Author admin

Novo serviço de streaming permite transformar uma transmissão online em uma vitrine de vendas ao vivo

A Mediastream anunciou um novo serviço que facilita a venda de produtos e serviços durante uma transmissão via streaming, o Live Shopping, que permite ao apresentador exibir produtos e serviços com informações sobre a oferta, preço e condições de pagamento, integradas a um botão de “comprar”, de onde os consumidores são direcionados para o carrinho conectado à loja virtual das marcas.

O conceito de Live Shopping tem registrado forte crescimento na China, onde movimentou – segundo a empresa de pesquisa Statista – mais de 691 bilhões de yuans (moeda local) em 2020, onde a modalidade se destacou. A expectativa é que este modelo de vendas online conquiste a preferência dos consumidores brasileiros. O modelo de programas com foco em vendas ao vivo já existe há muitos anos na TV e ganha agora a sua versão no streaming, com todos os benefícios do digital e dados analíticos.

“Essa estratégia conecta a tendência crescente de consumo de eventos ao vivo com a oferta interativa de produtos, potencializando a compra em tempo real, aumentando a confiança, sem comprometer a segurança e facilitando a decisão dos clientes”, acrescenta Marco Lopes, diretor da Mediastream.

O Live Shopping é um novo recurso da plataforma Mediastream para empresas e marcas que permite criar uma solução interativa, com landing page personalizada para a live store, e é conectada a um ou mais sinais de streaming ao vivo, com regras de acesso e ferramentas de interação, tais como com chat e quiz para aumentar o engajamento da audiência e conversão de vendas através do botão comprar durante a exibição dos produtos.

7 dicas para realizar um evento online de sucesso

A pandemia impôs muitos desafios para o mercado de eventos no Brasil e no mundo. Congressos, seminários, palestras e outros tipos de encontros possuem um papel social e educativo, além de serem fundamentais para a promoção de negócios em vários setores da economia. Sair do mundo real para o virtual tornou-se um desafio para muitas empresas. E não basta tentar repetir a fórmula do evento presencial no mundo digital, é preciso se adaptar e ter um diferencial para ganhar destaque. É o que defende Daniel Fiuza, gerente de criação e marca da NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos do mundo. Confira abaixo algumas dicas de como criar um evento de sucesso.   

1 – Comece pelo fim


Mais do que conteúdo ou negócios, o seu evento digital também deve proporcionar experiência. Por isso, desenhe como seria o seu produto ideal, tudo o que deseja entregar à audiência e todas as atrações. Idealize desde o momento em que o visitante faz a inscrição até a dinâmica no dia D!

Faça também uma lista do que é essencial e depois outra com tudo o que achar interessante, mas que pode deixar para a próxima. “Essa listagem vai te dar um norte para fazer o orçamento dentro das suas expectativas e possibilidades”, afirma Fiuza. Ah, lembre-se que quanto mais simples e fluida for a experiência, mais o público tende a contribuir.

2 – Mão na massa e parte técnica

Essa etapa merece atenção especial e cuidado, pois vai determinar a qualidade do seu evento. Por isso, deve receber maior parte do investimento. Nada de palestrantes travados, imagens congeladas e áudio ruim.

Confira e teste todos os equipamentos que serão utilizados no evento, assim como o áudio e a imagem dos palestrantes, inclusive no dia da estreia. Cuidado nunca é demais! A internet de seus convidados também precisa ser de qualidade. Uma solução eficaz e barata para não ter oscilação de sinal é utilizar cabos ao invés do Wi-fi. Sabemos que imprevistos ocorrem, mas é preciso ser precavido e também ter flexibilidade para “tapar algum buraco” na grade. Caso tenha um orçamento compatível, utilize um estúdio para maior segurança técnica.

3 – Match

Tenha clareza do público de seu evento. Quem é ele, quais as atividades e interesses, etc. “Essas respostas vão ajudar, por exemplo, a definir dia e local de realização, bem como o melhor canal para atraí-los”, explica o especialista da NürnbergMesse Brasil. Utilize redes sociais e pesquisas para ajudar a identificar os hábitos dos participantes e assim construir um evento mais assertivo.

4 – Conteúdo

Agora que já conhece melhor seu público, é hora de correr atrás do que você vai apresentar. Pesquise os temas mais debatidos no momento, as fontes de referências naqueles assuntos e as tendências de mercado. 

Claro que patrocínio é uma forma de tornar o evento viável, mas tenha cuidado ao vender palestras. Temas muito comerciais tendem a afastar o público. Converse com o patrocinador e descubra uma forma de tornar aquele assunto mais rico e atrativo. Eventos muito longos também devem ser evitados.

