Shoppable Ads: Ferramenta encurta a jornada do cliente e ajuda a ampliar as vendas

A pandemia fez com que as marcas repensassem sua estratégia comercial e publicitária. Embora muitos tenham feito uma pausa nos orçamentos para entender a situação, hoje, grande parte deles, migram para o canal online, levando em consideração a aceleração que a digitalização teve nos últimos meses, bem como os novos hábitos de consumo das pessoas. O e-commerce disparou em números impressionantes. O levantamento mais recente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, divulgado em julho, apontou que o faturamento do e-commerce, nos últimos 12 meses, mais que dobrou, alcançando crescimento de 127,77%. 

A situação no mundo impactou todos os mercados e para a publicidade digital a mudança foi positiva. Este ano, pela primeira vez, se tornou o meio mais relevante em termos de receitas na maioria dos mercados.

“Diante desse novo cenário, o desenvolvimento tecnológico é fundamental para que as marcas possam converter mais visitas em compras, além encurtar a jornada do usuário. Para isso, é fundamental levar em conta as mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros e, assim, passar a oferecer formatos de publicidade adequados voltados às compras online. Esta é a principal finalidade da Shoppable Ads, que permite acesso rápido, simples e intuitivo aos produtos e / ou serviços oferecidos pelas marcas em seus canais digitais”, explica Alberto Pardo CEO e fundador da Adsmovil.

Os benefícios da Adsmovil Shoppable Ads não são voltados apenas para as marcas, que poderão monitorar e otimizar campanhas e produtos ativos em tempo real, mas também aos usuários, que farão suas compras de forma mais fácil, segura e rápida sem sair de casa, permitindo, ainda, a comparação de preços e a escolha de sua loja preferida para aquisição de um determinado produto.

Anúncios com link para compras diretas são uma tendência-chave na publicidade digital, globalmente, pois encurtam a jornada do consumidor da “descoberta à compra de um produto”.

A Adsmovil Shoppable Ads oferece a oportunidade de aumentar o número de conversão, onde a equação é igual a “mais pessoas navegando, mais pessoas comprando”. Nesse ambiente, o consumidor é chamado a fazer compras por meio de um apelo que aparece em um banner publicitário.

“As pessoas mudaram para o canal online e o hábito não desaparecerá quando a pandemia acabar. Por isso, as marcas devem garantir aos consumidores uma experiência perfeita, que agregue informações mais detalhadas e maior variedade de produtos”, acrescenta Pardo

Grandes e reconhecidos players da indústria digital como Facebook, Google e Amazon já possuem soluções próprias e a expectativa é que, até o segundo semestre de 2021, outros lançamentos sejam feitos, em novos formatos, com foco na compra de produtos ou anúncios shoppable.

Esta solução de publicidade digital tem sido reforçada, sem dúvidas, pela pandemia, para responder às necessidades de quem tem aumentado o seu consumo online, para permitir às marcas o aumento das suas vendas, bem como para impactar o seu público-alvo em ambientes favoráveis – e em tempo real – com mensagens relevantes para o consumidor.

Como funcionam os anúncios Shoppable?

Uma vez que o banner do produto aparece para o usuário, enquanto navega em seu dispositivo, ele pode clicar e escolher entre as variedades do produto, bem como comparar seus preços nos diferentes varejistas para, em seguida, selecionar sua loja preferida, e, por último, finalizar a compra. Desta forma, os usuários podem adquirir os produtos de que precisam do conforto de casa e mitigando os riscos de contágio da Covid-19.

Gilberto Campos - Mundo Digital

Usuários concordam que o WhatsApp deveria encaminhar para a Justiça os dados de quem compartilha fake news

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil revelou que 76% dos usuários de WhatsApp concordam que o aplicativo deveria encaminhar para a justiça os dados de quem compartilha fake news. Esta é a primeira vez que o tema “fake news” é abordado pela pesquisa, considerando que este ano haverá eleições municipais no Brasil e o assunto é merecedor de amplo debate na sociedade, incluindo tendo propostas no Congresso Nacional para regular a matéria, além de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, que ainda terá resultados que poderão impactar o modo como o aplicativo de mensageria é utilizado e a maneira como o Facebook, dono do app, vai lidar com a situação. A pesquisa online foi realizada entre 7 e 28 de julho de 2020 e ouviu 2.046 brasileiros com mais de 16 anos de idade que acessam a Internet e possuem celular.

Outra descoberta é que a grande maioria dos brasileiros que usa o app, 88%, afirma que já recebeu notícias falsas. No grupo entre 30 e 49 anos que responderam a esta questão, esta opção é a escolhida por 91% dos entrevistados, enquanto na faixa dos mais velhos, de 50 anos ou mais, o percentual é de 81%.

