Óculos de Realidade Virtual e Maxpad são atrações do stand da A.Yoishii no Park Shopping Barigui

A.Yoshii Engenharia inaugurou um stand no Park Shopping Barigui. O espaço, que vai permanecer no Shopping até o dia 12 de novembro, tem 30 m² e fica localizado no piso térreo.

O objetivo da ação é promover a marca e divulgar o segundo empreendimento da construtora em Curitiba: o Maison Legend Ecoville. A torre de 38 pavimentos tem entrega agendada para Maio/2021 e fica localizada na Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, no bairro Ecoville – a poucos metros do shopping. Os apartamentos contam com 272 m² de área privativa, opções de três ou quatro quartos, varanda gourmet integrada à sala de jantar e living, aliando modernidade à tradicional sofisticação dos projetos da construtora paranaense.

E, para que o público possa conhecer cada cantinho do futuro lar, além da tradicional maquete, o espaço conta com uma Maxpad e com os óculos de Realidade Virtual (RV). “Todas as ferramentas disponibilizadas pela A.Yoshii acompanham as inovações tecnológicas e proporcionam aos clientes a melhor experiência possível, impactando-os positivamente desde o início. Eles precisam se sentir em casa”, explica a analista de Marketing da construtora, Fernanda Zambroti. Além disso, no stand é possível fazer o tour virtual 360º nos empreendimentos da A.Yoshii, localizado no Batel.

O atendimento é realizado das 11 às 23h, de segunda a sexta, das 10 às 22h, no sábado, e das 14 às 20h, aos domingos.

Nos Estados Unidos, Governador defende estatais do Paraná sob comando do Estado

O governador Beto Richa defendeu nesta segunda-feira (28) que as empresas públicas paranaenses continuem sob o comando do Estado. Segundo ele, no Paraná não há necessidade de privatizar estatais. “Temos empresas sólidas”, destacou durante o Copel Day, evento que marcou os 20 anos do lançamento de ações da empresa paranaense na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).

Richa participou do Closing Bell, cerimônia do encerramento das atividades diárias do maior centro financeiro do planeta, juntamente com o presidente da Copel, Antônio Guetter. A empresa foi a sexta companhia brasileira – a primeira do setor de energia elétrica do País – a ter ações negociadas em Nova York, em 1997. Além do encerramento do pregão, Richa fez uma apresentação sobre a estatal na bolsa. “A Copel é nosso maior orgulho, nossa maior e mais respeitada empresa”, disse o governador.

Na entrada da instituição, ficaram hasteadas a bandeira do Brasil e do Estado do Paraná. “Se o hoje o Paraná é o segundo Estado mais competitivo do Brasil, como aponta a conceituada revista The Economist, isto se deve em grande parte à infraestrutura de energia implantada e gerida pela Copel, que é fundamental para o desenvolvimento de nossa economia”, destacou o governador.

GESTÃO FINANCEIRA – O presidente da Copel explicou que a negociação das ações na Bolsa de Nova York ajudaram a melhorar a gestão financeira da companhia. “Os 20 anos de presença na bolsa norte-americana têm mais do que um significado simbólico”, afirmou Guetter. “Além de possibilitarem a expansão de nossa atuação nas últimas duas décadas, as rígidas exigências de governança da NYSE para as empresas listadas modelaram a gestão financeira e a governança corporativa da Copel, que hoje é uma referência nestes dois aspectos”, explicou.

PIONEIRISMO – As ações da Copel começaram a ser negociadas em Wall Street no dia 30 de julho de 1997. Naquela data, a empresa paranaense efetuou uma emissão primária de ações preferenciais (IPO – Initial Public Offer) no valor equivalente a US$ 580 milhões, a maior emissão feita até então por uma empresa latino-americana naquela bolsa.

Em 2002, o escândalo de fraudes contábeis envolvendo a Enron e outras empresas levou à publicação da Lei Sarbanes-Oxley, uma rígida regulamentação imposta a todas as empresas listadas na NYSE, exigindo maior transparência nas divulgações de resultados e implantação de regras de governança.

“A adequação da Copel à rigorosa legislação norte-americana fez com que adotássemos, com grande antecipação, várias medidas de integridade e contra a corrupção que hoje vem sendo exigidas das empresas brasileiras”, explicou Guetter.

