e integração com outros produtos, por exemplo. Para aqueles que optam por um aparelho usado com o objetivo de economizar, o cuidado precisa ser redobrado.

A Trocafone, startup especializada na comercialização de smartphones e tablets usados e seminovos, reuniu cinco dicas fundamentais para auxiliar o consumidor a fazer um bom negócio e evitar dores de cabeça:

1 – Priorize sites confiáveis

A confiabilidade do canal onde pretende realizar a compra do equipamento é um dos pontos prioritários a se considerar. Comprar de um vendedor desconhecido ou em um site que não tem especialidade neste tipo de transação pode ser muito perigoso. A Trocafone, por exemplo, adota uma série de medidas que ajudam a evitar golpes que podem terminar em um mau negócio, entre eles, a verificação metódica da procedência dos aparelhos para assegurar que não se trata de um produto extraviado ou roubado. Para isso, conta com o auxílio da inteligência GSMA, que é uma das maiores fontes de dados de aparelhos móveis do mundo.

2 – Observe a qualidade do aparelho

Muitas vezes em redes sociais e outros sites de vendas há ofertas de aparelhos que não condizem com o estado atual no qual se encontram. Para evitar este tipo de transtorno, a Trocafone oferece aos seus usuários aparelhos 100% funcionais, categorizados em Excelente, Muito Bom e Bom. Cada aparelho é classificado de acordo com marcas e arranhões na carcaça ou tela, sinais de uso, além da condição da bateria, que deve obedecer o mínimo de 75% de sua capacidade independente da categoria. Dessa forma é garantida a certeza de que o usuário vai adquirir um aparelho condizente com o que está descrito no anúncio, sem surpresas desagradáveis ao abrir a caixa.

3 – Tenha certeza de que hardware e software operam corretamente

Apesar de muitas vezes aparentarem excelente estado de condição, os aparelhos podem esconder algum mau funcionamento interno. A Trocafone conta com uma equipe de técnicos especializados que se encarregam de revisar minuciosamente todos os smartphones e tablets disponíveis no site da startup. Dentre os testes realizados estão o uso das câmeras frontais e traseiras, funcionamento dos botões do aparelho, reprodução de sons pelos alto-falantes e gravação pelo microfone, análise da memória interna, vida útil e tensão da bateria, uso de conectores e plugues de fones de ouvido e, por fim, testes com as redes de Wi-Fi e sensores do equipamento.

4 – Não abra mão de um pós-venda efetivo

A Trocafone oferece a todos aparelhos recondicionados no site garantia de 90 dias para troca em caso de problemas técnicos funcionais, a partir da data de recebimento do aparelho, e aceita devoluções de produtos que não correspondam à expectativa dos usuários em até sete dias após a entrega do pedido. Além disso, o consumidor recebe o equipamento desbloqueado para todas as operações, tem a certeza de que adquiriu um produto original com a nota fiscal, e conta com o suporte da empresa para resolver eventuais problemas.

5 – Redobre a atenção com seus dados bancários e entregas

Nunca compartilhe informações do banco ou dados de seu cartão de crédito com sites suspeitos. Nunca forneça sua senha, que é de uso pessoal e intransferível, sob nenhuma circunstância. A Trocafone conta com uma plataforma que criptografa toda informação compartilhada no site, incluindo as transações de pagamento realizadas. A empresa garante ainda uma entrega segura e cuidadosa dos equipamentos, que são devidamente embalados. Caso o produto seja extraviado ou sofra alguma avaria durante o transporte, é possível solicitar a devolução do investimento ou o envio de um novo produto de acordo com a preferência do usuário.

O que as marcas podem aprender com os creators?

As marcas não são mais as mesmas desde que os influenciadores ocuparam todos os espaços. De acordo com o levantamento da Opinion Box, empresa de soluções de pesquisa de mercado online, 67% dos usuários do Instagram no Brasil seguem influenciadores e 55% disseram já ter comprado algo que um influenciador digital indicou ou usa. Esses dados só reforçam o quanto as empresas podem aprender com os influencers e o quanto eles são importantes na comunicação com seus consumidores.

Diante deste cenário, a Adventures, Inc – brandtech que atua como uma plataforma moderna de marketing empoderada por dados e tecnologia – reuniu os principais insights de grandes creators no último evento ARENA, com o objetivo de inspirar as marcas a dialogar melhor com seu público e de apontar tendências para o mercado.

