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Twitter: Confira dicas sobre como incorporar Tweets em sites

O Twitter é o lugar onde as pessoas vão para saber o que está acontecendo no mundo e é constantemente o berço de importantes discussões, ideias e manifestações que extrapolam a plataforma, viram notícia, influenciam comportamentos e mudam a sociedade, impactando as relações offline. Por isso, trazer as conversas que acontecem dentro do Twitter para seu site pode ser muito vantajoso. Tweets são frequentemente incorporados em outros sites para enriquecer o conteúdo, aumentar o valor do entretenimento, trazer contexto, vínculo com as fontes, além de tornar as informações mais confiáveis.

Os Tweets aumentam o valor de consumo dos textos, conforme estudo de pesquisa de mercado (1). Eles enriquecem o conteúdo, trazem contexto e fornecem uma maneira de vincular as fontes. Só em 2020, mais de 700 milhões de sites passaram a incluir Tweets (2) e o comentário do público é de que este conteúdo fornece valor de entretenimento, ajuda as pessoas a avaliar as reações e tornam as informações mais confiáveis.

Abaixo, confira três rápidas ações que você pode realizar para garantir mais alcance, engajamento e seguidores:

1. Incorpore seu perfil do Twitter. Adicione sua @ oficial no site para ampliar o alcance dos seus Tweets.

2. Inclua Tweets no conteúdo do seu site. Aumente o valor do consumo e a confiança no seu conteúdo.

3. Adicione os botões “Seguir” e “Mensagem” em seu site. Facilite a conexão entre seus clientes e seu público.
Veja mais detalhes e dicas no post do blog do Twitter Brasil.

Fonte:
1- Twitter Insiders Syndicated Tweets survey, 2017
2- Twitter internal data, 2020

Nova solução da WarnerMedia oferece a clientes views garantidos e impressões também na TV

A evolução da compra de mídia exige, cada vez mais, produtos que melhor atendam às exigências de agências e anunciantes. Portanto, empresas de mídia com grande inventário televisivo também devem se reinventar visando essa constante evolução. Não é diferente para a WarnerMedia, que traz ao Brasil a Audience Solutions, solução que transforma a compra de mídia em TV numa transação como a digital.

A tecnologia proprietária, já implementada com sucesso no mercado americano, permite uma segmentação assertiva de perfis demográficos e comportamentais que, somados ao conteúdo, trazem grande segurança para a marca segundo os KPIs de mídia acordados.

“O modelo de compra tradicional de mídia na TV se baseia no anunciante comprando inserções na programação em faixas horárias específicas. O Audience Solutions permite negociarmos com as agências e anunciantes os KPIs finais de um plano de mídia comprando impressões e views garantidos, aliados às necessidades de perfil de consumidores desejados pelo cliente”, diz Marcelo Pacheco, Vice-Presidente de Ad Sales e Inovação da WarnerMedia Brasil. “Mais de 15 clientes diferentes já se beneficiaram deste modelo de compra e agora estamos prontos para a escalada operacional”, complementa.

Daniel Spinelli, Diretor de Data & Insights da WarnerMedia Brasil, explica que a solução “é uma fusão de dados históricos de audiência e dados comportamentais. Por meio deles, e através de de machine learning, conseguimos fazer a predição no nível do ‘minuto’ de cada canal e dia quando há maior propensão de entrega para um target ou cluster específico”.

“O Audience Solutions é uma forma de tornar as inserções em Pay TV mais inteligentes e assertivas. Alocar as veiculações nos melhores programas para os nossos targets específicos nos permite ser mais relevantes, o que resulta em uma maior rentabilização da entrega. Com isso, conseguimos ter ganhos expressivos em TRPs com um mesmo investimento, além da certeza de que estamos falando com um público mais aderente, o que é fundamental na nossa estratégia”, reforça Celio Guida, Head de Mídia, Business Intelligence e Performance do Grupo Boticário.