PRESENTES – No evento, o governador trocou presentes com a cônsul-geral do Brasil em Nova York, Ana Lucy Cabral Petersen e a Chris Taylor, chefe global das empresas listadas na Bolsa de Nova York. Ele distribuiu lembranças que remetem ao Paraná: um cubo de cristal Bacarat com a inscrição de uma araucária, gravuras do artista curitibano Poty Lazzarotto e fotos das Cataratas do Iguaçu do fotógrafo Carlos Renato Fernandes.

AGENDA – Richa e a diretoria da Copel também participaram de um almoço com investidores na sede da bolsa. Durante a semana, eles se encontrarão com representantes de bancos e fundos de investimentos norte-americanos para exposição e discussão dos planos de negócios da companhia.

Ainda em Nova York, eles participarão de um encontro com acionistas do Grupo Itaú terça-feira (29). Na quarta-feira (30), a comitiva irá a Boston para reuniões na Wellington Management e na Fidelity Investments, que têm participação na Copel, e na Boston Company Asset Management.

PRESENÇAS – Participaram da cerimônia a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; a gerente de Relações com Investidores, Mariceli Santos; o superintendente de Mercado de Capitais, Felipe Pessuti; e o diretor de Finanças da Copel, Adriano Moura; o cônsul do Brasil em Houston, Roberto Ardenghy; o empresário Frank Romanoski.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Stival Alimentos investe cerca de R$ 2 milhões em reposicionamento da marca Caldo Bom

Uma estratégia de reposicionamento de marca que levou cerca de um ano e deve permitir aumento do faturamento e do número de produtos sem a necessidade de outros investimentos em novos parques industriais. Esse foi o caminho encontrado pela Stival Alimentos para seguir crescendo mesmo num período de recessão econômica.

O processo começou em 2016 após avaliação do conselho da empresa de concentrar os esforços na marca mais forte, a Caldo Bom, lançada em 1980 e que tem grande prestígio junto aos consumidores. O feijão Caldo Bom, carro-chefe da marca, é, há oito anos consecutivos, o mais vendido da região Sul. “A inovação corre na veia da nossa empresa. E faz parte do nosso perfil investir ainda mais em épocas de crise para estar preparado para a melhora da economia e o aumento do consumo que tende a vir na sequência”, avalia o presidente da empresa, Alexandre Stival.

O reposicionamento foi feito em etapas, de maneira abrangente, e finalizado no primeiro semestre de 2017. Uma consultoria foi contratada para repensar por completo o design das embalagens de todas as linhas de produtos. Após um trabalho de análise de mercado, que durou aproximadamente três meses, a empresa optou por um visual único, consistente e impactante. “As antigas embalagens não geravam identificação com o consumidor. Além das marcas diferentes nos produtos, cada embalagem tinha uma cor e um modelo. Agora há um guide em que qualquer linha de produto tem sempre a mesma estrutura”, comenta Matheus Stival, diretor de planejamento da indústria.

A empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão entre 2016 e 2017 no redesign de todo o portfólio de embalagens e reposicionamento da marca Caldo Bom. Linhas estratégicas de produtos também passaram a ser valorizadas, como a de Mix de Grãos e a de Pratos Semiprontos. Fez parte do projeto ainda a retirada do mercado da marca Stivali e os produtos que estavam sob esse “guarda-chuva” passaram a integrar as linhas Caldo Bom. Essa última etapa do processo consistiu na troca das embalagens, família por família. “Graças à mudança garantimos maior presença no ponto de venda e oferecemos uma diversidade incrível de produtos ao consumidor”, diz Alexandre. Até o final do ano, a empresa planeja investir ainda R$ 900 mil em ações de divulgação e fixação da marca.

Crescimento

O reposicionamento de marca acontece num momento bastante positivo e estratégico para a Caldo Bom. Com aumento no faturamento de 36% em 2016, a empresa espera um crescimento de mais 19% em 2017. A expectativa está baseada também, e principalmente, no avanço geográfico das vendas. A marca, que já é líder na região Sul, vem crescendo significativamente em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Em 2015, a empresa investiu numa reforma completa da fábrica, em Campo Largo (PR), com redesenho de linhas de produção, aquisição de maquinário e implantação de novos controles de qualidade. As mudanças garantiram um aumento de 50% na capacidade produtiva. Hoje, a empresa tem mais de 300 produtos no portfólio. O centro logístico da marca tem área de 5.300 metros quadrados e capacidade de estocagem e distribuição de 22 milhões de quilos de produtos industrializados por ano. Além disso, o modelo de logística da empresa na região de Curitiba, com freteiros exclusivos para a marca, se tornou referência no setor por garantir agilidade na distribuição sem necessidade de investimentos em frotas próprias.