O intuito era responder a seguinte pergunta: O que os CMOs podem aprender com os creators? As respostas apontam para a nova era do marketing e como as marcas devem ouvir mais o seu público. “Nós conversamos com o KondZilla, Pierre Mantovani (Omelete), Henrique Lopes (Gina Indelicada), Gustavo Gomes (Baiano) e Nathalia Arcuri (Me Poupe!) que não só nos apontaram nuances temporais para o momento em que vivemos, mas também alguns conceitos que são perenes e que, com certeza, devem se tornar parte do playbook que vai guiar as marcas para o sucesso”, ressalta Rapha Avellar, fundador da Adventures, Inc.

Confira as principais reflexões:

Ideias nascem do consumidor: Hoje o marketing não se baseia somente naquelas grandes campanhas de mídia que visam atingir a massa. Criar uma comunidade em que seja possível ouvir os seus consumidores é uma ótima oportunidade de identificar o que é realmente útil e que agrega valor na vida das pessoas. Estar mais próximo da sua comunidade para entender o que de fato é importante para ela é um dos maiores benefícios do digital.

Elimine o medo: No mundo de hoje grande parte da estratégia é sobre saber se adaptar as mudanças que aparecem, sejam no consumidor, nas plataformas, nos canais de mídia ou na tensão cultural daquela semana. A mentalidade de errar, aprender rápido, testar e evoluir é absolutamente fundamental.

Entretenha ao invés de inerromper: Cada vez mais as pessoas estão em busca de identificação e pertencimento com as marcas com as quais se comunicam. Sendo assim, para que uma empresa crie laços reais e uma relação genuína com o seu público é preciso ter uma relação verdadeira e transparente, onde seja possível entender rapidamente aquilo que é importante para seus consumidores e seguidores. Os anúncios devem entreter e não interromper o usuário. A atenção é moeda: um dos itens mais valiosos que as marcas podem ter é a atenção do seu público. Por isso, é fundamental criar ações realmente relevantes para ele.

Velocidade é o nome do jogo: Não haverá um novo normal, apenas uma sequência de não normais que desafiam todas as previsões e são impensáveis até o nome em que ocorrem. O mundo muda a cada segundo e os acontecimentos da manhã já são velhos à tarde. Neste cenário é fundamental ter velocidade na comunicação. Só assim, as mensagens serão assertivas e não vão perder o sentido. A rapidez também envolve estar presente em todas as mídias que dialogam com a sua marca e conseguir aproveitar as oportunidades no timing certo, antes que expirem. Construir marca em 2021 é quase que day trading.

Volume, volume, volume: O que quer que você esteja produzindo atualmente, faça mais. Fazer mais se traduz em mais oportunidade para coletar dados, mais oportunidades para aprender, significa viabilizar estratégias hipersegmentadas que se conectam com o coração e mente de audiências específicas. Em 2021 o conteúdo é a porta de entrada para a enorme maioria dos objetivos de negócio e a maioria das marcas ainda não entendeu que é fundamental criar em escala e na velocidade do consumidor final todos os dias para permanecer relevante. A atenção é moeda: um dos itens mais valiosos que as marcas podem ter é a atenção do seu público. A atenção do consumidor foi fragmentada, por isso, é fundamental estar presente em múltiplos canais o tempo todo.

Digitalks Executive discute novas tecnologias e a transformação da jornada do consumidor

A Volkswagen está se tornando uma empresa de tecnologia? Esta foi a pergunta lançada durante o primeiro painel do Digitalks Executive – Dados e Tendências Tecnológicas. O evento é gratuito e pode ser acompanhado, ao vivo, pelo site do Digitalks.

De acordo com o presidente da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si, o setor automobilístico vive um profundo momento de transformação com novas tecnologias e adoção de metodologias ágeis para implementação de novos modelos de negócios. Nesse sentido, a organização também está se tornando uma empresa de software e tem investimentos globais previstos de 73 bilhões de euros para o lançamento de vários modelos de carros elétricos até 2050, sendo a primeira montadora a aderir ao Pacto de Paris.

O executivo destacou a importância de respeitar os hábitos de consumo locais e se adaptar à cultura de cada país. “O consumidor brasileiro quer em 3,4 cliques ter a informação na mão. Na Alemanha, ele gosta de dar 49 cliques para descobrir o que quer”, destaca Di Si ao reforçar a importância de personalizar a relação com o consumidor.

