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Jovem Pan é case de sucesso no Google News Initiative

O jornalismo digital da Jovem Pan figura como case de sucesso do Google News Initiative, plataforma do Google que reconhece as melhores iniciativas de propagação e regionalização do jornalismo na era digital. O grupo se inscreveu com o case que destaca o trabalho do jornalismo local no Youtube, com ênfase para o canal Jovem Pan News que acumula mais de 2,6 milhões de inscritos e, hoje, é líder de audiência no segmento.

O Google News Initiative foi lançado em março de 2018 e, em julho do mesmo ano, foi anunciada a versão do programa para o futuro das notícias em vídeo online, com o Youtube. Para fazer parte do programa não é necessário cumprir requisitos de entrega de conteúdo de curto prazo ou de um benefício para o YouTube, já que não há exclusividade de conteúdo ou requisitos de monetização.

Essa iniciativa do Google veio somar esforços à estratégia da Jovem Pan, que em 2014 trouxe toda sua expertise e credibilidade de produção de conteúdo de rádio para vídeo digital, com transmissões ao vivo de sua programação no Youtube. O auge de transformação digital veio com o lançamento em maio deste ano de sua plataforma de streaming Panflix, que envolveu mais de R﹩ 30 milhões em equipamentos digitais. O grupo montou mais de 10 estúdios equipados com telão 4K e sistema de áudio e vídeo 100% digitais. Isso permitiu que a capacidade de produção e distribuição da emissora aumentasse, passando a produzir conteúdo digital em multiplataforma, on-demand e em real time.

Em 2020, o novo desafio da empresa está concentrado em capacitar sua rede de afiliados. São mais de 90 emissoras espalhadas pelo Brasil dispostas a atingir o mesmo nível de “digitalização” de seu conteúdo jornalístico local para que possam ser distribuídos através do Panflix, que hoje possui mais de 400 mil downloads. “O jornalismo só é válido se for compartilhado. É uma honra para a Jovem Pan ser um dos cases da Iniciativa do Google. Além da plataforma reconhecer o esforço e o trabalho da Pan e a credibilidade do nosso jornalismo, ela é capaz de disseminar todo o nosso conteúdo em grande escala“, comenta Claudine Bayma, diretora de marketing da Pan.

O Google News Initiative acredita que o jornalismo de qualidade requer fontes de receita sustentáveis e que tem a responsabilidade de apoiar a inovação em produtos e o financiamento de notícias. “A Jovem Pan passou por uma grande transformação digital para ampliar seu conteúdo de notícias multiplataforma. Agora queremos ajudar os parceiros a construírem operações sustentáveis de longo prazo em vídeo online. Hoje são mais de 200 milhões de visualizações por mês, em todo conteúdo da Pan, e transmissões ao vivo de mais de 21 horas de notícias por dia. Se isolarmos somente o pilar de notícias, ele é responsável por uma audiência de 7,6 milhões de pessoas“, comenta Fabricio Vulcano, diretor de negócios digitais da Pan. “Um bom caso para nós é aquele em que o parceiro é capaz de dimensionar suas operações, aprender algo novo sobre vídeo digital e compartilhar essa visão com o setor em geral, ou seja, estamos no caminho certo“, complementa.

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Com startup Vibra, Grupo Bandeirantes chega ao mercado de e-commerce e lança serviço de streaming

Fundada como uma startup de inovação do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a Vibra foca em inteligência e solução de negócios a partir de dados, posicionando-se como um ecossistema de resultados para a geração de novos modelos no âmbito digital.

Em apenas nove meses de atuação no mercado, a Vibra estruturou o Data Lake do Grupo, e assumiu a gestão de canais digitais de grandes influencers, como o comentarista Denílson e os apresentadores Neto, Henrique Fogaça e José Luiz Datena. Além disso, foram abertas novas frentes junto a grandes plataformas como Facebook e Google, por meio de projetos inéditos de conteúdo e tecnologia.

Gerida por um grupo de profissionais de notória experiência neste mercado, a empresa é liderada por André Luiz Costa, que já ocupou a posição de diretor de jornalismo da TV Band e também conduziu a estruturação e implementação da BandNews FM, antes de assumir o posto de General Manager da startup .

