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Big Brother Brasil: A fantástica fábrica de conteúdo

Depois de algumas edições menos engajadas, o Big Brother Brasil voltou a ser um dos assuntos mais comentados do país em 2020. A sua popularidade se deu por mudanças no formato, que aproximaram o reality do universo online. A partir disso, a Winnin, uma martech que empodera a criatividade por meio da ciência de dados, mapeando a cultura nas redes através da inteligência artificial, analisou como essa bomba de diversão se conecta com a cultura online e se desdobra em conteúdos.

Conhecido por ser um programa de entretenimento, muitos acreditavam que o BBB era apenas futilidade, mas os dados deste estudo revelam que o jogo virou e a casa mais vigiada do Brasil tem engajado diversos assuntos. Os impactos causados pelo programa têm atingido diferentes âmbitos dentro da cultura online, desde levantar pautas como a cultura do cancelamento, até impacto musical, quando uma música lançada há mais de 13 anos ficou no top 1 do Spotify após Juliette cantarolar no programa.

Apesar das duras críticas, às proporções que esses assuntos tomam são grandiosas e estar conectado e este universo é essencial para uma ótima estratégia de conteúdo relevante no país. Segundo dados levantados pelo Winnin Insights, o Big Brother Brasil é o quinto assunto mais comentado nacionalmente, mas apesar de sua colocação no trending topics não ser elevada, o programa é citado em praticamente todos os outros tópicos mais comentados do momento.

De família a futebol, de dança a pegadinha, o BBB21 é citado dentro de cada assunto de forma curiosa e orgânica. Como por exemplo, o assunto família, o Reels da Glória Pires contando que não é mãe do Fiuk viralizou e ficou no topo do de vídeos mais assistidos sobre este assunto. Na dança, as coreografias têm retido todos os holofotes, na edição anterior foi a icônica dança da Manu Gavassi para a música da Dua Lipa, que ficou tão famosa que a própria cantora internacional comentou sobre nas redes sociais; desta vez foi a cantora Pocah que arrasou na coreografia da música Wap da Cardi B, conquistando também a atenção da rapper.

Pensando em formatos, os vídeos de reaction em tempo real, esquetes, dublagem, memes, debates e teorias, tomaram conta dos feed de todas as redes sociais imagináveis. Durante a temporada do BBB, a internet torna-se uma grande mesa redonda de discussões sobre o reality.

Além disso, o programa influencia diversos creators, desde os plantões de fofocas como o Hugo Gloss e Gossip do Dia; até os próprios administradores das redes dos brothers, que tem gerado muito engajamento para os participantes, especialmente na edição atual, por exemplo, Lucas Penteado teve um aumento de 1.400,6% em seguidores em seus perfis.

Quando dizemos que nessa conversa tem espaço para todo mundo, não é brincadeira. Os famosos de diferentes nichos estão usando as redes para comentarem e declarar torcida aos participantes. Como a Marília Mendonça, que alterou sua bio do twitter avisando que é ex-cantora e atual comentarista do BBB. Outros famosos que têm entrado pro time de comentaristas (não) oficiais são: Neymar, Bruno Gagliasso e Anitta. Mas nem só de famosos vivem os comentários do BBB, alguns creators estão ganhando visibilidade por conta deste assunto, nomes que devemos prestar atenção daqui pra frente são: Casimiro, Lucas Vivot, Web Tv Brasileira e Guto TV.

Dentro de cada plataforma o Big Brother é comentado de uma maneira. O Twitter, é a rede usada para os desabafos informais e em tempo real, chega a ser classificado como um pay-per-view que a edição não mostra. O Instagram faz um highlights dos acontecimentos mais marcantes do programa e é a principal plataforma dos participantes também. Já no YouTube são feitas análises mais profundas sobre as pautas levantadas pelos comportamentos dos brothers. Como era de se esperar, o TikTok também entrou nessa vibe, as dublagens e esquetes tomam conta do assunto. E o mais novo queridinho da web é a Twitch.tv, que conta com transmissões ao vivo do programa para promover debates e reactions.

Assim, pagar milhões para fazer parte do time de patrocinadores do BBB não é uma realidade para todas as empresas, mas com tanto conteúdo sendo gerado organicamente na web, existem grandes oportunidades para as marcas entrarem nessa conversa. O segredo para se destacar no meio, é produzir conteúdo nos formatos mais engajadores, nas plataformas mais adequadas e colaborar com os creators mais relevantes.

