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LLYC e Brandwatch criam uma aliança focada em tecnologia Big Data

A LLYC, empresa global de consultoria em comunicações e relações públicas, e a Brandwatch, líder global em inteligência digital do consumidor, se unem para criar soluções pioneiras que ajudarão os clientes da LLYC a usar tecnologia de Big Data para uma melhor tomada de decisões de negócios orientados por dados.

O acordo permitirá que a LLYC alcance novos limites e desenvolva uma proposta de valor aprimorada em duas áreas de especialidade: Inovação & Desenvolvimento Comercial e Marketing.

Em termos de inovação, esta união vai permitir compartilhar de conhecimento e feedback. A LLYC contribuirá com a sua visão sobre as soluções Brandwatch e assim ajudará a desenvolver a sua gama de serviços, bem como abrir linhas de atuação conjuntas em Big Data, com foco na tomada de decisão dos seus clientes em aspectos de comunicação, assuntos públicos e marketing. A Brandwatch irá promover a iniciativa REPLab da LLYC, um projeto que conta com a participação de 100 grupos de pesquisas de universidades de toda a Europa.

Além disso, a experiência da LLYC e da Brandwatch nesta área lhes permitirá oferecer aos clientes da LLYC uma visão abrangente das tecnologias Big Data na Espanha e no México, e em todos os mercados em que ambas as empresas operam.

Nas palavras de José Antonio Llorente, Sócio Fundador e Presidente da LLYC, “Estamos convencidos de que esta nova aliança representa um marco muito positivo para a LLYC e um importante avanço em nossos recursos de consultoria Data Driven. Com a Brandwatch abordamos as novas necessidades dos nossos clientes, reforçando, para além da nossa experiência consolidada em comunicação e relações públicas, a nossa visão analítica a partir da interpretação do conjunto de dados que nos oferecem os ecossistemas digitais”.

Para Giles Palmer, CEO da Brandwatch, “Em um mundo no qual o imprevisível parece ser o novo normal, as duas empresas acreditam que tomar decisões rapidamente, com base na tecnologia e na interpretação de dados, é cada vez mais crucial para a sobrevivência e o sucesso de todas as empresas.”

Roda Viva entrevista Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank

Nesta segunda-feira (19/10), o Roda Viva recebe Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank – uma das iniciativas de maior sucesso no setor financeiro do país – que falará, entre outros temas, sobre o PIX, o novo sistema digital de pagamentos. Apresentado por Vera Magalhães, o programa vai ao ar, ao vivo, a partir das 22h, na TV CulturaRádios Cultura FM e Brasilsite da emissoraTwitterFacebookYouTube e LinkedIn.

Lançado em 2013 por três sócios – o colombiano David Velez, o norte-americano Edward Wible, e Cristina -, o empreendimento saltou, em apenas cinco anos, de 30 para 1.500 funcionários. Em 2018, alcançou a categoria de Unicórnio, designação para startups com avaliação de mercado acima de 1 bilhão de dólares. Também não demorou muito para aparecerem investidores estrangeiros, entre eles o Goldman Sachs e o Tencent, o maior portal de serviços de internet da China.

O foco do negócio está na otimização de serviços financeiros, como o cartão de crédito internacional sem anuidade e gerenciado por aplicativo.

Formada em Engenharia de Produção com Mestrado pela Escola Politécnica da USP, Cristina Junqueira tem MBA pela Kellog School, uma das melhores escolas de negócios dos Estados Unidos. Foi analista do Unibanco e consultora na Booz Allen e no Boston Consulting Group.

Roda Viva conta com uma bancada de entrevistadores formada por Maria Prata, jornalista; Maria Laura Neves, editora-chefe da revista Marie Claire; Márcio Kroehn, editor-chefe do portal E-Investidor; Angelica Mari, jornalista e colunista da Forbes Brasil; e Nath Finanças, administradora e orientadora financeira. Há ainda a participação do cartunista Paulo Caruso.

Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura

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Uso do Whatsapp cresce 97% no Brasil e alavanca negócios

Tráfego na plataforma cresceu 97% durante a pandemia, principalmente entre micro e pequenos negócios, e 71% dos consumidores dessas empresas aprovam uso do canal para atendimento. Por outro lado, as grandes empresas parecem não estar se saindo assim tão bem. A análise é do estudo publicado pela Decode, empresa de pesquisa de big data e inteligência de mercado, com base no comportamento das pessoas no digital no último ano.