Mobile Marketing e iOS 14: para consumidores privacidade total, para anunciantes tudo se complica

“O que acontece no seu iPhone fica no seu iPhone”. Sob essa premissa, a Apple lançou um conjunto de novos recursos de privacidade para os usuários, prometendo transparência completa sobre o uso dos dados. Aplicativos deverão mostrar exatamente que tipo de dados estão coletando, enquanto consumidores poderão autorizar essa coleta assim como o rastreamento de seu IDFA (Identificador de publicidade). Recente pesquisa mostra que menos de 1/3 dos consumidores estão cientes das mudanças de privacidade da Apple. A boa notícia é que em março, a AppsFlyer levantou que, em recente versão beta do iOS 14, 41% dos usuários de apps deram opt-in – aceitando ser rastreados. Foram mais de 13 milhões de ações avaliadas (opt-in ou a negativa do opt-in) em 300 aplicativos. O número não representa o mercado como um todo, mas já é bem mais otimista do que os 2% a 20% previstos na ocasião dos anúncios das mudanças.

Sobre a mais da metade de usuários dos quais os anunciantes perdem o rastro, é como se, de uma hora para outra, não pudessem mais fazer uma ação de reengajamento, ou não soubesse mais as preferências do usuário, não conseguisse mais fazer um anúncio em função de um produto que o usuário viu. Na esteira das novas necessidades dos aplicativos, a Apple lançou a solução de atribuição SKAdNetwork, porém, ela é limitada e dificulta a retenção e padrões de uso. Além disso, a perda de acesso aos dados reduz a receita vinda de anúncios, impactando os aplicativos que monetizam por meio da publicidade. Por fim, tecnologias de deeplinking serão bastante afetadas, uma vez que perde-se o rastreio persistente, sendo assim, usuários não terão a melhor experiência ao serem impactados por determinado anúncio.

Essa complicação não é novidade para os anunciantes. A maioria dos profissionais de marketing de apps esperam perder cerca de 50% dos identificadores sob o novo protocolo opt-in, sendo a segmentação, medição e atribuição os mais desafiadores. Mas isso para os que estão familiarizados com a mudança, pois 52% estão pouco a par das mudanças e 37% têm pouco ou nenhum entendimento sobre os novos protocolos de opt-in (Fonte: AppsFlyer/MMA).

Algumas das soluções para os anunciantes envolvem buscar outras fontes de atribuição, investir em ferramentas internas de mensuração, investir em outras soluções de mensuração como a incrementalidade e aprender a usar o SKAdNetwork da Apple. Uma das soluções que a AppsFlyer buscou como plataforma independente foi justamente simplificar a tela de uso do SKAdNetwork, por exemplo.

“Além de correr atrás de soluções práticas, é fundamental que os anunciantes entendam que é preciso ser claro com os usuários pelo quê eles estão trocando seus dados. A educação do consumidor de apps é muito ruim, e 83% dos anunciantes concordaram com isso na pesquisa”, diz Marlon Luft, gerente de marketing da AppsFlyer para América Latina. “Portanto, é a hora de explicar, para que o usuário entenda o quanto o rastreio seguro de seus dados pode melhorar sua rotina e suas experiências”, completa.

*Metodologia: o estudo apontado no texto, da MMA e da AppsFlyer, foi rodado nos Estados Unidos em fevereiro de 2021, com mais de 1500 pessoas, entre consumidores e anunciantes.

Para acessar os estudos:

https://www.appsflyer.com/blog/att-opt-in-rates-higher/

https://www.appsflyer.com/mma-marketer-report-2021

https://www.appsflyer.com/mma-consumer-report-2021

https://www.appsflyer.com/idfa-study-ios14-mma/

BBB21: Juliette é fenômeno também no Twitter, segundo levantamento da Knewin

A Knewin, maior PRtech da América Latina, analisou 1.025.098 tuítes entre os dias 31 de março a 11 de abril, citando o fenômeno da Internet, Juliette Freire, participante da edição 21 do Big Brother Brasil, que fora do reality é maquiadora e advogada. A paraibana de 31 anos entrou no programa em 25 de janeiro, com 3 mil seguidores no Instagram, e até o momento da análise, contabiliza 20,7 milhões de seguidores no Instagram que só crescem.