A Vibra acaba de modernizar o novo portal do Grupo Band, que já está no ar, e agora trabalha na finalização de alguns novos produtos, como o marketplace chamado Na Prateleira ( naprateleira.com.br); o Band Play, um ‘super app’ onde serão encontrados os conteúdos de todo o Grupo Bandeirantes; um programa de fidelidade com prêmios a partir da interação dos usuários e uma carteira digital; hubs de diversos conteúdos, pautados pelo conhecimento que os dados trouxeram da audiência como o Band Receitas, um site de gastronomia, onde os usuários poderão interagir e cozinhar com a ajuda de um Chatbot, por exemplo.

“A ideia da Vibra surgiu do próprio crescimento do consumo de conteúdos audiovisuais digitais e da demanda das marcas e do mercado em geral por estratégias mais sólidas. Apesar de integrarmos o Grupo Bandeirantes, nascemos com total autonomia e uma cultura própria, além do desafio de levar esta nossa expertise para todo mercado e não só para os projetos do Grupo”, comenta André Luiz Costa, GM da Vibra.

Durante o início do isolamento social por conta da Covid-19, a startup cresceu e o processo de desenvolvimento de seus serviços foi acelerado. Com isso, o time de profissionais da empresa triplicou desde o início do ano, “estruturamos o time com o desafio de construir uma nova cultura que vem se mostrando muito eficiente no modelo remoto durante a pandemia, colocando de pé diversos projetos complexos, interligados entre si e entre os veículos do grupo”, finaliza Costa.

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TV do futuro oferecerá uma nova experiência de consumo de mídia ao telespectador

Até o dia 30 de novembro, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) receberá propostas de soluções tecnológicas para a TV 3.0. O Call for Proposals está disponível no site da entidade no endereço eletrônico: http://forumsbtvd.org.br/tv3_0/.

De acordo com Luiz Fausto, coordenador do Módulo Técnico do Fórum SBTVD, as propostas de tecnologias candidatas à TV 3.0 podem vir de universidades e centros de pesquisa, empresas privadas que desenvolvem tecnologias relacionadas à televisão, bem como, de entidades de padronização de tecnologias de TV Digital (por exemplo, do ISDB-T, do ATSC e do DVB).

“Ao considerar o desenvolvimento da próxima geração de televisão do Brasil, o Fórum SBTVD definiu os requisitos esperados das tecnologias a serem adotadas (casos de uso e as correspondentes especificações técnicas mínimas) e os procedimentos de testes e avaliação das tecnologias candidatas. Assim, abriu uma chamada pública internacional, o referido Call for Proposals, para que qualquer organização interessada possa contribuir com propostas, que serão avaliadas dos pontos de vista técnico, de mercado e de propriedade intelectual, a fim de selecionar as tecnologias mais apropriadas”, explica o especialista.

De acordo com a entidade, após recebimento, teste e análise das propostas, o Fórum SBTVD recomendará ao Governo Brasileiro as tecnologias apropriadas para a TV 3.0. Uma vez selecionadas, estima-se que a elaboração das normas técnicas aconteça em 2022.

Benefícios da TV 3.0

A TV 3.0 será um sistema disruptivo. A qualidade audiovisual oferecida aos telespectadores será elevada a um novo patamar, com vídeo UHD e áudio imersivo e personalizável.

“Ela oferecerá uma nova experiência de consumo de mídia, totalmente baseada em aplicativos, com integração completa e transparente do conteúdo transmitido pelo ar com o transmitido pela internet”, detalha Fausto.

Um dos requisitos considerados para integrar a TV 3.0 é a técnica de “reuso-1”. Considerada um dos pilares da TV 3.0, ela permite a transmissão de programações diferenciadas em cada localidade, usando o mesmo canal físico. Dessa forma, possibilita a transmissão de conteúdos direcionados para cada área, ao mesmo tempo em que otimiza o uso do espectro.

Adicionalmente, a técnica do “reuso-1” permite: a expansão da cobertura utilizando um único canal; o aumento da resiliência e da robustez da rede contra interferências; o uso simultâneo e independente dos 37 canais de UHF e 7 canais de VHF em todas as localidades; e a recepção com antenas internas, que simplificam a captação do sinal da TV. No futuro, as antenas poderão ser integradas aos televisores, para uma experiência ainda mais plug and play .

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Deezer anuncia novas contratações que prometem acelerar a dinâmica dos negócios da empresa

A Deezer acaba de contratar novos profissionais estratégicos para a operação no Brasil que promete trazer à empresa e ao mercado de streaming um novo olhar, mais dinâmico e criativo. A plataforma global apresenta Pedro Kurtz como Diretor de Conteúdo, Renato Galisteu, como Gerente de Marketing B2C e Eduardo Kaizer, como Account Manager B2B.

