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Confiança do consumidor brasileiro diminui sete pontos e chega ao nível mais baixo desde 2009

Postado as 18:50 do dia 13/07/15

A confiança do consumidor começou 2015 com um índice de 97 pontos – um aumento de um ponto em relação ao quarto trimestre de 2014, de acordo com a última pesquisa global da Nielsen sobre Confiança do Consumidor e Intenções de Gastos, conduzida no primeiro trimestre deste ano. O índice de confiança da Nielsen mede as perspectivas locais de emprego, finanças pessoais e intenções de gastos imediatos, entre mais de 30.000 entrevistados com acesso à Internet em 60 países. Embora a confiança entre as regiões mundiais se manteve relativamente estável no primeiro trimestre, há uma variação considerável entre os diferentes mercados.

AMÉRICA LATINA/BRASIL – A confiança dos consumidores diminuiu dois pontos na América Latina (86), pontuação mais baixa da região desde 2011. Dos sete mercados latino-americanos, o Chile (87) e a Argentina (75) mostraram ganhos de confiança de seis e oito pontos, respectivamente, enquanto o motor econômico da região, Brasil (88), continuou a cair pelo segundo trimestre consecutivo, diminuindo sete pontos, nível mais baixo desde 2009. A confiança na Venezuela (65) também caiu cinco pontos, enquanto a pontuação do Peru (99), o mais alto da região, caiu dois pontos no primeiro trimestre. A Colômbia manteve-se com os 94 pontos do quarto trimestre de 2014.

No Brasil, a percepção sobre as perspectivas futuras de trabalho diminuiu 10 pontos percentuais (27%) – uma nova baixa para o país, enquanto a percepção acerca das finanças pessoais diminuiu seis pontos percentuais (60%), o segundo nível mais baixo em 10 anos. O número de brasileiros que acreditava estar em uma recessão aumentou para 85%, de 73% do trimestre anterior e de 55% no mesmo período um ano atrás.

“Os resultados refletem a incerteza em relação à capacidade do país de aumentar as taxas de crescimento em curto prazo, voltar aos níveis de inflação mais moderados e evitar o aumento das taxas de desemprego”, explica Ricardo Alvarenga, Especialista em Tendências de Mercado da Nielsen no Brasil. “Preocupados com o cenário econômico geral, consumidores brasileiros se tornaram mais conservadores quanto à renda disponível, reduzindo gastos fora do lar, e fazendo compras mais planejadas. Eles também estão aumentando a parte de despesas com mercearia em lojas de que oferecem vantagens financeiras, (como descontos, promoções e maiores volumes) e reduzindo categorias de gastos por impulso”, diz Alvarenga.

A economia e a inflação ocupam os dois primeiros lugares das maiores preocupações dos brasileiros ao longo dos próximos seis meses. Na média da América Latina, ganham destaque a economia e a segurança de emprego.

OUTRAS REGIÕES – A confiança dos consumidores permaneceu estável na América do Norte (106), mantendo um nível de otimismo acima da linha de base para o ano. Por outro lado, a confiança diminuiu seis pontos no Canadá (96), sendo a menor pontuação do país desde 2012. Nos EUA (107), o único indicador de confiança que aumentou no primeiro trimestre foi de perspectivas de emprego, subindo cinco pontos percentuais, para 55%, enquanto a percepção de finanças pessoais e as intenções de gastos imediatos diminuíram dois pontos percentuais cada, para 62% e 50%, respectivamente, em relação ao quarto trimestre de 2014.
O índice de confiança aumentou um ponto na Ásia-Pacífico, registrando a maior pontuação do trimestre com índice 107 pontos, e no Oriente Médio/África (96) e na Europa (77) subiu um ponto.

A Europa continua sendo o continente menos otimista globalmente, mas houve vários sinais de esperança surgindo nos países traumatizados pela recessão na região. A confiança em relação a empregos aumentou em 15 dos 32 mercados, enquanto as perspectivas financeiras pessoais dos entrevistados aumentaram em 18 em relação ao quarto trimestre de 2014. A confiança de intenções de gastos imediatos ainda é relativamente baixa – aumentou em 19 mercados. Itália e Grécia, dois dos países endividados e afetados pela recessão, mostraram confiança com um aumento de 12 pontos no primeiro trimestre. A pontuação de 57 da Itália foi a maior do país desde 2011, e a Grécia apresentou 65 – seu nível mais alto desde 2009.

Entre as grandes economias do mundo, a confiança do consumidor teve um amplo crescimento no Japão, pois subiu nove pontos, chegando a 82 no primeiro trimestre – maior pontuação do país desde 2005, início da medição do índice de confiança do consumidor da Nielsen. A Alemanha também atingiu um marco: a confiança aumentou dois pontos e alcançou a pontuação de linha básica de 100. A confiança também aumentou um ponto nos EUA (107), três pontos no Reino Unido (97) e três pontos na França (60). Por outro lado, a China (106) diminuiu um ponto em relação ao quarto trimestre de 2014.