Durante o período analisado pela ferramenta Knewin Social, o termo “Juliette” teve mais de 460 mil menções, sendo a participante do BBB mais citada no Twitter. A hashtag #teamjuliette chegou a 46.066 tuítes e a conta da participante, @freirejuliette, somou 58.125 tuítes. Esse sucesso se reflete não apenas nas mídias sociais, mas também na imprensa. Em janeiro, no início do programa, foram publicadas 698 matérias citando a maquiadora; em fevereiro, o número subiu para 2.753 e chegou a 3.310 em março.

No dia 05 de abril, Juliette se tornou a participante do grupo pipoca mais seguida. Segundo levantamento do HypeAuditor, realizado em março, Juliette aparece no top 20 dos mil maiores influenciadores do Instagram no Brasil. Na lista, seu perfil supera nomes como Ivete Sangalo e Anitta.

No decorrer do programa, as marcas patrocinadoras do BBB também aproveitaram o “boom” de popularidade de Juliette, alinhando seus produtos com a participante para alavancar hashtags e menções que impulsionam vendas. Até mesmo as discussões que aconteceram durante o programa também impactaram positivamente a imagem de Juliette aqui fora. Após uma pequena briga com Fiuk sobre um cuscuz, por exemplo, uma marca que fabrica o item entrou em contato com a equipe da participante oferecendo um contrato de publicidade.

De acordo com o CMO da Knewin, Fabio Rios, as mídias sociais ocupam cada vez mais espaço na rotina de consumo e interação com conteúdo. Por isso, é imprescindível usar indicadores corretos e confiáveis para mensurar o impacto da exposição espontânea da marca em redes digitais na estratégia de comunicação, e ter a tecnologia como aliada. “Curtidas, menções e compartilhamentos são alguns dos indicadores que podem ser trabalhados. O grande desafio, no entanto, é coletar informações em grande quantidade e em tempo real para mostrar um cenário completo para medir resultados no mundo digital e alavancar uma marca, por exemplo”, completa.

Seis estratégias para empresas tradicionais melhorarem o posicionamento na internet

Mesmo antes da pandemia, empresas tradicionais de diferentes segmentos já buscavam se posicionar no meio digital com objetivo de alcançar o consumidor 4.0. Agora, mais do que nunca, elas desejam se posicionar melhor na internet diante de concorrentes que já nasceram digitais.

“Não há segmento que não tenha observado o quanto é necessário inovar para manter a competitividade e, principalmente, o ritmo de vendas. E em um cenário onde o sentimento pelas marcas está cada vez mais líquido, o desafio de impressionar o novo consumidor com criatividade tornou-se imprescindível à continuidade dos negócios. Mas para isso, é preciso se fazer presente no mundo digital”, afirma Marcos Custódio, diretor de novos negócios da WebPeak, empresa especializada em SEO (Search Engine Optimization).

Para ajudar as empresas a se posicionarem melhor digitalmente, o executivo preparou uma lista com seis dicas infalíveis. Confira abaixo:

1 – Analise os Backlinks dos concorrentes

Na prática, significa que é fundamental entender quais são as estratégias utilizadas pelas empresas que estão mais bem posicionadas no ambiente digital. Hoje, é possível analisar todas as métricas dos domínios onde estão listados seus competidores com a ajuda de tecnologias avançadas de SEO. “Por meio desta análise, a empresa consegue obter um check-list com todas as páginas que potencialmente podem prejudicar seu projeto, e assim tomar melhores decisões”, explica Custódio.

É interessante também avaliar as métricas externas do seu próprio site para detectar pontos de melhoria. “Todos os dados contribuem para a compreensão dos posicionamentos e na definição de novas estratégias”, diz ele.

2 – Conte com uma ferramenta de apoio às palavras-chave

As palavras-chave corretas são muito importantes para elevar o posicionamento digital de uma empresa. Por isso, contar com uma ferramenta dedicada para a obtenção de ideias e sugestões dos melhores termos de pesquisa é fundamental. “Uma tecnologia avançada vai mostrar as tendências de pesquisa com geolocalização, além de fazer a análise de competição e dificuldades destes termos”, afirma o especialista.