5 – Conversão de Leads

Aqui é o momento que você construirá o banco de dados com todas as pessoas que se inscreveram para o seu evento. Mas, para que sua conversão seja um sucesso, é preciso tomar alguns cuidados.

Não faça formulários longos! O número de abandono de página é altíssimo nesses casos. Priorize dados essenciais, como e-mail, telefone, empresa e o que mais achar imprescindível para o seu negócio. Quanto menos perguntas e mais ágil for, maior a taxa de sucesso.

É importante lembrar também que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já está em vigor. Por isso, respeite todos os requisitos na hora da inscrição. O cliente precisa autorizar a utilização dos dados e envios de comunicações futuras.

6 – Comunicação na medida certa


Nem tão pouco e nem demais. Esse é o lema para a comunicação. Você deve manter seu público aquecido depois da inscrição, dar pequenos spoilers e chamadas para o grande dia. Mas cuidado para não sobrecarregar sua base. Ninguém gosta da caixa de entrada lotada de e-mails. Também chamamos atenção para a linguagem deste material e, principalmente, para o conteúdo. Você deve usar o tom de acordo com cada público. São executivos? Estudantes? Lembre-se do seu público-alvo na hora de desenvolver o texto. 

Da mesma forma, ninguém gosta de se inscrever em uma atividade e não receber uma confirmação. Por isso, comunique-se com seu cliente, construa um relacionamento e gere engajamento para garantir a presença dele no dia do evento.“Ao longo de 12 anos realizando eventos no Brasil, percebemos que os “lembretes” são muito efetivos e alcançam taxas de abertura acima de 60%!”, afirma Daniel Fiuza. Por isso, envie recados que o evento começa em breve, com dicas de acesso e tudo mais que a pessoa precisará no dia. E-mails até uma hora antes do evento tendem a ser mais vistos.

7 – Servir bem para servir sempre


UFA! Evento entregue, posso relaxar? Não! Aproveite a vivência fresca na memória do público e busque feedbacks através de pesquisas de satisfação.

Este é o melhor momento para identificar pontos fortes e fracos. Pergunte sobre o dia, horário, palestrante, o que mais gostou e o que não agradou tanto assim. Isso é um material riquíssimo para a próxima edição.

Outro ponto importante: não é porque o evento acabou que a comunicação deve ser interrompida. Diminua e muito o ritmo, mas não esqueça que “quem não é visto não é lembrado”. “Envie e-mails de conteúdo uma vez por mês e faça a roda girar novamente”, conclui o especialista.

Com mais de 3 mil anúncios mensais, Magalu otimiza operações de marketing por meio do Pipefy

O Magalu , uma das maiores redes varejistas do mundo, conta hoje com mais de 1.100 lojas físicas, além de cerca de 15 mil vendedores em sua plataforma de marketplace. Para cuidar de toda comunicação verbal e visual da gigante do varejo, foi criado em 2018 o Estúdio de Design e Branding da gigante do varejo.

O objetivo da agência interna era administrar todo o conteúdo produzido pela companhia, conectando o cliente aos valores e propósitos da marca. “Nosso setor é responsável pelas ideias, criação, gestão das campanhas e ativação das mesmas. Tudo passa pelo nosso departamento, desde a loja até a parte digital, pois somos os guardiões da marca Magalu”, explica Thiago Sieiro, Designer de Marca do Magalu.

Desafios

Para tornar a operação possível, existem hoje 10 profissionais internos no Estúdio, além de oito pessoas em uma agência externa, parceira da marca, para atender 15 dos principais núcleos de negócios do Magazine Luiza, como Marketing multicanal, E-commerce, Redes Sociais e Marketplace. “Ao todo, são 62 pessoas falando com nossa equipe no dia a dia”, conta Sieiro.

Com uma equipe tão robusta, atrasos nas entregas de projetos eram constantes, devido a ruídos na comunicação e descentralização dos Jobs. Cerca de 47% dos briefings não permitiam o início do trabalho por falta de informações.

Para centralizar essa grande quantidade de informações, o Magalu passou a utilizar uma ferramenta de gestão que, para operacionalizar, exigia a utilização de oito boards diferentes. Isso porque o programa utilizado deixava os boards pesados e eles precisavam ser desmembrados em outros. Além disso, a plataforma dificultava a personalização dos briefings e envio dos jobs para produção, o que gerava ruídos de comunicação e confusão sobre as instruções.

Os problemas com os processos foram identificados por parte da equipe do Estúdio Magalu após uma imersão de 40 horas para mapear os fluxos de comunicação de todas as áreas. O time percebeu que o que faltava era uma ferramenta completa e descomplicada para centralizar as ações.