GASTANDO MENOS, POUPANDO MAIS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2015 – As intenções globais de gastos supérfluos diminuíram ou permaneceram estáveis no primeiro trimestre em todas as categorias de estilo de vida medidos. Três entre 10 entrevistados globais (32%) se planejam para feriados/ férias, roupas novas (31%) e entretenimento (28%), quedas trimestrais de dois, três e dois pontos percentuais, respectivamente. As intenções de gastos para pagamento de cartões de crédito e dívidas (25%) e produtos de novas tecnologias (24%) se mantiveram estáveis em relação ao trimestre anterior. Entrevistados da Geração Y, especialmente aqueles na faixa etária entre 25 e 29, superaram as médias globais em até 10 pontos percentuais para essas atividades de gastos discricionários. Esses consumidores, que estão apenas começando suas carreiras, muitas vezes ainda não têm famílias para sustentar, mas sim mais liberdade para gastar.

As intenções globais de poupança, por outro lado, mostraram um pequeno aumento de um ponto percentual cada para investimentos em ações e fundos mútuos (22%) e de um ponto percentual para poupança de aposentadoria (11%) a partir do quarto trimestre de 2014. Cerca de metade dos entrevistados globais planeja guardar dinheiro no banco (48%), nenhuma mudança em relação ao trimestre anterior, enquanto 14% disse que não tinha dinheiro de sobra, acima dos 13% no período precedente. Quase um quarto das pessoas com 55 anos ou mais disse que não tinha dinheiro extra (22%) – a maior percentagem de qualquer faixa etária. Um sinal promissor para o futuro, no entanto, é que mais da metade dos entrevistados na faixa entre 21 e 34 anos (53%) disse estar poupando dinheiro.

SOBRE A PESQUISA GLOBAL DA NIELSEN – A pesquisa é referente ao primeiro trimestre de 2015. Foi conduzida de 23 de fevereiro a 12 de março de 2015 e entrevistou mais de 30 mil consumidores com acesso à internet em 60 países na Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio/África e América do Norte. (Acesse ao estudo completo pelo link: http://www.nielsen.com/br/pt/insights/reports/2015/confianca-do-consumidor-1trimestre-2015.html)

Comente! / Consumo, Empresas, Finanças, Gestão

Mais Médicos completou dois anos. O que melhorou neste tempo na saúde brasileira?

Postado as 22:04 do dia 10/07/15

No dia 8 de julho de 2013 o Governo Federal anunciou com toda pompa o programa Mais Médicos, que a visão marqueteira na data do anúncio, parecia ser uma iniciativa que mudaria consideravelmente para melhor a saúde no Brasil. Depois de dois anos e de quase três bilhões de reais entregues em um convênio até hoje obscuro com a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), no qual mais de 70% do que o Brasil paga se perde em remuneração para própria entidade e para o Governo Cubano, o que nos resta comemorar?

Desde o início a Associação Médica Brasileira (AMB) assumiu a posição de apontar problemas que o programa claramente apresentava, desde suas motivações politiqueiras e eleitoreiras, até sua operacionalização. Em diversos momentos, a AMB acabou sendo estigmatizada. Menos de um mês após o lançamento do programa, a entidade protocolou na Superior Tribunal Federal (STF) Ação Civil Pública com pedido de liminar para barrar a Medida Provisória 621/13, que instituía o Mais Médicos. Entre os argumentos, alguns acabaram na prática acontecendo, como o descumprimento de direitos constitucionais de participantes, enquanto trabalhadores, é o caso dos médicos cubanos que vivem em um regime de trabalhos análogo à escravidão; além da violação do princípio da isonomia, direito de ir e vir, liberdade de expressão, etc.

O embrião do programa nasceu após pesquisas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgadas em 2011, na qual ficava evidenciada a percepção ruim da população sobre serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo a principal queixa a falta de médicos. Na mesma época, levantamentos feitos por entidades médicas, mostravam que mais que a carência de profissionais, o principal fator para tal opinião da sociedade estava baseado na má distribuição de médicos no país, principalmente para usuários do SUS, que contavam com quatro vezes menos médicos que o setor privado.

A partir desta avaliação equivocada, o Governo Federal acreditou que fosse possível resolver o problema da saúde no Brasil com ações oportunistas, pontuais, míopes e que nunca focam nos grandes problemas do setor: subfinanciamento, má gestão e corrupção. “Dois anos depois da criação, fica cada vez mais claro que a grande bandeira do atual governo na área da saúde não se sustenta além dos limites do marketing. Não observamos melhorias significativas na saúde brasileira, muito pelo contrário, piora cada dia”, avalia Florentino Cardoso, presidente da AMB.

Também incoerente é a não exigência de revalidação do diploma de médicos formados no exterior que vieram para o programa, além das críticas do TCU sobre a alocação dos médicos em locais onde já havia outros profissionais, levando a demissão dos que já trabalhavam na localidade e na concentração em grandes cidades.

Fora do programa, a saúde brasileira piorou ainda mais nestes dois últimos anos. ecentemente, o Hospital São Paulo (HSP), ligado à Universidade Federal de SP (Unifesp) aumentou o número de atendimentos do pronto socorro e clínica médica, enquanto o repasse de recursos do Governo Federal, que é responsável por quase metade do financiamento da instituição, foi reduzido em 40%. Isso fez com que o problema da falta de remédios e equipamentos agravasse ainda mais os problemas no HSP. Se este é o quadro em um dos principais hospitais de São Paulo, maior metrópole do país, numa instituição ligada a uma universidade federal, imaginemos como vive a grande maioria da população brasileira que não está nos grandes centros e depende da saúde pública. Pacientes estão morrendo de causas evitáveis por culpa do descaso do governo com a saúde. Há a cultura da propaganda enganosa e manipulação de números, dados e informações pelo governo.