3 – Conheça profundamente como seu site é mencionado na internet

Para que um posicionamento digital seja bem-sucedido, é preciso conhecer a fundo como está a popularidade da sua empresa no universo online. Será que as menções feitas ao seu negócio são positivas? E caso negativo, quais são as críticas?

O ideal é contar com uma ferramenta que propicie um dashboard em tempo real de tudo o que é falado a seu respeito, por meio de marcações e hashtags. Assim, além de ficar informado sobre sua reputação, é possível corrigir rotas, mudar discursos, criar campanhas que melhorem seu desempenho na internet.

4 – Tenha o Google Analytics como aliado

Para atingir o topo de todos os buscadores, uma dica primordial é trabalhar de maneira integrada ao Google Analytics, obtendo informações essenciais para seu projeto. “Hoje, o Google Analytics é fundamental para monitorar o tráfego de qualquer site – seja um blog ou uma loja virtual, por exemplo”, esclarece Custódio. O objetivo principal é entender os comportamentos dos visitantes ao navegarem pelas páginas do seu site e, mais uma vez, tomar as melhores decisões.

5 – Crie conteúdos relevantes com número ideal de caracteres

Sua empresa criou um blog, mas não recebeu o retorno esperado? Isso pode ocorrer por muitas razões e uma delas é o volume de caracteres nas páginas.

É importante digitar o texto com controle de número de caracteres, palavras e densidade de palavras-chave. Existem sistemas que ajudam na criação de conteúdos cada vez mais relevantes, como por exemplo títulos que costumam ser mais atraentes para o público, e que monitoram a quantidade de caracteres ideias para o SEO.

6 – Busque apoio de uma auditoria técnica para verificar seu site e dos concorrentes

Este é um recurso importante para detectar problemas de maneira ágil e correr atrás do que precisa ser melhorado. É muito importante contar com dados completos sobre o fluxo do seu site na internet, mas para isso o ideal é buscar no mercado uma auditoria técnica que suporte você com relatórios completos e detalhados. “Ter um fornecedor de renome faz toda a diferença. É um investimento que trará excelentes frutos no futuro”, finaliza Custódio, lembrando que a tecnologia WebPeak reúne todos estes recursos e tem suporte ao mercado brasileiro.

Durante a pandemia, número de usuários que veem anúncios nas redes subiu 30%

A pandemia de coronavírus já completou um ano e muitas mudanças ocorreram nesse período atípico no mundo todo. Para analisar o impacto causado nas mídias sociais e como isso influenciou as tendências de marketing, a Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, recentemente comprada pela Astute, plataforma líder de engajamento do cliente, realizou o estudo Situação do marketing de mídia social: depois de um ano de Covid.

De acordo com o relatório, o Facebook Ads Reach (número de usuários que visualizam um anúncio pelo menos uma vez) cresceu 30% no mundo todo em 2020 em comparação com 2019, com aumentos regionais variando entre 12% e um salto surpreendente de 96% na América do Norte.

Para Yuval Ben-Itzhak, CEO da Socialbakers, essa alteração se deve à mudança de hábitos do público. “Esse aumento no alcance do anúncio pode ser atribuído a uma série de fatores, um deles é que os usuários estão gastando mais tempo online interagindo com conteúdos das marcas. Outro fator é o tamanho da audiência do Facebook. Com mais de 2,7 bilhões de usuários, nenhuma outra plataforma pode oferecer às empresas o mesmo alcance que ele. Impulsionada pela pandemia, a mudança que vimos no comportamento do consumidor foi dramática. E, com mais pessoas gastando tempo online, é provável que os consumidores estejam mais ansiosos para se envolver com os anúncios – tornando mais fácil para o algoritmo veicular mais propagandas para seus usuários”, explica.

