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76% das empresas pretendem ampliar investimentos em marketing digital em 2021

O marketing digital crescerá de importância no próximo ano como estratégia de vendas das empresas. É o que revela a pesquisa Estratégias de Marketing Digital para 2021, elaborada pela Adaction, veículo de comunicação especializado em ações de mídia digital e Inflr, startup especializada em ações com influenciadores digitais. De acordo com o levantamento, 76,19% dos gestores de marketing e executivos pretendem ampliar os investimentos em marketing digital em 2021. Foram ouvidas 2.100 pessoas durante o mês de novembro. “As pessoas estão cada vez mais conectadas. O marketing digital já supera 50% dos investimentos em campanhas por ser mais assertivo”, diz Thiago Cavalcante, diretor da Adaction e da Inflr.

Até 2023, mais de 60% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online. Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias. O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.

“Estamos presenciando a consolidação do digital como estratégia para alcançar o grande público”, analisa Cavalcante. Segundo ele, o momento ainda é de aprendizado por parte das empresas, pois muitos iniciaram suas campanhas digitais em meio à urgência provocada pelo isolamento social.

Chama a atenção na pesquisa o fato de 42,86% dos entrevistados nem sempre mensurarem os retornos de suas campanhas digitais e outros 9,52% não fazerem questão disso. “Da noite para o dia, as empresas precisaram se reinventar. Quem não tinha presença digital precisou criar campanhas do zero para garantir a própria sobrevivência. Em 2021, este movimento será bem mais forte”, explica.

A análise de Cavalcante vai ao encontro de outro dado da pesquisa. Nem todas as empresas estão plenamente satisfeitas com os resultados obtidos em suas campanhas de marketing. Segundo o levantamento, somente 28,57% dos entrevistados se mostraram muito satisfeitos e outros 52,38% responderam que os resultados vieram dentro das expectativas. O restante declarou não ter obtido bons resultados.

Sobre as tendências para 2021, a maioria das empresas aposta na divulgação de conteúdo qualificado (38,1%). “A qualidade do marketing do conteúdo vai falar alto em 2021. É notório que o engajamento sempre dependeu e vai depender cada vez mais disto. E vai se destacar quem apresentar as melhores soluções às necessidades dos consumidores por meio da oferta de informação qualificada na hora certa”, diz Cavalcante. Outros 28,57% acreditam no uso de inteligência artificial como grande tendência para o próximo ano. “No atendimento ao cliente, por exemplo, a tecnologia é utilizada para automatizar os processos, bem como desenvolver robôs de atendimento ou assistentes virtuais – conhecidos como chatbot – para interagir com o cliente via chat de site, rede social e aplicativos, entre outros”, complementa. Os Webinars também são apontados por 19,05% dos entrevistados como forma de atingir o consumidor, seguidos pela integração entre e-commerce e redes sociais.

Com relação às redes sociais, 33,33% dos entrevistados afirmam não ter preferência por canal e apostam em todos como estratégia de marketing. Já aqueles que focam em alguma mídia específica, a maior parte (28,05%) acredita que o Linkedin é o melhor canal, seguido de Facebook e Instagram (19,05% cada).

A estratégia de remarketing deve ganhar peso em 2021. Ao serem perguntados sobre quanto do seu marketing de influência ajuda na estratégia de remarketing, a maioria dos participantes da pesquisa 57,14% responderam que um apoia o outro, pois ambos se complementam. Outros 28,57% afirmaram não saber mensurar e o restante acredita que são coisas distintas.

Marketing de influência

As empresas pretendem também ampliar seus investimentos no marketing de influência em 2021. Hoje, 77,77% declaram que esta estratégia tem peso grande ou médio em seus investimentos em marketing. Já a possibilidade de contratação de um influenciador para as campanhas é uma realidade para 42,86% dos gestores que participaram do levantamento. Outros 38,10% não descartam a possibilidade de contar com um. “Ao trabalharem com influenciadores, as marcas têm a oportunidade de investir menos recursos e conseguirem falar diretamente com quem realmente se interessa por seus produtos e serviços”, lembra Cavalcante.