Um comparativo feito pelo próprio Datasus mostra que entre maio de 2007 e o mesmo mês de 2015, diminuíram quase 25 mil leitos no SUS. É possível um médico dar tratamento adequado a um paciente que não consegue internar quando precisa? Há emergências superlotadas, com pacientes em macas, em corredores e até no chão. Falam da atenção à gestante, quando nos deparamos com maternidades sem a mínima condição para parturientes, com falta de insumos básicos, leitos, obstetras, pediatras e anestesistas, por descaso do poder público, colocando em risco mãe e bebê.

O Governo Federal fala em mais de 63 milhões de pessoas atendidas pelo Mais Médicos. Como é possível atender esse número tão elevado de pacientes com cerca de 15.000 médicos? Caso esse número fosse real, significaria que trinta por cento da população não tinha acesso nenhum a atendimento médico antes do programa? Claro que esse número de atendimentos está superfaturado, como temos visto em inúmeras obras públicas no Brasil. Utilizando “a conta mágica” do governo, quantas pessoas teríamos atendido nesse mesmo período? Existe um ditado que diz: “mentiras contadas repetidas muitas vezes e de maneira despudorada, faz com que imaginemos ser verdade”.

Continuemos o exercício com o número divulgado pelo Governo Federal, quando médicos do Mais Médicos teriam atendido 63 milhões de brasileiros. Por que então criar mais vagas e escolas de medicina? Temos mais de 400 mil médicos e cerca de 203 milhões de brasileiros. Abrir escolas de medicina sem infraestrutura, como hospital universitário e corpo docente qualificado colocará a população em risco. A sociedade já questiona a proliferação de faculdades em detrimento da qualidade. A imprensa também discute se a estratégia de inflar números de médicos formados, quando o governo não resolve carências básicas nas condições de postos de saúde e hospitais. Muitos, reconhecendo a importância do médico à sociedade, defendem a criação de uma avaliação nacional para exercício da profissão.

Estamos vivendo com reaparecimento do sarampo, crescimento da dengue, aumentos de casos de tuberculose multirresistente e elevado número de casos de hanseníase. Onde está a atenção básica, que é uma das bandeiras do programa, diante de números até piores do que na época da implementação do programa? Sem conta também no desabastecimento, falta de pessoal e de investimentos em hospitais públicos federais, estaduais e municipais. A crise no Brasil não é somente econômica, social e outras, a pior é a de credibilidade.

O aniversário do Mais Médicos não merece aplausos: “Não há o que comemorar. Infelizmente, o programa foi usado política e eleitoralmente. Precisamos é sair do discurso enganoso de e melhorar a saúde no Brasil. Defendemos o SUS como foi concebido, que é bastante diferente da propaganda e do que aflige e faz sofrer nosso povo”, complemente Dr. Florentino.

Comente! / Entidades Empresariais, Saúde

Aplicativos ajudam a marcar um horário na sua agenda

Postado as 14:07 do dia 08/07/15


Chega de trocar dezenas de mensagens para escolher um bom horário para encontrar os amigos ou parceiros de negócios. Conheça Doodle, líder em agendamento online, agora também disponível para Android, e outras ferramentas gratuitas que agilizam esse processo.

Se você é daqueles que está sempre correndo e parece nunca t er um espaço na agenda para encontrar os amigos ou para uma reunião de negócios, então, precisa conhecer alguns aplicativos que auxiliam no processo de agendamento de eventos em grupo ou entre duas pessoas. Confira algumas ferramentas que acabam de vez com o vai e vem de e-mails, mensagens no Whats App e ligações e encontram a melhor opção de data e horário para marcar seu compromisso:

– Doodle, líder em agendamento global, simplifica o agendamento de eventos por meio de votação. Ao criar um evento, Doodle envia um e-mail para todos os participantes com as alternativas de dia e horário que você selecionou. Eles escolhem o melhor e, assim, você descobre a melhor opção para marcar um almoço com o cliente ou simplesmente reunir a galera. Você pode vincular a sua conta no Doodle com o seu calendário Google, Outlook, iCal, iCloud ou via feed ICS. O aplicativo traz ainda um messenger integrado para troca de mensagens em tempo real, e integração do calendário e da agenda de contatos. Com a função “MeetMe”, você disponibiliza sua agenda online para que a outra pessoa acesse e marque o compromisso em um dos seus horários vagos. Disponível em vários idiomas, inclusive Português, para iOS, Android, na versão desktop e web mobile.

Desktop / Web mobile: http://www.doodle.com

iOS: https://itunes.apple.c om/br/ap p/doodle-agendamento/id938182547

Android (NOVO!): https://play.google.com/store/apps/details?id=com.doodle.android&hl=pt-BR

– Pick funciona com os calendários Google Calendar e Office 365 (em breve também iCloud e Exchange). Basta escolher o(s) contato(s) com que deseja agendar um compromisso, escolher o dia e a duração desse compromisso. O app vai listar os espaços de tempo disponíveis e, ao confirmar o horário, o serviço envia um email para todos os integrantes. Uma vez que alguém confirmar presença, você é notificado. Disponível somente em inglês para iOS e desktop.