Ao analisar o investimento em anúncios do Facebook, a América do Norte viu uma queda no início de março seguida por uma rápida recuperação com níveis recordes. Os dados da Socialbakers mostram que os investimentos no Facebook de um ano para cá dobraram à medida que os canais digitais se tornaram uma ferramenta-chave para chegar ao público que está passando mais tempo em casa. “As comparações anuais mostram que o investimento em publicidade continuou subindo no primeiro trimestre de 2021, indicando uma forte confiança na publicidade digital em todas as regiões”, acrescenta Ben-Itzhak.

Com base nos últimos 12 meses, olhando para publicidade e para as tendências de alcance de anúncios, a maior lição para as marcas é que a comunidade de marketing digital é resiliente e capaz de se adaptar às circunstâncias mais desafiadoras. Os esforços de transformação digital que ocorreram no ano passado – desde a compra no aplicativo até o influxo de empresas que lançam opções de compra online – só irão reforçar as táticas de marketing digital e aprofundar a confiança em anúncios em redes sociais.

O estudo também analisou as tendências de sentimento e, medindo as interações do Facebook para publicações relacionadas à vacina ou ao vírus, chegou à conclusão de que a Pfizer foi a principal marca de saúde no período. Mas quando se trata de sentimento, a AstraZeneca acabou recebendo mais interações negativas no mesmo período.

TNT Sports é a marca de conteúdo esportivo mais engajada do Brasil no digital

Firme na posição de destaque no segmento dos esportes, a WarnerMedia lançou a TNT Sports, sua marca regional, em janeiro, herdando e mantendo os recordes já conquistados nas redes sociais pelo antigo Esporte Interativo. Alcançando mais de 150 milhões de pessoas todos os meses², seu sucesso se baseia em uma entrega multiplataforma, atingindo diferentes públicos com informação e conteúdo relevante do universo esportivo.

Desde o início do ano, o TNT Sports registrou fortes resultados e um alto engajamento. Só em seu perfil do Instagram foram mais de 306 milhões de interações — 93% a mais do que a soma de seus concorrentes —, 50 milhões no Facebook e 3 milhões no Twitter, além dos 77 milhões de views no YouTube ¹. E nesta semana, o perfil EI games no Instagram, marca do TNT Sports dedicada a games e e-sports, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores e o perfil da TNT Sports também no Instagram chegou a 10 milhões de seguidores.

Além disso, o portal TNT Sports está entre os TOP 10 do país com 4 milhões de unique visitors e 21 milhões de page views por mês³. “Nós buscamos sempre a conexão com o sentimento do nosso fã. Nosso conteúdo multiplataforma é, no final, um enorme lugar de conversa para a imensa comunidade engajada que temos em todas as nossas redes.”, afirmou Diego Vieira, Diretor de Conteúdo de Esportes da WarnerMedia Brasil.


¹ Social Bakers. Jan-Fev’21 ; Crowdtangle ; Socialblade
²Social Bakers. Fev’21. Facebook e Instagram ; Youtube Analytics. Fev’21 ; Omniture. Fev’21. Apps e Web
³Comscore. MMX – Key Measures. Fev’21. Sports ; Google Analytics. Fev’21 ;

A importância das martechs para a expansão dos negócios

O consumidor está cada vez mais conectado a diversas plataformas, e a jornada omnichannel veio para ficar. Dados da pesquisa “A opinião do consumidor sobre experiências omnichannel”, realizada pela All iN Social Miner , em parceria com a Opinion Box, revelam, por exemplo, que a quantidade de brasileiros que hoje consomem de forma híbrida já chega a 60%, e que 16% do público estreou nas compras online em 2020.

Como consequência disso, e diante da transformação digital robusta que estamos vivendo, marketing e tecnologia nunca estiveram tão juntos, trabalhando com o mesmo propósito de ampliar os pontos de contato direto entre consumidores e marcas, ajudando pessoas a encontrar o que precisam, quando precisam, e empresas a otimizar a experiência que proporcionam principalmente ao atrair, identificar, entender e engajar potenciais clientes.