Com ajuda de Incubadora, três novos escritórios de advocacia são criados no Paraná

O sonho de muitos advogados de se lançar como empreendedores está se concretizando graças à Incubadora de Escritórios de Advocacia, uma iniciativa pioneira no Brasil e no mundo que começa a dar os primeiros resultados. Criada no Paraná em uma parceria entre a Universidade Positivo e o Instituto Internacional de Gestão Legal (IGL), a Incubadora já ajudou a lançar três novos escritórios: Campos Klein e Advogados Associados, com foco em agronegócios; Fidelis & Velasco Advogados, com foco em entretenimento; e um outro grupo incubado está no momento abrindo o seu escritório, o Kern Di Scala, Moreto e Silva Advogados, que tem foco em startups. Os três são de Curitiba.

A Incubadora faz a ponte entre o mercado e o conhecimento obtido pelos recém-formados nas universidades, com a experiência de mentoria em Inovação e Gestão Legal. Surgiu com o propósito de ampliar o campo de atuação dos advogados recém-formados que desejam ingressar em áreas inovadoras do Direito, possibilitando que em um ambiente propício ao empreendedorismo e com apoio gerencial, os escritórios tenham melhores condições de deslanchar e obter sucesso no mercado jurídico.

“A Incubadora proporciona novos conhecimentos, em uma prática diferente de tudo o que esses advogados viram quando eram alunos, pois não há disciplina de Gestão Legal nas faculdades de Direito. E o mais importante, são abertos novos campos e perspectivas na profissão, já que a ideia é orientá-los para que possam desenvolver um trabalho inovador, em uma área que mais os agrade”, explica a professora Thais Paschoal Lunardi, coordenadora do projeto pela Universidade Positivo.

Em dois anos já passaram pela Incubadora de Escritórios de Advocacia mais de 130 participantes. Só os melhores foram incubados. Na fase de pré-incubação, que tem duração de oito semanas, os acadêmicos de Direito e jovens advogados aprendem a estruturar o Legal Canvas – ferramenta empresarial de gerenciamento estratégico adaptada para escritórios de advocacia – do seu futuro escritório. Adquirem também amplo conhecimento do mercado e aprendem metodologias de gestão estratégica, gestão de equipes e sociedade de advogados.

Durante esse período, eles se reúnem e participam de palestras, dinâmicas e mentorias para preparar o projeto que será analisado pela Comissão Julgadora. Apenas os melhores planos de negócio passam para a fase de incubação, que tem duração de 12 meses. Nesta fase, os incubados têm apoio nas áreas de desenvolvimento técnico-jurídico e de Gestão Legal e são orientados pelo escritório Selem Bertozzi Consultoria, especialista no assunto.

De acordo com Rodrigo Bertozzi, que além de sua empresa de consultoria faz parte também do Conselho de Administração do IGL, a ideia é revolucionar a área jurídica e atrair novos talentos. Ele conta que os participantes da Incubadora ganham em pouco tempo conhecimentos e experiência que os advogados levam geralmente cerca de 10 anos para adquirir.

“O resultado é a formação de jovens advogados preparados para atuar em áreas especializadas do Direito, com capacitação gerencial e administrativa. O projeto de incubadora na advocacia é o primeiro do gênero no mundo. Foi inspirado nos modelos de incubadoras já existentes em outras áreas, entendendo que o Direito também precisa inovar”, ressalta o especialista.

Lara Selem, uma das fundadoras do Instituto Internacional de Gestão Legal, destaca, por sua vez, que o objetivo principal do IGL é multiplicar o conceito de Gestão Legal pelo país por meio da Incubadora, de Projetos de Pesquisa e da Certificação de Gestores Legais. “Para colocar em prática a Incubadora de Escritórios de Advocacia precisávamos de um parceiro educacional e, diante disso, apresentamos o projeto à Universidade Positivo, que aceitou o desafio. Estamos muito felizes com os primeiros resultados”, conclui a advogada e consultora.