– Meet, é um recurso ligado à agenda do aplicativo-calendário Sunrise da Microsoft (funciona com Exchange, o Calendário Google e o iCloud) que ajuda a marcar compromissos. Ele capta os horários vagos de seu calendário cheio de reuniões e encontros de traba lho e ne ssas brechas marca saídas com quem menos tempo você tem de ver. Você pode enviar links para seus colegas, familiares e amigos os convidando para algum evento ou algo de sua preferência. Se seu convite for aceito você receberá um aviso no dia do encontro. Disponível em vários idiomas, também Português, e para iOS e Android.

Comente! / Carreira, Comportamento, Eventos, Gestão, Software, Tecnologia

Na contramão da economia brasileira, mercado de securitização registra recorde

Postado as 21:22 do dia 30/06/15

Em maio, foram emitidos 27 Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), o maior número de operações já registrado neste período do ano

Se, de um lado, o PIB apresentou o pior resultado desde o 2º trimestre do ano passado, com queda de 0,9% no acumulado dos últimos 12 meses, de outro, o mercado de securitização de crédito imobiliário apresentou o melhor resultado da história. De janeiro a maio deste ano, foram registradas 62 novas emissões de CRI, quase 70% a mais do que no mesmo período do ano passado. Foi o maior número de emissões já registradas nos cinco primeiros meses do ano, de acordo com a Uqbar, e o montante acumulado foi de R$ 5,8 bilhões. Entre as emissoras de CRI, a Barigui Sec foi a responsável por 50% do total destas operações.

Securitização

Securitizar é transformar direitos creditórios – como os provenientes de contratos de compra e venda, contratos de locação ou outros – em títulos negociáveis no mercado. A securitização imobiliária pode ser estruturada em diferentes formatos. Em uma possível forma, o processo se inicia com um financiamento imobiliário, em que determinado cliente assume a obrigação de uma dívida. Essa dívida origina direitos creditórios à instituição financiadora que, por sua vez, cede a uma companhia securitizadora para estruturação de um CRI.

Barigui Sec

Com início de suas operações no final de 2013, a Barigui Sec fortaleceu a sua marca no ano passado, movimentando mais de R$ 3,0 bilhões entre dezembro de 2013 e dezembro de 2014. Estes números fizeram com que a Barigui Sec ocupasse o primeiro lugar por número de operações e o terceiro lugar por montante emitido nos rankings de 2014 da Uqbar. A Barigui Sec faz parte do Conglomerado Financeiro do Grupo Barigui, que hoje ocupa a liderança no segmento de revenda de veículos multimarcas e seminovos no Sul do país e é uma das maiores operadores da área no Brasil.

Comente! / Empresas, Finanças, Gestão

Até o fim de 2015, cada brasileiro terá pago R$ 10,3 mil em tributos

Postado as 16:10 do dia 29/06/15

Onze dias antes de 2014, Impostômetro chega à marca de R$ 1 trilhão de tributos nesta segunda-feira; ano de 2015 deve fechar com arrecadação de R$ 2,07 trilhões

Hoje é Dia de São Pedro. Um dos santos celebrados no mês, ele é conhecido por fazer chover. Por isso, com o tema “Arraiá do Trilhão – São Pedro… Socorro! Ta chovendo imposto”, a Associação Comercial de São Paulo promove uma mobilização chamando atenção para a marca de R$ 1 trilhão do Impostômetro da ACSP – ela será alcançada próximo das 12h20 e se refere ao total de tributos arrecadados em todo o País nas três esferas de governo. No ano passado, este valor foi registrado somente no dia 10 de julho, mostrando – mais uma vez – como é alta a tributação.

O “Arraiá do Trilhão – São Pedro… Socorro! Ta chovendo imposto” é realizado em frente ao painel do Impostômetro, que fica na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Quem passa pelo local descobre quanto paga em tributos ao comprar pipoca, vinho quente, paçoca e outros produtos típicos juninos.

“Esse trilhão de tributos arrecadados vem do bolso de todos os brasileiros, de todas as partes do país. Por isso, precisamos nos unir nesta luta por uma tributação mais justa e equânime”, afirma Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Instalado na sede da ACSP, que fica na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, o Impostômetro registra em tempo real a arrecadação total de impostos, taxas e contribuições, evidenciando o quanto a população paga de tributos sobre o consumo, o patrimônio e a renda. Assim, a importância de se cobrar dos governantes a melhor administração dos recursos públicos fica bem clara.

O que dá para fazer
De acordo com estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) para a marca de R$1 trilhão do Impostômetro, esse valor é suficiente para construir mais de 45 milhões de casas populares de 40 m², implantar 80 milhões de salas de aula equipadas, asfaltar mais de 900 mil quilômetros de estradas ou garantir o fornecimento de medicamentos à população brasileira por mais de 400 meses.

Se o valor arrecadado fosse convertido em notas de R$1, seria possível empilhá-las na altura de 3.333.333 edifícios com 100 andares cada um; preencher a metragem quadrada de 1.443.000 estádios de futebol equivalentes ao Maracanã ou a metragem quadrada de oito cidades do tamanho de São Paulo.

Quanto cada consumidor paga
A pesquisa informa que o Impostômetro tem registrado recordes sucessivos de arrecadação tributária na última década. E revela que a média de arrecadação diária totaliza R$ 5,55 bilhões, sendo que por segundo é arrecadado o valor de R$ 64.300,41. Até 29 de junho de 2015, cada brasileiro já pagou R$ 4.980,50 em tributos. Até o final do ano, cada cidadão terá pago aproximadamente R$ 10.298,50.