Se “dados são o novo petróleo”, é entre um grupo seleto de martechs que encontramos as ferramentas necessárias para coletar, integrar e, principalmente, refinar esse dados, transformando-os em informações capazes de apontar novas tendências e estratégias que estreitam o relacionamento com os consumidores, sempre com ações personalizadas, embasadas no comportamento deles. Tudo isso faz com que as martechs se tornem fundamentais para a expansão das empresas, sendo uma peça chave para o crescimento, ainda mais diante da enorme concorrência que podemos observar no ambiente digital hoje.

Além disso, no atual cenário de consumo, que está em constante mudança, as martechs também se tornaram protagonistas por sua grande capacidade de se transformar conforme a necessidade dos negócios. A Social Miner & All iN, por exemplo, unem dados de consumo, tecnologia e humanização para compreender o contexto e o momento da jornada de compra de cada usuário e identificar a linguagem e comunicações ideais para alcançar cada um de forma personalizada. Hoje, as estratégias e expectativas de crescimento das marcas são bastante norteadas pelas ferramentas e soluções oferecidas pelas martechs. No futuro, serão ainda mais.

Sucesso do Clubhouse incentiva outras plataformas e não deve parar por aí, aponta 20 DASH

Denis Shirazi, CEO e Founder da 20DASH

Linkedin, Slack, Instagram, Twitter e Spotify são algumas das plataformas que já estão correndo atrás de recursos para integrar salas de voz inspiradas no modelo do Clubhouse. Essas plataformas, entre outras, têm expandido em suas últimas atualizações a possibilidade de conversas por áudio, seguindo a deixa do sucesso do Clubhouse. O aplicativo focado totalmente em levar o usuário a ficar imerso por horas em salas de bate-papo, interagindo em conversas por voz, chama atenção pela proposta inovadora. Além disso, também levantou debates logo quando surgiu no Brasil, acerca de seu propósito por conta da forma de ingresso, via convite, e acessibilidade, estando disponível apenas para o sistema iOS, até o momento.

“A minha primeira impressão como usuário [quanto ao Clubhouse] era de ter chegado a uma festa atrasado com várias rodas de pessoas em que entrava já com a conversa andando e sem saber muito o que tava acontecendo, sai para pegar um drink e olhar de fora como aquele ambiente se comporta e me organizar para participar do fuzuê”, comenta Denis Shirazi, CEO e Founder da 20DASH, startup que propõe e desenvolve soluções interativas e personalizadas de comunicação baseadas em tecnologia para grandes empresas.

A 20DASH é especializada em Realidade Aumentada (AR), sendo esse um de seus carros-chefes, além do desenvolvimento de Aplicativos, Realidade Virtual (VR) e Inteligência Artificial (AI). Os produtos desenvolvidos pela startup têm como foco a experiência do usuário atrelada a mensagem da campanha, de forma inteligente e divertida, fazendo com que as interações criadas nas plataformas mobile consigam garantir o entretenimento, a atenção e a compreensão clara da mensagem. A empresa já entregou soluções para algumas das mais importantes empresas nacionais e internacionais, como: Americanas, Via Varejo, Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza, Pepsico, Burger King, Mars, Bradesco Seguros, Reebok Internacional, Adidas Internacional, entre outros. A startup também trabalha com o segmento de voz por meio de tecnologia para assistentes virtuais.

Para o especialista, esse caminho em direção a ausência de interface já está seguindo em ritmo acelerado e com aderência, tendo em vista a demanda já grande no Brasil pela linha Echo da Amazon ou Google Homes, entre outras, de caixinhas inteligentes com assistentes virtuais para casa. Uma pesquisa recente da consultoria de Data Science, Ilumeo, apontou um aumento de 47% no uso de serviços ou produtos com assistentes virtuais por voz no Brasil, entre os meses de março e julho de 2020. Segundo Denis, com a evolução tecnológica, com certeza, veremos um foco na criação de ações voltadas a estes produtos. “Seria bastante interessante ver o Clubhouse ou outro produto ser lançado primeiramente focado nas caixinhas de assistentes virtuais”, destaca ele.