Um dos requisitos para os jovens advogados participarem da Incubadora é terem sido aprovados no Exame de Ordem da OAB.

Gestor de fundos de investimentos americano conversa com investidores paranaenses

A situação dos juros americanos e as consequências no mercado brasileiro é o tema do evento “Encontro com o Gestor”, promovido pela consultoria de investimentos Inva Capital, em Curitiba, na próxima terça-feira, 29. O evento traz o vice presidente da PIMCO na América Latina, Luiz Otávio Oliveira, para um bate-papo com investidores paranaenses e administradores de recursos.

Uma das maiores gestoras de recursos do mundo, a PIMCO administra atualmente 1,6 trilhão de dólares e abriu recentemente um escritório de gestão de fundos de investimentos no Brasil. “A economia americana está consideravelmente alterada com o governo de Trump e a PIMCO está lá, onde tudo acontece. Essa experiência e as perspectivas são valiosas, uma vez que a economia americana é a que direciona todas as outras”, explica o CEO da Inva Capital, Raphael Cordeiro.

O encontro acontece a partir das 19 horas, no hotel Pestana, e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (41) 3023-4580 ou por meio do e-mail investimentos@invacapital.com.br.

Encontro com o Gestor – Inva Capital

Quando: 29 de agosto, às 19h

Onde: Hotel Pestana – Rua Comendador Araújo, 499. Centro – Curitiba

Valor: Gratuito

Inscrições: (41) 3023-4580 / investimentos@invacapital.com.br

Vagas limitadas

Uber cria categoria exclusiva para usuários mais frequentes de Curitiba

O uberX VIP vai conectar usuários frequentes aos motoristas parceiros mais bem avaliados da plataforma
Quem usa Uber com frequência para se locomover por Curitiba vai poder ganhar um status diferenciado. A partir desta quinta-feira, 24 de agosto, usuários que realizaram 20 ou mais viagens em um mês poderão usar o serviço uberX VIP, uma categoria exclusiva que coloca à disposição desses usuários os motoristas parceiros mais bem avaliados da plataforma.

Até agora, a categoria só existia na cidade de São Paulo. Além de Curitiba, o serviço também começa a funcionar nesta quinta em Porto Alegre.

Para ser um usuário uberX VIP em Curitiba, é preciso ter feito 20 ou mais viagens durante o mês anterior, utilizando qualquer serviço Uber, como uberX e UberSELECT, por exemplo.

A partir de agora, a Uber vai manter os usuários atualizados sobre quanto falta para eles ganharem o status de VIP para o mês seguinte. No primeiro dia de cada mês, desde que os requisitos tenham sido atendidos no mês anterior, o status será automaticamente adicionado à conta.

Para verificar se o VIP já está ativo, é preciso fazer o seguinte:

1. Abra o app da Uber
2. Escolha um destino final
3. Se conseguir ver a opção “uberX VIP”, ele está ativo e então é só selecionar esta categoria

Vale ressaltar que o uberX VIP é um programa mensal, e o usuário só terá acesso até o final do mês corrente. Se ele atender os requisitos necessários para se manter como um usuário VIP, seu status será renovado automaticamente a cada mês.

Para chamar um carro pelo uberX VIP, os usuários devem seguir os mesmos passos iniciais que seguiriam para pedir um Uber normalmente. Após ligar o app e escolher o destino final, basta deslizar o menu inferior para a esquerda e selecionar o uberX VIP.

Como o serviço conecta usuários aos motoristas parceiros com as melhores avaliações da plataforma, pode ser que o tempo de espera seja um pouco maior que em outras opções da Uber. A categoria terá o mesmo valor de tabela do uberX.

Beto Richa defende, na ACP, corte de gastos e descarta aumento de impostos

A Associação Comercial do Paraná (ACP) promoveu nesta quarta (23) encontro com o governador Beto Richa e o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, na sede da entidade. Na ocasião, o governador prestou conta das ações realizadas pelo governo do Estado, além de apresentar perspectivas e projetos para os próximos meses. Durante o evento, houve a entrega dos prêmios aos consumidores sorteados no programa Nota Paraná em agosto, assim como o anúncio de simplificações no processo de registro de novas empresas no Paraná, na Junta Comercial.