Metodologia do relatório


O levantamento foi criado a partir de análise de dados feito pela inteligência artificial da Winnin, que analisou dentro do ecossistema de consumo da população sobre o BBB quais são os formatos, creators, marcas e plataformas dominam essa conversa. O intuito é mostrar que não faltam oportunidades para marcas se assumirem como criadoras de conteúdo e turbinar seu alcance e
performance online a partir do reality. Todos os insights foram construídos a partir de dados do software proprietário de inteligência de vídeo da startup, o Winnin Insights, que mapeia novas tendências emergentes de acordo com múltiplas variáveis como setor, público-alvo e objetivo de negócios, entregando insights e permitindo que marcas e agências ajam rapidamente para criar produtos, ações e estratégias mais assertivas e relevantes.

ABES remove mais de 79 mil conteúdos ilegais na internet em 2020

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software removeu da web, no ano de 2020, 79.177 anúncios, links e sites com conteúdos que davam acesso a arquivos que violam o Direito Autoral e a Propriedade Intelectual dos associados da entidade. A ação acontece desde 2005 e é realizada por meio do trabalho de Monitoramento da Internet da associação. Com isso, a ABES já conseguiu derrubar mais de 775 mil conteúdos ilegais desde o início do monitoramento.

O balanço deste ano aponta uma redução de aproximadamente 10% em relação ao mesmo período em 2019. “Essa queda está relacionada ao PPPI – Programa de Proteção à Propriedade Intelectual, do Mercado Livre, o qual ajudamos a fundar há 18 anos. A eficiência deste programa fez com que a oferta de anúncios ilegais contendo software no site caíssem drasticamente neste período”, explica Carolina Marzano, assessora de comitês da ABES.

“O PPPI é um importante componente do objetivo da ABES, que é assegurar aos nossos associados, um ambiente de negócios propício à inovação, dinâmico, competitivo globalmente, e principalmente ético. Totalmente alinhado ao propósito da entidade, de contribuir para a construção de um Brasil digital e menos desigual”, complementa Rodolfo Fücher, presidente da associação.

Até dezembro de 2020, a ABES contabilizou 56.928 links removidos por violarem os direitos de propriedade intelectual. Foram retirados do ar 19.004 anúncios que promoviam produtos piratas. Além disso, a entidade foi responsável por derrubar 110 websites que ofereciam downloads ilegais de software.

A associação faz um monitoramento contínuo da internet e notifica diretamente os próprios portais de e-commerce e os provedores de acesso. Esta ação tem o objetivo de proteger os consumidores, que podem estar expostos a vírus, malwares e sequestro de dados. Também protege o consumidor que pode estar infringindo as leis brasileiras de propriedade intelectual sem saber. Empresas Associadas à ABES podem contar com esse serviço de monitoramento gratuitamente encaminhando eventuais conteúdos ilegais para o Setor de Monitoramento de Internet.

Além do PPPI, dentro dos objetivos da ABES, a entidade também promove a integridade ética entre seus associados através do programa Uma Empresa Ética, que incentiva e oferece gratuitamente às associadas os meios para implantar os três pilares essenciais de uma política de integridade e conformidade ao arcabouço legal: a elaboração e implementação de um código de ética; treinamento de compliance aos colaboradores e a adoção de um canal de denúncias independente. Para saber mais acesse: https://www.umaempresaetica.com.br

Pesquisa registra aumento de usuários no Telegram e Signal no Brasil

O WhatsApp registrou queda no registro de usuários diários: em seis meses o percentual caiu de 95% para 86%. Mesmo assim, o aplicativo continua instalado em 98% dos smartphones brasileiros. Os dados fazem parte da pesquisa Panorama de Mensageria, realizada em janeiro pelo Mobile Time e pela Opinion Box, com patrocínio da Infobip, plataforma de comunicação global que conecta negócios a experiências de consumo inovadoras em escala. “O WhatsApp mostra seu potencial como serviço de mensagens instantâneas, mas a busca cada vez maior de privacidade entre os usuários está abrindo espaço para que novos serviços ganhem notoriedade”, comenta Caio Borges, diretor de vendas da Infobip.

O Telegram, por exemplo, aumentou em dez pontos percentuais a quantidade de usuários: subiu para uma presença de 45% nos smartphones brasileiros. Mesmo assim, seu engajamento ainda é baixo, uma vez que apenas 46% das pessoas abrem o aplicativo com frequência. Isso mostra que, apesar de alcançar um público maior, as pessoas seguem dando preferência ao concorrente.

