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Yuri Mussoly é a nova diretora executiva de criação da DPZ&T

A criação da DPZ&T começa o ano de 2021 com mais uma talentosa profissional para compor o trio de diretores executivos de criação: Yuri Mussoly estará a partir desta semana ao lado de Laura Esteves, que entrou na agência no ano passado, e Carlos Schleder, que desempenha a função desde 2017. Os ECDs respondem diretamente ao líder da área, o Chief Creative Officer Rafael Urenha.

Ex-diretora de criação da Africa, Yuri tem longa experiência no universo digital e, entre suas últimas experiências, acumula passagens pelo Facebook, onde atuou como Creative Strategist, e Mutato. Atualmente, também atua como professora na Miami Ad School, além de ter sido eleita pela WIRED, em 2020, como um dos 50 nomes que expandiram a criatividade no Brasil – lista que inclui Rafael Urenha.

“Chego à DPZ&T com o coração cheio de esperança. E esperança é tudo o que a gente precisa neste momento. Significa muito para mim me sentar à cadeira que já foi de grandes talentos, ao lado de lideranças que sempre admirei. A DPZ&T é uma agência que tem acompanhado as discussões, e que se faz presente na vida das pessoas com um portfólio incrível. Não tenho dúvidas de que vai ser lindo”, comenta Yuri Mussoly, nova diretora executiva de criação da DPZ&T.

Há mais de 15 anos na publicidade, Yuri trabalhou com marcas como Ambev (Brahma, Budweiser, Skol), Vivo, Netflix, Mercado Livre, Samsung, Heinz e foi premiada em festivais como Cannes Lions, D&AD, El Ojo e Clio. Ela também integrou o júri do Elo Ojo, em 2019.

“É um privilégio reforçar a liderança do nosso time com a Yuri. Um dos grandes destaques da nova geração de criativos. A DPZ&T tem colecionado campanhas com lugar cativo no coração das pessoas ao mesmo tempo em que gera resultados para os nossos clientes. Isso só é possível com um time atento ao que está acontecendo ao redor, capaz de gerar conversas e influenciar comportamento. A Yuri traz na bagagem, além da experiência em agências e também no Facebook, muito talento e um entusiasmo contagiante”, afirma Rafael Urenha, Chief Creative Officer da DPZ&T.

Marketing de Influência expande em 2020 e desponta como estratégia fundamental para marcas

O ano de 2020 foi de grande movimentação para o marketing de influência. A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil, registrou um aumento de 20% nas campanhas realizadas para marcas durante esse período, e também um crescimento de 130% no valor total dos cachês pagos para criadores de conteúdo em comparação ao ano de 2019. Ainda durante o ano, houve também um aumento de mais de 95% no número de influenciadores cadastrados em sua plataforma.

Esses números refletem o crescimento exponencial desse mercado, que ganhou ainda mais evidência durante o período de distanciamento social. “Não é de hoje que acompanhamos o mercado da influência se profissionalizando. Esse aumento na movimentação do cachê mostra que as marcas e empresas estão de olho no influenciador e que eles produzem campanhas de qualidade, que alcançam o público de forma mais assertiva e humanizada”, analisa diz Felipe Oliva, CEO e cofundador da Squid.

Assim como em outros mercados, a pandemia acelerou alguns processos que já vinham acontecendo no marketing digital. Com o aumento do uso das redes sociais durante esse período, a relevância do conteúdo se tornou um fator primordial nas campanhas das marcas. “Nesses últimos anos, nós vimos anunciantes e influenciadores se conectando cada vez mais com seu público de forma autêntica e relevante. Acompanhando essa tendência, as empresas passaram a trabalhar com a jornada da influência como aliada de seus planos de comunicação, colhendo os resultados positivos de uma produção de conteúdo descentralizada, participativa, altamente engajadora. Em 2021, teremos novos produtos e serviços Squid com influenciadores, Brand Lovers e Comunidades para todos os segmentos de mercado”, finaliza Oliva.

Twitter, Facebook ou Instagram podem te bloquear?

Nos últimos dias o debate sobre o poder de monitoramento das postagens pelas redes sociais como Twitter, Facebook ou Instagram sacudiu o mundo. A discussão já vinha de algum tempo, mas com a decisão do Twitter de inicialmente suspender e depois bloquear definitivamente a conta pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ganhou enorme repercussão com acaloradas discussões.