Ao mesmo tempo, um em cada três brasileiros que usam o WhatsApp (33%) admite que já compartilhou notícias no mensageiro sem verificar se eram verdadeiras. Neste aspecto, a proporção cresce conforme a idade. Entre os mais jovens, de 16 a 29 anos, apenas 29% reconhecem ter feito isso. Na faixa de 30 a 49 anos, o percentual é de 34%. E entre aqueles com 50 anos ou mais o percentual é de 44%. Não há diferenças significativas por classe social, gênero ou região do País. “Aqui, é interessante notar a sinceridade de parte dos brasileiros em reconhecer que já espalhou notícias sem confirmar sua veracidade, ao mesmo tempo em que deseja a punição para quem faz isso”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Outras descobertas da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil

Telegram está presente em 35% dos smartphones brasileiros e mantém crescimento. O aplicativo teve um aumento de 16 pontos percentuais em um ano e de 8 pontos percentuais em apenas seis meses. A popularidade do Telegram é maior entre homens (40%) que entre mulheres (31%). A diferença é ainda maior na análise por classe social. O Telegram é mais popular nas classes A e B (46%) do que nas classes C, D e E (33%). Por idade, sua penetração é maior no grupo de 30 a 49 anos (38%). Na faixa de 16 a 29 anos, 36% dos entrevistados possuem o Telegram instalado. E entre os mais velhos, com 50 anos ou mais, o percentual cai para 24%.

WhatsApp registra aumento em voz e vídeo – A proporção de usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) do aplicativo que trocam vídeos pelo app passou de 67% para 76% em seis meses e a proporção entre os que realizam videochamadas subiu de 55% para 63%. Além disso, 29% dos MAUs do WhatsApp afirmam que fazem videochamadas pelo app todo dia ou quase todo dia. Entre os usuários que realizam videochamadas, a proporção subiu de 55% para 63%. Além disso, 29% dos MAUs do WhatsApp afirmam que fazem videochamadas pelo app todo dia ou quase todo dia. Segundo os organizadores da pesquisa, o crescente interesse do brasileiro por conteúdo em vídeo no aplicativo está possivelmente relacionado à quarentena decorrente do novo coronavírus.

Pagamentos via WhatsApp: cresce o interesse dos usuários – Dois em cada três usuários do app querem usar o WhatsApp Pay. Entre os pesquisados, 44% deles são clientes de um dos três bancos e querem experimentar o pagamento pelo app e outros 22% não são correntistas das referidas instituições mas desejam utilizar o serviço. Outros dados coletados pela pesquisa complementam a análise: atualmente, 78% dos usuários do WhatsApp no Brasil afirmam que se relacionam com marcas e empresas através do mensageiro. Em seis meses, subiu de 54% para 60% a proporção de MAUs do aplicativo que gostam de ideia de fazer compras com ele. Por outro lado, caiu de 61% para 55% o percentual que acha adequado receber promoções de marcas no WhatsApp.

SMS: cai frequência de envio de mensagens pelos consumidores – Ao passo que o WhatsApps se consolida como aplicativo de mensageria preferido dos usuários, a frequência de envio de SMS pelos brasileiros diminuiu ainda mais nos últimos seis meses. A proporção de internautas com celular que mandam “torpedos” todos os dias ou quase todo dia era de 24% em janeiro e agora está em 17%. O percentual que afirma nunca ou quase nunca escrever um SMS subiu de 45% para 57%, no mesmo intervalo. A frequência de recebimento de SMS continua alta e no mesmo patamar, indicando que o mercado de SMS A2P, como é conhecido o serviço de mensagens de texto enviadas por empresas para seus clientes, continua forte. A pesquisa não apurou alterações significativas em seis meses: 59% dos entrevistados declararam receber SMS todo dia ou quase todo dia e apenas 15% dizem que nunca ou quase nunca recebem.

Os organizadores da pesquisa esperam que haverá impacto do lançamento no Brasil do serviço de Rich Business Messaging (RBM), anunciado por Google e pelas quatro maiores operadoras do País (Claro, Oi, TIM e Vivo), sobre estes números. “Trata-se da evolução do SMS A2P, mas usando a tecnologia RCS, que permite envio de conteúdo multimídia. A novidade está disponível tanto para a troca de mensagens entre usuários finais como para envio de mensagens por empresas para suas bases de clientes”, comenta Fernando Paiva.

Outros números sobre o comportamento dos usuários brasileiros de smartphones no uso de serviços mensageria podem ser vistos ao baixar a pesquisa, produzida a partir de uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box. Esta edição tem o oferecimento da Infobip. Para obter o estudo: http://panoramamobiletime.com.br/

Gilberto Campos - Mundo Digital

Finais dos estaduais e início do Campeonato Brasileiro mantêm alto patamar de adesão às redes sociais dos clubes de futebol no Brasil

O IBOPE Repucom destaca a manutenção alto volume de crescimento de novas inscrições nas plataformas oficiais dos clubes de futebol no Brasil. A definição dos campeões estaduais e o início do Campeonato Brasileiro contribuíram para a manutenção do forte crescimento pós paralisação do futebol. Apenas no último mês, foram registradas 4 milhões de novas inscrições. Este é o segundo maior volume mensal de novas inscrições desde janeiro de 2017, atrás apenas do recorde histórico de 4,7 milhões registradas no mês de julho/2020.

O Flamengo liderou o crescimento mensal pelo 20º mês consecutivo ao somar 980 mil novos inscritos, sobretudo em seu TikTok (51% do total). Desde janeiro de 2019 o clube somou 13,9 milhões de novos inscritos e viu sua base digital aumentar quase 40% no período. Assim como em julho, além de liderar o crescimento geral, o clube ainda foi líder de crescimento em todas as demais plataformas.

O Corinthians ultrapassou a marca de 24 milhões de inscrições no cominado de suas redes oficiais. Ao todo, foram 624 mil inscrições, seu melhor desempenho mensal de 2020. Seu perfil oficial no TikTok foi responsável por 65% de todas as inscrições do clube.

O Palmeiras fechou o pódio ao somar 410 mil inscritos em suas redes e registrar seu melhor desempenho no ano e possivelmente motivado pela conquista do Campeonato Paulista. O resultado alviverde de somente do mês de agosto foi similar ao acumulado do clube entre janeiro a julho (426 mil inscrições). De cada 10 novas inscrições palmeirenses no último mês, 6 vieram de seu perfil recém-criado no TikTok, que conta com mais de 400 mil inscritos e já é o 4º maior entre os clubes de futebol brasileiros.

Pelo segundo mês consecutivo o Vasco figurou entre os maiores crescimentos do ranking. O clube obteve o quarto maior crescimento (235 mil) com participação de 35% da “Vasco TV”, seu canal oficial no YouTube e de 32% de sua conta no TikTok.

O São Paulo completa o TOP 5 maiores desempenhos mensais de agosto. O Tricolor Paulista agregou 234 mil novos inscritos à sua base digital, 74% deles via seu perfil no TikTok. O clube é o com maior participação do TikTok em seu resultado mensal entre os 10 maiores clubes do ranking

O Internacional somou mais de 100 mil novos inscritos, ultrapassou a Chapecoense e, após 45 meses, voltou a figurar entre os 10 maiores clubes do ranking. Para atingir este resultado, o Colorado contou com seu TikTok, que foi responsável por 65% dos novos inscritos do clube.

Pelo segundo mês consecutivo, o TikTok foi a principal fonte de novos inscritos para os clubes de futebol no Brasil. Cerca de 60% dos clubes com perfis oficiais na plataforma, ou seja, para 25 dos 42 clubes a maioria de seus novos inscritos são originárias da nova rede social. Atualmente, os clubes nacionais somam 6,2 milhões de inscritos em seus perfis no TikTok, com crescimento de mais de 200% desde maio/2020, quando entrou oficialmente para a medição regular do IBOPE Repucom.

O Paraná avançou duas posições e figura na 32ª posição, enquanto CRB, Vila Nova, Red Bull Bragantino e Atlético Goianiense avançaram uma posição cada. Destaque para o Campinense, que ultrapassou o Londrina e conquistou a 50ª posição, passando a figurar no ranking digital, segundo critério do estudo.

Veja abaixo o levantamento completo:

Fonte: IBOPE Repucom – Ranking digital dos clubes brasileiros
Link: http://www.iboperepucom.com/br/rankings/ranking-digital-dos-clubes-brasileiros-set-2020/
O levantamento é divulgado mensalmente pelo IBOPE Repucom e tem o objetivo de acompanhar o desenvolvimento das bases digitais dos 50 clubes com o maior número de seguidores do país.

Mais contexto aos Assuntos do Momento no Twitter

Os Assuntos do Momento ajudam a mostrar as conversas que estão acontecendo no Twitter. Mas muitas vezes perguntamos: “por que isso está trendando?”. Essa pergunta foi Tweetada mais de meio milhão de vezes no ano passado! Claramente, muitas vezes não fica óbvio o motivo de algo estar nos Assuntos do Momento. Mas deveria ficar.

Em todo o Twitter, temos trabalhado para trazer às pessoas mais contexto sobre o que está acontecendo, com avisos e alertas em Tweets e contas, bem como com páginas de curadoria (também conhecidas como Moments). Para facilitar ainda mais o entendimento das conversas em destaque pelas pessoas, estamos adicionando Tweets fixados e descrições a alguns Assuntos do Momento.