Pedro Kurtz chega para liderar o time de Conteúdo, relacionamento com indústria, festivais, entre outras parcerias que impulsionem o crescimento do streaming de áudio no País. Durante seus 10 anos de carreira, o profissional que soma passagens pelo Grupo Vegas, SIM SP e Festival Bananada, o profissional apresenta um histórico sólido de relações com artistas, análise de dados, marketing, curadoria de música e liderança multifuncional.

“A Deezer é uma grande empresa no mercado de streaming musical e vem crescendo consistentemente ano após ano. Acredito que ter trabalhado tanto ao lado de artistas quanto do lado de produtoras e players do mercado da música, traga equilíbrio e muitas possibilidades. A intenção é, cada vez mais, levar música e conteúdo de áudio a todo o Brasil e reconhecer as vozes tão plurais que o compõem”, revela Kurtz.

Renato Galisteu assume como o novo Gerente de Marketing B2C e será responsável por todas as atividades de marketing locais, eventos, jornadas do usuário, pesquisa e todas as campanhas executadas pela Deezer. Renato veio do Wildlife Studios – uma das 10 maiores empresas de jogos do mundo -, foi o head de marketing digital da Oracle na América Latina e possui passagem em diversas startups.

“A indústria da música me encanta de muitas maneiras, seja como músico ou como profissional de marketing. Espero ajudar a Deezer a se estabelecer como marca de voz autêntica e reconhecida por todos, fechando parcerias que elevem a experiência do nosso usuário para além do streaming, e com muito conteúdo exclusivo e de muita qualidade”, conta Galisteu.

O novo Account Manager B2B, Eduardo Kaizer, chega para fortalecer especialmente o relacionamento da empresa com a TIM. Kaizer soma mais de 10 anos de vivência no mercado de telecom, além de experiências empreendedoras. “A expectativa é a melhor possível chegando nessa casa. Trago o conhecimento do mercado de telecom e já realizei movimentos que estão no radar para Deezer”, diz Kaizer.

Marcos Swarowsky, Diretor Geral da Deezer para Brasil e América do Sul, comemora que as experiências dos três novos executivos colocam a Deezer em um novo patamar para os times de conteúdo, marketing e também na dinâmica com empresas parceiras.

“Esse tem sido um ano desafiador, mas seguimos investindo fortemente no Brasil. Mesmo com todo o contexto global conseguimos inovar, trazer novidades para o mercado, para entregar uma experiência ainda melhor para os artistas e para os usuários. Com a chegada desses três feras, a partir de agora, levaremos uma nova dinâmica para os negócios,” acrescenta Swarowsky. O executivo afirma que ainda fará novos investimento em força profissional no Brasil.

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Pandemia fez 63% dos influenciadores mudarem seus conteúdos

A quarentena impactou diversos setores da economia e mudou a rotina das mais diversas áreas e não seria diferente com os influenciadores digitais. A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, em parceria com a F.biz, agência de publicidade da WPP, ouviram mais de 1600 creators para entender as mudanças no comportamento para a criação conteúdo para as redes.

Com mais tempo em casa, as pessoas estão buscando oportunidades de aprender algo novo, aperfeiçoar habilidades manuais e gerenciar o tempo para atividades de forma mais eficiente. Essa nova rotina impactou no conteúdo criado nas redes sociais. Dos entrevistados, 63,2% afirmaram que mudaram os temas abordados e passaram a abordar assuntos como saúde (14,9%), entretenimento (13,7%) e alimentação (12,2%).

Outro fator analisado foi que cerca de 16% dos creators afirmaram que deixaram de publicar conteúdos por acreditarem ser assuntos sensíveis e até mesmo para evitar uma reação negativa pelos seguidores (mais conhecido por “cancelamento”). Os principais temas considerados delicados são viagens (44%), eventos (35% ) e compras (14%).

Para Rafael Arty, sócio e Head do Comercial da Squid, a mudança de comportamento e alteração de área de conteúdo compartilhado é uma adaptação natural, mas foi acelerada pela quarentena “Influenciadores estão constantemente testando novidades para o público, trazendo conteúdos de acordo com o que a audiência se identifica. A impossibilidade de sair de casa acelerou o processo de mudança que costuma ser gradual para não impactar tanto o público. Esses dados mostram como a consciência do estado atual que estamos vivemos e como esses creators impactam na vida das pessoas como um fator decisório, não apenas de consumo, mas de exemplo a ser seguido”, diz Arty.