Em seu talk show, que contou com a participação de Diego Puerta, COO da Mango, e Paulo André Domingos, superintendente de Produtos e Canais Digitais da iCarros, Pablo Di Si ressaltou a importância do Brasil na produção de biocombustíveis. “Temos um conhecimento relevante, já que os biocombustíveis produzidos por aqui têm 70% menos poluentes que a gasolina e podemos exportar esta tecnologia para o mundo.”

Outro tema de destaque no evento foi a convergência de novas tecnologias como IA, 5G e Cloud, que contou com a participação de Carlos Paulo Jr., da Átimo, Patricia Lorenzino, da Acoustic, e Sandro Tavares, da Dell Technologies. Para eles, o 5G vai habilitar os projetos de IoT, carros autônomos e tudo que necessitar de baixa latência, ou seja, curto tempo de resposta. A tecnologia de quinta geração permitirá escalar na nuvem, além de potencializar o uso de Inteligência Artificial na hiperpersonalização, que consiste na experiência customizada da jornada de compra. O objetivo é oferecer produtos, serviços e soluções totalmente aderentes às necessidades dos clientes, proporcionando boas experiências.

Segundo Patrícia, as empresas trabalham com um grande volume de dados, mas a pergunta é: “O que devo usar?”. A IA ajuda a filtrar o que é relevante para a definição de estratégias. “Quando se pensa em falar de maneira personalizada, temos o desafio de gerar conteúdo relevante para entrega-lo de maneira única, em tempo real. Precisamos ter uma estratégia para continuar o diálogo com o cliente onde quer que ele esteja, no canal de sua preferência. Isso é hiperpersonalização.”, destaca a executiva.

Para Carlos Paulo Jr., o 5G permite levar o poder computacional na ponta, com o mínimo de latência. Sandro Tavares, da Dell Technologies, acredita que IA, Cloud e 5G são três peças fundamentais do quebra-cabeça de transformação digital e Indústria 4.0. “Estão integrados e um ajuda o outro. A segurança intrínseca ao 5G faz com que sua utilização seja uma tendência em várias áreas de negócios”, ressalta.

Assistentes virtuais

Em sua apresentação, o cofundador da Leadlovers, Diego Carmona, abordou as tendências das assistentes virtuais e como elas podem evitar erros, aumentar a produtividade e reduzir custos. Porém, a automação necessita de uma comunicação humanizada para que os negócios fluam sem a sensação de que estejam no “automático”.

Segundo Carmona, as assistentes virtuais são uma realidade e impactam em todas as áreas, permitindo, por exemplo, uma educação mais inclusiva. A tecnologia pode individualizar o atendimento de um aluno, oferecendo o conteúdo certo, no momento certo. A tendência é que esta tecnologia seja cada vez mais utilizada em marketing, vendas, RH (inclusive para contratações) e suporte.

O Digitalks Executive também abordou, pela manhã, a importância dos dados na gestão de campanhas, explorando as novas tecnologias, cookies e o futuro dos modelos de atribuição. Moderado por Armindo Ferreira, do Blog do Armindo, o painel contou com a participação de André Cruz, da Digital Manager Guru, e Christian Cunha ,da Etermax. Na palestra seguinte, Bruno Oliveira, da Adsplay, falou como mídia programática, games e NFTs estão revolucionando o mercado.

De acordo com Oliveira, a indústria de games teve um crescimento de 20% no ano passado, impulsionado pela pandemia. “O lar virou lazer e todo mundo é gamer: mãe, pai, filhos, avós. Os jogos passaram a navegar por todos os gêneros e idades. Por que não olhar os games como um canal de mídia? As marcas podem inserir anúncios de lançamentos de produtos dentro dos cenários de jogos, criar experiências virtuais, inclusive com shows musicais”, enfatiza Bruno.

Outra grande tendência é a utilização de NFTs, um tipo especial de token criptográfico, que representa algo único. Diferentemente de uma moeda que pode ser trocada entre as pessoas, o NFT dá caráter de exclusividade, o que muda um pouco o mercado. Em resumo, a tecnologia ajuda a provar a autenticidade e a propriedade, impulsionando a economia emergente de colecionáveis digitais e bens virtuais.