A iniciativa para realização do evento partiu do próprio governador, que pela primeira vez fez amplo relato do panorama da administração estadual, diretamente aos cidadãos paranaenses, ex-presidentes, conselheiros, membros do G7 e lideranças sindicais, entre outras personalidades relevantes do associativismo presentes.

O presidente da ACP, Gláucio Geara, disse que a entidade, sabendo das dificuldades vividas pelo governo, apoiou uma reforma fiscal, entretanto, sem ignorar que a mesma teria duras consequências sobre a ação empresarial. “Prevíamos, na ocasião, que também era o momento da classe empresarial mostrar que não se pode viver do presente, lembrando a prática de outros Estados, mas acreditar no futuro da estabilidade da economia paranaense”.

“Na ocasião, em contrapartida, a ACP alertou que o governo deveria assumir o compromisso de readequar sua estrutura administrativa e funcional, com a redução do tamanho do Estado”, disse. Geara advertiu que o ajuste fiscal deve ser constantemente revisado, na medida de sua importância para a retomada dos empregos e recuperação das atividades comerciais.

Durante sua apresentação, Beto Richa destacou que o governo tem aplicado medidas permanentes de austeridade, de redução de gastos e despesas do governo para conseguir ampliação do percentual de investimentos em programas e ações eficazes em prol da população. Richa descartou o aumento de impostos, dizendo que “o dinheiro dos empresários está sendo muito bem investido no Paraná”. “A receita do Estado foi ampliada em 2,5%, mas reduzimos os gastos em 7,5%, então o Estado fez a sua parte pelo setor produtivo, o que nos possibilitou hoje estar numa posição mais tranquila com relação ao resto do país”, destacou.

De acordo com os números apresentados pelo governador, os recursos aplicados no Estado passaram de R$ 2,8 bilhões em 2015, para R$ 5,8 bilhões em 2016 e R$ 7,6 bilhões em 2017 com ações realizadas, principalmente, nas áreas de educação, desenvolvimento social, saúde, infraestrutura e segurança.

Richa destacou que foram aplicados R$ 10 bilhões em educação em 2016, com o aumento de 15% sobre 2015. “O mais importante é que no ensino público investimos 35,06% das receitas. Muito mais do que manda a lei”, ressaltou. Na área da saúde, houve redução da taxa de mortalidade materna em 29%, entre 2010 e 2016, e a redução da mortalidade infantil, de 12 óbitos por mil nascidos vivos, em 2010, para 10,49, em 2016.

Beto anuncia que prêmio da Nota Paraná no Natal será de R$ 1 milhão

O governador Beto Richa disse, após a apresentação do balanço de atividades de sua administração que “os servidores públicos estaduais não podem estar insatisfeitos com os salários que recebem, atualmente entre os mais elevados do país”.

Beto adiantou ainda que o governo não tem a pretensão de “agradar a quem não quer ser agradado”, ao se referir à pressão por reajustes oriundas de alguns sindicatos de servidores, citando entre eles o sindicato dos professores.

O governador esclareceu que o compromisso essencial da administração estadual é “trabalhar para atender melhor a população de 11,5 milhões de paranaenses”, ao reiterar que o servidor “não tem o que reclamar dos salários”.

Em complemento o secretário Mauro Ricardo Costa informou que “um professor em final de carreira recebe, em média, R$ 12 mil, e um delegado de Polícia, R$ 19 mil, podendo este servidor em particular chegar a R$ 30 mil quando se aposenta”.

Ao se referir ao ajuste fiscal feito por seu governo, Beto afiançou “que o mesmo valeu a pena, mesmo com a insatisfação inicial com as medidas duras anunciadas no lançamento do programa”.

Citando a grave crise econômica que também atingiu a administração pública de vários Estados, o governador disse que “agora é o Distrito Federal quem está anunciando a necessidade do parcelamento do pagamento de salários de seu quadro funcional”, ao passo que o Paraná “na contramão da crise não só concedeu reajuste salarial, como realizou o investimento de R$ 8 bilhões, o maior programa do país”.

Explicou também que o “ajuste fiscal foi necessário porque as alíquotas de ICMS e IPVA estavam grandemente defasadas”, assegurando, no entanto, que “o dinheiro arrecadado com impostos está sendo muito bem investido”.