De acordo com Amanda Gasperini, diretora de Data Intelligence & Insights da F.biz, “as pessoas estão buscando por referências que se conectem com seu propósito e seus valores neste momento que estamos vivendo e os influenciadores são um reflexo direto disso. Seletividade de conteúdo, lives como entretenimento e a busca por informações verdadeiras marcam a mudança de comportamento atual”.

Confira mais informações do estudo no link: http://conteudos.squidit.com.br/pesquisa-influenciadores-e-covid

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Fenapro debate a Lei 12.232/2010 que regulamenta contratos de publicidade da administração pública

O “Dica Legal”, programa de debate ao vivo de temas jurídicos promovido pela FENAPRO (Federação Nacional das Agências de Propaganda), com o apoio dos SINAPROS (Sindicatos das Agências de Propaganda), recebeu, nesta quarta-feira (07/10), o jurista e professor titular da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, Marçal Justen Filho, e o presidente do CENP, Caio Barsotti, para um debate mediado pelo presidente da Fenapro, Daniel Queiroz, sobre a Lei Federal 12.232/2010, que regulamenta os contratos de publicidade da administração pública, e que precisa ser compreendida e bem utilizada pelas agências que têm interesse em disputar contratos com agentes públicos.

Justen Filho, um dos maiores especialistas em licitações do Brasil, está lançando a obra “Comentários à Lei de Contratos de Publicidade da Administração Lei nº 12.232/2010”, e revelou, durante o “Dica Legal”, que o livro é fruto de debates e reflexões sobre a lei com diversos personalidades do mercado, e que a obra procura elucidar alguns temas que não são tão claros na lei, especialmente a questão da necessidade de segurança jurídica das agências. Barsotti acredita que o livro é uma obra essencial para as agências, que podem consultá-lo, sempre que houver dúvidas sobre como participar, em todas as etapas, de um processo licitatório para contratação de serviço de publicidade por órgão público.

Durante o debate, Justen Filho explicou as bases da lei, dando detalhes do mercado ao qual ela se aplica. Em 2019, os cinco maiores contratantes da esfera pública – Secom, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras e Ministério da Saúde – movimentaram juntos quase R﹩ 1 bilhão em verbas destinadas à publicidade. Também esclareceu que a Lei 12.232/2010, felizmente, foi criada com regras compatíveis com a natureza da atividade publicitária, com o objetivo de inutilizar a Lei 8.666/1993 para a pactuação dos contratos deste setor, relegando-a a uma aplicação apenas complementar à lei de 2010.

Barsotti acrescentou que a Lei 8.666/1993, apesar de ter sido a primeira lei que inseriu o processo licitatório para a contratação de agências de publicidade pelos órgãos públicos, só acrescentou esse assunto no final de sua tramitação no Legislativo, sem nada específico sobre o setor de publicidade, a não ser a necessidade da inclusão do processo licitatório para a escolha de serviços de publicidade. O resultado disso, segundo Barsotti, foi que, na década de 1990, todas as práticas utilizadas pelo mercado no âmbito privado passaram a ser copiadas pela administração pública, sem o respaldo de uma lei própria até a lei 12.232/2010, fato esse que resultou, lamentavelmente, em escândalos de má utilização de verba pública.

Embora a Lei 12.232/2010 já esteja há quase 10 anos em vigor, Justen Filho também chamou a atenção para o fato de que alguns tribunais ainda se utilizam da Lei 8.666/1993 para julgar contendas do setor, o que acaba por confundir juridicamente o mercado.

O debate foi acompanhado por profissionais do setor da publicidade e contou com uma boa dinâmica de perguntas, que foram respondidas pelos dois debatedores. Quem perdeu o programa ao vivo pode assistir novamente pelo link: http://www.youtube.com/watch?v=07jpKFDRm1Q

Gilberto Campos - Mundo Digital

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Do rádio ao streaming: estudo da Kantar IBOPE Media mostra tendências no meio

A nova edição do Inside Radio, estudo da Kantar IBOPE Media que traça o perfil do consumidor de rádio no Brasil, traz dados que demonstram as tendências para o áudio no país: 9% dos entrevistados ouvem rádio online e 16% acessam o meio quando estão navegando na internet. A análise identificou, também, as principais mudanças durante o período de isolamento social. 46% dos ouvintes de rádio entrevistados ouviram serviços de streaming de áudio durante a pandemia e 25% aumentaram esse consumo.