Otimização de resultados

Após apontar os principais desafios encontrados com outras ferramentas de gestão, a Magalu encontrou o Pipefy. Para as áreas de marketing, a plataforma possibilita o gerenciamento de processos complexos, como os do porte da Magalu. “O primeiro passo que impressionou foi a parte de briefing”, relata Lucas Guimarães, Líder de Criação do Estúdio Magalu.

“Cada área precisava de determinadas informações para iniciar a produção. A área de B2B é diferente de CRM e E-commerce, por exemplo. Com o Pipefy foi possível criar um fluxo com formulários e campos obrigatórios, como formato, categoria e objetivos”, explica.

Dentre as ferramentas que mais auxiliaram nessa transformação do setor de marketing estão os formulários de Solicitações de Marketing do Pipefy. Eles envolvem todo o fluxo de pedidos, processos e entregas para o design e a execução da campanha. Assim, é possível coletar briefings e demandas através de uma única ferramenta com o objetivo de agilizar o processo.

A solução da startup eliminou o retrabalho e a falta de padronização. Todo solicitante que enviar um briefing precisa preencher todas as informações em relação ao job, o que melhora a produtividade e a assertividade. Além disso, a solução automatizou diversas entregas. Segundo Guimarães, muitos cards de jobs eram abertos e esquecidos de mover para “concluídos” pela equipe. “Com o Pipefy, eles são automaticamente movidos após um período específico, o que ajuda a limpar a área de trabalho e a equipe não precisa se preocupar em mover manualmente”, diz.

Resultados

Após a implementação do Pipefy, o processo foi simplificado, reduzindo os oito boards anteriores para apenas dois. “”Assim, ao invés de cada área ter o seu board, pensamos que teria mais lógica separar apenas criação e produção”, comenta Sieiro.

Uma das principais vantagens do Pipefy para Marketing é a possibilidade de integração com outros aplicativos e conectá-lo a outros processos sem ajuda técnica. A ferramenta anterior usada pelo time da varejista não permitia esta integração.

Além de agilidade, a produtividade do time também foi positivamente impactada. Estúdio de Design e Branding da Magalu conseguiu reduzir de 47% a impossibilidade de gerar campanhas com briefings incompletos para 31%. “Para nós isso representa muito”, diz Guimarães. “Antes, quase metade das nossas 3 mil campanhas mensais tinham retrabalho ou atrasos. Agora apenas 31% deles geram dúvidas, e estamos melhorando cada vez mais.”

Além disso, as automações geradas pelo Pipefy ajudaram a melhorar alguns processos. No primeiro semestre de 2020, foram 3800 automações, enquanto no 2° semestre esse número subiu para 16.400 automações.

Um processo que também foi aprimorado pelo Estúdio foi a extração de relatórios. Antes da implementação do processo do Pipefy esse acompanhamento não era feito pois era necessário migrar muitas informações e métricas para outras plataformas. “Decupar os dados é fácil, o difícil é juntá-los e extraí-los”, relata Guimarães. “Com o Pipefy, podemos criar projetos e campos personalizados, organizar times, processos e recolher todas as informações para exportar e gerar relatórios. No nosso caso, atualmente conectamos o Pipefy ao Google Data Studio.”

A ideia é expandir o uso do Pipefy para outras áreas do Magalu e impulsionar a eficiência e a comunicação em outros tipos de operações. O Pipefy possui soluções para Recursos Humanos , setor Financeiro e Customer Success .

Debates do primeiro dia do Digitalks Executive mostram o poder da experiência do cliente na era digital

Ter o cliente no centro de tudo pode não ser uma novidade, mas certamente é uma questão de sobrevivência das marcas. As empresas que não se transformarem para atender – de maneira personalizada – as necessidades do consumidor podem correr o risco de perderem a competitividade. Essa constatação permeou a maioria das palestras do primeiro dia do Digitalks Executive – Gestão e Negócios, que acontece até amanhã no formato online e gratuito, das 9h às 18h. As inscrições podem ser realizadas por este link: http://bit.ly/3t59RGz.

Segundo os curadores do evento, Maria Carvalhal e Rafael Soares, a economia digital contempla consumidores mais exigentes, conectados e que desejam se comunicar rapidamente com as marcas nos canais que eles escolherem. Por isso, a importância de reunir grandes marcas no evento para que possam apresentar histórias de sucesso, de que forma estão implementando as transformações em seu dia a dia e os impactos em Customer Experience (CX).

Um dos painéis de destaque do evento – Inovação: Desafios da era digital – reuniu Fabio Rabelo, head de Digitalização e Novos Negócios da Volkswagen para a América do Sul, Tiago Galdino, CFO do Imovelweb, sob a mediação de Beny Fard, fundador e CEO da Spin. Embora de mercados totalmente diferentes, os executivos acreditam que a transformação digital na nova economia prevê novos modelos de negócios que privilegiem a personalização. “Para isso, precisamos do apoio da tecnologia. A inteligência artificial nos ajuda a conhecer o perfil do cliente para que possamos disponibilizar uma oferta assertiva para o cliente e para o nosso agente imobiliário”, destaca o CFO do Imovelweb.

De acordo com Fabio Rabelo, quando se fala em inovação ou tecnologia, já se pensa em disrupção (carro elétrico ou casa inteligente). Tudo isso já existe, mas o grande desafio é popularizar, ou seja, escalar a tecnologia. “O 5G vai mudar o jogo inteiro, pois a velocidade da conexão permitirá ampliar a hiperconectividade. Chegará o momento que tudo estará de tal forma interligada que poderei fazer um comando do meu carro para que a máquina lave a roupa antes de eu chegar em casa. Precisamos de tecnologia e infraestrutura para tornar esses projetos cada vez mais próximos da nossa realidade”, explica Rabelo.

Para chegar ao reconhecimento que tem hoje, a Salesforce, que trabalha com o serviço de assinatura, realizou três revoluções: no modelo de negócios (SaaS), na tecnologia (para viabilizar o SaaS), e no modelo de filantropia. O VP de Marketing da companhia, Daniel Hoe, aproveitou sua apresentação para dar cinco dicas de sucesso no modelo SaaS: índice de saúde dos clientes, automação com jornadas personalizadas, criação de comunidades e de uma grande jornada. “Precisamos aliar o interesse de negócios dos clientes e fornecedores. Uma das maneiras é criar indicadores de mensuração e fazer diagnósticos de sua base de clientes: previsibilidade e forecast de churn (taxa de abandono) para definir ações preventivas e proativas”, ressalta.

Segundo o executivo, o grande diferencial da Salesforce foi construir uma comunidade de fãs, como é o caso dos Trailblazers, que literalmente vestem o moletom da marca.

No painel “Transformação Digital na Reinvenção dos Negócios”, com mediação de Sergio Alexandre Simões, da Digitilize-se, o fundador da marca de cookies Mr. Cheney, Lindolfo Paiva, destacou como a reputação da marca se espalhou rapidamente pelo Brasil devido ao sabor diferenciado de seus produtos. De acordo com ele, a pandemia foi desafiadora, exigiu uma série de esforços e acelerou os planos de digitalização da rede, além de aperfeiçoar o sistema de delivery. “Enquanto capacitávamos os franqueados nos pontos de venda, a maioria em shoppings centers, também remodelamos nossa cultura para investir em novos modelos e inovação, mantendo o engajamento da equipe”, disse o executivo.

O “Gestão e Negócios” integra uma série de três eventos voltados aos líderes executivos de organizações, C-Levels e decisores, com foco em inovação e impactos da economia digital nas corporações. Os próximos discutirão Dados e Tendências Tecnológicas, em junho, e Sociedade e Economia Digital, em outubro.

Além de salas de networking e de negócios, as palestras do primeiro Digitalks Executive irão abordar, ao longo dos dois dias, sete trilhas: Liderança, Modelos de Negócio, Investimento, RH e Recrutamento, SaaS, Startups e Scale. “Queremos conectar e transformar líderes para o novo ambiente corporativo baseado na economia digital. Os conteúdos que serão apresentados durante o evento poderão apoiar os participantes em suas jornadas de desenvolvimento e consolidação no mercado digital”, diz Flávio Horta, CEO do Digitalks.

Confira a programação do 2º dia do evento: http://bit.ly/3fp25DS

ANOTE NA AGENDA!

DIGITALKS EXECUTIVE

Evento online e gratuito

GESTÃO E NEGÓCIOS

AMANHÃ, das 9h às 18h

Inscrições: http://bit.ly/3t59RGz

Twitter apresenta novidades do Amplify para anúncios pre-roll

Plataforma anuncia atualizações para atender às necessidades dos anunciantes e lança oficialmente ‘Categorias Curadas’ para o Amplify

O Twitter lança, a partir desta semana, novas alternativas para as marcas por meio do Amplify, modelo de negócio que permite que anunciantes ampliem o alcance de conteúdos produzidos por um parceiro na plataforma. Entre as novidades estão mais opções de temas para associar aos anúncios pre-roll, além da renovação do design e experiência de visualização dos vídeos para uma forma mais eficiente. O Brasil, junto com Estados Unidos, Reino Unido e as regiões do Oriente Médio e Norte da África, é um dos primeiros países a contar com as novidades.