Na conclusão, o governador anunciou que no próximo Natal o projeto Nota Paraná, que entregou na reunião realizada na ACP os prêmios a três ganhadores, sendo o maior de R$ 200 mil para uma moradora de São José dos Pinhais, “o premio maior será de R$ 1 milhão”. Os ganhadores de agosto foram a bancária Angela Maria Ferreira da Silva, 47 anos, moradora de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba; a costureira Neusa Teresa de Marchi, 57, moradora de Cianorte (Noroeste); e o relojoeiro Jorge Picoli, de Maringá (Noroeste).

Big Data: três pequenas formas de utilizar em seu negócio – Por Siro Canabarro

O Big Mac é um hambúrguer. Quando você vai até o McDonald’s e pede por um Big Mac, você sabe exatamente o que é e o que quer fazer com ele: comê-lo.

Big Data não é tão simples assim. Você pode inclusive não estar tão seguro de que sabe o que Big Data realmente é. Você muito provavelmente não tem ideia do que fazer com isso.

Não se sinta mal. Se existe um consenso sobre big data é que realmente não há uma definição específica. Uma das melhores definições que eu pude ver é de Josh Dreller, Diretor de Pesquisa de Marketing da Kenshoo. Ele descreve big data simplesmente como: qualquer coisa grande o suficiente para não ser possível de lidar com uma planilha de Excel.

O escopo de dados sendo coletados pelas empresas hoje é de explodir qualquer mente. De acordo com a IBM, nós atualmente criamos 2.5 quintilhões de bytes em dados por ano. Não sabe o que é quintilhões? É isso: 2.500.000.000.000.000.000. A quantidade de dados que estamos gerando hoje é tão absurdamente grande que podemos dizer que 90% dos dados do mundo foram criados nos dois últimos anos.

Agora, o que raios vamos fazer com tudo isso de dados? Dados são ótimos, mas a maioria de nós não temos tempo de analisar um grande volume deles e ainda por cima realizarmos nossas tarefas diárias, temos negócios para gerenciar! Então o que nós realmente precisamos são de insights.

Por sorte, há ferramentas por aí que nos ajudam a tirar algum sentido desse monte de dados. Aqui estão três pequenas coisas que você pode fazer com big data.

Explorar tendências no Google

O Google é um dos gigantes nessa montanha de dados que criamos. A missão deles é organizar a informação do mundo e tornar ela universalmente acessível e utilizável. Todos nós podemos usar o Google para realizar buscas, mas o Google oferece outras ferramentas gratuitas que podem transformar dados em insights.

Digamos que eu esteja vendendo bananas. Eu posso acessar o Google Trends e explorar termos relacionados com uma palavra chave (nesse caso, “bananas”). O Google vai mergulhar em seu algoritmo de busca e me servir com os termos mais buscados que tenham a ver com bananas. Eu então descubro que no Leste Europeu e na Ásia quase não se busca por bananas. E que na Austrália se busca bastante por esse termo.

Então se eu for montar uma vendinha de bananas, eu iria para a Austrália, e não para a República Tcheca. Isso é um insight, por mais esdrúxulo que seja meu exemplo.

Monitorar mídias sociais

É muito útil saber o que as pessoas falam sobre sua marca, sobre seus concorrentes ou sobre outros termos relevantes para seu negócio. Cada um desses termos pode ser uma oportunidade para engajar, responder, resolver um problema, mostrar que sua marca se importa.

Vamos supor que você veja um tweet negativo sobre um produto seu. Se você perceber isso rapidamente, entrar em contato com a pessoa que está tendo problemas, e oferecer uma forma satisfatória de resolver esse problema, você com certeza irá transformar alguém que estava falando mal de sua marca em um ferrenho defensor, e irá ganhar muitos admiradores no processo.

Existem várias ferramentas que podem ser utilizadas para esse fim. Se você trabalha em uma empresa que tem recursos para esse tipo de ação, existe o Radian6, ou o Adobe Marketing Cloud. Se não, dá pra se virar bem com algumas ferramentas grátis, como a www.socialmention.com.

Faça retargeting

Cookies estão em todo lugar. Sua “onipresença” mudou completamente como a grande maioria das publicidades online são feitas. Você pode oferecer um produto específico para uma pessoa que pesquisou anteriormente por um termo relacionado a esse produto. Se há maior sinal de interesse de compra do que esse, eu não conheço!