Os podcasts, formato muito utilizado entre as rádios para alcançar os ouvintes sob demanda, conquistaram 24% dos ouvintes durante o perído de distanciamento social, desses 7% ouviram podcast pela primeira vez e 10% aumentaram o consumo durante a pandemia. Nesse período, as lives ganharam escala e inundaram as redes, 75% dos entrevistados afirmaram terem começado a assistir lives de shows musicais a partir do início da quarentena. Deste público, mais da metade, 57%, são mulheres e 69% são millenials e geração X. As lives se revelaram uma grande oportunidade para as marcas. As pessoas se mostraram abertas para novas experiências de publicidade, 41% afirmaram que pagariam para assistir uma live e 82% se recordam das marcas anunciantes das lives que viram. Confira a íntegra do INSIDE Radio 2020 no site da Kantar IBOPE Media.

Gilberto Campos - Mundo Digital

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Spotify anuncia nova ferramenta de cards promocionais para artistas e criadores

Spotify anuncia nova ferramenta de cards promocionais para artistas e criadores
A nova ferramenta permite a criação de cards promocionais personalizados para músicas, álbuns, perfil e podcasts para artistas e podcasters compartilharem nas redes sociais

Nesta era de streaming de música e redes sociais, os artistas têm mais formas de se conectar com os fãs do que nunca. Por isso também, hoje em dia, artistas e criadores de conteúdo precisam muitas vezes incorporar o espírito do “faça você mesmo” e cuidar da parte de vendas, direção, curadoria e até arriscar como designer gráfico amador.

Para facilitar a criação de recursos de mídia social compartilhável ​​e atraentes, a partir de hoje, artistas e podcasters poderão facilmente gerar cards promocionais personalizados do Spotify para compartilhar com seus fãs nas redes sociais.

Por meio dos sites Spotify for Artists e Spotify for Podcasters, os creators podem personalizar e compartilhar gráficos com seu perfil de artista, faixa, álbum, podcast ou episódio. Além disso, os sites permitirão que os creators também baixem cards promocionais personalizados para compartilhar quando forem adicionados a qualquer uma de nossas 33 playlists de música e podcast mais populares. E tudo isso pode ser feito em três apenas três passos simples:

• SELECIONE: veja qual conteúdo que deseja promover;
• PERSONALIZE: Como você deseja que os fãs vejam o card? Escolha proporções de aspecto e cor de fundo;
• COMPARTILHE: Baixe sua nova criação e carregue-a onde quiser com o link para o seu conteúdo gerado pelo site. Você também pode escolher uma das opções de compartilhamento direto no site para publicá-lo nas redes sociais.

Pronto! Fácil, não? Você acabou de criar algo que os fãs podem compartilhar para ajudar a espalhar sua música ou seu podcast. Os sites podem ser acessados ​​para artistas aqui e para podcasters aqui, e estão disponíveis em inglês, espanhol, português e alemão neste lançamento.

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Venda de itens para produção de vídeo dispara na quarentena

Com as medidas de isolamento social, as lives, webinars e outras formas de comunicação on-line ganharam a atenção do público, tanto para se informar sobre as notícias quanto para dar aulas ou estudar, e assistir a shows e palestras. A tendência fez a procura e venda de itens para produção de vídeo aumentar, é o que mostra um levantamento da OLX Brasil.

O ring light, usado para melhorar a iluminação durante as filmagens, teve um aumento de 340% na demanda, seguido pelo tripé com crescimento de 145% e microfone com alta de 132%. Em relação às vendas, o ring light também ficou em primeiro na lista, com alta de 192%. Na segunda e terceira posição estão o microfone e fone de ouvido, com crescimento de 82% e 59%, respectivamente. Os dados são de agosto de 2020 em comparação com a média dos meses de janeiro e fevereiro, período pré-Covid.

Com a pandemia, muitas pessoas tiveram que se estruturar para realizar interações virtuais, como os vendedores que precisam apresentar seus produtos, funcionários de empresas que participam de reuniões, alunos e professores que têm aulas online e médicos que atendem via telemedicina. Com 62 milhões de usuários acessando a OLX todo mês, foi possível perceber o aumento no interesse por itens de produção de vídeo, que reforça esse movimento de migração do conteúdo para o espaço virtual ao lado da necessidade de profissionalização deste ambiente.