Em meio ao cenário de 2020, anunciantes buscaram alcançar seu público alinhando-se a conteúdos positivos em vídeo, trazendo mais leveza e entretenimento. Em linha com esta nova demanda, o Twitter anuncia as novas Categorias Curadas, compostas por grupos de parceiros selecionados pelo serviço de acordo com sua relevância e engajamento, e agrupados em torno de temas específicos. A categoria “conteúdos do bem” de anúncios pre-roll no Amplify foi a primeira a ser lançada – enquanto outras categorias estão sendo estudadas.

Os anúncios pre-roll têm se mostrado cada vez mais eficientes para trazer resultados aos anunciantes, aumentando quase duas vezes (1,7) a intenção de compra dos consumidores e dobrando a favorabilidade da marca em comparação com a mesma publicidade feita em outros ambientes sem feeds.

Além disso, houve ainda mudanças em relação ao design e à experiência de visualização para anúncios pre-roll em todas as opções do Twitter Amplify. As melhorias incluem a exibição em destaque do logotipo das marcas durante todo o anúncio e a opção de rótulos para trazer mais clareza e gerar melhores métricas. Os testes com essas atualizações mostraram um aumento na lembrança do anúncio em 10% e na preferência da marca em 7%, em comparação com o design anterior.

Globoplay tem novo combo com Canais Globo e Telecine

Assinatura dá acesso ao conteúdo do Globoplay, Canais Globo e streaming do Telecine

O Globoplay não para de evoluir e agora oferece um pacote sob medida para quem não abre mão do portfólio original e exclusivo da plataforma, dos conteúdos dos Canais Globo e ainda é apaixonado por cinema. Com o novo combo Globoplay + canais ao vivo + Telecine, o assinante passa a contar, por apenas R﹩ 74,90 mensais, com os maiores lançamentos da sétima arte, filmes inéditos no Brasil pelo selo Première Telecine e um amplo catálogo, com mais de dois mil títulos dos mais variados estilos e gêneros, incluindo conteúdos exclusivos, como ‘Parasita’, ‘Emma’ e ‘Aquaman’, além de toda a diversidade do Globoplay + canais ao vivo.

Com a facilidade de apenas uma assinatura, é possível acessar filmes e séries premiados, conteúdos originais e exclusivos Globoplay, BBB 24h ao vivo, novelas clássicas e atuais, os canais Multishow, GloboNews, Sportv 1, Sportv 2, Sportv 3, GNT, Viva, Gloob, Gloobinho, Off, Bis, Mais Na Tela, Megapix, Universal TV, Studio Univeral, SYFY, Canal Brasil, Futura e TV Globo, além do Telecine On Demand. Para assinar o combo, basta acessar globoplay.com/combotelecine

YOUPIX divulga o resultado da pesquisa ROI e Marketing de Influência 2021

A YOUPIX, consultoria de negócios para a Influence Economy, realizou a terceira edição da pesquisa ROI e Influência 2021. Dessa vez, a empresa contou com a parceria do grupo de pesquisa AlgoritmCOM para o resultado dos dados qualitativos.

A importância do Marketing de Influência cresceu dentro das empresas e nenhuma marca acredita que essa disciplina não deve ser parte da estratégia de comunicação. O engajamento é um dos critérios mais considerados na hora de escolher um influenciador.


Durante a pesquisa, 94 grandes empresas responderam às perguntas. Mais de 60% das respostas foram de executivos de altos cargos, como CEOs, diretores, gerentes e coordenadores de empresas de diferentes segmentos.


Destas, 71% consideram o Marketing de Influência muito importante e/ou parte central da estratégia. Pela primeira vez, desde que a YOUPIX iniciou os estudos, nenhuma das marcas assinalou que o Marketing de Influência não é importante ou não faz parte da estratégia da empresa. Os dados também revelam que 83% consideram que, com a pandemia, o Marketing de Influência se tornou mais estratégico para os seus negócios.

“As marcas não têm mais dúvidas de que o trabalho com influenciadores é essencial dentro do mix de disciplinas de marketing. Isso também se refletiu no budget das marcas: as quantidades de empresas investindo mais de R$5 milhões por ano dobrou”, explicou Bia Granja, sócia e consultora de influência da YOUPIX.


Outro dado interessante é que, em relação ao investimento em 2020, é previsto que em 2021, 71% aumente o investimento.


De acordo com o levantamento feio pela AlgoritmCOM com os profissionais de marketing, a definição de influenciadores é aquela pessoa que dialoga com a sua comunidade engajando com um propósito.


“Muitas vezes esses perfis são capazes de hackear os sistemas, ou seja, de trabalhar além das normativas previstas pelas plataformas digitais, criando oportunidades para que as empresas se comuniquem com públicos de interesse, seja para awareness, seja para, efetivamente, venda/conversão”, segundo os entrevistados através da pesquisa pela AlgoritmCOM.