Pense no valor que isso tem para uma empresa de segmento específico, como a Netshoes, por exemplo. Mostrar o anúncio de um tênis de corrida para um usuário que estava anteriormente pesquisando por… tênis de corrida. Isso se chama retargeting ou remarketing. Faça ele!

Pronto, você já pode dizer que usa de big data para diferenciar-se no mercado. Claro que existem várias e várias outras formas de fazer big data, mas toda jornada começa com o primeiro passo. Dê o seu!

*Siro Canabarro, CMO da Gumga

Como se antecipar ao cliente e oferecer as melhores soluções? – Por Carlos Cruz

Apesar de não ser o ideal, é muito comum que os clientes saibam mais que o profissional de vendas quando eles são abordados em termos de informação sobre o mercado e o produto. Esse fato é facilitado porque a população tem se especializado em consumo. Além disso, o autosserviço tem ganhado a atenção do consumidor e, consequentemente, deixado ele cada vez mais autônomo em suas decisões.

A tecnologia também colabora para essa independência na hora de comprar, com a facilidade ao acesso de informações relevantes de cada segmento. Atrelada a isso, está a escassez de inovação que deixa os itens e serviços ofertados semelhantes. O cliente passa a não ver diferença entre os produtos de empresas concorrentes.

Por outro lado, com as demandas da rotina, o profissional de vendas acaba se preparando menos que o comprador, que está sim mais atento em relação às tendências e possibilidades de seu mercado. Ao chegar à reunião, o cliente sabe tudo sobre o produto que será oferecido, às vezes, até mais que o próprio vendedor.

Porém, ainda é possível se diferenciar em um mercado saturado pelas mesmas ideias e compradores mais espertos! Veja abaixo três passos que podem mudar o rumo de uma venda e a opinião do consumidor:

1- Repertório adequado – O vendedor profissional precisa, de fato, se preparar mais. Com uma abordagem específica, ele deve ir para uma reunião com um case de sucesso daquele segmento. Para falar com o cliente, é necessário ter uma história relacionada ao mundo dele. Se não, fatalmente, o consumidor vai se sentir mal atendido.

2- Credibilidade – É necessário ouvir a necessidade no momento da abordagem. Em vez de falar do produto logo no início e correr o risco do cliente saber mais do que você, pergunte qual o problema que ele enfrenta e como acha que o seu produto pode ajudá-lo. Dessa forma, você vai conquistar sua confiança e deixar uma porta aberta para que ele fale das suas reais necessidades.

3- Diferenciação – Depois da “consulta investigativa” sobre o que o cliente realmente precisa, é possível oferecer algo a mais. Dessa forma, você consegue se destacar em relação ao concorrente e evita demonstrar falta de conhecimento. É necessário oferecer uma solução e ainda se diferenciar para garantir a preferência!

Com esses três passos, você conseguirá o que todo mundo busca: vender uma solução. E se você não propõe solucionar um problema, oferece aquilo que todo mundo já proporciona. Quer correr o risco de demonstrar que as únicas diferenças entre o seu produto e o do concorrente são o preço e disponibilidade? Fuja disso! Ouça o seu cliente e faça uma proposta diferenciada!

Carlos Cruz é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

Escrever um bom SQL: uma arte esquecida? – Por Gerardo Dada

Instruções SQL mal-escritas podem causar problemas de desempenho significativos no ambiente de banco de dados. Uma recente entrevista com um painel de especialistas determinou que o SQL mal-escrito pode causar até 70% de problemas gerais de desempenho. A adição de recursos pode mascarar vários dos problemas que acompanham um SQL mal-escrito, mas isso tem um preço. A arte de escrever SQLs de boa qualidade (incluindo códigos de bloco: procedimentos armazenados, pacotes, funções etc.) está morrendo? E se é uma arte tão importante, por que isso está acontecendo?

Por que se concentrar em ajustar instruções SQL?

Com o custo necessário para provisionar recursos de hardware adicionais, por que não deixar rolar? A maioria dos principais mecanismos RDBMS são licenciados de acordo com o número de processadores (núcleos) em que são executados ou foram executados (no caso de ambientes virtualizados); portanto, o custo de adicionar mais hardware a um problema de desempenho não se limita apenas ao custo do hardware adicional. Esse custo oculto torna ainda mais importante o ajuste do SQL, pois só assim os sistemas podem fazer mais com menos.