Mas afinal, tem a rede social o poder de efetuar esse bloqueio? Até onde deve a rede social analisar conteúdo das postagens?

“É direito fundamental reconhecido pela Declaração dos Direitos do Homem (e também pela nossa Constituição Federal) a “liberdade de expressão”, ou seja, nenhum cidadão pode ser censurado em suas opiniões e direito de expô-las. Por outro lado, essa liberdade supracitada e prevista também no “Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos” da ONU não é absoluta; não se pode incitar crimes, ódio, discriminação de qualquer espécie ou mesmo apologia a regimes autoritários como o nazismo”, explica Francisco Gomes Júnior, advogado especialista em direito digital.

A discussão se dá sobre se cabe à rede social exercer essa avaliação, sobre o que é ou não aceitável em termos de manifestação. Todas as pessoas que expressam suas opiniões ficam sujeitas a uma análise do Twitter, por exemplo, sobre conteúdos próprios ou impróprios?

“De acordo com as redes sociais, ao abrir uma conta você concorda com os termos estabelecidos e em respeitá-los. É uma relação entre uma empresa privada (a rede social) e uma pessoa física ou jurídica regida por normas de direito privado, portanto, onde o estipulado contratualmente prevalece. Por esse raciocínio, quem concorda com os termos de uso da rede social está aderindo ao contrato por ela estabelecido e, regras contratuais devem ser seguidas”, afirma Francisco.

“E diante de termos “abusivos” cabe ao cidadão migrar para outra rede social como Trump e outros seguidores estão fazendo. Nesta semana, por exemplo, o bilionário Elon Musk, dono da Tesla, fez tuites sugerindo às pessoas que deixem o WhatsApp e migrem para o Signal (aplicativo similar) e centenas de milhares de pessoas atenderam a sugestão. Musk menciona que os termos do WhatsApp para 2021 são abusivos, permitindo por exemplo o compartilhamento dos dados do usuário com o Facebook, o que poderia colocar em risco a privacidade das pessoas” e continua “Obviamente que, qualquer pessoa que for banida e sentir seu direito violado pela rede social pode buscar o Judiciário para reverter o banimento, mediante a prova da não violação das previsões legais e contratuais”.

O debate é complexo, tem muitos argumentos a serem explorados, mas evidencia uma verdade. Se em países ditatoriais como a China o governo controla a internet e seu conteúdo, nos países democráticos boa parte desse controle fica na mão dessas grandes corporações (as big techs) que com isso detém um grande poder.

“Mais cedo ou mais tarde teremos que nos debruçar sobre este e outros aspectos das redes sociais, como a difusão de fake news ou os limites de monitoramento, para estabelecer um mínimo regramento que dê segurança aos direitos individuais, coletivos e fundamentais” diz o especialista.

“No Brasil, projeto de lei foi discutido em 2020 estabelecendo regras para a postagem de fake news e de uso geral das redes. Tal projeto foi retirado de pauta para que uma discussão mais ampla sobre esses temas possa ser realizada, o que ainda estamos aguardando”, finaliza Gomes.

Brasileiros superam americanos em adoção de aplicativos e tempo de uso de smartphones

24% dos brasileiros têm dispositivos novos (com menos de 3 meses), em comparação com apenas 20% nos EUA.

4 em cada 10 brasileiros baixaram mais de 20 novos aplicativos no último trimestre, enquanto mais da metade dos americanos instalou menos de 5

Os brasileiros compram mais telefones celulares do que os americanos e usam mais aplicativos do que eles também. 24% possuem aparelhos novos (com menos de três meses) e apenas 19% dos brasileiros possuem smartphones com mais de dois anos. Enquanto mais de 1/3 dos americanos têm dispositivos com mais de 2 anos.

São dados de uma pesquisa recente encomendada pela Digital Turbine, empresa que simplifica a descoberta de aplicativos e conteúdo com experiências diretas do usuário no dispositivo. Com sua plataforma de tecnologia integrada aos aplicativos de dispositivos, apps podem atingir milhões de novos usuários diretamente.

A pesquisa mostra que os brasileiros são realmente heavy users no mundo dos smartphones e aplicativos. “Os EUA são um mercado mais maduro em penetração de internet móvel e smartphones, mas o Brasil, onde grande parte do acesso à internet se deu pela primeira vez por meio do celular, vem apresentando um crescimento explosivo na aquisição de novos aparelhos e, consequentemente, de uso de aplicativos “, afirma Greg Wester, CMO da Digital Turbine e responsável pela pesquisa.

Os brasileiros têm dispositivos mais novos, mas não são novos na experiência dos smartphones e na economia dos aplicativos. Apenas 16% dos brasileiros compraram seu primeiro smartphone há menos de 3 anos, e 38% dos brasileiros afirmam que “instalam aplicativos com frequência. Nos EUA, apenas 10% afirma instalar aplicativos com frequência.

A App Discovery Industry (indústria de descoberta de apps) gera bilhões de dólares e envolve diferentes estratégias de desenvolvedores para chamar a atenção de novos aplicativos e atrair downloads de mais usuários. Para esse mercado especificamente, os brasileiros são extremamente abertos a todos os métodos de descoberta de novos aplicativos. 46% dos brasileiros gostam de acessar as lojas de aplicativos e explorar as novidades, em comparação com apenas 17% dos americanos. 35% favorecem o uso de anúncios de aplicativos em redes sociais ou outros aplicativos, enquanto nos EUA, apenas 14% favorecem esse método de descoberta. Finalmente, 34% dos brasileiros acreditam que é uma ótima maneira de descobrir novos aplicativos quando eles vêm pré-instalados em um novo smartphone.

Avaliando o interesse do brasileiro em descobertas por pré-carga, há um grande interesse em vários setores verticais. 41% gostariam que um novo telefone viesse com aplicativos de entrega já instalado. 60% gostariam de comprar um novo smartphone com aplicativos de suas redes sociais favoritas e 63% gostariam de um telefone celular com aplicativos de mensagens (whatsapp etc).

O brasileiro não só aproveita e consome novas formas de descobrir apps, mas instala muito também. 37,6% baixaram mais de vinte novos aplicativos entre julho e setembro deste ano, enquanto mais da metade dos americanos (55%) instalaram menos de 5. Isso em todas as faixas etárias abaixo de 50 anos.

“A visão sobre este comportamento aberto ao novo do brasileiro, em termos de compra de novos dispositivos e compra de aplicativos, é fundamental para mover a indústria de descoberta de aplicativos para que os desenvolvedores criem novas formas de levar seus aplicativos aos usuários”, afirma Greg Wester.

Oria Capital anuncia aporte de R$ 40 milhões na Knewin, maior PRTech da América Latina

Focada em investimentos B2B Tech, a gestora de private equity Oria Capital anuncia o aporte de R$ 40 milhões na Knewin, maior PRTech da América Latina, líder em soluções para relações públicas e marketing. O negócio é o terceiro realizado pelo Fundo Oria Tech III, cujo portfólio deve ser composto por 6 a 8 empresas de tecnologia enterprise, e representa o primeiro investimento do fundo na tese de PRTech.

Com mais de R$ 1 bilhão de ativos sob gestão (AUM), a Oria possui um plano de atuação na criação de valor para a Knewin em linha com os projetos do portfólio do fundo como um todo. O plano inclui uma transição de mentalidade de Early Stage para Growth – que envolve implementação e melhoria de práticas de Governança (ESG), bem como processos relativos à jornada de clientes, estratégia de expansão orgânica e via aquisições, entre outras frentes.

“Em um cenário de acesso restrito às fontes de mídia locais e tradicionais e dificuldades de se replicar as tecnologias de monitoramento para outros idiomas, os competidores internacionais não conseguem penetrar significativamente na indústria local de relações públicas. Por isso, apostamos muito no crescimento e expansão da Knewin neste setor”, avalia Jorge Steffens, sócio-fundador da Oria Capital.

“A Knewin é um player único, com uma plataforma de tecnologia ímpar em uma indústria de relações públicas altamente fragmentada e de mão-de-obra intensiva, sem um líder regional claro. O setor está maduro para a consolidação na América Latina”, complementa Steffens.

O investimento será majoritariamente destinado para aquisições, além de recursos destinados para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), novas soluções e incremento do uso de inteligência artificial no portfólio.

“O setor de PRTech no Brasil e na América Latina está em desenvolvimento, quando comparado com os mercados europeu ou dos Estados Unidos, por exemplo. A Knewin tem foco em acelerar este crescimento para apoiar as empresas com as melhores soluções de tecnologia para marketing e comunicação”, afirma Lucas Nazário, CEO da Knewin.

A Oria terá presença e relevância na tomada de decisão pelo Conselho de Administração – por meio de um membro representando a Oria e outro membro independente, indicado pela Oria.

“A entrada da Oria sustentará o próximo ciclo de crescimento da Knewin, garantindo novas aquisições para consolidação do setor de PRTech da América Latina, implementação de um vasto roadmap de soluções baseadas em inteligência artificial e fortalecimento da nossa liderança de mercado”, complementa o CEO da Knewin.

Com quase 10 anos de atuação, a Knewin oferece um portfólio completo de soluções de business intelligence e data analytics. Somente na frente de imprensa, monitora mais de 1 milhão de veículos. Além disso, também tem foco em monitoramento de redes sociais e análise de concorrência e de reputação de marca.

5 atividades online que aumentaram durante 2020

O ano de 2020 foi marcado pelo online. Com a adoção do isolamento social, as atividades virtuais aumentaram e as pessoas intensificaram o uso de dispositivos móveis e redes sociais. A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, realizou uma pesquisa e concluiu que 90%, dos mais de 3500 entrevistados, aumentaram o uso de celular durante a quarentena. Além disso, tanto jovens quanto adultos buscaram se conectar mais com a família e amigos, ou ainda buscaram formas de se entreter sem sair de casa.

“O distanciamento social acelerou transformações que já vinham acontecendo. Estamos falando de mudanças permanentes na forma de se trabalhar, consumir e se relacionar. As pessoas redescobriram formas de se comunicar à distância, videochamadas nunca foram tão utilizadas como em 2020”, explica Felipe Oliva, cofundador da Squid.

Diante disso, a Squid listou as 5 atividades online que foram mais frequentes em 2020:

1. Mais tempo nas redes sociais: cerca de 77% dos entrevistados, intensificaram o uso do Instagram, Tik Tok, Facebook ou qualquer outra rede social, durante 2020.

2. Mais utilização dos serviços de streaming de vídeos: assistir um filme ou uma série tornou-se um hábito ainda mais popular para 64% das pessoas.

3. Passando mais tempo em serviços de mensagem: se comunicar com amigos ou a família é atividade frequente para a maioria das pessoas, mas durante a pandemia se tornou ainda mais relevante para 64% dos entrevistados.

4. Mais música em plataformas de streaming: o distanciamento social nos obrigou a passar o ano todo em casa e um dos entretenimentos mais utilizados por mais de 40% dos entrevistados foi ouvir música.

5. Consumindo mais notícias online: a preocupação com a pandemia mostrou que, seja por vídeo ou por texto, mais de 32% das pessoas passaram a consumir mais informações por ferramentas online.

Icaro Media Group chega ao Brasil

Renomada internacionalmente, com escritórios nos Estados Unidos, Reino Unido e México, além do Brasil, a Icaro Media Group traz uma solução inteligente de experiência com o conteúdo mobile. Para tocar o projeto que mira todo o território nacional, o grupo está equipado com a tecnologia mais avançada e profissionais renomados do mercado, como o empresário José Boralli.

Depois de passagens e extensa experiência no mercado publicitário, trabalhando com as principais agências e anunciantes do Brasil, Boralli se lança como empreendedor e assume este novo desafio. “A Icaro Media Group oferece uma plataforma muito inteligente e moderna de conteúdo mobile porque faz análises dos perfis dos usuários e é capaz de oferecer às empresas um raio-x do seu cliente, incluindo comportamento, hábitos, preferências, entre outros. Isto gera uma plataforma de conteúdo, com uma nova linha de receita para a empresa através de ‘revenue share’, que podem vir de serviços para essa base ou mesmo na exploração de mídia”, contou Boralli.

Focada em oferecer benefícios para os clientes, o grupo oferece uma plataforma de mercado SaaS e um conjunto de produtos “white-label” direto ao consumidor. A plataforma organiza, hospeda, monetiza e distribui conteúdo. Por meio de um contrato e uma plataforma, os parceiros podem gerenciar suas necessidades de conteúdo, aumentar a monetização de conteúdo por meio de integrações de comércio eletrônico e publicidade e obter acesso a uma troca automatizada de conteúdo B2B para acessar ou distribuir conteúdo.

A plataforma de mercado SaaS da Icaro fornece seus produtos “white-label“, via Aplicativos Direto ao Consumidor que podem ser personalizados pelos parceiros para atender às necessidades e estratégias de longo prazo. A ferramenta Icaro cria experiências de conteúdo personalizadas para os consumidores finais, fornece acesso a um banco de dados de conteúdo robusto e aproveita as capacidades abrangentes de Inteligência Artificial para os recursos de notícias de última hora.

“Em termos mais acessíveis, a plataforma disponibiliza conteúdo para seu usuário de acordo com suas preferências. Por exemplo, eu sou um fã de futebol, do Barcelona e do Messi, configuro os meus favoritos no meu aplicativo para que todas as informações que saiam sobre eles, apareçam para mim. Diferente de outros aplicativos já disponíveis no mercado, este oferece uma grande precisão nesta seleção de conteúdo, além do mais rápido alerta de “Breaking News” disponível no mercado mundial. Desta forma, receberei notícias exclusivamente deste assunto que selecionei, sem perder tempo com o que não me interessa, portanto é uma solução multimídia direto ao consumidor”, conta Boralli.

Além das informações, a plataforma oferece uma biblioteca de conteúdo Premium em vários idiomas, soluções de distribuição de conteúdo internacional, controles avançados de geo-fencing, integrações de comércio eletrônico, integrações de publicidade, ferramentas de gerenciamento e curadoria de multimídia, aprimoramento e otimização de metadata, canalização e listas de reprodução, e organização e hospedagem de vídeo.

“Nosso modelo é simples, temos toda a estrutura de tecnologia e conteúdo, criamos todo esse ecossistema para empresas que tem grandes audiências em suas bases, gerando uma plataforma de serviço e publicidade. Para as empresas, a plataforma oferece, além do conteúdo, a plataforma tecnológica, e a inteligência por trás da operação. Ou seja, a empresa terá a sua disposição uma grande quantidade de informações sobre seus clientes que podem ser usadas para otimizar os serviços, oferecer novos planos, entre outros, sempre dentro dos parâmetros legais do mercado. De uma maneira geral, permitirá que seu cliente seja melhor entendido e assim criar uma nova linha de receita, além do aumento da relevância e reconhecimento da marca”, finaliza Boralli.

A Icaro Media Group já possui planos de lançamentos com duas empresas grandes do mercado nacional, já em Q1 2021.

Knewin adquire Armazém Digital e reforça atuação no setor público e no Distrito Federal

A Knewin realiza a sua 11ª aquisição em apenas quatro anos. A empresa acaba de incorporar a Armazém Digital – que já soma 20 anos de atuação em Brasília – reforçando, assim, sua presença em clientes do setor público. A PRTech oferece um portfólio completo de soluções de business intelligence e data analytics. Somente na frente de imprensa, a Knewin monitora mais de 1 milhão de veículos. Além disso, também tem foco em monitoramento de redes sociais e análise de concorrência e de reputação de marca.

Com essa negociação, a Knewin amplia sua presença no setor público e passa a atender, também, o Ministério da Defesa. Ao todo já são mais de 100 clientes atendidos no setor público, entre os quais órgãos dos três poderes públicos, Ministério Público, autarquias e empresas públicas e de capital misto.

“Assim como já acontece no setor privado, os órgão governamentais estão cada vez mais preocupados em acompanharem as repercussões dos temas de interesse em diversos meios. Isso permite que tomem decisões mais rápidas, e contribui com a aceleração das respostas à sociedade.”, afirma Lucas Nazário, CEO da Knewin.

A partir de hoje, os clientes já atendidos pela Armazém Digital passam a contar com o amplo portfólio da Knewin, que inclui, também, dashboards e indicadores exclusivos do mercado de relações públicas, captura de conteúdos de rádio e televisão em tempo real, além de soluções personalizadas de acordo com o perfil do cliente.

Recentemente, a Knewin anunciou a aquisição da Plugar, consultoria de tecnologia para inteligência de mercado, e a criação da Knewin Intelligence.

8 tendências em gestão de dados para mídia digital e marcas

2020 foi o ano que ninguém esperava e que impactou diferentes segmentos da economia. Mas a inovação não parou. Pelo contrário, a tecnologia, as redes e conexões digitais entraram no cotidiano das pessoas como nunca antes.

O mesmo foi vivenciado entre marcas, anunciantes e mídias. Fora o avanço e as consolidações da LGPD no Brasil, que impactaram enormemente a gestão de dados e de mídias digitais, as tecnologias desenvolveram um caminho paralelo à desaceleração de outros segmentos. Com isso, passos significativos – e bastante tecnológicos – são esperados para 2021 em todo o mercado de gestão de dados e mídias.

Atento a este movimento, Marcelo Pincherle, diretor do GDB-ROIx – empresa de tecnologia que oferece soluções de coleta, gestão e ativação de dados – selecionou as oito principais tendências para o segmento de gestão de dados e mídias digitais em 2021. Confira:

1 – First party data e o segmento de gestão de dados
“O futuro é first party data”. E não é de hoje que trazemos esta afirmação. Com a revolução na questão da privacidade, este tema tem tomado cada vez mais corpo. A expectativa do anunciante sempre foi ter segmentações específicas, que possibilitem mais retorno e diminuam a fricção entre o que é conteúdo e o que é publicidade. Por outro lado, os usuários têm buscado, cada vez mais, melhorar suas experiências de navegação pela rede.

A coleta de dados respeitando os preceitos da privacidade e a opinião do usuário é o que chamamos de “First Party Data” ou “Dado Próprio”. Dessa forma, é possível saber como o dado foi coletado, para qual finalidade, qual será o tempo de armazenagem, entre outros pontos. Com isso, há uma propensão para que as plataformas de gestão de dados voltem ao destaque da indústria.

2 – Privacidade como fator de confiança
Já é claro que estamos vivenciando a revolução da privacidade. Porém, não se trata apenas da adequação às leis – é muito mais do que isso, já que a privacidade está diretamente relacionada à percepção dos usuários sobre confiança.

Para se ter uma ideia, a recente pesquisa americana “The state of consumer trust” afirma que o principal critério das pessoas para estabelecer uma relação de confiança está ligado ao respeito à privacidade e à coleta de dados pessoais, seguido pelo critério do produto funcionar como anunciado. Isso nos mostra como a sociedade mudou. A discussão sobre privacidade já ultrapassou a barreira da nossa indústria e chegou ao dia a dia dos consumidores, seja no almoço em família ou no documentário do Netflix. No entanto, a percepção de privacidade está relacionada com dados e mídia. Por isso, é urgente mudarmos a forma de encarar esses negócios e buscar alternativas para fortalecer ambos os pilares.

3 – Entender sobre as propriedades digitais
A expectativa dos usuários ao navegar uma página não é ter seus dados e comportamento de navegação compartilhados com dezenas de empresas sem seu consentimento. No entanto, pouco se conhece em relação às dinâmicas das propriedades digitais. Até mesmo grandes anunciantes demonstram falta de controle e conhecimento de como funciona o ecossistema de tecnologias dentro de seus sites.

Compreender, por exemplo, quem são as empresas, de que tipo de negócio fazem parte, em qual parte da cadeia elas estão, é fundamental para atender a expectativa do usuário e proteger um dos maiores ativos de qualquer companhia. Este é um assunto global que transcende o porte, a indústria ou sua localização. Há uma tendência de que casos de vazamentos ou compartilhamentos de dados indevidos comecem a tomar uma grande proporção no Brasil, gerando uma grande demanda para serviços de avaliação de risco. No entanto, aconselhamos as empresas a começarem este trabalho o quanto antes para não serem pegas de surpresa.

4 – Legítimo interesse versus consentimento
Apesar de ainda estar envolto em grande polêmica, o debate aqui caminha para além dos aspectos legais. É verdade que as leis de privacidade vieram para regulamentar e dar transparência ao tratamento de dados. No entanto, nada muda se não dermos voz ao consumidor para que ele escolha o que faz ou não sentido para ele. Permitir que o usuário entenda o fluxo é fundamental para mudar a relação entre empresa e usuário. No entanto, em 2020, tanto na Europa quanto no Brasil, percebemos que as empresas têm utilizado tecnologias de “gestão de consentimento”, as famosas CMPs, de forma cosmética. De acordo com uma pesquisa realizada pelo DSI Data Safety Index, índice proprietário da GDB-ROIX, 68% dos sites que adotaram a plataforma colocaram em um local equivocado, potencializando o risco de vazamentos e compartilhamentos indesejados. Porém, quanto ao uso das bases legais, acreditamos na criação de modelos híbridos, de acordo com cada caso específico.