. O Whatsapp está presente em 99% dos smartphones no Brasil.

. Em Julho de 2020, o Whatsapp Web teve mais de 1,4 bilhões de acessos no Brasil.

. Whatsapp Business, plataforma direcionada micro e pequenas empresas, teve em torno de 12 milhões de downloads entre janeiro e julho de 2020 e movimenta cerca de 4,7 milhões de usuários mensais ativos no Brasil.

. Ao analisar mais de 20 mil menções nas redes sociais sobre Whatsapp no ambiente de negócios no Brasil, a pesquisa da Decode revela os setores da economia com mais atividade no aplicativo: empresas de roupas e acessórios representam cerca de 40% da movimentação nas redes sobre o comércio no Whatsapp. Em seguida, atividades econômicas como venda de móveis, cursos, alimentação e higiene figuram na lista.

. Menos de 30% das menções a micro e pequenas empresas relataram problemas no atendimento via Whatsapp.

. No caso das grandes empresas, a partir da análise das menções a Magazine Luiza, Carrefour, Bradesco, Porto Seguro e 123Milhas, 58% das menções foram negativas.

. Os principais motivos de reclamação sobre as grandes empresas foram: falta de eficiência no atendimento via Whatsapp (60%) e insegurança no compartilhamento de dados pessoais (28%).

Para Lucas Fontelles, Head de Consumer Insights da Decode e responsável pelo estudo, o distanciamento social criou uma oportunidade para exploração comercial do aplicativo como canal de relacionamento com o cliente, sendo que a linguagem corrente neste ambiente favoreceu principalmente os negócios menores. “Micro e pequenos empreendedores estão sendo mais bem sucedidos do que os grandes nessa transformação, porque simulam a experiência de compra em uma loja física”, avalia o especialista.

A Decode, empresa de pesquisa, análise de dados e marketing de performance, elabora soluções de negócios com foco data-driven e maximização de receita. Por meio de sua área Consumer Insights, Pulse, desenvolve produtos e serviços para compreender fenômenos sociais e o comportamento do consumidor.

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Como acompanhar as #Eleições2020 no Twitter

O Twitter preparou uma série de iniciativas para facilitar o acesso das pessoas a informações de qualidade e conversas em torno das #Eleições2020, bem como para incentivá-las a participar do debate público sobre o tema. Entre as ações estão páginas especiais de curadoria que reúnem Tweets e conteúdos a respeito do assunto, inclusive dedicadas a estados específicos; listas de contas sugeridas; e parcerias com veículos de imprensa e emissoras de rádio e TV para transmissão de debates, sabatinas e entrevistas na plataforma.

Além disso, o Twitter redobrou seus esforços para proteger a saúde das conversas nesse período em que o papel da plataforma se torna ainda mais relevante.

Veja mais informações em https://blog.twitter.com/pt_br/topics/company/2020/como-acompanhar-as-eleicoes-2020-no-twitter.html

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Novas medidas para preservar e proteger o jornalismo e as redações locais

Por Mary Snapp — Vice-Presidente de Iniciativas Estratégicas

Cresci em Newton, Kansas, e nosso jornal local, The Kansan, era a força vital da nossa comunidade. Às três e meia da tarde, todos os dias, ele pousava em varandas e gramados de toda a cidade, e víamos nossa cultura local refletida em suas páginas: atualizações sobre eventos locais importantes, resultados esportivos do ensino médio, quem tinha ganhado a competição de debates local e a previsão do tempo da qual nossa comunidade agrícola dependia para sua subsistência. Anos depois, como advogada do portal de notícias e informações MSN da Microsoft e dos nossos serviços de notícias, passei a valorizar ainda mais o jornalismo de alta qualidade baseado em fatos e o papel importante que as notícias confiáveis desempenham na sociedade.

Temos buscado meios para que a tecnologia e os recursos da Microsoft ajudem a lidar com alguns dos desafios enfrentados pelo jornalismo e, hoje, quero compartilhar um pouco do trabalho inicial da nossa iniciativa. Criamos um novo programa-piloto baseado em comunidades que busca meios de fornecer novas ferramentas, tecnologias e capacidades a jornalistas e redações e expandir o alcance dos veículos de comunicação locais. Além disso, há um novo programa voluntário, também em formato piloto, que fornece suporte jurídico a jornalistas e pequenas redações, e uma expansão do AccountGuard que ajuda a proteger os jornalistas contra ataques cibernéticos. Aproveitaremos o trabalho já em curso do Microsoft Research e da equipe do programa Microsoft Defending Democracy, concebido para abordar questões como a desinformação.