Motivos pelos quais não nos concentramos em ajustar instruções SQL

Diversas empresas com as quais e para as quais trabalhei em minha carreira implementaram a solução de adicionar hardware. No entanto, esse não é o único fator que desmotiva a aplicação de mais esforços ao ajuste de SQL. Veja a seguir outros fatores importantes:

• Geralmente, os desenvolvedores usam lógica algébrica. Quando solicitados a escrever SQL, eles precisam mudar para uma lógica baseada em conjunto (pense nos diagramas de Venn). Essa mudança de contexto significa que eles precisam pensar diferente durante grande parte do tempo que passam criando códigos.

• É muito importante garantir, ainda durante o desenvolvimento, que os resultados corretos sejam obtidos (seja em uma consulta ou uma transação) ao executar SQL em um banco de dados. Os ambientes de desenvolvimento não costumam ser dimensionados de acordo com o tamanho dos sistemas de produção; portanto, os testes não revelam antecipadamente problemas de desempenho ocasionados por SQL mal-escrito. Então, aparentemente não há nada com que se preocupar.

• O uso de ferramentas de mapeamento objeto-relacional (ORM, Object-Relational Mapping) ganhou popularidade. Essas ferramentas nem sempre produzem SQLs bem-ajustados para nossos ambientes de banco de dados exclusivos.

• Os desenvolvedores (também sou culpado) gostam de reutilizar códigos. Quando realizada sem critério, essa técnica pode fazer com que as instruções SQL sejam ajustadas apenas o suficiente para obter os resultados necessários, ou seja, as implicações na escalabilidade e no desempenho não são exploradas.

• É difícil escrever um bom SQL quando os modelos de dados são ruins. Isso pode significar tabelas enormes com dados que vão desde o início, uso incorreto de indexação e normalização inadequada à finalidade do aplicativo; isso para citar apenas alguns fatores.

• Falta de entendimento das tabelas de base. Ao mesclar várias tabelas, não é incomum a falta de noção sobre quais delas devem ser usadas como tabelas de base (incluídas anteriormente no plano otimizador para que um número menor de linhas precise ser avaliado posteriormente).

• Falta de entendimento ao ler planos de execução. Como é possível ajustar o SQL sem saber o que deu errado? Eu incluiria neste item o pressuposto questionável de que o custo otimizador associado a uma etapa do plano é exato.

• Se o foco é a produtividade (que, em desenvolvimento, geralmente assume a forma de linhas de código), raramente fazer direito é tão valorizado quanto fazer mais.
Agora está em produção!

Como mencionado, você pode citar vários motivos para não se concentrar mais no ajuste de SQL em ambientes de banco de dados. No entanto, talvez agora você esteja enfrentando uma redução significativa no desempenho da produção. Como isso é possível? Esse assunto poderia gerar uma coluna inteira, mas apontarei apenas algumas causas comuns para que os problemas só sejam descobertos quando o código chega na produção:

• São usados conjuntos de dados menores nos ambientes de pré-produção

• É muito difícil simular a carga de produção em ambientes de pré-produção

• Há falta de entendimento de casos de uso reais na produção

• Os dois primeiros itens da lista são caros

Conclusão

Acredito que a arte de escrever um bom SQL esteja correndo o risco de morrer em ambientes de desenvolvimento e banco de dados. Vários fatores contribuem para o desaparecimento dessa habilidade. Nem mesmo os fornecedores de mecanismos de banco de dados se sentem incentivados a corrigir SQLs mal-escritos, pois o lucro deles pode aumentar devido aos custos de licenciamento adicional quando o hardware é usado para reduzir o impacto. Com frequência, os problemas de instruções SQL só são descobertos quando liberados durante a fase de produção. Isso pode causar contenção entre as pessoas que escrevem o código e as pessoas cuja tarefa é oferecer suporte/responder às preocupações de produção. Eu gostaria de ver o ajuste de SQL entrar em foco novamente, o que traria vários benefícios, inclusive: a redução do TCO em organizações de TI, a diminuição da tensão entre disciplinas de TI e a satisfação de criar algo do qual se orgulhar, em vez de cumprir itens de uma lista de tarefas.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds