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Perdigão reforça estratégia de aproximação com os consumidores

Tendo o diálogo próximo com os consumidores como o centro de suas decisões, Perdigão, presente na mesa das famílias brasileiras há 86 anos, celebra uma aproximação ainda maior com os clientes em 2020. Ao notar rapidamente a mudança nos hábitos de consumo durante o período de isolamento social, Perdigão anunciou medidas para se conectar com o seu público. Além de um hub de receitas constantemente atualizado, a marca ainda convidou as pessoas para colaborar e enviar suas próprias combinações por meio do site Comer Junto . Ao todo mais de 145 criações foram enviadas entre junho e dezembro de 2020. Essa ação se soma do hub de receitas da marca, que conta com 400 combinações disponíveis. A criação do site foi um passo importante para Perdigão. Desde que foi inaugurado em abril, até dezembro de 2020, o portal recebeu 5.526.222 acessos e movimentou um time de cerca de 3.588.788 pessoas que buscaram por pratos saborosos e práticos.

A estratégia foi tão assertiva que, somada aos demais esforços em oferecer serviços e ampliar seu portfólio, Perdigão foi eleita pelo Latam Thermometer 2020, da Kantar, como a que mais ganhou novos consumidores no último ano, alcançando ao todo mais de 5 milhões de novos clientes. Isso se deve também à criação de ferramentas que facilitaram o dia a dia das famílias na hora de preparar uma refeição, seja por meio de uma calculadora de churrasco online , pelo projeto Churrasco do meu Brasil, apresentando receitas variadas, ou até por trazer ao mercado opções variadas de Chester que dialogam com culturas regionais e diferentes tipos de paladar com a Linha Sabores do Brasil que conta com oito diferentes sabores.

“O consumidor está sempre no centro da estratégia da marca Perdigão, norteando as nossas inovações em produtos e serviços. Seguiremos neste caminho, apresentando novidades em 2021 que permitirão que nossos clientes desfrutem de refeições saborosas, práticas, com qualidade reconhecida e que atendam suas necessidades”, afirma Luciana Bulau, gerente executiva de Perdigão .

Parte das iniciativas de Perdigão, pertencente à BRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, estão em linha com um audacioso plano para os próximos 10 anos, a Visão 2030 que visa, entre outros pontos, antecipar tendências em diferentes categorias como suínos, pratos prontos, snacks, margarinas e novas fontes de proteína. “Estamos prontos para essa jornada. Temos uma clara estratégia de crescer com inovações para todas as ocasiões de consumo e diferentes perfis de consumidores”, finaliza Bulau

Busca por vacinas e termos relacionados a imunização contra o coronavírus aumentam

A chegada do novo coronavírus virou o mundo de cabeça para baixo. Nos vimos obrigados a ficar em casa para evitar a disseminação do vírus e evitar o sobrecarregamento do sistema de saúde no Brasil. Com altas taxas de contaminação, o mundo se voltou para a produção de vacinas capazes de imunizar as pessoas contra o vírus. Pensando no comportamento de buscas por informações a respeito desse assunto, a Semrush, uma plataforma SaaS de gerenciamento de visibilidade online e marketing de conteúdo, fez um levantamento para entender o crescimento da procura.

Levando em consideração as pesquisas em torno das vacinas, laboratórios e fabricantes de insumos para a produção do imunizante, o mais procurado, com uma média de 115 mil buscas no ano de 2020 foi Coronavac, a vacina que está sendo aplicada na maior parte do país. Em segundo, o mais pesquisado com 94 mil buscas foi Fiocruz, ou Fundação Oswaldo Cruz, o responsável por viabilizar a produção da vacina de Oxford no Brasil, que ocupa o terceiro lugar com 81 mil buscas em média durante o ano de 2020.

O quarto termo mais buscado foi Pfizer, o laboratório que também produziu a sua própria vacina e tentou negociá-la com o Brasil, com 64 mil em média em 2020. Em quinto lugar ficou o Instituto Butantan, com média de 42 mil buscas, por ser o principal parceiro de produção e distribuição da Coronavac no Brasil, além de ter feito uma parceria com um grande funkeiro para a produção de uma música em homenagem ao momento do início da vacinação no país. Em sexto ficou Johnson & Johnson, com 27 mil, outra empresa que fez a sua própria versão do imunizante contra o novo coronavírus.

Outra pesquisa de destaque foi pelo conjunto “vacina de Oxford”, com 19 mil buscas em média durante o ano de 2020. Essa foi uma das primeiras opções a fazerem parte do currículo de vacinas disponíveis para o nosso país. Seguido de Sinovac, com 17 mil buscas, na procura pelo laboratório responsável por fazer a coronavac e distribuí-la para o resto do mundo. Temos ainda o laboratório Sanofi com 15 mil buscas, que entrou mais recentemente no jogo das vacinas para concorrer com a Pfizer e a Biontech. E em décimo lugar com 10 mil buscas temos a farmacêutica GSK, que está desenvolvendo em parceria com a CureVac uma vacina para as novas mutações do coronavírus que já estão aparecendo ao redor do mundo.

Confira a lista completa:

  1. Coronavac: 115 mil
  2. Fiocruz: 94 mil
  3. Oxford: 81 mil
  4. Pfizer: 64mil
  5. Instituto Butantan: 42 mil
  6. Johnson & Johnson: 27 mil
  7. Vacina de Oxford: 19 mil
  8. Sinovac: 17 mil
  9. Sanofi: 15 mil
  10. GSK: 10 mil

*média mensal de buscas online de janeiro de 2020 a dezembro de 2020 no Brasil

“A rapidez para a produção imunizante está proporcionalmente ligada ao interesse que as pessoas têm em conhecer mais sobre como funcionam, quando vão estar disponíveis para a população e qual a sua eficácia. As buscas na internet têm sido uma aliada nesse momento de disseminação de informações em velocidades recordes. Um bom ranqueamento das informações no mecanismos de buscas de forma que o usuário encontra tudo com mais facilidade, ajuda a formar um pensamento crítico mais conciso e evita que as pessoas leiam fake news em sites menos confiáveis e disseminem esse conteúdo”, pontua Fernando Angulo Fernando Angulo, Head of Communications da Semrush.

Além da busca pelos imunizantes e as farmacêuticas, a procura dos usuários também girou em torno de termos relacionados a esse assunto. Começamos com o campeão em crescimento: “vacina de dose única” com um aumento de 610.00% se compararmos os dados de dezembro de 2020 com os de janeiro de 2021. Em segundo lugar temos as buscas por “duas doses de vacina” com o aumento de 433.33%. A quantidade de imunizante que será necessário tomar tem crescido, pois a população quer saber quando será possível vacinar um número significativo da população e controlar a disseminação aqui no Brasil, que ainda gira em torno de números alarmantes.

Em terceiro lugar ficou a busca por “vacina placebo” com aumento de 354.55% que é um dos passos dentro dos testes clínicos das vacinas no Brasil. Quando as opções de vacinas começaram a ser testadas aqui, uma parte dos voluntários que tomaram as doses dos testes, acabaram por tomar uma preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, que serve como base para comparações ao final dos testes. Logo após houve um crescimento de 284.62% nas buscas por “eficácia da vacina”, em tempos que é preciso comprovar 50% de eficácia para que uma vacina esteja apta a ser ministrada para a população.

A pesquisa relacionada que ficou em quinto lugar foi “vacina mata”, com o aumento de 170.27%. Apesar de o Brasil já ter erradicado doenças altamente contagiosas por meio de vacinas comprovadas cientificamente, o novo coronavírus levantou essa suspeita de que se vacinar poderia ser mais maléfico do que a própria doença. Empatados em sexto lugar temos o placebo outra vez com um aumento de 166.67% e o Instituto Butantan com a mesma porcentagem de aumento se compararmos os dados de dezembro de 2020 com janeiro de 2021.

Em sétimo lugar com o aumento de 163.16% a Semrush listou a “vacina é eficaz”, uma dúvida recorrente se levarmos em consideração a rapidez que os imunizantes tiveram que ser produzidos nos laboratórios e os testes clínicos que tiveram que acontecer mais rapidamente do que o usual. Em oitavo lugar temos “antivacina” com 127.27%, um movimento que vem ganhando adeptos há alguns anos e que prega que ninguém deve se vacinar pois isso traz mais malefícios do que benefícios ao nosso organismo. Mas como foi comprovado cientificamente há anos, a vacina é uma das soluções mais completas para a erradicação de doenças infectocontagiosas.

E por fim, o ranking é composto pelo aumento de 81.82%pelo termo vacina e 56.25% pelo termo “vachina”, uma alusão ao termo vacina e o país de origem da vacina mais comum aqui, a China. Houve uma certa desconfiança por parte da população que acredita que a vacina advinda do país oriental poderia causar outras reações adversas mais graves que o próprio coronavírus.

Ranking completo de aumento percentual de buscas:

  1. Vacina dose única: 610.00%
  2. Duas doses de vacina: 433.33%
  3. Vacina placebo: 354.55%
  4. Eficácia vacina: 284.62%
  5. Vacina mata: 170.27%
  6. Placebo: 166.67%
  7. Instituto Butantan:
  8. Vacina é eficaz: 163.16%
  9. Antivacina: 127.27%
  10. Vacina: 81.82%
  11. Vachina: 56.25%

*média mensal de buscas online de dezembro de 2020 a janeiro de 2021 no Brasil

“Termos relacionados ao momento de produção de vacina no Brasil movimentou as buscas se compararmos o final do ano passado com o começo desse. É interessante observar como as buscas também representam as dúvidas mais comuns do usuário e refletem as informações, ou desinformações, divulgadas. Assim como também os problemas de escassez de dose. Exemplo disso é o aumento por termos como ‘eficácia da vacina’ ou ‘vacina dose única’. Fato é que, quando em dúvida, o usuário recorre à internet em busca de informação e ele precisa encontrar a informação correta e verdadeira.”, conclui Erich Casagrande, gerente de marketing Brasil da Semrush .

CMO Summit reúne os principais nomes do marketing para discutir os novos rumos da comunicação

Entre os dias 8 e 12 de março, acontece o CMO Summit, realizado pela TD em parceria com o LinkedIn, TikTok, ESPM, EQI Investimentos e Rd Station. O evento é palco de discussões sobre os novos rumos da comunicação e do marketing refletido através de grandes nomes do mercado, que dividirão sua expertise em bate-papos mediados por Igor Lopes e Pyr Marcondes.

Com estúdio proprietário e um setup tecnológico completo, a TD convida o público para uma viagem para Marte usando tecnologia 3D. As entrevistas acontecem em um cenário do planeta vermelho, com experiências únicas.

Entre os confirmados estão nomes como João Branco, do McDonald’s; Eduardo Picarelli, do Heineken; Rafael Ugo, da Volvo; Pedro Tourinho, da Mapbrasil e Buzzfeed; Ju Ferraz, da Holding Club; Stela Brant, da LivUp; Fernanda Romano, da Alpargatas; Erin Clift, do Waze; Flavia Molina, do Dominos; Lara Mascarenhas, da Viacom; Sandra Montes, da OLX; Sergio Giorgetti, da Visa; Ariel Grinkaut, do Burger King; Igor Puga, do Santander; entre outros.

Karol Conká, Sarah e Juliette são as participantes mais comentadas no Twitter, segundo a empresa Knewin

A Knewin, maior PRTech da América Latina, analisou a repercussão da quarta semana do Big Brother Brasil no Twitter. Foram monitorados 1.896.275 tuítes entre os dias 15 a 21 de fevereiro. O levantamento, feito pela ferramenta Knewin Social, identificou que as participantes mais comentadas durante a semana foram Karol Conká (270.843 tuítes), Sarah (268.507 tuítes) e Juliette (228.317 tuítes).

Segundo o monitoramento da Knewin, houve um pico de menções no dia 16 de fevereiro, com 323.645 tuítes citando a saída do participante Nego Di com 98,76% de votos, taxa histórica de rejeição no programa. Os assuntos com mais destaque foram: paredão; saída do Nego Di; prova do líder; Sarah como nova líder; briga entre Gilberto e Pocah; ferimentos dos participantes Caio e Arthur na prova do Líder; briga entre Camilla de Lucas e Karol Conká e a ida de Karol no paredão. Quanto às hashtags mais usadas estão #bbb21 (663.582 tuítes), #redebbb (116.544 tuítes) e #bbb (67.309 tuítes).

A Knewin foi entender também a repercussão do paredão do BBB21 que acontecerá ao vivo na edição do programa desta terça-feira (23), às 22h55 e poderá eliminar do reality Arthur, Gilberto ou Karol Conká. A análise foi feita do dia 21 a 23 de fevereiro (até às 10h) com 594.347 tuítes coletados sobre o assunto. As palavras relacionadas ao paredão demonstraram crescimento, dentre eles estão: paredão (57.836 tuítes), votar (17.568 tuítes), mutirão (7.423 tuítes), votação (3.451 tuítes) e vote (2.014 tuítes). Dentro desse mesmo período, os participantes mais comentados foram: Karol (99.840 tuítes), Sarah (77.039 tuítes) e Juliette (74.139 tuítes). Quanto às hashtags, #bbb21 (212.805 tuítes), #redebbb (34.960 tuítes) e #forakarol (30.953 tuítes) contam como as mais utilizadas. Os assuntos com mais repercussão no Twitter foram: formação do paredão; Ida de Karol ao paredão; Briga entre Camilla de Lucas e Karol Conka; Mutirões para quebrar o recorde de rejeição em um paredão. O que mostra que a maioria dos internautas estão torcendo para a eliminação da cantora Karol Conká do programa.

Entre 15 e 21 de fevereiro de 2021, a Knewin utilizou o termo “Big Brother Brasil” na ferramenta Knewin News, e identificou na quarta semana de reality show, um total de 7.554 matérias jornalísticas citando o programa. Esse volume representa uma queda de 15,54% de repercussão midiática se comparado à terceira semana de exibição (foram 8.947 notícias entre 08 e 14 de fevereiro).

Telecine adota inteligência artificial para solucionar 92% dos atendimentos feitos a clientes já no primeiro contato

Ação, romance, comédia, drama e muitos outros gêneros podem ser encontrados em um dos maiores catálogos de filmes disponíveis hoje no Brasil, o Telecine. Em 2019, os consumidores passaram a ter a opção de comprar diretamente da marca, sem o intermédio de uma operadora de TV. Para atender a essa nova dinâmica de negócio, o Telecine reforçou sua cultura centrada no cliente e expandiu a parceria via a plataforma de atendimento da Zendesk.

As soluções Guide (organização de conteúdo), Chat (atendimento multicanal) e Support (gerenciamento de conversas e indicadores de performance do atendimento) foram as escolhidas para apoiar o time de experiência do cliente, que agora conta com 80 pessoas e recebe 50 mil solicitações por mês – contra 5 mil que recebiam anteriormente. Mesmo com esse aumento do volume, a rede de canais atingiu uma média de 92% de resolução de dúvidas logo no primeiro contato do cliente, considerado acima da média para este mercado, que é de 70%.

“A plataforma da Zendesk foi flexível o suficiente para incorporar a mudança de abordagem no atendimento do Telecine, gerando ainda mais valor para a companhia e atuando de acordo com a nossa visão de negócios. Isso faz toda a diferença na performance da equipe”, afirma Marcela Santoian, head de Customer Service do Telecine.

Para melhorar a experiência de atendimento, os consumidores do Telecine passaram a ter à disposição uma estrutura de suporte omnicanal, podendo fazer contato via chat, mensagens diretas no Facebook e Twitter, telefone e Google Play de forma integrada.

IA trouxe produtividade para a equipe durante a pandemia


As companhias que foram rápidas em escalar ou implantar soluções de autoatendimento e canais de suporte, como chat, conseguiram manter a satisfação do cliente estável durante a pandemia, apesar do aumento no número de solicitações. Essa foi uma das descobertas do estudo Benchmark Snapshot, que avaliou a interação de consumidores com mais de 23 mil empresas nos meses de fevereiro a agosto de 2020, e foi justamente o que aconteceu com o Telecine.

Durante a pandemia, a empresa tinha recém implantado a ferramenta de autoatendimento Answer Bot, da Zendesk, uma solução de inteligência artificial que recomenda respostas e conteúdos da central de ajuda para solucionar dúvidas que chegam pelo chat. Com poucos meses de implantação, o bot foi capaz de resolver 6,5% de todas as demandas recebidas, apoiando a equipe de atendimento.

“Há pouco mais de um ano, tínhamos em média 35 mil acessos por mês na central de ajuda do nosso site. No início da pandemia, passamos a receber, em média, 170 mil acessos por mês, com picos que chegavam a 440 mil no mês. As perguntas frequentes ajudam a resolver a maioria das dúvidas, de forma que os clientes ganham agilidade na resolução de problemas”, conta Marcela.

Com o autoatendimento, o Telecine também obteve um alto ganho de escalabilidade. Isso significa que as equipes dedicadas ao suporte e à experiência do cliente ganharam a capacidade de se adaptar a novos produtos, serviços ou modelos de negócios, sem que fosse necessário investir na ampliação da equipe e infraestrutura.

“Ao concentrar as nossas informações na central de ajuda e abastecê-la com novos dados, permitimos um atendimento mais contextual via IA, e o usuário não precisa ser direcionado a outro lugar para encontrar a solução que procura”, afirma Jean Ribeiro, PO de autoatendimento do Telecine. Assim, a central de ajuda atingiu uma média de 280 mil acessos de clientes por mês e passou a solucionar mais de 90% dos casos, reduzindo o volume de acionamentos em outros canais e demandando o atendimento humano apenas às solicitações mais complexas.

RD Station investirá mais de R$ 100 milhões em P&D e aquisições

A RD Station, desenvolvedora de software para PMEs e precursora do conceito de Inbound Marketing no Brasil, completa 10 anos com novidades – chegou a 25 mil clientes, mudou a marca visando a expansão internacional e acaba de anunciar um investimento de mais R$ 100 milhões para 2021 focado nas áreas de produto e engenharia.

O valor será destinado à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos e à aquisição de empresas que complementem a visão de plataforma. Hoje, a RD Station possui dois produtos: o RD Station Marketing, ferramenta de automação de marketing líder na América Latina, e o RD Station CRM, voltado para a área de vendas, que controla e organiza o processo comercial de médias e pequenas empresas. Os dois conquistaram recentemente os primeiros lugares nas categorias Marketing e Vendas do B2B Awards, considerado a maior premiação do mercado de softwares no Brasil. 

“Os investimentos em P&D serão usados para melhorar as integrações com outras plataformas, expandir o uso de tecnologias para relacionamento com clientes e também análise de dados, como machine learning e big data”, afirma Bruno Ghisi, co-fundador e CTO da RD Station . “A ideia também é reforçar o talentoso time de desenvolvimento da empresa, que hoje conta com mais de 180 profissionais nas áreas de Engenharia, Produto e Design.” No total, a RD Station irá abrir 200 novas vagas em 2021, sendo 40% destinadas a profissionais de tecnologia. 

Nas aquisições, a RD Station vai em busca de empresas que possam tanto ajudar a expandir seu portifólio de produtos, como agregar capacidades e inteligência nos produtos existentes para facilitar a jornada de compra do cliente.

O objetivo da RD Station é repetir o sucesso da aquisição da Plug, startup mineira comprada em 2018, que transformou-se na plataforma RD Station CRM. “A Plug cresceu 13 vezes desde a compra. Queremos levar esse modelo de ‘startup dentro de uma scale-up’ para as outras empresas que eventualmente iremos adquirir”, afirma Guilherme Lopes, co-fundador e head de produto da RD Station. 

Por que investir em uma franquia de marketing digital?

Saiba mais sobre o setor que segue em crescimento constante no Brasil e no mundo

Impulsionado pelos desafios impostos pela pandemia em 2020, o mundo virtual ganhou mais interesse e investimentos de empresas, o que resultou em uma alta na demanda por serviços de marketing digital. Para quem busca uma oportunidade para empreender em um mercado promissor, há franquias especializadas nessa área, que oferecem toda a estrutura e treinamento necessários para começar seu negócio.

“Com horários flexíveis e baixo custo fixo, as possibilidades de ganho com uma franquia de marketing digital, hoje, são ilimitadas”, diz Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil, maior rede do mundo no setor. “Basta ter espírito empreendedor, determinação e vontade de aprender.”

Presente em mais de 80 países, com mais de 1000 unidades franqueadas, a WSI tem, hoje, no Brasil, 21 unidades de franquias em operação, que oferecem soluções de marketing digital para clientes em nível local, regional ou nacional. Como master franqueadora, oferece aos franqueados um sistema de marketing digital bem sucedido, atualizado com o que há de mais novo no setor, além de treinamento permanente de seus franqueados e uma rede global de consultores e parceiros.

“Transformamos os nossos franqueados em consultores estratégicos, para que possam identificar oportunidades de negócios, fazer análise dos concorrentes e fortalecer a marca de seus clientes online, alavancando o retorno dos investimentos”, explica Cunha.”Com 25 anos no mercado de marketing digital, a WSI praticamente nasceu com a internet e tem acompanhado seu ritmo de atualização e inovação.”

Por meio desse trabalho específico e acurado, o crescimento médio da receita gerada pelas unidades WSI e seus parceiros no Brasil alcançou índices superiores a 15% nos últimos anos, enquanto o crescimento da receita das franquias de serviços, reportado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), foi de 8%.

Buscando aproveitar o crescimento da demanda pelos serviços virtuais e expandir as atividades no Brasil, a WSI ajustou os valores para a aquisição da franquia e passou a oferecer serviços como curso de inglês online e esforços de geração de leads, por 4 meses, sem custo para os franqueados.

“A franquia é uma modalidade de empreendimento mais segura, que conta com a experiência e o apoio da empresa franqueadora”, afirma o presidente da WSI. “Acreditamos que há muito espaço a ser explorado na área de marketing digital, em atendimento a empresas de todos os portes e segmentos, que precisam de um planejamento exclusivo e estratégico para investir em seus negócios on-line.”

Informações gerais sobre a franquia da WSI

Investimento inicial total: R$ 77.500 (estimado)

Taxa de franquia: R$ 59.800 a R$ 99.800 (o preço varia em função da licença de cobertura de atuação)

Capital de giro inicial: até R$10.000 (estimado)

Capital para instalação: 0

Taxa de publicidade: próximo a R$ 1.400 por mês

Royalties: 9% do faturamento bruto

Faturamento médio mensal: R$ 30.000

Prazo de retorno do investimento: 16 meses

Lucro médio mensal: 30% a 40% do faturamento

Holding Clube contrata ex-Arezzo&Co como head de digital

A Holding Clube anuncia Anna Fiedler como sua head de digital. Com passagem pela Arezzo&Co e trabalhos realizados para marcas como Red Bull, Ambev, Nike e Guaraná Antarctica, Fiedler será responsável por desenvolver estratégias de branding, conteúdo e earned media para os clientes do grupo.

A profissional entra para reforçar o time do Holding Lab, o hub de inovação e tecnologia da Holding Clube, responsável por olhar as tendências de mercado, identificar novas oportunidades e estar ao lado do cliente para desenhar, em conjunto, o futuro das ativações de marcas e eventos no país.

Formada em publicidade pela ESPM, Anna Fiedler possui mais de 10 anos de experiência no mercado e passou por grandes agências como Mutato, DM9, Pereira & Odell e J. Walter Thompson.

OMO, Santander e Hellmann’s são marcas que mais investem em influenciadores no Brasil

Socialbakers, plataforma líder global em soluções para otimização de performance corporativa em redes sociais, realizou um amplo estudo nacional sobre o desempenho das empresas brasileiras que mais trabalharam com influenciadores.

A marca de produtos de limpeza OMO ficou com o primeiro lugar no ranking de marcas que mais colaboram com influenciadores no período, com 171 perfis fazendo 247 menções da marca; seguida do banco Santander com 120 produtores de conteúdo e 176 citações; e da Hellmann’s, com 96 influenciadores que mencionaram a marca 216 vezes. Ainda ficaram top 5 a Natura com 89 perfis e 246 menções, bem como a empresa de produtos de beleza e cuidados Nivea com 76 influenciadores e 93 citações.

Para Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o uso de influenciadores pelas marcas requer uma percepção para que seja destinada ao público certo. “Os seguidores estão tendo uma aproximação maior com os formadores de opinião e, com isso, também se eleva o nível de exigência deles. Sendo assim, é muito importante que os influenciadores entendam o seu público e que as marcas percebam quais são os formadores de opinião que estão mais alinhados e combinam melhor com o perfil delas.”

O relatório ainda revelou que no quarto trimestre de 2020 a hashtag #ad foi usada em 5.721 postagens no Brasil, uma alta de 40,5% em relação ao trimestre anterior. Apesar do aumento em comparação com os meses anteriores, houve uma queda de 7,44% comparando os meses de outubro, novembro e dezembro de 2020 com o mesmo período de 2019. Essa diminuição não ocorreu somente no Brasil, mas quando comparamos globalmente a queda foi ainda maior, de 17,6% no uso da hashtag #ad.

Segundo o levantamento, também houve um desempenho positivo de algumas marcas no trabalho com produtores de conteúdo, com destaque para Knorr, Sorriso, Sadia, Açúcar União e Protex. O resultado é o cálculo da média de interações na postagem de um influenciador que menciona a empresa em comparação com uma postagem publicada pela própria marca.

O estudo da Socialbakers levou em consideração o trabalho das marcas com o marketing de influência no Instagram no quarto trimestre de 2020. Todo o estudo foi feito com base nas interações do Brasil.

Como a AI está mudando o marketing digital

Atualmente, a publicidade, a propaganda e o marketing de qualquer marca, produto ou serviço precisa se adequar não só à dinâmica do mercado, mas aos meios de comunicação onde a voz institucional circula. E esses meios são muito variados, segmentados e, principalmente, repletos de particularidades que devem ser cuidadosamente analisadas e exploradas de acordo com os anseios de um público-alvo cada vez mais crítico, seletivo e engajado.

Por isso, realizar campanhas de marketing bem elaboradas e focadas em cada público é essencial para manter e melhorar a percepção de valor da marca e para se diferenciar em relação aos concorrentes. E cada vez mais a tecnologia é usada como aliada para fazer isso acontecer da melhor forma possível.

A AI já está sendo usada para integrar dados de diferentes plataformas e desenvolver sistemas automatizados e perfis de clientes para os quais as empresas e marcas podem direcionar determinados produtos com maior assertividade.

Um dos maiores exemplos é o do aprendizado de máquina ou machine learning, um ramo da inteligência artificial que está no topo das tecnologias e vem, de fato, revolucionando o mundo nas mais diversas áreas. A publicidade online, é claro, não ficou de fora.

Por sorte, as ferramentas disponíveis para essa finalidade estão cada vez mais acessíveis e apuradas, principalmente para quem reconhece a importância da comunicação empresarial em um ambiente competitivo e acirrado como o mercado brasileiro.

É o caso da startup Impulse.fy, nascida como spin-off do Grupo Empari, cujo objetivo é simplificar e automatizar as vendas online com soluções de automação de publicidade para pequenas e médias empresas por meio do Aprendizado de Máquina e da Inteligência Artificial.

Caio Oliveira, fundador e CEO da startup, conta que: “a combinação do marketing com modelos preditivos e tecnologia está mudando a forma de fazer publicidade online. Nossas ferramentas e robôs analisam padrões de dados, observando os sites e redes sociais da empresa, seus concorrentes e históricos de consumo de seus clientes para identificar as chances de eventos futuros, bem como os anseios do seu público-alvo, criando automaticamente conteúdo relevante para publicidade paga e online, conteúdo rico para posts em redes sociais e estratégias mais eficientes de aquisição de clientes”.

Pensando de forma resumida, as aplicações de inteligência artificial no marketing, como a proposta da Impulse.fy servem para conhecer mais a fundo o comportamento do consumidor, gerar e analisar um volume maior de dados ainda mais precisos sobre os hábitos, preferências e atitudes dos clientes e interagir de forma mais profunda com cada um deles, melhorando assim a experiência do cliente com a marca.