“No Brasil a arrecadação é muito calcada no consumo – o ICMS, por exemplo, é o tributo que tem a maior participação na arrecadação, incidindo sobre todos os impostos já embutidos em fases anteriores. Essa forte tributação sobre o consumo faz com que as parcelas da população com menor renda paguem proporcionalmente mais imposto do que as outras porque essas destinam quase toda sua renda aos itens de consumo”, avalia Alencar Burti.

Final do ano: R$ 2,07 trilhões
O estudo do IBPT indica que o Brasil fechará o ano de 2015 com arrecadação próxima dos R$ 2,07 trilhões, um crescimento nominal de aproximadamente 5,8% sobre 2014. Já a queda real é de 2,5% (tirando-se o efeito da inflação medida pelo IPCA). Por isto que, apesar do recuo da atividade econômica brasileira, há o crescimento nominal da arrecadação.

“O mais preocupante é o aumento nominal da arrecadação, com a economia em plena recessão. Isso significa que a drenagem de recursos do setor privado pelo setor público se elevou”, afirma Alencar Burti. Segundo ele, esse aumento se deve, principalmente, a três fatores:

-inflação: a maior parte dos impostos são sobre o consumo – como os preços dos produtos para consumo estão aumentando, o mesmo ocorre com os tributos pagos;

-itens com tributação elevada: a tarifa de energia elétrica, por exemplo, apresentou elevação de tributos, aumentando, assim, a arrecadação;

-aumento de impostos como IOF, imposto sobre importação, IPI e a volta da Cide, apesar da forte desaceleração de produção e vendas.

“Embora o País esteja atravessando um cenário de crise, com retrocesso da atividade econômica que tem afetado todos os setores, a arrecadação aumenta significativamente, sem, contudo, observarmos um retorno eficiente desses valores à população”, comenta o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

Tributos: participação
De todo o valor destinado aos cofres públicos até o dia 29 de junho, o ICMS é o tributo que tem a maior participação, equivalendo a 18,41% da arrecadação total, seguido da contribuição previdenciária para o INSS (16,09%), Imposto de Renda (15,57%) e Cofins (9,36%).

Confira o estudo na íntegra

Nova metodologia

A comparação da marca do trilhão em 2015 com 2014 já segue a nova metodologia, utilizada pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) desde maio deste ano para abastecer o Impostômetro. Ela decorre da alteração da forma de medição da tributação, em função da mudança na metodologia do cálculo do PIB implementada em março pelo IBGE. Com isso, os valores exibidos pelo painel passaram a considerar novos dados de arrecadação de Imposto de Renda Retido dos funcionários públicos estaduais e municipais e novas taxas e contribuições federais determinadas pela Lei nº 13.080/2015 (arrecadações de entidades e fundos como contribuições para o Sistema S, FNDE, INCRA, DPC, APEX-BR e ABDI). Também foram incluídas arrecadações de municípios que não estavam sendo informadas à Secretaria do Tesouro Nacional.

Tributos juninos

Nem nas festas juninas o consumidor escapa, já que é alta a carga tributária embutida no preço dos quitutes da época. Conforme levantamento do IBPT, os itens mais tributados são as bebidas, como o quentão, que tem 61,56% de tributos, o vinho quente (54,73%) e o refrigerante, nas versões lata (46,47%) e garrafa (44,55%).

Também chamam a atenção cargas de produtos típicos como cocada, paçoca, pé de moleque ou amendoim, todos com 36,54% de carga tributária. No caso da pipoca, são 34,99% e, no pinhão, 24,07%.

No caso das roupas típicas, os encargos chegam a 34,67% na camisa xadrez e no vestido, 33,95% no chapéu de palha e 36,17% na bota de caubói. Os fogos de artifício também possuem elevada incidência tributária, de 61,56%.

Comente! / Empresas, Entidades Empresariais, Finanças, Gestão

WTC Events Center recebe o 24º Encontro do Profissional de Eventos

Postado as 11:53 do dia 29/06/15

Com a proposta de gerar networking, troca de experiências e promover um encontro entre os profissionais do trade de eventos corporativos, o EventoFacil Meeting São Paulo consolida-se como o único evento do Brasil que reúne os principais fornecedores de produtos e serviços para os profissionais que promovem eventos.

O EventoFacil Meeting São Paulo terá cerca de 50 expositores entre espaços para eventos das mais variadas categorias, destinos e suas infraestruturas e potencialidades naturais, além das últimas novidades em serviços e soluções para todos os tipos de eventos. São esperados cerca de 500 visitantes organizadores e promotores de eventos das áreas de marketing, comunicação, eventos, RH, compras, turismo de negócios e incentivo, dentre outros.

Um dos expositores será o WTC Events Center e o Sheraton São Paulo WTC Hotel, juntos, formam o complexo mais completo para eventos da América Latina. No evento será destacado toda sua infraestrutura para a realização de eventos.

São aproximadamente 12 mil m² divididos em 60 espaços flexíveis, que podem acomodar desde grandes eventos corporativos e culturais até pequenas reuniões e encontros de negócios.

Entre os espaços nobres do WTC Events Center há o WTC Ballroom, com 1,2 mil m², que pode ser dividido em quatro salas, cercado de amplos foyers para coffee breaks e montagem de estandes. O local ainda conta com um Teatro com poltronas fixas (526 lugares).

Também no WTC Events Center há o Golden Hall, um espaço multifuncional, com mais de 3 mil m² de arena livre com pé-direito de 15 m, que permite inúmeras possibilidades de montagens e acomoda até 2,5 mil pessoas.

Palestras

No dia 02/07, a partir das 14h30, em paralelo à exposição, os visitantes poderão participar do ciclo de palestras. Um dos palestrantes será Alexis Pagliarini, Presidente MPI e VP Ampro, que falará sobre o tema: “EVENTOS: o futuro está na EXPERIÊNCIA”. Já o segundo palestrante será Mestre Adamastor, motivador e mestre de Bateria de Escola de Samba, que irá abordar a palestra sobre “Os valores e a paixão pelo que se faz gerando resultados”.

O pré-credenciamento on line poderá ser feito através do site: www.eventofacilmeeting.com.br/sp, até o dia 01/07, às 10h. Após, somente no local. Vagas limitadas.

SERVIÇO:
Evento: 24º EventoFacil Meeting São Paulo
Quando: 02 de julho
Onde: WTC Events Center (Avenida Nações Unidas, 12551 – Brooklin Paulista, São Paulo – SP)
Horário: 14 h às 19 h

Comente! / Empresas, Entidades Empresariais, Eventos

Por que a fraude corporativa não é detectada pela administração?

Postado as 16:09 do dia 24/06/15

É crescente a evolução e sofisticação das fraudes corporativas. Como diz um executivo de uma empresa multinacional de grande porte: “se você não descobriu nenhuma fraude nos últimos seis meses é porque você já foi vítima de fraude há seis meses”.
“As fraudes ocorrem em empresas de todos os portes, segmentos e níveis de governança. Fraude não costuma temer controle interno de nenhum nível, porque há pessoas que têm no DNA o desejo da conquista, do frio na barriga, tanto quanto do efeito financeiro ou ganho pessoal” explica Wesley Figueira, Senior Partner da RSM.

A principal pergunta é: por que a fraude corporativa não é detectada pela Administração? Ou ainda, como e quando a fraude não é detectada, e por quê? As principais razões:

Ceticismo – Ou sua falta, mais objetivamente. “O ceticismo saudável é aquele que visa ampliar os ângulos de visão em relação a um determinado conhecimento, fato, opinião, crença, etc… Questionar é um processo saudável. Deve ser incentivado dentro das organizações” sugere Valdomiro Bento, sócio diretor da RSM.

Procedimentos Analíticos – As organizações precisam dizer não à superficialidade e procedimentos genéricos. É primordial avaliar de forma macro, a razoabilidade de números, atividades e outros. É necessário analisar os números, tendências, benchmarks, comparando com as expectativas e com a realidade. “Todos os dados devem passar por um crivo periódico, para formação de opinião qualitativa e quantitativa sobre operações, saldos, rotinas, entre outros” cita Figueira.

Supervisão e Monitoramento Adequados – Nem todas as empresas dão prioridade para a criação de controles e monitoramento efetivos em suas operações. Sócios e acionistas, em alguns casos, entendem que a empresa não tem tamanho suficiente para desenvolver um sistema de controles internos, ou para possuir uma auditoria interna, julgando ser muito caro investir em governança corporativa.

Muitas organizações só recorrem a soluções de governança corporativa ou controles internos após a ocorrência de uma fraude. “Podemos afirmar que 9 em cada 10 processos de fusões e aquisições que falham, a razão é a falta de controles internos, clareza e capacidade de demonstrar segurança operacional. Pequenas fraudes são cometidas diariamente nas empresas” alerta Bento.

Em todo o mundo, mesmo as organizações de pequeno e médio porte investem muito em governança, controles internos e prevenção à fraude. No Brasil as corporações seguem no sentido contrário, “Alguém deve estar com o passo errado, e não creio que seja todo o resto do pelotão” conclui Figueira. A divisão RAS – Risk Advisory Services (Consultoria de Gestão de Riscos) é a que mais cresce na RSM, rede mundial presente em 110 países.

Comente! / Empresas, Gestão

Geração Y está buscando propósito e inovação

Postado as 11:01 do dia 24/06/15

Os estudantes de administração e engenharia nas 12 maiores economias do mundo escolheram os seus empregadores favoritos. Mais de 240.000 entrevistados na Pesquisa Talent da Universum classificaram as empresas que consideram as mais desejáveis para trabalhar, e os resultados ofereceram alguns insights valiosos.

A falta de crescimento profissional é o maior medo deles

A Geração Y quer entender verdadeiramente o propósito da empresa, alinhar-se a ele e trabalhar com os outros para impulsionar o desempenho da organização. Eles querem ser inspirados, não sobrecarregados, pelas mensagens do empregador. Contar histórias é fundamental: os jovens da Geração Y querem saber mais sobre os funcionários que personificam os valores da organização e contar histórias verdadeiras sobre a vida profissional deles.

O maior medo dos jovens da Geração Y é ficar parado, sem a oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional. Empresas de serviços profissionais, como a PwC e a EY, continuam à frente no ranking em relação a isso; outras indústrias devem avaliar como este setor estimula os funcionários através de treinamento e orientação.

“O WMAE 2015 confirma que a Geração Y vai trabalhar para empresas cujas histórias possa contar, cujos valores possa abraçar e cujos negócios possa aprender”, diz Petter Nylander, CEO da Universum.”Os estudantes estão buscando plataformas para o seu próprio desempenho e crescimento, e eles nos disseram quais empresas estão conseguindo oferecer isso.”