A disputa agora deve ser mais acirrada, com a chegada do Signal, aplicativo com foco na privacidade de dados. A novidade, que já foi validada por celebridades como Elon Musk e Edward Snowden, avançou nos últimos seis meses e chegou à marca de 12% de presença nos smartphones nacionais. Porém, assim como o Telegram, tem um baixo engajamento, pois 38% dos usuários afirmam que nunca acessaram o aplicativo, e apenas 29% abrem-no todos os dias.

“A pesquisa traz dados interessantes para o setor de mensageria, porque mostra como serviços além do WhatsApp vêm ganhando força. A tendência é de que eles continuem crescendo, à medida que as necessidades de manter seus dados seguros e ter variedade na hora de se comunicar tornem-se indispensáveis para os usuários”, acrescenta Borges.

Mesmo assim, quando se fala em ligações telefônicas, o Whatsapp segue sendo o meio preferido entre seus usuários, quando comparado aos planos de minutos das operadoras móveis. Ele é também o app preferido para conversar com marcas e empresas. Na pesquisa 76% se comunicam com marcas e empresas através do WhatsApp, a maioria (76%) para tirar dúvidas ou pedir informações.

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel no Brasil foi realizada entre 20 e 27 de janeiro, com 2.026 entrevistados e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O estudo pode ser baixado gratuitamente em www.panoramamobile.com.br.

Agência de marketing digital ROCKY abre 150 vagas

A agência de marketing digital ROCKY anuncia 150 vagas em diversas áreas. A empresa busca analistas de mídias sociais, analistas de marketing digital, analistas de inbound marketing, analistas de TI, designers e redatores. Mais informações sobre as vagas e processo seletivo podem ser encontradas no site da agência, na seção Trabalhe Conosco.

“Queremos pessoas que tenham fit com nossa cultura, a qual é bem diversa, e que sejam apaixonadas por resultados independente da área”, explica Fernando Ruocco, sócio-fundador e diretor de operações da ROCKY.

Inicialmente, as vagas serão para trabalhar de forma remota. “Os colaboradores selecionados atuarão em regime de home office em um primeiro momento. Posteriormente, quando a vacinação estiver devidamente adiantada e a pandemia controlada, reavaliaremos a posição da empresa”, pontua Ruocco. 

Crescimento de 267%: na esteira do boom do e-commerce

O E-commerce brasileiro cresceu 73,88% em 2020, com faturamento registrando alta de  83,68% no acumulado do ano. É o que aponta o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Neste cenário, a agência ROCKY alcançou surpreendentes 267% de crescimento em 2020 e espera alcançar 200% de crescimento em 2021. Atualmente a empresa conta com 80 clientes e 150 colaboradores. 

“A aceleração digital é uma realidade, há necessidade de potencialização de vendas por e-commerces, de melhoria da experiência de compra do cliente, da integração entre os canais on e off. Então, nossa perspectiva segue de franco crescimento e precisaremos dos melhores talentos para atender a demanda. Reforço que nosso objetivo é crescer, mas além disso formar excelentes profissionais”, finaliza.

Fórum SBTVD elege presidente, vice e conselheiros para os próximos dois anos

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) elegeu, em assembleia geral realizada na manhã de ontem (8 de março), Luiz Cláudio Costa para o cargo de presidente e, para vice, Marcio Rogério Herman. Na ocasião também foram escolhidos conselheiros e suplentes representantes das indústrias de radiodifusão, recepção, transmissão, software e também da academia, que é formada por instituições de ensino. A nova gestão seguirá à frente da associação pelos próximos dois anos, ou seja, até dezembro de 2022.

A mudança de liderança acontece no momento em que a associação discute a fase final de implementação da TV 2.5 (que tem como principal recurso o DTV Play) e, ao mesmo tempo, estuda as tecnologias para o novo padrão de TV a ser adotado no Brasil, também conhecido como versão 3.0. “Nossa prioridade neste mandato será o encaminhamento das iniciativas para o novo padrão de TV digital. Temos certeza de que, a partir desta evolução, a TV será ainda mais relevante, atrativa e necessária para o consumidor”, afirma o novo presidente.

Luiz Cláudio Costa é presidente da Record TV desde 2013. Bacharel em direito, jornalista e administrador, iniciou sua carreira na área no Jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte. Sua trajetória na Record TV começou em 1994, quando dirigiu a emissora de Goiás. Foi também responsável pela emissora nas cidades de São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, São Paulo e liderou o lançamento das operações da Record Internacional, nos Estados Unidos. Em 2011 foi eleito presidente da ABRATEL (Associação Brasileira de Rádio e Televisão), cargo que exerceu até junho de 2017. Atualmente é vice-presidente de televisão da instituição.

Intelbras anuncia Naming da Copa do Brasil

Intelbras, indústria brasileira desenvolvedora de tecnologias, reafirma seu compromisso e incentivo ao futebol brasileiro com o anúncio do patrocínio naming da Copa do Brasil. A ação, que faz parte das comemorações dos 45 anos da empresa, amplia a visibilidade da marca no mercado e fortalece a estratégia de proximidade com os clientes e parceiros da Intelbras, que se torna a anfitriã do campeonato. Com a ação de patrocínio, a competição passa a ser chamada de Copa Intelbras do Brasil.

A Intelbras é uma empresa brasileira e o futebol é a paixão do brasileiro, portanto nos dá muito orgulho de termos o nosso nome na competição mais democrática do país, contribuindo para o esporte mais popular do Brasil. Somos parceiros do campeonato desde 2019 e a cada ano nossa participação foi aumentando até culminar nesse grande momento“, afirma Altair Silvestri, CEO da Intelbras. “A empresa está completando 45 anos este mês, e esta é mais uma das ações que marcam a nossa história. Criamos o conceito ´Jogando Sempre Próxima’, que faz alusão ao nosso slogan Intelbras Sempre Próxima“, adiciona o executivo.

O patrocínio foi anunciado em um evento on-line ao vivo no dia 09 de março às 11h com transmissão pelo canal da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no YouTube. Além de depoimentos de Gilberto Ratto (Diretor de MKT da CBF), Manoel Flores, (Diretor de Competições da CBF), e de Altair Silvestri, a live contou com a presença do jogador Roger Flores. A ação oficializa a troca de bastão da patrocinadora anterior do campeonato para a Intelbras.

A Copa Intelbras do Brasil, que tem início no dia 10 de março, é considerada a competição mais popular do País, pois reúne todas as divisões e 91 times dos 26 estados mais o Distrito Federal.

O acordo foi intermediado pela agência capixaba AP Sports em parceria com a Klefer (agência oficial do torneio). O patrocínio é válido até o final do campeonato 2022.

A Copa Intelbras do Brasil vai muito além das quatro linhas do campo de futebol, ela chega à casa dos brasileiros pela TV e on-line, interagindo com seus fãs digitalmente. Isso fortalece muito a nossa parceria já que nossas soluções tecnológicas protegem, conectam, aproximam e transformam a vida das pessoas, assim com o esporte”, finaliza Silvestri.

Varejo e Indústria otimizam custos com produção de imagem

Foto: Szabo Viktor – Unsplash

Os custos com produção de imagem sempre foram expressivos dentro do orçamento de marketing de grandes indústrias e varejos. No atual cenário, as marcas de médio e grande porte que, no passado, destinavam boa parte do seu fôlego financeiro para ter fotos, vídeos e materiais gráficos impecáveis precisaram rever sua estratégia. Como fazer isso sem abalar a qualidade do resultado final de uma comunicação que está diretamente relacionada à conversão em vendas? Nos últimos meses, algumas tendências mostraram que o mercado está encontrando soluções inteligentes para enxugar os gastos, mantendo o nível das imagens em todos os canais.

A primeira mudança está na otimização do material produzido. Antes dos impactos da covid-19 nos negócios, muitas empresas geravam fotos e vídeos separadamente para o e-commerce, os marketplaces, as redes sociais, os catálogos editoriais e as peças dos pontos de venda físicos. Hoje, uma imagem produzida busca atender o maior número de canais possíveis, reduzindo o investimento em novos shootings e edições. Depois de pronto, o material é adaptado para os formatos de cada plataforma, de acordo com o objetivo. O estilo visual também mudou. As produções com modelo em estúdio e externa se tornaram mais minimalistas e passaram a adotar elementos e espaços locais, facilitando o trabalho e reduzindo os custos. 

Para Carolina Soares, co-fundadora da produtora de imagem Fotopontocom, a Indústria e o Varejo brasileiros absorveram conhecimento e expertise do e-commerce no último ano. Segundo a executiva, na medida em que as marcas precisaram ampliar rapidamente a sua presença online para garantir a operação funcionando, simultaneamente também tiveram que entender melhor o comportamento omnichannel do consumidor e ajustar sua forma de aplicar recursos. “O comprador nunca esteve tão interessado e ativo no comércio eletrônico, mas isso não quer dizer que este é o único ponto de venda. Pode ser um app parceiro, um post em rede social, uma oferta no marketplace ou mesmo um material gráfico exposto na loja física que vai levar à decisão de compra. Por isso, a primeira alternativa para a empresa garantir sua produção de imagem, sem perder a qualidade, é otimizando o uso do material”, explica.

Mesmo assim, essa opção não atende 100% da demanda das marcas tanto por imagem, quanto por economia. Por isso, outra forma cada vez mais comum de reduzir o alto valor empregado nessa parte da cadeia vem sendo a terceirização. Ao invés de ter o custo fixo com uma equipe interna para a produção fotográfica e audiovisual, médias e grandes marcas estão tornando esse custo variável, contratando profissionais individuais ou produtoras especializadas de acordo com o calendário de lançamento de peças, produtos e coleções. “Estamos observando um crescimento massivo no mercado de produção de imagem, em decorrência dessa nova postura das marcas, o que é bastante benéfico para o setor de Fotografia e Audiovisual como um todo. Na perspectiva das empresas, vemos muitas vantagens para o lojista, que pode ter um alto volume de imagem, de acordo com a sua necessidade, utilizando uma estrutura profissional pronta e de última geração, sem precisar investir ele próprio em pessoal, equipamento, espaço e manutenção”, acrescenta Carolina Soares.

Estudo revela como as mulheres se relacionam com as marcas no Twitter

Ter uma comunicação que evidencie o apoio às causas relacionadas às mulheres e contar mais representatividade interna estão entre os principais pontos

Pesquisa realizada pelo Twitter com mulheres que usam a plataforma no Brasil mostra que mais da metade (62%) utiliza o serviço para seguir as marcas que gosta e para engajar com elas (49%). Ao mesmo tempo, elas esperam que essas empresas apresentem um posicionamento sobre temas relacionados às mulheres. Mais de 70% das entrevistadas afirmaram que se sentem mais favoráveis às marcas que se alinham com eventos ligados à mulher, e 86% defendem a importância de abordarem sua posição sobre causas referentes ao tema.

O levantamento mostra também as expectativas em relação à discussão de inclusão e representatividade de gênero: 65% afirmaram que gostariam que fosse com histórias/pessoas reais, 61%, com informação e 55%, de forma inspiradora. Elas reforçam, ainda, que as marcas devem transformar as iniciativas que pregam em ações efetivas, como: salários igualitários entre homens e mulheres dentro da empresa (80%), mais mulheres em cargos de liderança (80%), inclusão no desenvolvimento e no marketing de produtos (68%) e mais representatividade em campanhas publicitárias (60%).

A interação positiva com as empresas pode, ainda, resultar em vendas, já que as mulheres também utilizam o Twitter para falar sobre consumo. Elas relatam que querem otimizar suas compras, têm fidelidade com as marcas e são altamente influentes entre familiares e amigos – 92% das mulheres tentam encontrar as melhores ofertas para os produtos que desejam comprar, com 80% relatando se manter fiel a uma marca que gosta.

“As marcas que entendem a importância de se conectarem com essa audiência de maneira genuína no momento certo são mais relevantes e valorizadas pelas consumidoras. Além disso, as mulheres se tornam uma ponte entre os produtos e pessoas conhecidas. 62% das pessoas que responderam à pesquisa apontaram que familiares e amigos costumam procurá-las para obter opiniões sobre um produto ou serviço”, explicou Beatriz Montenegro, analista de pesquisa, marketing insights e analytics do Twitter Brasil. “As mulheres também procuram o Twitter para seguir as marcas que mais gostam e, mais da metade quer descobrir novos produtos. Isso mostra a importância de fazer parte de todas essas conversas”, completou.

Fonte: Twitter Market Insight & Analytics, 2020 | Pesquisa MindMiners – Novembro/2020 – Base de respondentes – n=700 – Mulheres no Twitter – Brasil

Pauta das vacinas da Covid-19 movimenta mais de 520 mil tuítes na última semana

Para entender o sentimento dos brasileiros sobre a vacina da Covid-19 e o colapso enfrentado na saúde, a Knewin, maior PRTech da américa latina, analisou 520.042 tuítes publicados no Twitter, entre 26 de fevereiro e 04 de março 2021. A ferramenta utilizada para o estudo foi a Knewin Social e indicou que entre os termos mais comentados na rede social, estão: “vacina” (274.289 tuítes), “vacinação” (133.789 tuítes) e “coronavac” (47.710 tuítes). Quanto às hashtags, as mais citadas foram: #covaxin (8.941 tuítes), #covid19 (8.835 tuítes) e #vacinaparatodos (8.352).

O pico de menções ocorreu em 03 de março, com 114.816 tuítes, data que o Brasil bateu recorde no número de mortos por Covid-19: 1.910 óbitos em 24 horas. Além disso, houve uma grande reação dos usuários ao veto do atual presidente Jair Bolsonaro ao projeto que facilitaria a compra de vacinas pelos estados e municípios. Os usuários comentam sobre a chegada de novas vacinas e pressionam o governo para acelerar as campanhas de imunização no Brasil. Muitos usuários comemoraram a vacinação de parentes e de profissionais da saúde, porém há pessoas que expressam medo de se vacinar.

Em relação à visibilidade do assunto na imprensa brasileira, o levantamento feito com o Knewin News utilizando as palavras: “Vacina(s)”, “Covid” e “Coronavírus”, identificou que entre os dias 26 de fevereiro a 04 de março de 2021, 88.431 matérias jornalísticas mencionaram o tema. Os assuntos mais comentados foram: Coronavac, com 19.582 notícias, e Astrazeneca, com 15.260 notícias.

Sistema de saúde – Com o crescente número de casos de Covid-19 e o esgotamento de leitos de hospitais, o sistema de saúde brasileiro beira o colapso. Com o apoio do Dash Covid-19 (iniciativa criada em parceria entre as empresas Knewin e FSB Comunicação, com o uso da tecnologia Knewin Analytics), a Knewin identificou no Twitter que usuários compartilham dados sobre a porcentagem de ocupação de leitos tanto no sistema público quanto no sistema privado. Os principais sentimentos dos brasileiros são de indignação e tristeza com a atual situação do país.

DynAdmic anuncia Valérie Behr como country manager para o Brasil

A DynAdmic, hub de vídeo digital referência em estratégias de segmentação e branding, anuncia Valérie Behr como country manager da operação brasileira. A executiva também será a responsável pela liderança em outros mercados onde a DynAdmic está presente, como Argentina, Chile e Colômbia.

À frente da operação, Valérie planeja aumentar a capilaridade da empresa no mercado nacional, apresentar mais soluções e tecnologias e estreitar a relação com os demais países da América Latina.

“Nós queremos construir projetos always on com as principais agências e marcas e trazer inovações que estamos desenvolvemos em outras regiões”, afirma. O país continuará sendo um importante hub para o desenvolvimento e teste de novos produtos. “O mercado brasileiro é ávido por inovações, gosta de conhecer as soluções em primeira mão, por isso vamos acelerar esses experimentos”.

Para Valérie, o objetivo é posicionar a unidade brasileira entre as maiores para a DynAdmic no mundo, a partir desses direcionamentos. “Hoje, trabalhamos com muitas marcas globais e queremos atuar com elas também localmente. Essa integração será muito importante para o desenvolvimento de estratégias potentes e alinhadas”.

Há 7 anos na companhia, a nova líder ocupava o posto de Head de Contas Estratégicas Latam antes da promoção e também já foi Country Manager & Head of Latam na filial mexicana da DynAdmic. A executiva é formada em Administração, Comércio Internacional e Literatura pela universidade PPA ESGI, em Paris.

De acordo com Lara Krumholz, vice-presidente da Dynadmic para a América Latina, a promoção da Valérie vai impulsionar a expansão do mercado brasileiro e abrirá diversas oportunidades para parcerias estratégicas com marcas latino-americanas.

“A experiência da Valérie no mercado latino nos ajudará no processo de crescimento da unidade brasileira. As relações com clientes globais e as tendências Latam serão fundamentais para o desenvolvimento e entrada de novos produtos no Brasil”, complementa.

Antes de chegar à DynAdmic, Behr acumulou passagens pela Horyzon Media Worldwide, como diretora de Conta Internacional; Grupo YellowPages, com atuação como diretora de Produto e Marketing Internacional; e Media Contact, desempenhando a função de Gerente de Produto.