Veja, a seguir, os itens com maior aumento no interesse na OLX em agosto:

Já os produtos com maior crescimento em vendas por meio da OLX em agosto são:

Gilberto Campos - Mundo Digital

Jellyfish adquire brasileira Reamp e reforça empresa líder global de data-driven marketing

Empresa global que integra dados, criatividade e compra de mídia, a Jellyfish acaba de adquirir no Brasil a Reamp, pioneira e líder nacional em marketing programático. Juntas, as operações passam a somar expertises, expandir atuações e consolidar no país o conceito de digital partner, oferecendo suporte às marcas em todos os estágios de maturidade digital. A Jellyfish também chegou recentemente ao México e à Colômbia, com a aquisição da San Pancho, empresa que combina tecnologia e consultoria. É mais um passo de consolidação no continente.

A ambição da Jellyfish é escalar as estratégias hoje desenhadas pela Reamp para clientes como Sanofi, Natura, Movida, Bradesco, BP e 99, agregando soluções e competências inovadoras que permitirão à empresa brasileira estender sua oferta e alcançar novos mercados. A multinacional britânica pretende desenvolver o mercado latino com modelo comercial transparente, implementação de modelos in-house, aceleração da transformação digital das marcas pelo marketing e desenvolvimento de soluções tanto para as marcas brasileiras, quanto para as que querem entrar no país.

A empresa global iniciou suas atividade no país em 2019, com a fusão à tech partner Tradelab. A aquisição da Reamp no Brasil, mercado de alta relevância estratégica global para a Jellyfish, acelera de forma robusta sua presença local e na América Latina. A operação nacional passa a ser a quarta maior do grupo no mundo, atrás apenas da Inglaterra, dos Estados Unidos e da França.

No mundo, a Jellyfish oferece um modelo de negócio estruturado em hubs internacionais por expertises, com mais de 50 capabilities em seis áreas centrais: mídia e comunicação, estratégia e transformação, dados e conhecimento, tecnologia e inovação, criatividade e experiência, além de formação e desenvolvimento. A gigante digital atende marcas globais como eBay, Spotify, Samsung, Aviva Investors e UGG. 

“A união com a Reamp é um acerto claro: nos reconhecemos em seus valores, na proximidade com o Google e na qualidade dos serviços prestados. Juntos, nos tornamos agora um parceiro digital, fornecendo o conhecimento, a tecnologia e o trabalho em equipe para apoiar os anunciantes em suas jornadas de transformação digital e ajudá-los a recuperar o controle daquilo que lhes é de direito – os dados”, afirmou Rob Pierre, co-fundador e CEO da Jellyfish. “O Brasil é um país que conseguiu se manter na vanguarda das tendências digitais e nós, da Jellyfish, temos grandes projetos para a América Latina. Por isso, estamos entusiasmados em consolidar a nossa presença na região, que começou em 2019 pela fusão com a Tradelab, e expandi-la em grande velocidade”, completa Pierre.

Presente em 18 países, com 1.400 funcionários e 32 escritórios internacionais, a Jellyfish amplia, a partir de agora, o portfólio de serviços oferecidos pela Reamp ao mercado brasileiro – com nova oferta, que permitirá que clientes atuais e futuros se beneficiem de uma estratégia de negócios digital, multicanal, e principalmente, global. Fundada em Londres no ano de 2005, a Jellyfish se tornou um dos poucos e seletos Google Marketing Partners mundiais. Só nos últimos 24 meses, a empresa abriu dez novos escritórios, se estabelecendo em territórios como Ásia-Pacífico, países nórdicos e Oriente Médio.Com a aquisição, a equipe da Reamp reforça o próprio DNA analítico orientado para tecnologia, mídia e dados, mas agrega novas expertises e passa a proporcionar serviços como SEO, produção de conteúdos, criação e web development, além de elaboração de planejamentos estratégicos de mercado.

“Estamos entusiasmados em levar a nossa expertise a marcas de todo o mundo, além de proporcionar novas oportunidades de desenvolvimento para os nossos clientes, colaboradores e fornecedores. A publicidade brasileira é consagrada pela sua entrega criativa, mas também pela forma obsoleta de fazer negócios. Com isso, encontramos na Jellyfish, que possui a confiança de marcas líderes mundiais e está na vanguarda da economia digital, a oportunidade de trazer ao Brasil uma nova proposta de valor e governança, que o mercado tanto precisa. Agora seremos globais, com 1400 especialistas prontos para ajudar as marcas brasileiras”, destacou David Reck, co-fundador e CEO da Reamp, que passa a responder como Managing Director do Brasil.

A equipe da Reamp passa a compor o time da Jellyfish no Brasil e os sócios permanecem na liderança da equipe brasileira, passando a integrar o quadro de sócios da multinacional e respondendo diretamente a Rob Pierre.

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