Google fica em primeiro lugar para estudantes de administração e engenharia

Houve pouca mudança nos cinco maiores empregadores entre os estudantes de administração em relação aos rankings de 2014, com o Google mais uma vez ficando em primeiro lugar, seguido pela PwC, EY, Goldman Sachs e KPMG. As maiores empresas entre os estudantes de engenharia são Google, Microsoft, Apple, BMW Group, e General Electric.

Os jovens da Geração Y são altamente atraídos pela energia empreendedora no local de trabalho. Eles querem trabalhar em ambientes inovadores, livres de problemas de infraestrutura, enquanto entregam fortes resultados financeiros. Consequentemente, a indústria de tecnologia geralmente atrai esse tipo de talento. Em relação aos empregadores de outros setores, o setor de energia sofreu um golpe, com todos os empregadores caindo nos rankings, enquanto o dinâmico setor de bens de consumo experimentou uma recuperação positiva.

Os rankings WMAE são compilados a partir das Pesquisas Talent da Universum, realizadas na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Rússia, Reino Unido e EUA. Estes mercados representam 69% da economia mundial. O período de campo para a coleta de dados foi de setembro de 2014 a abril 2015.

A Universum é uma empresa especializada em employer branding. Para mais informações, acesse http://www.bit.ly/wmae2015.

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Como será o CEO do futuro?

Postado as 17:33 do dia 23/06/15

Por Tobias Dezordi Pereira*

Apresentar inovações na velocidade da luz já é suficientemente difícil para as operadoras de hoje. Juntem-se a isso as mudanças em curso da regulamentação e a concorrência cada vez maior de players consolidados e de operadoras over-the-top e o cenário fica ainda mais nebuloso. O foco hoje está nos CEOs, que devem conduzir suas organizações ao sucesso através de uma significativa transformação, para que fiquem à frente da concorrência e cresçam de forma rentável. Se estes são os desafios que os CEOs enfrentam hoje, o que podemos esperar para 2020? Mais especificamente, quais são os estilos, qualidades, habilidades e abordagens bem-sucedidas de liderança que os CEOs precisarão possuir para levar suas organizações rumo à próxima década?

Estas foram as perguntas que um novo estudo global encomendado pela Amdocs junto à consultoria de estratégia Telesperience procurou responder. Entrevistas detalhadas com CEOs, principais executivos e de gerência sênior das operadoras de primeira linha do mundo, incluindo algumas das maiores na América Latina, forneceram dados que revelam os pontos de vista e as previsões de como os CEOs estarão conduzindo as suas organizações daqui a 5 anos. Os resultados também apresentaram diferenças interessantes sobre como os executivos de operadoras locais visualizam o papel do CEO, em comparação com os executivos de operadoras que atuam em mais de uma região.

Os estilos de gestão estão mudando

O típico CEO já trabalhou em diversos países ou até regiões, já ocupou pelo menos três cargos diferentes em sua empresa atual, e espera-se que ele traga mais valor à sua organização através de ideias e estratégias. A diversidade profissional poderá não ser, porém, suficiente para que ele seja eficaz em 2020. A pesquisa constatou que a maioria dos executivos seniores na América Latina (75%) acreditam que os estilos atuais de gestão dos CEOs precisarão mudar para que eles continuem a ter sucesso daqui a cinco anos.

Ou seja, o que torna um CEO bem-sucedido hoje não será mais a receita para atender às necessidades futuras. O setor acredita que serão necessários estilos de colaboração para permitir que as operadoras ganhem escala no futuro. Isto implica afastar-se dos estilos de hoje (estabelecer o ritmo e comandar), segundo os quais se espera que o CEO tenha um roteiro claro de para onde a empresa está indo e a conduza para lá através de exemplos, adotando em seu lugar o coaching, que valoriza a contribuição dos outros, ligando os objetivos dos indivíduos aos da organização.

A nova face dos Executivos Chefes (C-Suites)

Na América Latina, não é apenas o estilo de liderança do CEO que deverá mudar. Novas áreas e linhas de negócios já estão gerando novos cargos para os executivos. Os entrevistados citaram que hoje o cargo mais comumente adicionado é o de Chief Customer Officer (CCO), que é responsável pela experiência do cliente. Os cargos responsáveis por inovação, comercial, social, nuvem, privacidade e pessoas estão empatados em segundo lugar. Para 2020, os executivos preveem que as funções mais comumente adicionadas serão para liderar big data (1º lugar) e áreas digitais (2º lugar).

O grupo de executivos C-level que lidera a estratégia das operadoras hoje será essencial para que o CEO do futuro obtenha sucesso. Por isso, é interessante que as operadoras locais acreditem que o CEO de 2020 terá uma experiência profissional de CCO, sugerindo que enxerguem a experiência do cliente como sendo crítica para o sucesso da empresa e da competitividade. Operadoras multi-regionais, por outro lado, acreditam que os CEOs de 2020 terão a experiência profissional de um CFO, talvez enfatizando a necessidade dessas organizações pelo suporte a atividades como fusões e aquisições, e para lidar com as economias inter-regionais de escala entre as afiliadas do grupo.

Inovar, minimizando barreiras de despesas e riscos

As três principais barreiras ao sucesso do CEO até 2020 serão a “falta de estratégia clara”, a “incapacidade de executar as mudanças” e a “falta de pessoal qualificado”. Portanto, é surpreendente que os executivos seniores da região planejem investir em estratégias de terceirização para complementar os recursos internos com o propósito de apoiar as necessidades de investimento em inovação. Em 2020, os CEOs da América Latina estarão mais propensos a investir em:

1º lugar: Serviços em nuvem
2º lugar: Experiência do cliente e operações multicanal
3º lugar: Análises de big data

Para impulsionar as mudanças, acredita-se que será necessária uma abordagem mista tanto de terceirização como de internalização. Por exemplo, metade (50%) dos executivos prevê a terceirização de pelo menos parte do suporte para serviços em nuvem. É provável que o suporte às operações multicanal e à experiência do cliente também possa ser realizado através de um modelo híbrido de terceirização e internalização, com 25% prevendo investir em estratégias de outsourcing – domínios focados em usuários finais que eram tradicionalmente menos terceirizados.

O ano de 2020 está situado em um futuro próximo e este estudo sugere que a atual geração de executivos seniores já esteja pensando em suas necessidades para a manutenção da liderança no setor. Esperando ser desafiadas em 2020 pelo rápido transformar de boas ideias em resultados concretos, as operadoras acreditam que os CEOs necessitarão de uma variedade de habilidades e de uma abordagem colaborativa para a inovação e os negócios, e planejam recorrer a especialistas e recursos externos, tais como serviços profissionais e terceirização de fornecedores, como uma maneira de romper os gargalos da inovação.

Entregando The New World of Customer ExperienceTM em um mercado consolidado

No Novo Mundo da Experiência do Cliente (The New World of Customer ExperienceTM) os clientes esperam ser inspirados e animados por um constante fluxo de novos serviços entregues de forma inteligente através da personalização e contextualização, e moldados por uma qualidade dinâmica da experiência, independentemente do dispositivo ou da rede. E tudo isso precisa ser feito de uma maneira que acelere valor de negócio à operadora, diminuindo o tempo para o início da comercialização, otimizando os processos de negócios e reduzindo custos. Enquanto os players continuam a se consolidar, a inovação é cada vez mais desafiada pela complexidade dos sistemas back-end, que afeta a capacidade das operadoras de atender às expectativas dos clientes.

Os fornecedores de serviços profissionais e gerenciados que ofereçam serviços inovadores de TI e de negócios que proporcionem valor agregado poderão promover melhorias operacionais imediatas sem uma demorada integração de software, juntamente com as melhores práticas globais e um modelo de suporte 24/7 em todo o mundo, assim como ajudar essas grandes empresas a se moverem tão rápido quanto precisem, assegurando uma eficiente estrutura de custos. Este tipo de parceria permite que as operadoras aproveitem as melhores práticas acumuladas de projetos em todo o mundo, permitindo que alcancem mais rapidamente e com menos riscos os resultados desejados. Com um compromisso conjunto de resultados empresariais, as operadoras poderão confiar em tais parcerias para garantir o crescimento do negócio.

Por Tobias Dezordi Pereira, líder de Vendas de Serviços para CALA na área de Integração de Sistemas e Operações da Amdocs

Comente! / Carreira, Empresas, Gestão

LinkedIn divulga as marcas mais influentes de 2015

Postado as 16:48 do dia 18/06/15

O LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, revela hoje o ranking das Marcas Mais Influentes entre seus 364 milhões de usuários globais, assim como as mais influentes entre os 21 milhões de usuários do Brasil.

O ranking é baseado no LinkedIn Content Marketing Score, que relaciona a audiência total e os usuários únicos que interagiram com o conteúdo. Esta análise foi feita levando em consideração seis meses de atividade em 2015.

O Content Marketing Score avalia todo o conteúdo baseado em atividades no LinkedIn, incluindo atualizações na Company Page, conteúdo compartilhado por funcionários, Sponsored Updates, atividades em grupos e publicações de funcionários.

As marcas mais eficazes possuem uma mistura de alcance, frequência e engajamento para estimular o retorno dos usuários no LinkedIn. Além disso, encorajam seus funcionários a serem embaixadores da marca, compartilhando o conteúdo com seus contatos pessoais e profissionais.

Sobre as principais marcas globais:

• 99% têm funcionários compartilhando conteúdo corporativo em suas redes
• 97% têm seus conteúdos reforçados pelas publicações dos funcionários
• 99% compartilham atualizações em suas Company Pages
• 73% utilizam Sponsored Updates
• Todas publicam, em média, 12,6 atualizações por semana

O Linkedin também publicou insights sobre o conteúdo das postagens que têm melhor desempenho com as audiências da plataforma, sendo:

1. Atualidades e notícias financeiras
2. Desenvolvimento profissional, liderança e produtividade
3. Tendências da empresa e da indústria

Análises da indústria/setor em questão e criação de um calendário de publicações de conteúdo engajador é essencial para criar materiais eficazes para chamar atenção da audiência.

Segundo Ana Moises, Diretora de Soluções de Marketing do LinkedIn para a América Latina, “o conteúdo é a primeira forma de engajar, educar e inspirar a base de clientes. Em um mundo em que profissionais têm pouco tempo, utilizam muito o celular e querem receber conteúdo de qualidade, essas dez marcas estão se sobressaindo ao promover conteúdo personalizado e relevante para ajudar seus clientes e funcionários a se tornarem mais produtivos e bem-sucedidos”.

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