Estamos começando com uma abordagem muito direcionada. Não temos todas as respostas, mas estamos comprometidos em ouvir e aprender e esperamos que nossas contribuições e aprendizagens sejam úteis para os outros. Procuraremos também adicionar outras medidas e programas à nossa iniciativa à medida que aprendermos mais e identificarmos novas oportunidades.

Os desafios

A imprensa e o jornalismo enfrentam uma crise acelerada. As mudanças na publicidade digital e na forma como as pessoas recebem as notícias – agregadores de notícias, mecanismos de busca e redes sociais – provocaram um impacto significativo no jornalismo e em seu modelo de negócios. Nos últimos 15 anos, os empregos em redações nos Estados Unidos caíram pela metade, e 2.100 jornais fecharam. Nos últimos meses, a pandemia trouxe ainda mais estresse para as redações com o recuo dos anunciantes. Desde janeiro, foram cortados 11.000 postos de trabalho em redações nos EUA.

As tecnologias digitais geram oportunidades de inovação e eficiência operacional, mas também criam o risco de que o conteúdo seja manipulado e usado para disseminar a desinformação, minando a confiança em todos os meios de comunicação. A alfabetização digital das pessoas – a capacidade de encontrar, analisar, avaliar e organizar informações – não acompanhou o ritmo da inovação tecnológica, tornando algumas pessoas suscetíveis a conteúdos manipulados. Em todo o mundo, os próprios jornalistas também vêm sendo cada vez mais alvos de ataques, tanto físicos como cibernéticos. De acordo com uma pesquisa realizada pela Forrester Consulting, mais de 50% das empresas de mídia e entretenimento sofreram três ou mais ataques cibernéticos em um período de 12 meses.

Nossa abordagem

Acreditamos que existem áreas específicas em que a nossa tecnologia ou os nossos recursos podem ajudar. Inicialmente, nossa iniciativa está focada em três áreas:

  • Suporte para redações locais: Fornecer ferramentas, tecnologia, expansão da distribuição e financiamento para programas-piloto
  • Integridade: Usar tecnologia para combater ameaças baseadas em tecnologia, como deepfakes e desinformação, e ferramentas para melhorar a alfabetização midiática
  • Segurança e proteção: Ajudar a apoiar e proteger os jornalistas contra ameaças, incluindo ameaças legais e cibernéticas

Nossa abordagem é direcionada e, na maioria dos casos, focada em programas-piloto iniciais com parceiros e comunidades específicas. Aprendemos com o nosso programa TechSpark a importância de trabalhar com a comunidade para entender suas prioridades, sendo abertos sobre o que não sabemos e assumindo o compromisso de aprender. Como o TechSpark, esperamos que, trabalhando com outras pessoas, inovando e testando, possamos desempenhar um papel na busca de soluções sustentáveis para alguns dos desafios enfrentados pelo jornalismo.

Suporte para redações locais

A primeira área de foco da iniciativa é trabalhar em parceria com fundações da comunidade local para fornecer suporte às redações locais. Esperamos poder apoiar essas redações e jornalistas para que eles usem as últimas ferramentas e tecnologias para fazer matérias de novas formas, experimentem novos fluxos de receita e modelos de financiamento e trabalhem em conjunto com organizações comunitárias. Levaremos conhecimento técnico para as redações das comunidades-piloto e faremos parcerias com outras organizações e fundações do setor para compartilhar conhecimentos e experiências que irão expandir ainda mais o alcance e o impacto da iniciativa. Especificamente, iremos:

  • Fornecer financiamento direto às fundações comunitárias para os custos operacionais, para reforçar a colaboração e atrair financiamento e recursos correspondentes de fundações e outras empresas locais ou regionais
  • Melhorar a tecnologia por meio de doações, produtos e serviços de software com grandes descontos, da Microsoft e de outros
  • Desenvolver capacidades em torno da transformação tecnológica e suporte técnico, business intelligence, incluindo análise baseada em clientes, e habilidades modernas de jornalismo, como jornalismo de dados, usando ferramentas de IA e machine learning e tecnologia construída especificamente para jornalistas, produção de áudio e vídeo e narrativa moderna.
  • Expandir a distribuição de notícias para aumentar seu alcance e reconhecimento, bem como gerar novas fontes de receita. As redações participantes que ainda são parceiras do Microsoft News terão essa oportunidade. Como parceiras, podem alcançar mais de 500 milhões de pessoas em 180 países todos os meses pelo MSN, Bing, Microsoft Edge, aplicativos do Microsoft News e muitos fabricantes de dispositivos móveis e parceiros de distribuição terceirizados. Ao longo de 25 anos, construímos uma comunidade mundial de 1.200 editores e 4.500 marcas de mídia e temos o orgulho de ter compartilhado mais de US$ 1 bilhão em receita com eles desde 2014.
  • Convocar especialistas em novas fontes de receita e financiamento para que as comunidades-piloto possam aprender e desenvolver abordagens que tenham funcionado em outros lugares.Por exemplo, o jornal The Seattle Times compartilhará com as redações-piloto seu modelo de trabalho e experiências de jornalismo financiado pela comunidade.

Começamos esse trabalho com projetos-piloto em Fresno, Califórnia, na região de El Paso–Ciudad Juárez, na fronteira dos EUA com o México, em Jackson, no delta do Mississipi e em Yakima, Washington. Essas quatro comunidades foram selecionadas devido aos sérios desafios que suas redações locais enfrentam, à diversidade de cada comunidade, ao forte apoio da comunidade à imprensa local e às indicações de terceiros que trabalham com o futuro das notícias.

Lidar com os desafios enfrentados por essas redações locais requer uma nova abordagem colaborativa em todas as redações-piloto com os líderes de instituições comunitárias, o meio acadêmico local e regional e organizações sem fins lucrativos. Passamos os últimos meses envolvidos com cada uma dessas comunidades locais para ajudar a definir nossa abordagem e onde podemos ser mais úteis. Essas redes exclusivas de organizações locais estão trabalhando em conjunto para identificar os problemas críticos para suas comunidades e onde há necessidade de relatórios, suporte e recursos adicionais. Você pode consultar a lista de organizações envolvidas nos projetos-piloto aqui.

Integridade

A segunda área de foco é começar a restaurar a confiança nas notícias e informações que as pessoas recebem. Nossos esforços nessa área se baseiam no trabalho do Microsoft Research e da equipe do projeto Defending Democracy da Microsoft. Tom Burt e Eric Horvitz anunciaram recentemente uma série de novas medidas para combater a desinformação, incluindo novas tecnologias como o Microsoft Video Authenticator que ajudam a combater deepfakes e novas ferramentas baseadas no Azure que ajudam a detectar conteúdo manipulado. Eles também destacaram novas parcerias com organizações jornalísticas e uma expansão da implementação do NewsGuard. É claro que a educação pública e a alfabetização midiática são componentes críticos, e Tom e Eric fizeram referência ao nosso trabalho no Center for an Informed Public da Universidade de Washington (UW), na Sensity e no jornal USA Today sobre alfabetização midiática, bem como um questionário interativo para os consumidores.

Segurança e proteção

A terceira área de foco é sobre o uso da nossa tecnologia, experiência e parcerias para ajudar em questões jurídicas, proteger os dados digitais dos jornalistas e ajudar a detectar ameaças. Começamos com duas iniciativas:

Suporte jurídico: Como fiscais dos sistemas políticos, instituições governamentais e outros no poder, os jornalistas nos Estados Unidos dependem de solicitações de registros públicos legais para obter as informações que usam em suas reportagens. Algumas vezes as entidades governamentais recusam esses pedidos, e os veículos de comunicação se veem obrigados a mover um processo caro e demorado para que sejam aprovados. Os veículos de comunicação também vêm enfrentando um número crescente de ações judiciais por parte de indivíduos ou grupos que buscam usar o sistema legal para impedir matérias que não querem que sejam publicadas.

Para começar a enfrentar esses desafios, em parceria com a Davis Wright Tremaine LLP, criamos o projeto-piloto Protecting Journalists Pro Bono Program, (Programa Voluntário de Proteção aos Jornalistas) nos estados da Califórnia e Washington. De início, os advogados voluntários da Microsoft e da Davis Wright Tremaine fornecerão suporte jurídico a jornalistas e pequenas organizações jornalísticas que, de outra forma, não poderiam pagar por suporte jurídico em três campos de atuação: revisão pré-publicação, acesso a registros públicos e defesa de jornalistas contra intimações por informações confidenciais. Atualmente aceitamos solicitações de assistência apenas através de indicações por meio de três parceiros sem fins lucrativos: Reporters Committee for Freedom of the PressFirst Amendment Coalition e Washington Coalition for Open Government. Também estamos trabalhando diretamente com várias pequenas organizações jornalísticas focadas em comunidades carentes. À medida que aprendemos com o projeto-piloto, esperamos expandir para outras regiões e adicionar novos parceiros.

Ataques cibernéticos: As redações e os jornalistas são particularmente vulneráveis, já que lidam com grandes quantidades de dados e informações confidenciais de e sobre fontes. Estamos expandindo nosso serviço de notificação de ameaças Microsoft AccountGuard com a nova oferta AccountGuard for Journalists. O AccountGuard está disponível gratuitamente para os clientes do M365 e fornece notificação de ataques cibernéticos ao estado-nação, rastreando atividades de ameaças a emails e contas pessoais do M365, incluindo Outlook.com e Hotmail, de seus funcionários que optem por participar. O AccountGuard também inclui acesso à treinamento sobre cibersegurança e acesso antecipado a novos recursos de segurança. Atualmente, protege mais de 2 milhões de contas em 30 países, e, até o momento, os inscritos receberam mais de 1.500 notificações de ataques ao estado-nação. O AccountGuard for Journalists estará inicialmente disponível sem custo para as redações que participam do programa-piloto local e os atuais parceiros de publicação do Microsoft News.

Jornalismo saudável

Além do trabalho que estamos desenvolvendo com os outros, acreditamos que também existem importantes questões de política pública. Temos o compromisso de usar nossa voz para defender questões importantes para a imprensa e o jornalismo.  Trabalharemos para ajudar a promover um diálogo nacional, com foco especial em garantir a segurança dos jornalistas, garantir a liberdade de expressão de jornalistas e outros e promover a saúde sustentada da imprensa local.

Democracias saudáveis ​ ​ exigem um jornalismo saudável, e esperamos que nossa iniciativa possa desempenhar um papel de suporte a um jornalismo de qualidade local e nacional, bem como promover a confiança nas notícias. Nos últimos 10 meses, nos reunimos com pessoas das redações e das comunidades de Fresno, El Paso-Juarez, Jackson e Yakima, e nosso otimismo sobre o jornalismo local está mais forte do que nunca. As redações locais são o centro de suas comunidades. Elas não só fornecem atualizações sobre os eventos locais importantes e os resultados esportivos do ensino médio das minhas recordações de infância, como, de tempos em tempos, apresentam investigações locais aprofundadas de relevância nacional. Integridade, segurança e proteção são fundamentais para os jornalistas em todo o mundo. Esperamos que nossas ferramentas proporcionem alguma facilidade para que os jornalistas não se preocupem tanto com ataques e passem mais tempo se concentrando na essência de seu trabalho. Com essas ferramentas globais, parcerias e programas-piloto locais, esperamos desempenhar um papel no suporte a jornalistas, redações e comunidades, à medida que  trabalham para garantir um jornalismo saudável para as próximas gerações.

Fonte: Microsoft

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Inscrições abertas para a 5ª edição do Prêmio Influenciadores Digitais

Inscreva-se para acompanhar a premiação da 5ª edição do Prêmio Influenciadores Digitais. Além da entrega dos troféus do vencedores também será revelado os destaques das 21 categorias, O prêmio é promovido pelo Cecom – Centro de Estudos da Comunicação em parceria com a Plataforma NC. É a primeira iniciativa a reconhecer a relevância nacional dos influenciadores em suas plataformas de atuação, sendo o único baseado em métricas de relevância. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link forum.premioinfluenciadores.com.br

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Startup transforma comunicação de empresas com mensuração de engajamento

O mercado de comunicação interna e de recursos humanos mudou expressivamente nos últimos anos, mas muitas práticas permanecem ultrapassadas e tiram o olhar estratégico e decisivo do setor dentro das empresas. Há 10 anos nesta área, Felipe Hotz vivenciou as principais dores dessa área e enxergou como a comunicação pode ser uma forte aliada das empresas por meio da mensuração de resultados e engajamento com o uso inteligente de dados, fundando a Comunica.in. O esforço não é à toa: segundo a Deloitte, equipes altamente engajadas são 57% mais eficazes, os funcionários são 87% menos propensos a sair e geram crescimento de receita 2,3 vezes maior do que equipes menos engajadas.

A startup contribui para que empresas possam ir além de entender quem abriu ou não os e-mails. “Assim como na publicidade, em que as marcas fazem grandes investimentos para entender e acompanhar as novas dinâmicas culturais da nossa sociedade, traduzindo pesquisas com uma linha de diálogo alinhada aos novos formatos e modelos de trabalho, a comunicação interna precisa dessa inquietude. Afinal, comunicar envolve, também, mensurar e avaliar a qualidade daquilo que foi transmitido, por isso, em organizações que tem como um dos seus valores entender a forma que as informações são avaliadas, nossos serviços são fundamentais”, explica o fundador e CEO da Comunica.in.

Desta forma, aliando sua expertise de mercado à tecnologia e uso de dados, Hotz desenvolveu o Comunica.In , startup de comunicação e engajamento que nasceu para ajudar empresas a se aproximarem de seus colaboradores por meio de multiplataformas proprietárias inteligentes que comunicam, criam e mensuram resultados com o uso de tecnologia de dados. A empresa iniciou sua operação em 2017 e já beneficiou grandes instituições, como Tok&Stok, Volvo, ViaVarejo, Bayer e Electrolux.

Com mais de 160 mil funcionários impactados em todo o país diariamente, os principais benefícios da solução são a automação de envios, a gestão automatizada do mailing de novos funcionários, a diminuição do retrabalho e um alinhamento estratégico com a equipe. As soluções desenvolvidas pela startup garantiram uma redução de 37% no gasto de tempo com as antigas atividades operacionais das empresas ao longo de um mês.

Com as soluções completas oferecidas pelo Comunica.In, 84% dos clientes implementaram novas estratégias de comunicação e dinamizaram a comunicação interna, implementando visão estratégica e desenvolvendo objetivos e metas de forma assertiva, além de terem à sua disposição dados para apresentar os resultados quantitativos do setor.

Os comunicados geridos por meio da solução podem ser criados e editados dentro da própria plataforma, que oferece mais de 40 recursos de edição, atendendo às principais necessidades corporativas. Com o uso de filtros desenvolvidos de forma estratégica focados na segmentação propositiva de conteúdos, aliado a possibilidade de envio em múltiplos canais, o Comunica.In garante assertividade para impactar as pessoas certas, se adequando a realidade dos mais diversos perfis de empresa.

Atento a ausência de inteligência de dados à esse mercado, o Comunica.In desenvolveu mais de 35 indicadores de performance, para garantir que a comunicação seja mais do que simples envios, e que possa ser construída com base no engajamento.Cada comunicado conta com análises de desempenho em tempo real, em um dashboard que traz informações básicas, como aberturas e cliques, mas também conta com reações, horários de melhor engajamento e discriminação de resultados por times e grupos da empresa.

Presente em quatro países na América Latina, a startup já enviou mais de 4.7 milhões de comunicados por meio de 6 canais de comunicação 100% digitais e mensuráveis. Entre as ferramentas disponíveis, o Comunica.In conta com 3 canais proprietários, desenvolvidos de acordo com as principais necessidades do mercado, o InApp, o InBox e o InMail. Ele também disponibiliza integrações com as ferramentas Whatsapp Business, Yammer e Workplace.

O InApp é um aplicativo para celulares que permite que a comunicação alcance os colaboradores em todos os lugares, de forma interativa e com notificações instantâneas, com feed personalizado, conteúdo 100% mensurável e um hub de serviços, que agrega serviços internos da empresa transformando-se em um lugar onde os colaboradores podem encontrar todas as informações institucionais.

Para trazer velocidade à comunicação das empresas, a ferramenta Inbox, também criada pela startup, leva recados por meio de pop-up no desktop dos colaboradores. As notificações e conteúdos podem ser desenvolvidos de acordo com a necessidade, aplicando desde pesquisas com resultados em tempo real, até comunicados com reações, que também podem ser mensurados por meio de gráficos personalizados.

Usualmente o modelo mais utilizados nas instituições, o email, no formato tradicionalmente conhecido, pode ter seu potencial não tão bem aproveitado na hora de comunicar e gerar engajamento entre a equipe. Para otimizar a ferramenta, o Comunica.In criou, após ver as principais dores do mercado, o Inmail. Além de envios e recebimentos de comunicados, a ferramenta consegue mensurar quem visualizou o email e quais locais – estados, cidades ou unidades – foram os principais a visualizarem o envio.

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Startup de publicidade lança “cashback” para anunciantes

Gustavo Rodrigues e Felipe Martins, da Freelah!

A startup de publicidade Freelah! está lançando no mercado mais uma novidade, o AdsCashback. Um sistema de bonificação que reserva até 10% da comissão da agência como crédito para ser reinvestido pelo clientes nas próximas campanhas.

“Formatamos um modelo de benefício dentro do espírito da empresa trazer benefícios reais e o melhor custo-benefício para nossos parceiros”, explica Gustavo Rodrigues, o founder e Diretor de Negócios da Freelah!. Os créditos ficam disponíveis por até um ano.

O modelo é parecido com um programa de milhagem e é executado de forma transparente. O cliente da Freelah! acompanha não só o crédito como as informações sobre execução das campanhas.

“A Freelah! Tem sido mais que só mais uma agência para a Buser. Hoje temos trabalhado muito próximos, não somente nas demandas do negócio, mas na descoberta de novas maneiras de trabalharmos melhor juntos e a bonificação é o reflexo desse jeito diferente de fazer as coisas entre a agência e a empresa”, comemora Gui Monteiro, CMO da Buser, uma startup da área de transportes que vem sendo chamada de Uber dos ônibus e recentemente recebeu aporte de R$ 600 milhões de um conjunto de investidores liderado pelo Softbank.

Além da bonificação, a Freelah! também não tem fee fixo e trabalha por projetos. O modelo agrada em quem está ávido por eficiência e assertividade. A Buser já fez quatro campanhas com a agência, que também tem no seu portfólio outras startups como a Revelo, do setor de recrutamento. .

˜O novo formato de bonificação estimula novos investimentos e mostra para o cliente o quanto ele é importante para nós”, frisa Felipe Martins, founder e Diretor de Projetos da Freelah!.

Modelo de negócio disruptivo permitiu crescimento durante a pandemia

Apesar de ter sido surpreendida, como todo mundo, pela pandemia causada pela Covid-19 e em home office, a empresa não só conseguiu se manter como viu os jobs chegarem antes mesmo de finalizar o próprio site. Uma das razões é por ser nativa digital. A outra é por conta de seu modelo disruptivo, de estrutura enxuta, que funciona sob demanda. A cada job, a agência reúne os melhores profissionais do mercado – muitos deles dispensados das grandes agências, que vivem uma crise colossal.

Até agora, cerca de uma dezena de profissionais de alto nível, já passaram pela Freelah! e foram remunerados à altura, ponto de honra dos jovens sócios Gustavo Rodrigues e Felipe Martins. Um deles é o planner Ricardo Assis, que tem no currículo campanhas premiadas em Cannes e no Clio, entre outros.

“Acredito que a Freelah! traz um modelo para o qual o mercado de Publicidade vai caminhar. Mais dinâmico, mais horizontal. Onde as pessoas conseguem até receber melhor, de uma forma mais justa e participa do sucesso do projeto”, explica Ricardo. Para ele, a estrutura mais enxuta, modular, torna o ecossistema mais saudável para todo mundo.

“Acho que o nível de envolvimento com o cliente e seus objetivos de comunicação é maior. Você consegue ficar mais focado para desenvolver a inteligência de mídia mais adequada pois está imerso dentro daquele projeto em específico. Outra vantagem, é que, trabalhando por projeto fica mais fácil precificar e mensurar o tempo expendido e o valor do job”. Reforça Raquel Guimarães, na área de mídia há mais de 13 anos atendendo clientes de varejo e governo em planejamentos de mídia on e off. Ela é outra profissional que já integrou a equipe da Freelah!.

O modelo ágil da Freelah! conquistou clientes no mundo das startups e tem veiculado campanhas em todo o Brasil, como a Revelo e a própria Buser. O segredo do sucesso está na otimização dos custos para o cliente, nos resultados mais assertivos que, ainda por cima, geram insights e inteligência de mercado para o próprio cliente.

De acordo com o diretor Gustavo Rodrigues, a criação da Freelah! veio atender às demandas de um mercado orientado por dados. “A Freelah! é uma agência de planejamento que trabalha principalmente com a otimização do dinheiro do cliente. Não é só focar no resultado da campanha, mas no resultado para o negócio do cliente”, reforça. O processo é igualmente importante tanto na inteligência do planejamento como na assertividade da escolha dos players que a agência vai negociar sua veiculação. E isso depende mais do trabalho de inteligência realizado pela Freelah! do que do veículo em si.

Outra diferença é que a Freelah! não é contratada pelas agências e sim pelos anunciantes, que já têm suas próprias estruturas de comunicação. Em geral, outras startups e empresas que já têm uma estrutura de comunicação própria ou uma house..

A agência não trabalha por fee fixo, o que confere mais liberdade criativa aos projetos. “A gente tem uma forma de trabalhar sob demanda, que torna a troca entre o nosso time e o cliente ainda mais rica. A gente consegue ter sempre aquele frescor de coisa nova, de relacionamento que precisa sempre manter um padrão alto de conquista. E realmente a gente tem condições de garantir o melhor custo-benefício, sem abrir mão da qualidade”, explica Felipe Martins, founder e diretor de Projetos da Freelah!.

Um outro pilar da Freelah! é a tecnologia. Mesmo com poucos meses de atividade já estão investindo em novas soluções e parcerias em inteligência de mídia, buscando inovações no setor de machine learning e geolocalização para implantação em curto prazo.

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A importância do posicionamento da marca e apoio a pequenos negócios

Em meio à pandemia, ficou muito evidente que o público está mais sensível a questões como a forma como as marcas se posicionam, apoiam causas sociais, pequenos produtores/negócios, ou se estão dispostas a contribuir com a comunidade como um todo, pois todos esses pontos acabam gerando uma identificação e uma conexão entre empresas e consumidores.

Segundo a pesquisa “O futuro do consumo pós-covid19″, realizada pela Social Miner – empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados – em parceria com a Opinion Box, durante a quarentena, 9,7% dos consumidores encontraram lojas online por ações de incentivo a pequenos negócios e 6,5% por ações sociais. Além disso, na hora de comprar, 32,9% optaram por pequenos lojistas ou produtores locais .

Histórias que marcam

Quem se lembra da história do Sr. Nelson, vendedor de itens de jardinagem que pediu a ajuda da comunidade para não falir em razão da crise gerada pela pandemia? Ele acabou tendo seu apelo viralizado nas redes sociais e atraindo, com isso, centenas de consumidores à sua loja. Vale relembrar aqui!

E, para além da população, várias empresas se organizaram para ajudar pequenos empreendedores – que estão entre os que mais sofreram durante a quarentena. O Instagram, por exemplo, criou e disponibilizou um sticker a seus usuários, com o objetivo de promover negócios locais.

O Magazine Luiza também mostrou sua preocupação em ajudar os micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a obter renda no período de isolamento social, criando a plataforma Parceiro Magalu. Nela, essas pessoas podem digitalizar seu negócio, oferecendo seu estoque de produtos pelo site e app do Magalu. Já a Natura optou por direcionar parte de sua produção para fabricação de sabonetes e álcool gel – itens essenciais na pandemia -, deu licença remunerada aos funcionários do grupo de risco, e reforçou seu posicionamento nas redes com o slogan “cada pessoa é um mundo e todo mundo importa”.

Já para o futuro, o estudo sobre Jornada omnichannel e o futuro do varejo, ainda feito pela Social Miner com a Opinion Box, aponta que em 2021, 54% das pessoas pretendem dar preferência para pequenos produtores e marcas locais, enquanto 73% devem consumir de forma mais consciente, apontando cada vez mais para humanização das experiências entre marcas e pessoas.

TV Cultura estreia série que desvenda o mundo dos hackers

Nesta quinta-feira (15/10), estreia na TV Cultura a série documental Hackers. A produção desvenda o universo que nasceu com a era digital e contraria a ideia de que os hackers são os vilões da história. Durante os dez episódios da primeira temporada é possível acompanhar onde atuam esses amantes da tecnologia e como qualquer pessoa pode ser ou conviver com um hacker.

A série ainda fala sobre a deep web, diferenças entre crackers e hackers, Annonymous, ativismo hacker e outros assuntos. No primeiro episódio o público confere a incrível capacidade dos Biohackers, que criam alterações em células vivas, transformando-as e adaptando-as para novas funções. Vai ao ar a partir das 19h30, na TV Cultura .


Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura

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