O Digitalks Executive Dados e Tendências Tecnológicas contam com salas de negócios e trilhas para discutir, entre outros temas, AI, 5G, IoT, Indústria 4.0, Gaming, Cloud, Blockchain e Dados. “A tendência é que as empresas invistam cada vez mais na cultura data driven para a tomada de decisões. Os painéis deste primeiro dia reforçam essa tendência para garantir a hipersonalização e, consequentemente, melhores experiências para o consumidor da nova economia digital”, finaliza Flávio Horta, CEO do Digitalks.

ANOTE NA AGENDA!

DIGITALKS EXECUTIVE – DADOS E TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS

Evento online e gratuito

Dias: 10 e 11 de junho, das 9h às 18h

Inscrições: https://bit.ly/3iegB2Z

Agenda completa: https://bit.ly/2S9FfHi

ALSHOP: Vendas no Dia dos Namorados ficarão 4% abaixo do nível de 2019

Um levantamento da ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings) com dados fornecidos pela CNC sobre o Dia dos Namorados no comércio, aponta que as vendas deverão ficar 4% abaixo do patamar de 2019, regredindo pouco mais de dois anos em faturamento esperado nas lojas. 

Apesar do número, quando comparado com 2020, quando quase todo o comércio estava fechado em junho, a expectativa de crescimento é de 29,4%. Assim, as vendas devem chegar neste ano a R$1,8 bilhão.

“Após o ano de 2020, aprendemos muito com a pandemia e mesmo neste cenário, vemos uma boa expectativa econômica com a sexta revisão de aumento do PIB para este ano e 1,2% de elevação no primeiro trimestre o que certamente é uma boa surpresa.”, explica Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP. 

Para a data, o comércio se prepara para receber o público, lojas já iniciaram ações comerciais e promoções investindo em divulgação e propaganda para aumentar as vendas no período. Neste ano, boa parte das lojas de shopping estão abertas ainda que em horário sensivelmente reduzido e com capacidade limitada.

Itens mais procurados

Segundo o levantamento, os itens mais procurados nesta data serão vestuário feminino e masculino, moda íntima, artigos para dormir, maquiagem e cosméticos, calçados e acessórios, chocolates e flores. Os itens eletrônicos, antes campeões de vendas, ficam em segundo plano como os smartphones impactados pela alta do dólar.

Cerca de 50% dos consumidores pretendem comprar algum presente nesta data em todo o país. E, destes, 60% pretende gastar entre R$50,00 e R$200,00 até o próximo dia 12 de junho. Outros 20% pretendem consumir mais do que R$200 nesta data, enquanto a minoria irá comprar algo com valor inferior a R$50.

“A expectativa do setor subiu ainda mais quando começamos a ver um movimento para volta do funcionamento por 12 horas diárias. Independente disso, entendemos que os lojistas estão cautelosos com esse momento de reabertura enquanto avançamos lentamente com os números da pandemia, mas seguimos confiantes no processo de vacinação e aplicamos protocolos rígidos nas lojas de shopping que vem se destacando como ambientes seguros de compra e de serviços aos consumidores.”, comenta Sahyoun.

Presencial x Internet

O levantamento mostra ainda que 60% dos lojistas afirmam que seus clientes irão usar meios online como alternativa de compra. Como em algumas cidades do país o comércio físico como shoppings, restaurantes e lojas de rua ainda se mantém fechado por decretos municipais devido à sobrecarga no sistema de saúde, muitos lojistas investiram em soluções de e-commerce, canais próprios e marketplaces, que se adaptaram e evoluíram rapidamente no comércio eletrônico.

Manifesto pela reabertura do comércio

A ALSHOP e a Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers) em conjunto com 101 entidades divulgaram  um manifesto pedindo a igualdade do comércio com os outros setores da economia que funcionaram sem restrições em meio à pandemia. 

O manifesto pede reabertura imediata sem restrições do comércio obedecendo aos protocolos já validados pelas autoridades, isenção de parte dos tributos, além de ampliação de linhas de crédito, pois as perdas se acumulam em mais de R$90 bilhões em vendas. Desde o início da pandemia, 110 mil empregos foram extintos e 12 mil lojas de shoppings fecharam definitivamente por todo o país.

“O abre e fecha e as restrições de horário impactam na geração de renda e tiram o melhor programa social que existe, que é o emprego, especialmente, o emprego de qualidade com carteira assinada gerado no comércio. Esperamos que não haja retrocesso, pois precisamos trabalhar e permanecer funcionando com todos os cuidados aplicados especialmente nas lojas de shopping.”, finaliza, Nabil Sahyoun.