5 – Crescimento dos dados contextuais
Sabemos que viver apenas de dados próprios não é suficiente. Anunciantes precisam diariamente prospectar novos clientes e buscar novas audiências. Ou seja, pescar apenas no próprio aquário não proporciona o alcance necessário. Com isso, a grande tecnologia que desponta como alternativa são os dados contextuais, aqueles que levam em consideração o contexto para fazer um anúncio direcionado, seja por meio de URLs, palavras-chave ou tipos de imagem. Com o vigor da LGPD, o mercado cada vez mais levará consideração o contexto para fazer um anúncio direcionado, já que a utilização de cookies passa a ser prejudicada. Vale lembrar que as empresas contextuais foram criadas para fortalecer o brand safety, entendendo a semântica do conteúdo para evitar discurso de ódio, determinadas palavras ou contextos que não façam sentido para o anunciante. Essa é uma alternativa fantástica para continuarmos com uma alta capacidade de segmentação, sem tocar em nenhum dado pessoal.

6 – Curadoria e personalização para ativação de mídia
Questões como brand safety, prevenção à fraude e garantia da visibilidade da peça continuarão em alta no próximo ano. Porém, a grande questão será como fazer para que a operação de mídia seja totalmente customizada, pois cada situação demanda um tipo de inventário específico. Em alguns lugares, há uma probabilidade maior de que o usuário assista a um filme, mas em outras, as chances indicam que ele clique, compre ou converta. A grande questão aqui é poder costurar o inventário exatamente para uma necessidade específica, de acordo com contexto, segmentação, criativo, formato, etc.

7 – Novos Formatos
Para 2021, o mercado ainda espera grandes saltos em tecnologia. A previsão da chegada do 5G e a consolidação das OTT e DOOH com integração de compra de mídia programática são pontos altos que devemos ver durante o ano. Sendo assim, cada vez mais, estaremos próximos de proporcionar uma experiência única para usuários e marcas.

8 – Compliant media
O grande ponto de 2021 será o uso de soluções de ponta a ponta, que atuem desde a prevenção, passando pela gestão dos dados com consentimento e que culminem na entrega da mídia. Desta forma, a empresa terá certeza que os dados estão em uma plataforma privada e não serão vendidos ou compartilhados. Por outro lado, por oferecer serviços de ponta a ponta, é possível combinar dados próprios com segmentações contextuais e tecnologias para ajudar a selecionar melhor o inventário, consolidando tudo isso em um “deal” comprado diretamente na DSP. Além de proporcionar transparência nesse processo, essas soluções fornecerão grande capacidade de targeting, customização, testing e analytics, em um ambiente fechado. Portanto, podemos afirmar que veremos uma movimentação de grandes anunciantes globais aderindo a esta nova forma de gerir dados e mídia.

Estudo revela vídeos que mais engajaram no Instagram e YouTube

O ano de 2020 não foi fácil. Todos nos vimos obrigados a adaptar nossas vidas e rotinas. A internet foi um grande aliado para enfrentar tantas mudanças e foi onde todos passamos grande parte do tempo, seja para se informar, divertir, debater, namorar etc.

No entanto, em meio a milhões de novos conteúdos, entender o que dominou o feed da audiência é fundamental para compreender o espírito do tempo em que estamos vivendo. Um estudo inédito da Winnin, martech que mapeia a cultura nas redes com inteligência artificial, revela os vídeos que lideraram as conversas e o engajamento de conteúdo online.

Instagram
– Mari Maria
– Alok
– Whindersson Nunes
– Mari Maria
– Pyong Lee

Youtube
– Marília Mendonça
– Pineapple Storm
– Mc Marks
– LOUD
– Dudu Moura

Líderes globais como AB Inbev, Danone, Coca-Cola, Nestlé, entre outros, confiam na Winnin para tomarem decisões melhores e mais relevantes. O Winnin Insights, software proprietário de inteligência de vídeo, mapeia novas tendências emergentes de acordo com múltiplas variáveis como setor, público-alvo e objetivo de negócios, entregando insights e permitindo que marcas e agências ajam rapidamente para criar produtos, ações e estratégias que se conectem ao espírito do tempo e aos consumidores de amanhã.