Os dados da pesquisa são corroborados pelas perspectivas de mercado. As projeções são de que o TAM (mercado total endereçável) do marketing de influência vá bater a casa dos R $10 bilhões em 2021. Entende-se por TAM o total de receita disponível no mercado para serviços envolvendo influenciadores. “A tendência foi impulsionada pela pandemia, que consolidou de vez a era do boca a boca digital ao destacar o poder de divulgação na internet”, ressalta.

Sobre que tipo de influenciador digital contratariam, os entrevistados apostam em pessoas que se identifiquem com o propósito da empresa (35%) e com aqueles que tenham informação e conteúdo qualificado (30%). Outros tipos de influencers citados são aqueles com que os internautas se identificam por exibirem histórias reais (20%) e os mais maduros (15%). Os mais jovens não foram citados pelos entrevistados.

Marcelo Tripoli lança a Zmes

Começa a operar oficialmente hoje a Zmes, agência de marketing digital fundada por Marcelo Tripoli, ex-vice-presidente e sócio-associado da consultoria McKinsey e um dos nomes mais respeitados do setor no país. A Zmes, palavra que em eslovaco significa mistura, se apoia em três pilares: consultoria para realizar diagnósticos profundos que calculam o potencial financeiro para a realidade de cada cliente, criação e conteúdo, fundamental para conectar marcas aos consumidores, e tecnologia de ponta, com uso intensivo de recursos de inteligência artificial e análise de dados através de ferramentas proprietárias. “Temos um modelo único, sem paralelo no mercado”, diz Tripoli. “Não somos uma agência. Somos uma pós-agência, um parceiro que leva nossos clientes à máxima performance em marketing digital.”

A Zmes é apoiada por um grupo de sócios-investidores que reúne alguns dos principais empresários e executivos do país: Miguel Krigsner e Artur Grynbaum, fundador e CEO de O Boticário, Helio Rotenberg, fundador e CEO da Positivo Tecnologia, e Claudio Loureiro, fundador da Heads Propaganda. Juntos, eles investiram 18 milhões de reais e possuem 42,5% da Zmes. Marcelo Tripoli, sócio gestor com outros 42,5% de participação, é o principal executivo da companhia. Os demais 15% pertencem ao grupo de profissionais que forma a liderança da Zmes.

São executivos com experiências com consultorias estratégicas, agências e empresas de tecnologia. Henrique Makauskas, ex-Tech Leader do marketplace de moda Dafiti, lidera a frente de tecnologia e dados. Giuliana Viscardi, responsável pela criação e na tradução de dados em storytellings capazes de engajar a audiência desejada. Tem passagens pela Cubo, Vice e B/Ferraz onde criou e liderou o programa de Influenciadores da AMBEV. Marta Oliveira, responsável por estratégia de marcas, jornada do consumidor, gestão dos squads e relacionamento com cliente, traz a visão dos CMOs. Trabalhou durante 10 anos na Pepsico em posições de liderança e atuou em consultorias de branding e inovação para marcas como Ambev, BRF, Nestlé e Kimberly-Clark. Ex-sócio-associado da McKinsey, com passagens anteriores pela Accenture e EY, Ricardo Tassi lidera as áreas de delivery excellence e data analytics. Além das funções ligadas à entrega de projetos, Tassi é também o CFO da Zmes.

Modelo Único

O modelo de atuação da empresa sempre começa com um diagnóstico profundo das carências e oportunidades do marketing digital do cliente que sempre é quantificada em potencial de aumento de receita e lucratividade. A partir daí, definem-se as ferramentas que serão utilizadas, os processos mais efetivos e o perfil da equipe. Cada time é composto por profissionais de planejamento, tecnologia, mídia e criação, atua integrado, in-house e é 100% dedicado ao cliente.

A Zmes está presente em toda a jornada do consumidor — das estratégias de branding e awareness às táticas de performance para maximizar a conversão passando também pela otimização da jornada de compra e a fidelização com o CRM. Um time de desenvolvedores, arquitetos e cientistas de dados usa a inteligência artificial para automatizar processos e personalizar as campanhas, de forma que cada consumidor receba mensagens e ofertas de acordo com seus hábitos, comportamentos e necessidades. “Com isso, garantimos um aumento de pelo menos 20% em receitas e margens”, afirma Tripoli.

O modelo de remuneração é predominantemente variável — a maior parte do pagamento da agência fica atrelada ao atingimento das metas estabelecidas no início de cada campanha. A Zmes trabalhará com tecnologia proprietária. Um grupo de desenvolvedores e cientistas de dados se dedica à produção de ferramentas específicas. “Nos últimos seis meses, as empresas avançaram cinco anos na transformação digital”, diz Marcelo Tripoli. “Essa é uma revolução que só começou. A Zmes não poderia ter surgido num momento mais propício.”

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Resultados Digitais anuncia Shelly Bronstein como nova executiva

A Resultados Digitais, líder em software para pequenas e médias empresas, acaba de anunciar Shelly Bronstein como nova Diretora do Programa de Parceria da empresa.

A RD coordena uma rede com mais de 2000 agências de marketing digital em todo o Brasil que usam o RD Station Marketing como software de automação e desenvolvem estratégias de conteúdo e atração para seus clientes. Além disso, conta com um Programa de Afiliados, uma rede com mais de 800 pessoas e instituições que recomendam a plataforma para o sucesso de outros negócios.

Shelly possui mais de 20 anos de experiência em marketing e desenvolvimento de negócios e passou por grandes empresas, como Accenture, Johnson&Johnson e Microsoft. Nesta última, foi responsável pela expansão e pela transformação digital das PMEs que compunham o ecossistema de parceiros e mais recentemente liderou a estratégia integrada de marketing para contas corporativas na América Latina.

Formada em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, possui MBA pela University of North Carolina, nos Estados Unidos.

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Como criar anúncios eficientes no Facebook é tema de masterclass gratuito da camara-e.net

O Ciclo MPE da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) realizará um masterclass online e gratuito, no dia 20 de outubro, das 9h às 11h, com o tema como criar anúncios eficientes no Facebook ADs. Os interessados em participar devem fazer o cadastro pelo site http://www.ciclo-mpe.net. Os inscritos receberão o link de acesso à sala do evento por e-mail.

A palestra será realizada por Diego Santana, CEO da agência E-commerce Rocket e especialista em Facebook. “Saber como usar as ferramentas digitais em prol das vendas é fundamental, principalmente agora, em que a crise da pandemia do coronavírus tem aumentado a concorrência nas vendas online”, afirma Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da camara-e.net.

A masterclass conta com o patrocínio da Nuvemshop.

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5 técnicas de SEO para aproveitar as oportunidades na crise

SEO agrega um conjunto de técnicas utilizadas para que quem usa buscadores na internet (Google, Bing, por exemplo). Tendo em vista que o Google tem bilhões de buscas realizadas diariamente, empreendedores que não reconhecem a importância em investir na otimização de sites pode estar perdendo tempo e dinheiro.

1) Palavras-chave assertivas


As palavras-chave estão entre os pontos essenciais de um SEO otimizado. Como são os menores elementos que definem um assunto, elas são utilizadas nas buscas por usuários.


Um conteúdo de blog bem ranqueado com a palavra-chave assertiva, possivelmente irá receber a atenção de boa parte dos usuários que fazem a pesquisa na internet.

2) Link Building


Estratégia de Link Building torna um conteúdo mais confiável e define o tempo de permanência do visitante no site. Ao fazer referências de páginas externas de qualidade e autoridade, o buscador compreende que está sendo oferecida uma informação útil para os usuários. Com isso, o algoritmo entende que um site tem página de qualidade e oferece posições melhoradas.

3) Adaptação para mobile


O Google passou a priorizar os sites que possuem uma versão mobile ou responsiva. Nesse caso, um site precisa ter um design capaz de se adaptar a qualquer tela. Deve-se priorizar a escalabilidade. Frases e parágrafos curtos, espaços em branco e imagens é o fácil (mais intuitivo) acesso à informação.

4) URL otimizada


A URL ou endereço de uma página é um elemento importante tanto para o buscador quanto para o usuário. A URL traz uma ideia do que existe naquela página e antecipa o assunto antes mesmo que a visita seja realizada, garantindo melhor experiência para o visitante.


O ideal é que ela conte com a palavra-chave, que vai ajudar no ranqueamento e na compreensão. Também é necessário que seja o mais curta possível. URLs otimizadas ‘’agradam’’ algoritmos dos mecanismos de busca.

5) Meta descrições corretas


Meta description trata-se daquele pequeno texto que aparece abaixo do título da página nos resultados de pesquisa, e serve como um resumo do que o usuário encontrará ao clicar naquele link, funciona como um elemento de atração. A elaboração correta demanda SEO, como o anexo da palavra-chave na área, sendo uma forma de aumentar a relevância.

Os parâmetros ideais recomendam no mínimo 120 caracteres e, no máximo, 156.


A Webpeak é uma plataforma que inclui um conjunto de ferramentas de SEO com a finalidade de otimizar sites. Além disso, proporcionar relatórios completos sobre a atuação em curso.

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Mercado Livre reposiciona sua área de Publicidade

O Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, reposiciona sua plataforma de Publicidade, que passa a se chamar Mercado Ads, com uma nova identidade de marca e novos produtos. Sob o lema “Potencialize o seu onde todos compram”, Mercado Ads se reafirma como o parceiro estratégico de publicidade e negócio de marcas, agências e vendedores que queiram alavancar visibilidade e vendas dentro e fora da plataforma.

“Ouvimos os nossos clientes para poder nos reinventar como plataforma publicitária, trazendo um nome mais simples e intuitivo” comentou Juan Lavista, Diretor de Marketing e Insights LATAM de Mercado Ads. “Continuaremos a sofisticar nossas soluções, para entender cada vez mais nossa audiência e oferecer valor agregado por meio de insights” .

Segundo estudo da GFK, 75% das buscas por produto na internet são feitas diretamente em um e-commerce, o que mostra que os usuários estão nessas plataformas e as marcas têm uma grande oportunidade de conhecê-los. Assim, o marketplace já ocupa um lugar preferencial e passa a ser o protagonista da indústria da publicidade digital. “O e-commerce vem crescendo a taxas aceleradas, atraindo cada vez mais novos consumidores e, consequentemente, se tornando cada vez mais essenciais no mix de mídia por conta da comunicação direta com o target” disse Felipe Paranaguá, diretor do Mercado Ads no Brasil.

“Através da conexão com nossa audiência massiva e com insights únicos há uma oportunidade enorme para empresas de todos os tamanhos explorarem e impulsionarem seus negócios dentro ou fora do nosso ecossistema”, acrescenta.

Mercado Ads destaca-se pela sua eficácia não só ao nível da performance, onde gera em média 28% de aumento nas vendas com campanhas de acordo com estimativas internas, mas também à nível de branding, sendo 244% mais eficaz na construção da marca do que outras mídias digitais, de acordo com um estudo realizado pela Kantar,

“Somos a plataforma que melhor conhece o consumidor e o único que sabe o que acontece ‘depois do clique’ e esse é o grande diferencial que oferecemos às marcas. Fomos reconhecidos, pelo estudo Media Reactions 2020 realizado pela Kantar, como o 3º melhor ambiente de publicidade para os consumidores de acordo com o estudo”, finaliza Paranaguá.

Soluções e oferta do Mercado Ads

Branding

Para potencializar a experiência, o conhecimento e as vendas das marcas nos canais online e offline, o Mercado Ads trabalha com soluções de branding, oferecendo uma ampla variedade de produtos que se adaptam às necessidades de cada marca:

• Vídeo: novo billboard com vídeo dentro da home do Mercado Livre. Por meio desse formato de branding, as marcas poderão contar suas histórias aos milhões de usuários que visitam a página principal da plataforma com intenção de compra.

• Audience deals: com o poder da audiências compradoras do Mercado Livre, as marcas anunciantes podem acessar a estes usuários em outros veículos de mídia fora da plataforma.

• Brand Lift: estudos para marcas de referência, com o objetivo de medir variações no posicionamento de marca pós-campanha.

• Brand Lab: propostas 360 inusitadas para as principais marcas em parceria com a agência de criação MediaMonks.

• Certificações: Mercado Ads oferecerá um programa de certificação de branding, para que marcas e agências possam ser treinadas para desenvolver uma estratégia de marca dentro de um comércio eletrônico.