Em relação ao budget, houve um aumento de 68% na faixa de investimento entre 300 mil e 1.5 milhões de reais de 2019 para 2021 e os três itens que mais aparecem nas composições dos valores são: 80% de contratação direta de influenciadores, 79% de conteúdo, produção e edição; e 65% de tecnologia e ferramentas. Em relação aos resultados de 2019, vemos que as empresas estão investindo mais em conteúdo, ferramentas e pagamento direto do consumidor, já os custos com experiências (viagens, festas, etc) e press kit diminuíram de importância.


Em contrapartida, os fatores que impedem as marcas de investirem mais em influência são a dificuldade de quantificar o ROI e provar a efetividade do influenciador (72%), a dificuldade de encontrar o influenciador certo para a marca (35%), 32% acham muito caro e 27% acredita que a profissionalização do mercado ainda é baixa.


Por outro lado, a pesquisa revela que 40,6% das marcas não estabelece e nem cobra um resultado dos influenciadores e 1 em cada 3 não define as métricas e indicativos de sucesso da campanha antes de realizá-la. Para Bia Granja, da YOUPIX, a definição da atuação do influenciador dentro da estratégia de marketing da marca é ponto-chave para estabelecer a narrativa e as métricas certas de avaliação do resultado da campanha. “Isso deve ser feito ANTES da ação, no momento do planejamento. Se não sabemos onde queremos chegar e como vamos medir, nossa atuação se torna tática e não conseguiremos mensurar nada além de alcance e engajamento de posts”, completa.


De fato, 82% das marcas ainda têm como principal critério de sucesso a soma do alcance e engajamento dos posts realizados pelos influenciadores. “Isso diz pouco ou quase nada sobre o verdadeiro resultado da influência, visto que alcance e engajamento não demonstram o impacto da ação para o negócio”, diz Bia.


Para conferir a pesquisa completa sobre ROI e Influenciadores, clique aqui.

Levantamento aponta os 100 sites mais pesquisados pelo brasileiro na internet em 2021

Durante a pandemia mudamos o nosso comportamento como usuários online, já que passamos a fazer a maioria de nossas interações pela internet. Pensando nesse momento pelo qual estamos passando, a Semrush, uma plataforma SaaS de gerenciamento de visibilidade online e marketing de conteúdo, fez um levantamento para entender quais os 100 sites mais acessados nesse ano de 2021. E a melhor parte: esse documento será atualizado mensalmente, para acompanhar as mudanças que o mercado tem feito durante esse ano.

O ranking com os primeiros 5 domínios mais buscados pelos brasileiros durante fevereiro de 2021 é encabeçado pelo google.com com mais de 4 bilhões de buscas. O segundo lugar fica para globo.com com mais de 1436 milhões de acessos, o domínio da emissora também engloba o jornal, o streaming, o portal de notícias e os diversos sites dos programas de entretenimento.

Em terceiro lugar temos o uol.com.br com 999 milhões de acessos, sendo um dos portais mais procurados em busca de conteúdo, pois faz um jornalismo de apuração e oferece matérias de entretenimento, esportes e bem-estar. Em quarto lugar temos a rede social Facebook com mais de 906 milhões de visitas . E por fim, em quinto lugar ficou a plataforma de compartilhamento de vídeos Youtube com mais de 802 milhões de acessos no site.

Confira o Top 5 sites mais buscados:

1. google.com: 4 bilhões
2. globo.com: 1436 milhões
3. uol.com.br : 999 milhões
4. facebook.com: 906 milhões
5. youtube.com: 802 milhões

* Buscas online em fevereiro de 2021 no Brasil

“A análise dos sites mais acessados mostra como usamos a internet para basicamente informação, entretenimento e consumo. A grande questão é que muitas buscas dos usuários podem ser específicas sobre assuntos de nicho. E responder essa intenção de informação do usuário é um bom caminho para gerar mais tráfego em qualquer site. Basta entender o que ele busca”, comenta Erich Casagrande, gerente de marketing Brasil da Semrush.

Além dos 5 mais visitados, o levantamento da Semrush mostrou que o comportamento de busca na pandemia também trouxe um diferencial: sites de governos estaduais recebendo usuários em busca de informações confiáveis sobre o Covid-19. O site do Governo estadual de São Paulo é o mais bem colocado em sexto lugar com mais de 780 milhões de buscas. Além desse, outros que receberam destaque foram os dos estados de Paraná, Bahia, Rio Grande do Sul, Goiás e Ceará que figuram no top 50 de buscas em fevereiro.

Além da busca por conteúdo de qualidade, uma das maiores distrações nesse momento têm sido as redes sociais. Além do Facebook, que já apareceu aqui em quinto lugar, outra rede muito buscada é a outra do grupo de Mark Zuckerberg, o Instagram, com mais de 307 milhões em 11º lugar. Outra muito buscada é o Twitter que somou mais de 134 milhões e ficou em 18º lugar no ranking de mais buscados em fevereiro.

Para conferir a lista completa com os 100 sites mais visitados no Brasil no mês de fevereiro, visite o site: http://pt.semrush.com/blog/top-100-sites-mais-visitados/**Alguns sites mencionados na lista acima podem apresentar conteúdo adulto. Tenha cuidado ao acessar sites desconhecidos.

Varejo e e-commerce são líderes em engajamento no Facebook e no Instagram

Ainda que a pandemia do coronavírus ainda pareça longe de acabar, com a situação um pouco mais controlada e a diminuição no número de novos casos em alguns países, ocorreu a suspensão do lockdown em cidades pelo mundo e também regras mais brandas quanto ao isolamento, permitindo que as pessoas saíssem de casa para algumas atividades. Com isso, ocorreram alterações também no engajamento das indústrias nas redes sociais se levarmos em consideração seus setores. É o que aponta o estudo mais recente da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, recentemente comprada pela Astute, plataforma líder de engajamento do cliente.

O levantamento revela o setor de Varejo como líder em engajamento no Facebook, com 19,6% do total de interações da rede. Diferentemente do que ocorreu no ano anterior, quando o e-commerce ocupava a primeira posição, deixando o ramo de varejo com a vice-liderança. No Instagram, as coisas mudam um pouco já que o primeiro lugar ficou com o e-commerce, que contou com 23,4% das ações dos usuários. O setor havia ficado na segunda posição em 2019, quando a liderança da rede social em engajamento era do segmento de moda.

Já o setor de serviços alimentícios, que aparecia na quarta posição no ranking do Facebook no levantamento anterior, agora não está mais em destaque no top 5 da rede social, dando lugar para a indústria de beleza, que não aparecia no último estudo e agora conta com 8,5% das interações no Facebook.

De acordo com Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, as redes sociais devem ter destaque na comunicação com os consumidores. “Este ano, devemos perceber oscilações ascendentes em uma série de áreas, incluindo comércio social, investimento em publicidade e o uso de micro influenciadores. Além disso, com tantos consumidores continuando a recorrer aos canais digitais, as redes sociais se tornarão cada vez mais um componente crucial da experiência do cliente”, comenta.

Abaixo estão os setores que se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1. Varejo – 19,6% das interações
2. e-commerce – 16,2% das interações
3. Beleza – 8,5% das interações
4. Serviços – 8,4% das interações
5. Moda – 6,6% das interações

Instagram

1. e-commerce – 24,5% das interações
2. Moda – 22,5% das interações
3. Varejo – 14% das interações
4. Beleza – 11,6% das interações
5. Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório
Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Poder de Compra do Consumidor na Pandemia

Resultado de pesquisa do Procon-SP aponta que 70% dos entrevistados tiveram diminuição em sua renda individual

Com o objetivo de mapear como a situação financeira dos consumidores foi afetada durante a pandemia da Covid-19, seu poder de compra durante esse período, assim como sua percepção sobre sua própria situação financeira, o Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor do Procon-SP disponibilizou no site um questionário com 16 perguntas no período de 08/02 a 15/03/2. A pesquisa também abordou quais as expectativas dos entrevistados quanto ao seu futuro econômico e ao da economia brasileira e mundial.

A pesquisa foi respondida por 5.007 pessoas, sendo que 69,76% (3.493) delas afirmaram que sua renda individual diminuiu; para 23,93% (1.198,) permaneceu inalterada e somente para 6,31% (316), houve aumento.

Questionados sobre o motivo da diminuição da renda individual, 40,45% (1.413) afirmaram ter sido em decorrência da paralisação parcial ou total de suas atividades de autônomo ou empresário; 23,33% (815) apontaram a causa como sendo da redução salarial e, para 19,32% (675) a queda foi em decorrência de demissão. Para 16,89% a diminuição foi gerada pela necessidade de terem que passar a contribuir para a renda familiar em decorrência de desemprego e/ou morte na família.

Importância da renda individual na composição da renda familiar

Foi questionado a todos os entrevistados, independentemente de ter havido alteração em sua renda, qual a importância de sua renda individual na composição da renda familiar.

Os resultados apontaram que 39,64% (1.985) são responsáveis pela totalidade da renda familiar, ou seja, sua renda individual é a renda familiar e, um percentual muito próximo, 34,49% (1.727), é responsável pela maior parte da renda familiar.

Apenas 7,13% dos entrevistados têm renda desvinculada de uma família já que 4,49% (225) afirmaram que não contribuem para a renda familiar e 2,64% (132) não têm família.

Aumento nos gastos individuais

A todos os entrevistados foi perguntado se consideram que seus gastos habituais tiveram aumento durante a pandemia e, a grande maioria, 86,88% (4.350), afirmou que sim. 71,47% (3.109) deles afirmaram que esse aumento foi em decorrência de gastos com alimentação.

Especialistas do Procon-SP acreditam que esse resultado decorreu, dentre outros possíveis fatores, do aumento de preços dos alimentos. Em 2020, de acordo com a pesquisa da Cesta Básica do Procon-SP/Dieese, os alimentos tiveram alta de 31,69% em São Paulo. Outro aumento sentido por 14,16% (616) foi nas contas de consumo, tais como, água, luz, gás etc.

Não é hora de os fornecedores obterem aumento de seus lucros, mas procurarem manter os mesmos patamares existentes à época anterior ao início da pandemia. Tudo porque o consumidor não tem mais condições de consumir e se o Procon-SP não agir, não intervir e não fiscalizar será agravada ainda mais a sua situação já dificultada pela pandemia do Coronavírus”, afirma o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez.

Redução ou corte de consumos habituais

Foi questionado aos consumidores se precisou reduzir e/ou cortar seus consumos habituais, a grande maioria, 88,86% (4.449) respondeu que sim.

Sobre quais os setores que ocorreram essa redução a pesquisa disponibilizou algumas alternativas permitindo que o entrevistado escolhesse uma ou mais opções.

Os mais apontados foram: alimentação, 69,18% (3.078), telefonia e internet, 33,67% (1.498), contas de consumo (água, luz, gás), 33,06% (1.471) e saúde, 26,88% (1.196).

Os setores mais apontados são considerados essenciais o que, para os especialistas do Procon-SP, pode indicar uma piora na qualidade de vida. Mesmo a telefonia e internet, num momento em que o isolamento social é uma das medidas indicadas para conter o avanço da pandemia, esses serviços se tornam fundamentais para trabalho, estudo e comunicação com parentes e amigos, bem como para compras à distância.

Endividamento

55,30% (2.769) dos entrevistados afirmaram possuir dívidas em atraso. A eles foi perguntado qual foi o efeito da pandemia sobre essas dívidas e, a grande maioria, 88,73% (2.457) assegurou que elas aumentaram. Para 9,93% (275), não houve alteração, o que pode indicar que já estavam com dívidas em atraso antes da pandemia. Somente 1,34% (37) alegaram ter diminuído.

As principais dívidas em atraso mencionadas pelos consumidores, independentemente de ter havido aumento, redução ou permanecido inalterada (foi permitido a escolha de uma ou mais alternativas), foram: cartão de crédito, 58,97% (1.633); contas de consumo, 45,68% (1.265) e empréstimos bancários, 43,40% (1.202).

Para os especialistas do Procon-SP o cartão de crédito é um meio muito acessível de crédito, no entanto, as taxas de juros cobradas ainda estão muito altas o que pode levar ao descontrole e ao endividamento, especialmente quando utilizado para complementar a renda. E, atrasar contas de consumo é um forte indicador de que os rendimentos não estão sendo suficientes nem para cobrir o básico.

Expectativa dos consumidores sobre o futuro econômico

Foi solicitado aos entrevistados para que, a partir de sua percepção, avaliasse o que se pode esperar das atividades econômicas nos próximos seis meses em relação à economia mundial em geral, à economia brasileira e a sua própria situação econômica.

Economia mundial em geral: pode se afirmar que a maioria está pessimista, já que 52,29% (2.618) acredita que estará pior do que hoje. 22,41% (1.122) dos entrevistados acham que vai ficar como está e, 25,30% (1.207), que haverá recuperação econômica. Vale destacar que desse último grupo, a grande maioria acredita na recuperação da economia mundial em geral, mas ainda abaixo dos níveis anteriores à pandemia.

Economia brasileira: a percepção se assemelha aos que acreditam com o que ocorrerá com a economia mundial, porém, o percentual de pessoas que consideram que estará pior que hoje é ainda maior, 64,71% (3.240). 17,46% (874) acham que a economia manterá os níveis atuais e 17,84% (874), que haverá recuperação econômica.

Sua própria situação financeira: o maior percentual é daqueles que acreditam que nos próximos seis meses estará pior do que hoje, 43,22% (2.164) e 31,64% (1.584) consideram que a situação permanecerá inalterada.

Para Capez, a pesquisa confirma aquilo que já era sabido, os efeitos colaterais dessa pandemia na economia foram devastadores. “Por essa razão o Procon-SP tem que atuar para impedir que esse desequilíbrio econômico afete ainda mais os consumidores” .

Veja aqui o resultado completo da pesquisa .