Olhando para o passado, houve um progresso rápido na modernização e aperfeiçoamento de dispositivos tecnológicos, com destaque para os smartphones, que no final dos anos 2000 contavam com uma capacidade tecnológica ínfima perto do que se tem hoje. A tendência é que cada vez mais esse progresso seja mais rápido. Além disso, o Brasil é considerado um país estratégico para estudos e testes de novas funcionalidades, que muitas vezes são lançadas primeiro aqui pelas características e dimensões do país, que tem uma população com comportamento curioso a novas tecnologias arraigado na sua cultura.

De carona nos podcasts mas com uma nova proposta

Não é de hoje que a tecnologia tem apostado cada vez mais na voz como forma de ação digital, seja para a busca de informações, para compra de um produto ou na comunicação entre pessoas. A ideia é ganhar em agilidade e flexibilidade para integrar cada vez mais as tarefas do dia a dia. “É dispendioso ter que estar com seu celular sempre à mão para fazer qualquer atividade digital e a evolução tecnológica dos assistentes virtuais e suas caixinhas apontam para esse futuro vocal”, destaca Shirazi.

Mas há quem ainda estranhe a tendência e prefira o tradicional visor com imagens, seja dos amigos ou de produtos. Para o CEO e também desenvolvedor de apps, o Clubhouse aproveitou para uma ocupar um espaço ignorado pelos Podcasts. “Via podcasts, o consumo do conteúdo é de via única, com zero participação do ouvinte; sem deméritos ao formato e seu uso, o Clubhouse oferece uma opção de tornar esse conteúdo colaborativo, estabelecer conversas de mão dupla e abrir espaço para todos os usuários dividirem suas ideias sobre temas específicos”, analisa o CEO.

Na opinião dele, o app acertou em trilhar esse novo caminho, dando protagonismo ao usuário comum, seguindo como algo distinto dos podcasts e focando em um espaço aberto de conversas tende a vingar como um novo produto não concorrente de podcasts ou outras redes sociais.

Outro fato curioso que tem trazido ainda mais popularidade ao Clubhouse são seus usuários. Com menos de um ano de atuação, a rede já conta com 6 milhões de pessoas cadastradas, entre elas os executivos mais importantes do mundo. Com isso, a nova mídia social tem se mostrado uma poderosa ferramenta de networking. Algumas marcas já estão marcando presença por lá.

“Passando o Hype do momento, a rede pode sim se tornar algo grande – considero um ponto positivo a sua estratégia de crescimento via convite, algo que o falecido Orkut adotou e criou uma febre por convites à época”. Para o desenvolvedor, ainda há muito a se percorrer ainda nesse caminho da implementação completa dos comandos por áudio, mas a apresentação de uma rede social focada em voz, ainda que necessite do tal smartphone para funcionar, é um passo importante em direção a concretização dessa tendência.

Marcas e empresas têm um novo ambiente para explorar

Hoje, depois de alguns anos, a maioria das marcas e empresas já conseguiram se inserir e galgar seu espaço no ambiente digital. A pandemia também foi um fator responsável por acelerar essa transformação digital em empresas que ainda relutavam para aderir às novas tecnologias.

“Utilizamos a forma de texto e interações ‘clicáveis’ no ambiente digital até hoje, pois assim a tecnologia era capaz de suportar e compreender nossas ações; mas, no nosso dia a dia e relações sociais, ela é toda feita por meio da voz e isso não se resume apenas a comprar produtos, isso se aplica a todo e qualquer sistema digital. E o mesmo acontecerá em breve com tudo ao nosso redor: clientes, colaboradores, fornecedores, parceiros”, explica Shirazi.

Nesse novo sistema, caberá às empresas traçar estratégias com ações funcionais nos assistentes virtuais para não perder clientes e se manter relevante com o passar do tempo.