Performance

Para impulsionar as vendas, Mercado Ads possui uma área de performance com soluções para vendedores profissionais do ecossistema do Mercado Livre. O produto desenvolvido é o Product Ads, através do qual as publicações do anunciante se transformam em anúncios.

• Melhores posições: agora os anúncios com product ads poderão aparecer nas posições 1 e 2 dos resultados de buscas, o que dará maior visibilidade e probabilidade de compra aos produtos promovidos.

• Novo Ad Manager: Nova versão do administrador de anúncios permitindo uma navegação mobile mais simples e rápida, além da criação de múltiplas campanhas e para otimizar o investimento.

• Certificação: Programa de certificação de Performance, orientado aos vendedores profissionais do Mercado Livre para que possam se capacitar em como vender mais e melhor dentro da plataforma

Insights e dados

Dentro de sua equipe, Mercado Ads possui uma área de Insights e BI, que elabora relatórios e gera dados sobre o comportamento dos usuários, informações sobre o caminho de compra realizado na plataforma e como eles interagem com os diversos produtos e marcas. São informações-chave para a tomada de decisão dos anunciantes.

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Impulsionado pelo isolamento social, e-commerce é líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações

Instagram

1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório
Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

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Squid lança solução que metrifica sentimentos em comentários nas redes sociais

Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil, acaba de lançar em parceria com a Got It, startup paranaense de programação neurológica, uma solução que consegue metrificar os sentimentos em comentários e legendas de publicações nas redes sociais. Por meio de inteligência artificial e programação neurolinguística, será possível realizar as análises de forma automática, para metrificar as emoções que cada pessoa sente quando reage a uma postagem, compreendendo se são positivas, negativas e neutras e os sentimentos contidos e texto e emoji. Essa solução é exclusiva e pioneira no país.

“Essa nova atualização trabalha em duas etapas, na pré campanha, pois vamos compreender os sentimentos e emoções do conteúdos dos influenciadores e assim, prever como a audiência pode reagir e, por fim, entregar relatórios intuitivos e com riqueza de detalhes que ajudam a compreender a performance das ações. Com essa novidade, trazemos transparência para o mercado, por meio de dados analíticos completos. Isso nos coloca na posição de ser a única empresa no Brasil com esse tipo de leitura”, diz Fausto Matsuda, CIO da Squid.

De acordo com Rodrigo Streithorst, CEO da Got It, a parceria das startups vai impactar o mercado de forma positiva, levando uma solução inovadora e única no mercado “A análise de sentimentos nos textos já é um serviço consolidado, mas o que estamos trazendo é uma forma totalmente nova de compreender a comunicação nas redes, porque é além da escrita. Estamos categorizando os sentimentos de emojis que também é um diálogo importante gerado no digital. Unindo nossa tecnologia com a da Squid vamos trazer insights e dados precisos de como as pessoas reagem, de acordo com o que é compartilhado”, finaliza Rodrigo.

Para os emojis, a tecnologia consegue dimensionar o teor, qual tipo de emoção foi demonstrada ali e também se é um sentimento feliz ou triste, por exemplo. A Squid também visa avançar mais um ponto em sua tecnologia, uma vez que os comentários revelam muito mais sobre o engajamento das marcas e influenciadores, do que as curtidas ou visualizações. “É muito importante entender o que o público sente quando comenta em um post, ou ainda como ele reage a determinadas campanhas. Hoje em dia o engajamento se mede pelas emoções”, analisa Matsuda.

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Locaweb anuncia aquisição da Social Miner

Líder em serviços de internet no Brasil para empresas de pequeno e médio portes, a Locaweb anuncia a aquisição da Social Miner , empresa que oferece tecnologia e soluções para e-commerces e varejistas aumentarem as vendas, conversões e diminuírem o custo de aquisição de clientes, usando big data e inteligência artificial. A plataforma permite interações em tempo real com os visitantes dos e-commerces, através de mensagens comportamentais, web pushes personalizados e outros canais inteligentes, sempre alinhado à estratégia definida pelo cliente.

Através de inteligência artificial, Big Data e Machine Learning, a plataforma permite impactar o usuário no melhor momento, com o conteúdo individualizado, no canal correto, aumentando com isso as vendas, reduzindo custo de mídia dos nossos clientes e diminuindo o custo de aquisição de novos usuários, ao mesmo tempo que aumenta o Life Time Value (LTV) dos consumidores.

“Sempre apoiamos as empresas e já temos dezenas de serviços para ajudá-los no processo de digitalização de suas operações. Além de atuarmos em presença digital e SaaS, desde 2012 ampliamos e demos muito foco no nosso portfólio de e-commerce e marketing digital, oferecendo soluções que vão desde plataformas para quem quer montar um e-commerce, até ferramentas de marketing para impulsionar as vendas deles.”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

“Estamos animados em divulgar ao mercado a primeira e extremamente importante aquisição depois da abertura de capital, que ocorreu em fevereiro deste ano. Como sempre fazemos em nossos processos de M&A, fomos extremamente cautelosos e avaliamos centenas de empresas para chegarmos até a Social Miner, foi a escolha perfeita por reunir um produto de extrema qualidade, com um time brilhante. Estamos falando de uma solução que complementará o nosso portfólio, com potencial de gerar cross sell e consistente com a estratégia da companhia de oferecer o maior e mais completo ecossistema para apoiar nossos varejistas no processo de aceleração de suas vendas”, afirma Cirne.

Fundada em 2014, a Social Miner é uma empresa que oferece plataforma SaaS para e-commerces e varejistas aumentarem vendas, engajamento de consumidores, conversão de fluxos de visitantes para cadastros e/ou compras e diminuírem o custo de aquisição de clientes, utilizando big data e inteligência artificial.

Com a integração das soluções da Social Miner, que possui um produto consolidado no mercado, e da All iN – empresa adquirida pela Locaweb em 2013, passamos a oferecer uma suíte completa de serviços que acompanha toda a jornada do consumidor para e-commerces e varejistas de todos os segmentos e tamanhos. Algumas grandes marcas como Natura, Wine, Kabum, Droga Raia / Drogasil, já utilizam a Social Miner para aumentarem as suas vendas, e agora, toda essa tecnologia poderá potencializar as vendas de milhares de clientes da nossa plataforma de e-commerce Tray.

Em média, apenas 1.5% dos visitantes de uma loja online concluem a compra. A Social Miner ajuda a transformar toda essa audiência restante em potenciais compradores. Para isso, utiliza soluções de cadastro e automação de campanhas de marketing ao longo da jornada de compra, otimizando o custo de aquisição (CAC) e aumentando o valor do ciclo de vida do cliente (Life Time Value- LTV).

Com a fusão das soluções da Social Miner e da All iN, passamos a oferecer uma suíte completa de serviços que acompanha toda a jornada do cliente e, por meio de inteligência artificial, Big Data e Machine Learning, poderemos definir o melhor momento para impactar o usuário, com o conteúdo individualizado, no canal correto, aumentando com isso as vendas , reduzindo custo de mídia dos nossos clientes e diminuindo o custo de aquisição de novo usuário ao mesmo tempo que aumentamos o Life Time Value dos consumidores “, afirma Victor Popper , diretor da All iN.

“A Social Miner nasceu com a missão de ajudar as empresas a humanizarem suas relações com seus clientes através da tecnologia e dados, e com isso obterem melhores resultados” afirma Ricardo Rodrigues, cofundador e CEO da Social Miner.

“Decidimos nos unir a Locaweb por entendermos que as nossas soluções são extremamente complementares às da All iN e pelo potencial de conexão em todo o ecossistema da companhia, que deverá acelerar nosso crescimento exponencialmente. Também compartilharmos a mesma visão e cultura focada em pessoas e valorizamos o histórico de sucesso em todos os M&As realizados anteriormente pela Locaweb ” completa Rodrigues.

Seguindo o modelo de atuação da Locaweb em outras aquisições, Ricardo Rodrigues e seu sócio Roger Mattos permanecerão à frente da operação com total autonomia operacional, mantendo também os colaboradores.

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SEMrush aponta tendências de marketing digital para e-commerce em 2020

A SEMrush , líder global em marketing digital, realizou um estudo para compreender as tendências do setor para e-commerces ainda em 2020 e os impactos da pandemia no comportamento do consumidor. Para isso, foram coletados e analisados dados recentes de mais de 2.000 dos sites de e-commerce mais acessados do mundo em várias categorias, incluindo moda, eletrônicos de consumo e saúde e beleza para determinar qual será a nova cara do marketing digital.

Entre alguns dados, a análise revela que as mudanças no cenário de e-commerce e nos padrões de compras dos consumidores já estão presentes. As pesquisas mensais para termos de “comprar online” (buy online) quase dobraram no primeiro mês da pandemia: houve mais de 27.500 consultas em março de 2020 em comparação a mais de 14.800 em fevereiro de 2020 em todas as categorias. Ao analisarmos a tendência anual geral para junho (2019 x 2020), essas pesquisas aumentaram em 50% globalmente. No mundo inteiro, as pesquisas por serviços de entrega de comida aumentaram em média 180%, e o crescimento médio do tráfego anual de sites de e-commerce na primeira metade de 2020 foi de 30%. “Importante destacar que, apesar dos dados trazerem uma perspectiva global em relação aos e-commerces, são tendências que se refletem no mercado brasileiro também. Já apontamos em outro estudo o quanto é importante fortalecer o nome da marca e como os grandes players têm origem de tráfego direto no Brasil também”, aponta Erich Casagrande, Gerente de Marketing da SEMrush no Brasil.

Os dados reunidos pela SEMrush por meio da Análise de Tráfego mostram que o tráfego mensal médio de e-commerce global em todos os setores fica em torno de 17 bilhões. Normalmente, espera-se picos em novembro e dezembro, quando os consumidores se voltam para as lojas online devido a promoções de final de ano e a Black Friday, mas a pandemia provocou algumas mudanças inesperadas no cenário de e-commerce. Os picos de tráfego de sites de e-commerce durante o segundo trimestre foram maiores que os picos tradicionais que encontramos normalmente durante novembro e dezembro, mas, surpreendentemente, o tráfego continuou a crescer em junho de 2020. Importante destacar que essa também foi uma tendência apontada pela pesquisa da SEMrush e WebEstratégica realizada com os 100 maiores e-commerces do Brasil – onde o tráfego direto foi predominante.

O crescimento no tráfego permaneceu consistente durante os meses da pandemia (março a junho de 2020), com a média de 36% em todas as categorias de e-commerce. Com exceção dos varejistas gerais como Amazon, Walmart e eBay, as categorias de casa e jardim, alimentação e esporte & outdoor são as que mostram maior crescimento no tráfego durante esse período, com 40% a 50% em relação ao ano anterior.

Busca por produtos

Devido ao surto do coronavírus, o interesse do consumidor em compras online aumentou em todos os setores, de necessidades diárias a compras mais robustas, como notebooks, cujas pesquisas online cresceram 123% anualmente durante o segundo trimestre.

A média de volume médio de pesquisa mensais do primeiro semestre de 2019 até o primeiro semestre de 2020 mostra mudanças interessantes. Sabonete para as mãos chegou às primeiras 5 posições dos produtos mais pesquisados no setor de saúde este ano, com a média de pesquisas mensais na primeira metade de 2020 em 638.400 em nível mundial (em comparação a 74.000 no mesmo período do ano passado). Curiosamente, os outros produtos das 5 primeiras posições de saúde continuam parecidos com a comparação anual, então essa mudança está claramente relacionada à pandemia.

Com cada vez mais pessoas trabalhando em casa, as pesquisas de webcams (3.045.00 no primeiro trimestre de 2020 x 1.000.000 em 2019) substituíram as de drones em nossa análise anual dos produtos mais pesquisados da categoria de eletrônicos de consumo.

Por fim, o setor de casa e jardim também indica algumas alterações no interesse dos consumidores em transformar lares em espaços de trabalho, com as pesquisas de cadeira para escritório (1.254.000 x 417.200) superando as de colchões. “De qualquer modo, dados como esses, ressaltam o quanto é importante analisar o mercado, a concorrência e ter ideias para aplicar. Por exemplo, com a quarentena, CTAs com apelo de “entrega no mesmo dia”, “frete grátis”, “garantia”, se tornaram mais importantes até mesmo que “descontos”, finaliza Casagrande.

Para ver o estudo completo, acesse:http://pt.semrush.com/blog/tendencias-de-marketing-digital-para-ecommerce/

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