Guia de filmes e séries on demand, Mixme chega ao mercado com mais de 600 mil títulos

 Mixme, o mais completo guia de filmes e séries on demand, chega ao mercado de conteúdo AVOD e VOD do Brasil com mais de 600 mil títulos na plataforma e com a expectativa de fechar o ano com 2 milhões de usuários. Com acesso gratuito, a Mixme conecta o usuário, de forma direta e rápida, ao conteúdo escolhido nos principais serviços de streaming disponíveis legalmente, seja ele assinante ou não. Além de agregar informações sobre novos conteúdos de todos os OTTs, a Mixme oferece, ainda, sinopses, fotos e detalhes sobre o título escolhido. A busca pode ser feita também por categoria, gênero, ator, diretor ou o que mais esteja a fim de assistir. A previsão é que o aplicativo da plataforma esteja disponível ainda neste primeiro semestre.

Mixme é um produto da agência de inovação e tecnologia Hooko, empresa americana com sede em Miami. O desenvolvimento do projeto levou a uma parceria com outra empresa multinacional dos Estados Unidos, a BKS – nascida no Brasil há 62 anos, que atua junto aos principais estúdios de cinema e hoje possui uma grande penetração no mercado audiovisual, com operações espalhadas pelo mundo -, uma agregadora oficial de conteúdos e plataformas VOD da Hooko . O movimento proporcionou amplitude junto às plataformas globais na Mixme. Após a formação de uma joint venture entre a Hooko e a empresa Use Mais Brasil, que possui um clube de serviços e inúmeras operações pelos estados brasileiros, adicionou-se um potencial de 22,8 milhões de pessoas pertencentes aos outros vários negócios em território nacional.

“A Mixme é um hub de plataformas que funciona como um controle remoto que permite a busca de um conteúdo de forma fácil e ágil. Trabalhamos com uma base ligada a uma tecnologia de ponta e atualizada diariamente. São mais de 30 pessoas envolvidas no projeto, entre desenvolvedores, designs e especialistas em cinema”, conta Nelson Assis, CEO e Head of Product da Mixme.

O estudo “A Mídia & Eu”, integrante da edição 2020 do Dimension (pesquisa da Kantar realizada com 8 mil consumidores residentes na Argentina, Brasil, China, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos antes da Covid-19), apontou oportunidades e necessidades no mercado de conteúdo sob demanda. Em entrevista para o portal Meio & Mensagem, Adriana Favaro, diretora comercial da Kantar Ibope Media, afirmou, “não há um limite apenas na questão da renda, mas também no tempo do consumidor. As pessoas não conseguem acessar a imensa quantidade de conteúdo que esses players ofertam.”

“Com o aumento das opções de escolhas e da competição, as empresas precisam pensar mais em como melhorar a experiência de consumo de vídeo e como usar os dados dos consumidores para entregar um conteúdo melhor e, também, criar ofertas de publicidade melhores”, completou.

Modelo triplo de negócio
A Mixme é um modelo triplo de negócio no mercado: por um lado, os anunciantes, cuja publicidade em um novo modelo de AVOD envolve a escolha do usuário, já que ele decide se quer ou não assistir o anúncio; de outro, o usuário, que tem a monetização de determinados conteúdos que quer assistir, o que lhes permitirá rentabilizar e trocar por recompensas; e terceiro, o mercado de VOD, que será potencializado ao receber novas assinaturas, geradas a partir desse fluxo na Mixme. “Para as plataformas de Stream (VODs), a Mixme é uma oportunidade única de engajar novos assinantes, mostrar o potencial de sua programação para usuários que ainda não a conhecem em detalhes, e até de mostrar sinergia com demais plataformas de Stream que podem trabalhar de forma coordenada no futuro. A Mixme é claramente um gerador de negócios para as plataformas de Stream no mercado”, afirma Jake Neto, responsável por agregar as plataformas na Mixme.

“Além da experiência de busca, a Mixme traz uma jornada original de entretenimento em vídeo pela monetização do usuário ao assistir à publicidade. O usuário assiste aos anúncios quando quiser e ainda recebe por isso. Onde tem cifrão, tem monetização. Isso é audience choice, ou seja, escolher assistir publicidade em troca de recompensas, que podem ser pontos ou dinheiro”, completou Assis.

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