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A sua casa ainda será seu escritório

Postado as 14:42 do dia 29/09/15

Por Sergio M. Baiges*

Não é novidade nenhuma que o trânsito caótico das grandes capitais vem crescendo de uma maneira descontrolada, diminuindo a qualidade de vida daqueles que precisam enfrentar longas distâncias no trajeto entre residência e trabalho. Neste cenário, perdem também as empresas que observam a queda de produtividade atingir o seu negócio, em razão de funcionários desmotivados com o tráfego intenso diário. Um tempo desperdiçado que poderia ser aproveitado com suas famílias ou em outras atividades.

Na cidade de São Paulo, considerada a mais populosa do Brasil, há mais de 12 milhões de habitantes, o equivalente a 6% da população do país, estimada em mais de 202 milhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de pessoas somado à falta de infraestrutura em mobilidade faz com que o trabalhador paulistano perca em média três (3) horas do seu dia enfrentado o trânsito para ir e vir do trabalho todos os dias.

De olho nisso, diversas companhias passaram a mudar a velha cultura enrijecida e hierarquizada, a fim de se moldar às necessidades de seus funcionários. Para se flexibilizar aos paradigmas atuais de contratação, o setor empresarial vem adotando cada vez mais o sistema conhecido como home office. Uma maneira de auxiliar seus colaboradores a alcançar o equilíbrio entre ter uma carreira de sucesso e uma vida particular saudável.

De acordo com uma pesquisa global do mercado de trabalho, funcionários que atuam a partir de casa custam 30% a 70% menos do que aqueles que batem ponto no escritório. A pesquisa também apontou que a produtividade dos que trabalham de casa é 20% a 40% maior dos que cumprem horário regular dentro de uma empresa. E o mais surpreendente é que sistema tem funcionado. O estudo aponta que o grau de aprovação das companhias com esse tipo de funcionário é aproximadamente de 76%.

Além do quesito mobilidade, o desenvolvimento de novas tecnologias, a crise econômica e as características da geração que compõe a nova força de trabalho são alguns dos outros elementos que moldam as inovações que a nova relação laboral está gerando. Também conhecido como Trabalho 3.0, esta nova forma de atuação vem evoluindo simultaneamente com a internet e já se transformou numa resposta às mudanças rápidas da economia global.

Outra pesquisa realizada pela Prolancer demonstra que o setor freelancer, diretamente ligado ao home office, está em crescimento. Somente no ano passado, o número de trabalhos cadastrados na plataforma cresceu 272,77%. O aumento está claramente em sintonia com o objetivo das empresas de encontrar novas maneiras para enfrentar a complicada conjuntura da economia brasileira.

São estratégias simples como o home office que contribuem para repensar o setor de Recursos Humanos. Por isso, enquanto o mercado abre a mentalidade para novas propostas de contratação, é importante que o profissional passe a se especializar para se adaptar ao que possa surgir no futuro do trabalho. Afinal, é bem provável que a sua casa seja o seu próximo escritório.

*Sergio M. Baiges é CEO da Prolancer

Comente! / Carreira, Comportamento, Empresas, Gestão

Tarifas bancárias subiram quase 9 vezes mais que a inflação em 3 anos, constata PROTESTE

Postado as 15:01 do dia 28/09/15

A PROTESTE Associação de consumidores comparou as tarifas cobradas pelos oito maiores bancos nos últimos anos (2013, 2014 e 2015) e constatou que houve um aumento no valor das cestas de até 169% em relação a janeiro de 2013, até 8,6 vezes superior ao valor da inflação para o mesmo período. São custos como esses, que somados ao uso incorreto do cartão de crédito, levam o brasileiro ao aperto financeiro, por isso a PROTESTE está com uma campanha contra o endividamento. Para aderir, basta acessar: www.proteste.org.br/contra-endividamento.

O levantamento comparou as tarifas das cestas disponíveis e informadas nas tabelas de tarifas das próprias instituições bancárias. O maior aumento encontrado foi na cesta Exclusive Fácil (antiga Conta Fácil Bradesco Super) do banco Bradesco, que em 2013 custava R$ 23,00 mensais, em 2014 R$ 27,40 e agora no mês de outubro, passará para R$ 61,90 por mês. Se levarmos em consideração ao longo do ano, o consumidor terá um custo anual de R$ 742,80, isso significa R$ 466,80 a mais por ano do que em 2013.

Aumento maior que a inflação

A inflação acumulada calculada para o mesmo período dos valores da cesta (janeiro de 2013 até agosto de 2015) foi de 19,63%. Como foi detectado aumento nas cestas de até 169%, os bancos estão cobrando até 8,6 vezes mais que a inflação do período.

Tarifas de até R$ 888 por ano

No levantamento, foram encontrados pacotes de serviços com valores de até R$ 74 mensais, como o cobrado pelo Santander na cesta de serviço Van Gogh Max, que em um ano somam R$ 888.

Foram avaliadas as tarifas dos seguintes bancos: Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú e Santander. É importante ficar atento, os bancos tem obrigação de divulgar o valor de todas as tarifas e taxas cobradas, além de deixar claro quais serviços estão inclusos nos pacotes oferecidos.

Não é obrigatório contratar pacote de serviços

O que muitos não sabem é que não existe a obrigação de contratar um pacote de serviços ao abrir uma conta e que alguns serviços devem ser obrigatoriamente disponibilizados para o consumidor que possui conta corrente sem que haja qualquer cobrança de tarifas. Esses são os serviços essenciais garantidos pelo Banco Central, que são limitados a: cartão de débito, 10 folhas de cheques por mês, segunda via do cartão de débito, até quatro saques por mês, consultas pela internet, duas transferências por mês entre contas na própria instituição e compensação de cheque. Mas, constatamos também que nem sempre é fácil convencer o gerente a aceitar essa ideia, já que essa não é tão lucrativa para as instituições financeiras. Por isso, o consumidor precisa fazer valer o seu direito, se a solicitação não for atendia pelo banco, o ideal é que o consumidor reclame à ouvidoria do banco e denuncie ao Banco Central e à PROTESTE.

Conta digital também é opção

Outra maneira de ficar livre das tarifas é contratar uma conta digital, cujo uso é restrito à internet e ao caixa eletrônico. Ela é ideal para quem está acostumado a utilizar essas ferramentas e, no caso de contato via telefone ou agência, há cobrança de taxa. Dentre os bancos avaliados, apenas o Banco do Brasil, Bradesco e Itaú possuem essa modalidade conta.

Opte pela conta que atende o seu perfil

Para saber qual a melhor opção de conta corrente é preciso mais do que escolher o pacote com o menor preço; é necessário olhar cuidadosamente para o estilo de vida e as necessidades para não acabar saindo no prejuízo. Pagando pelos pacotes mais caros, é possível fazer uma grande quantidade de transações e alguns casos a quantidade delas é ilimitada. Se o consumidor não faz muitas transações bancárias ao longo do mês, este tipo de pacote não é um bom negócio. Por outro lado, se a movimentação bancária é grande, faz muitos saques e transferências ou precisa de muitas folhas de cheques, não adianta escolher um pacote mais barato se depois terá que pagar mais caro pelas transações excedentes.

Em alguns casos nem sequer vale a pena aderir a um pacote de serviços, se o consumidor não faz transações bancárias com tanta regularidade. E se necessitar de algum serviço que não está dentro da lista dos serviços gratuitos, é só pagar pelo excedente de cada transação.

A PROTESTE possui um simulador que ajuda a identificar qual o tipo de conta corrente ideal para o perfil do consumidor.
Acesse: www.proteste.org.br/dinheiro/conta-corrente/simulador/contas-bancarias e descubra qual a melhor opção de conta corrente para você.

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Jovem brasileiro conquista estágio nas principais empresas de tecnologia no mundo

Postado as 21:38 do dia 21/09/15

O processo para ingressar na empresa dos sonhos é difícil e requer preparo. Anualmente, cerca de 2 milhões de candidatos tentam entrar no Google, tido mundialmente como uma das melhores empresas para se trabalhar. Horários flexíveis, escritórios em mais de 40 países e diversos jogos espalhados pela companhia estimulam a criatividade e a produtividade dos funcionários e colaboradores.

Em meio a milhares de aspirantes a uma vaga, o ex-estudante do Poliedro, César Ilharco Magalhães, de 21 anos, obteve destaque na seleção de profissionais e efetuou um estágio com duração de quatro meses em uma das filiais da empresa em Estocolmo, na Suécia. Focado em pesquisa e desenvolvimento, o estágio faz parte do programa de mestrado da École Polytechnique, uma das mais prestigiadas escolas de engenharia francesa.

Mesmo com a conquista, César não se deu por satisfeito. Com o objetivo de aprender novas tecnologias e ideologias corporativas, ele participou de uma seleção na Amazon Web Services, que hoje lidera a computação em nuvem, sendo maior que seus concorrentes Microsoft, IBM, Google e Salesforce somados, e ingressou no final de agosto no novo estágio.

A ideia de César é permanecer na Amazon até dezembro deste ano, aprendendo e contribuindo ao máximo e, em janeiro de 2016, começar um estágio no Facebook, outra empresa que figura entre as mais valiosas e competitivas do mundo, e na qual já foi selecionado.

Para alcançar os empregos almejados, a preparação que teve na Turma ITA, do Curso Poliedro de São José dos Campos, foi preponderante. “Os professores e coordenadores contribuíram para viabilizar minha escolha da carreira. Na época, a decisão de prestar o vestibular do Instituto Tecnológico de Aéronautica (ITA) partiu de mim e contou com o suporte da instituição”, afirma Magalhães.

Ele explica que o preparo para ingressar no ITA, na Polytechnique e nas empresas globais foi muito semelhante. “No Poliedro aprendi que, tendo um objetivo em mente (passar no ITA), uma boa solução é ter planejamento, distribuindo o programa do vestibular ao longo do ano, e então cumprí-lo. Além dessa importante metodologia, o Poliedro me condicionou para resolver problemas de maneira rápida e correta, ponto fundamental para entrar no Google”, exemplifica.

Após análise de currículo, o processo de seleção do Google e da Amazon Web Service é feito por meio de entrevistas técnicas. As questões visam avaliar competências específicas e, principalmente, como o candidato analisa e resolve problemas. Ao decidir fazer o programa de mestrado da Polytechnique na área de computação, Magalhães percebeu que a atuação tanto no Google, quanto na Amazon Web Services e no Facebook representariam valiosas experiências. De fato, ele tem aprendido muito com essa trajetória.

De acordo com ele, é importante para os candidatos a uma vaga o conhecimento sobre o processo seletivo e a preparação, de acordo com o que a empresa espera. Neste sentido, desenvolvimento de projetos e experiência profissional em programação são pontos de destaque no currículo. Competições também contam. “Para as entrevistas, o domínio dos algoritmos e estruturas de dados mais recorrentes é requisito para escrever uma eficiente solução para os problemas. Questões de competições de programação são uma ótima forma de treinamento”, aponta.

Muito além do esperado

No trabalho desempenhado para o Google, Magalhães não precisava ter uma rotina diária. O acesso aos escritórios da empresa ocorre no modelo 24X7, ou seja, ele pode trabalhar no horário em que lhe for mais conveniente entre as 24 horas dos sete dias da semana.

A falta de regras para o horário de trabalho no Google pode parecer loucura para empresas tradicionais, porém, esse é um dos ingredientes da fórmula do sucesso da companhia. “Definir a cada dia o horário de trabalho maximiza a satisfação e ao mesmo tempo a produtividade dos funcionários. Cada hora que estive no escritório foi por espontânea vontade e gerou algum resultado. Pude visitar e trabalhar por alguns dias em Londres e Zurique”, descreve o ex-estudante do Poliedro.

E a liberdade não se limita à rotina de trabalho. Cada funcionário é responsável por escolher seus projetos e definir seus objetivos. O trabalho criativo se mistura com lazer, num ambiente com salão de jogos, sala de massagem e comidas à disposição. “Por mais que tivesse lido a respeito e conversado com colegas que já trabalhavam no Google, minhas expectativas foram superadas. É gratificante saber o impacto que se pode ter trabalhando no Google. Por exemplo, melhorias no Android podem alcançar 1 bilhão de usuários ativos”, diz Magalhães.

Na Amazon Web Services, a rotina do estudante não é muito diferente da vivenciada no Google. O ambiente de trabalho também estimula a criatividade e é bem descontraído. A empresa, segundo ele, remunera os funcionários para que possam usufruir de benefícios adicionais (academia, alimentação etc) da maneira que escolherem. “Na Amazon, utilizo novas ferramentas para diferentes objetivos, o que contribui significativamente para o meu crescimento profissional”, conclui Magalhães, com um futuro muito promissor pela frente.

Comente! / Carreira, Empresas, Gestão, Software, Tecnologia

Frente Nacional contra o Aumento de Impostos lança na calçada da Fiesp campanha “Não vou pagar o Pato”

Postado as 23:38 do dia 17/09/15

Na próxima segunda-feira (21), às 11h, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, e representantes de associações, federações e sindicatos da agricultura, do comércio, dos serviços e da indústria se reúnem, na sede da Fiesp, para o lançamento de campanha contra a criação e o aumento de impostos propostos pelo governo.

A campanha “Não vou pagar o Pato” terá várias ações, como um manifesto para colher assinaturas de toda a sociedade com o objetivo de pressionar o governo a não promover mais um aumento da carga tributária no momento de crise em que se encontra o Brasil. Todo o material criado para a campanha poderá ser usado livremente.

A campanha é resultado da reunião ocorrida no dia 3 de setembro, na sede da Fiesp, quando o mesmo grupo decidiu criar a frente nacional dos setores produtivos contra o aumento de impostos.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

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Três em cada quatro empresas avaliam substituição de funcionários, revela Page Personnel

Postado as 12:10 do dia 10/09/15

Alta de profissionais qualificados disponíveis no mercado leva companhias a reavaliarem desempenho de colaboradores e promoverem eventuais trocas

A crescente oferta de profissionais qualificados, impulsionada especialmente pela alta do desemprego, está motivando a maior parte das empresas a reavaliar o desempenho de sua equipe. Levantamento realizado com cerca das 500 maiores companhias do País promovido pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, revela que três em cada quatro corporações avalia a possibilidade de substituir funcionários que apresentem baixo rendimento.

“O desempenho fala mais alto em momentos de crise. As empresas precisam ser extremamente competitivas para se manterem atraentes no mercado e isso só é possível com funcionários eficientes e que entreguem resultados satisfatórios. Quem não estiver atendendo às exigências nesse momento pode entrar no radar da substituição”, explica Ricardo Haag, gerente executivo da Pager Personnel.

O consultor revela que as empresas estão de olho em profissionais de todos os níveis e para todas as áreas, e que o perfil tem sido fator preponderante nessas análises. “As companhias procuram profissionais com um perfil comportamental e técnico bem alinhado às demandas. Precisam dominar um segundo idioma, mostrar conhecimento técnico apurado, ter resiliência, proatividade e objetivos claros”, conta.

Outros aspectos que estão sendo levados em consideração pelas empresas para a troca de funcionários, de acordo com Haag, são a motivação e a remuneração. “Se os gestores percebem que há pessoas com alto grau de insatisfação, é feita uma análise desse colaborador e a troca é avaliada. Outro ponto importante é a remuneração. Se há gente qualificada no mercado, é uma boa hora para oferecer salários e benefícios atraentes. É um investimento de baixo risco e de ótimo retorno em muitos casos”, completa.

Funcionários ainda estão receosos em trocar de emprego

De fevereiro a agosto deste ano a Page Personnel entrevistou cerca de 35 mil candidatos convidando-os a participar de processos seletivos. Desse total, 75% disseram estar dispostos a ouvir novas ofertas de trabalho e participar de todas as etapas de seleção. Mas o que mais chamou a atenção dos recrutadores é que apenas 25% da massa de entrevistados aceitou trocar de emprego.

“Em cenários de instabilidade as pessoas costumar ficar mais receosas e cautelosas, são mais conservadoras. Preferem continuar no emprego atual a ter de apostar no novo e em algumas ocasiões, incerto. Temos observado esse comportamento em candidatos de todas as áreas e níveis de experiência”, observa Haag.

Comente! / Carreira, Empresas, Gestão

Curso de sommelier qualifica profissionais para atendimento no exigente mercado de cervejas especiais

Postado as 12:39 do dia 25/08/15

Quem nunca ouviu o ditado “trabalhe com o que você ama e nunca tenha que trabalhar um dia sequer”? Pois o setor cervejeiro leva à risca esse ditado e segue crescendo, mesmo em meio à crise que atinge diversos segmentos com o pior índice de desemprego nos últimos seis anos.

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), a área é uma das que mais empregam no país, com cerca de 2,7 milhões de postos de trabalho, entre empregos diretos, indiretos e induzidos. Investir no setor, portanto, é uma opção para quem quer fugir da crise. Algumas instituições de ensino se anteciparam à demanda e já estão formando profissionais para este mercado. No Paraná, a Universidade Positivo já oferece diversos cursos livres na área.

O curso Sommelier de Cervejas prepara profissionais para conhecer toda a cadeia produtiva da bebida, desde a escolha dos ingredientes, à preparação da carta de cervejas e harmonização. O professor Daniel Wolff, sommelier de cervejas, apresenta a cultura da cerveja aos alunos, noções do processo de fabricação, as principais regiões produtoras mundiais, práticas de sommelier, harmonização e reconhecimento sensorial, entre outros tópicos. As aulas acontecem no Laboratório de Gastronomia da Universidade Positivo, no Câmpus Ecoville.

Ao fim de quatro meses de estudos, os alunos estarão aptos para entrar no setor que mais cresce no Brasil. E para quem imagina que a área sofre com o monopólio das grandes fabricantes, o cenário mostra o contrário: já existem cerca de 250 empresas produtoras, entre pequenas cervejarias e microcervejarias no Brasil. E enquanto as grandes produtoras empregam 2 trabalhadores a cada 1 milhão de litros, as microcervejarias empregam 15 vezes mais. Além disso, a cada novo emprego em uma fábrica de cerveja, outros 52 são criados na cadeia produtiva, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas.

Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado, que conversou com sommeliers e com Daniel Wolff, professor do curso e criador do Mestre-Cervejeiro.com

Comente! / Carreira, Comportamento, Consumo, Empresas

Procurador Deltan Dallagnol diz que Lava Jato é esperança e inspiração

Postado as 18:53 do dia 12/08/15

“Vale a pena lutar pelo nosso país e eu não vou desistir”, foi o resumo da mensagem transmitida pelo procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava Jato, nessa quarta-feira (12) durante reunião-almoço do Rotary Clube Curitiba Centro, na sede da Associação Comercial do Paraná, em colaboração com o Conselho Político da entidade do setor produtivo. O evento teve a participação dos presidentes Antonio Miguel Espolador Neto, da ACP, e Brasílio Teixeira de Brito, do Rotary, além de dezenas de convidados.

Desde 2003 no Ministério Público Federal, depois de passar um ano estudando na Universidade Harvard (EUA), onde se especializou na legislação de combate ao chamado crime de colarinho branco, Dallangnol foi um dos procuradores federais que atuou, há alguns anos, no caso Banestado.

Coordenador da Lava Jato, que considerou “uma esperança e inspiração para a sociedade brasileira”, o integrante de maior relevo após o juiz federal Sérgio Moro, Dallagnol abriu a exposição enfatizando que sua missão pessoal “é servir à sociedade, porque foi ela quem nos contratou para a realização desse trabalho”.

Segundo ele a operação já alcançou 150 pessoas e produziu um feito inédito na história brasileira, ou seja, “a devolução aos cofres públicos de R$ 850 milhões do resultado da propina”.

Resultado promissor

O resultado é promissor, frisou, porque nos demais processos de corrupção investigados até agora “o total devolvido não passou de R$ 45 milhões”. Lembrou, ainda, que no caso investigado pela Lava Jato, o Petrolão, o total estimado da propina é de R$ 6,2 bilhões. “Entretanto, como muitos afirmam, esta é apenas a ponta do iceberg, pois a própria Organização das Nações Unidas (ONU) admite que o total da corrupção no Brasil é de R$ 200 bilhões anuais”, observou.

Caso esse dinheiro não escorresse pelo ralo da corrupção, em grande medida como produto da majoração indevida do custo final das obras públicas, “o governo teria recursos financeiros para aplicar três vezes mais em educação, duplicar os serviços de segurança pública ou tirar 10 milhões de pessoas da miséria absoluta em que se encontram atualmente”, disse.

Com base na legislação implantada em muitos países e, nesse aspecto o procurador Deltan Dallagnol sublinhou o exemplo de Hong Kong, ex-possessão britânica no território continental da China, “onde a corrupção era sistemática e endêmica nos anos 60 e 70 do século passado”, foi montada a Operação Lava Jato com o objetivo de transformar a realidade que coloca o Brasil no 69º lugar entre os países “que menos providências assumem no combate à corrupção”, revelou citando dados da Transparência Internacional.

Esperança e inspiração

O procurador reconheceu que “a Lava Jato não conseguirá mudar toda a situação, mas servirá de esperança e inspiração para a sociedade, pois é ela que tem nas mãos a capacidade, pela atuação de entidades como o Rotary Clube, a Associação Comercial do Paraná, as igrejas e tantas outras, de concretizar as mudanças necessárias”.

Ressaltou que no pacote contra a corrupção três medidas são indispensáveis para o êxito: prevenção, punição exemplar e devolução do dinheiro roubado e o fim da impunidade. O procurador defendeu também penas mais rigorosas para os envolvidos na prática da corrupção.

Ao encerrar, Deltan descreveu o projeto de lei de iniciativa popular denominado “10 Medidas Contra a Corrupção”, que visa obter 1,5 milhão de assinaturas em todo o território nacional a fim de ser apresentado ao Congresso Nacional.

O projeto dispõe sobre propostas legislativas para aprimorar a prevenção e combate à corrupção e impunidade, entre elas a condenação do enriquecimento ilícito, o aumento das penas para a corrupção e a transformação em crime hediondo quando se tratar de altos valores auferidos ilegalmente, permitir a punição de partidos envolvidos com a corrupção e criminalizar o caixa dois e lavagens eleitorais.

A íntegra das medidas e suas justificativas estão disponíveis no site www.10medidas.mpf.mp.br

Fonte: Associação Comercial do Paraná

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Edson Campagnolo é reeleito presidente da Fiep

Postado as 10:41 do dia 06/08/15

Com uma das maiores taxas de aprovação nos quase 71 anos de história da entidade, a chapa “Fiep Unida e + Forte” foi eleita, nesta quarta-feira (5), para comandar a Federação das Indústrias do Paraná nos próximos quatro anos. A eleição do grupo, único inscrito no pleito, foi confirmada após votação realizada na sede da Fiep, em Curitiba. A chapa, encabeçada pelo atual presidente Edson Campagnolo e composta por representantes de 52 instituições sindicais, recebeu os votos de 86 dos 93 sindicatos filiados que compareceram à eleição. Foram registrados ainda quatro votos em branco e três nulos.

Para Campagnolo, o consenso em torno da chapa é reflexo do trabalho realizado nos últimos quatro anos, somada à necessidade de união de todo o setor produtivo para superar a crise atravessada pelo país atualmente. “O fato de este grupo estar sendo reconduzido à direção da Fiep mostra que a avaliação do trabalho é altamente positiva”, disse. “E, mais do que nunca, os empresários industriais devem estar unidos em uma grande frente para que sejam adotadas medidas que criem um ambiente favorável ao empreendedorismo no Paraná e no Brasil, o que justifica o nome de nossa chapa, Fiep Unida e + Forte”, completou.

Segundo ele, em seu segundo mandato o Sistema Fiep continuará atuando em duas linhas principais. “Internamente, vamos trabalhar para que as ações das casas que compõem o Sistema Fiep, cada uma com seu foco específico, continuem com a mesma intensidade. O Senai com qualificação e capacitação profissional, somada ao apoio na área de tecnologia e inovação; o Sesi com a segurança e a saúde do trabalhador; o IEL com a educação executiva na Faculdade da Indústria”, declarou.

A segunda frente está diretamente relacionada à atuação institucional da Fiep propriamente dita. “Vamos buscar institucionalizar e fortalecer a participação do industrial na vida política do Estado e do país. O momento é de muita reflexão e a Fiep vai continuar no seu papel de fazer a mediação com todas as esferas do poder público”, disse Campagnolo.

Fonte: Fiep

Comente! / Empresas, Entidades Empresariais, Gestão

Novo app promete ser a solução para economizar nas despesas

Postado as 10:35 do dia 21/07/15

Não é de hoje que a tecnologia é aliada do consumidor, o boom dos smartphones colocou a disposição do público milhares de aplicativos, que podem ser usados para diversão, saúde, finanças e alguns ajudam até na hora de fazer aquela economia. É o caso do “Seu Real”, app desenvolvido pela Hibou, empresa de monitoramento e pesquisa de consumo.

A pesquisa de preços feita “manualmente”, ou seja, indo em cada estabelecimento verificando e comparando preços demanda tempo e paciência, já que o consumidor irá enfrentar trânsito, a busca por vagas nas ruas ou estacionamento próximo ao local, ainda correndo o risco de não encontrar o produto que necessita. “Duas coisas que não podemos hoje é, perder tempo e fazer gasto desnecessário, nesse quesito o ‘Seu Real’, vem para dar um help nas finanças”, comenta Marcelo Beccaro, sócio da Hibou e idealizador do app.

“A ferramenta foi testada em algumas regiões da capital simulando uma compra de 24 itens de marcas conhecidas que focam a classe média, e a diferença chegou a uma redução de 20% no valor total em uma distancia de 650 metros, usando um só mercado; redução de 24,5% no valor total usando três mercados entre as estações Ana Rosa e São Judas do metro”, explica o Sócio da Hibou.

O aplicativo é gratuito e indica ao usuário a melhor oferta de determinado produto e onde é possível encontrá-lo. “A novidade é que o próprio usuário irá nos ajudar a aumentar a variedade de produtos oferecidos”, explica Marcelo. “Os itens já cadastrados por um usuário são compartilhados com todos, ou seja, a busca acaba sendo mais refinada e concreta, e ainda é possível monitorar as ‘super promoções’, saber se o preço está ou não superfaturado”, diz Marcelo.

Atual situação econômica do país pede cautela financeira, pesquisar sempre foi a melhor opção para quem quer gastar menos. “Buscar os melhores preços e comparar produtos é o ideal para fechar o mês no azul. Se temos a tecnologia a nosso favor, se podemos pesquisar a lista do mercado no celular, sem sair de casa, porque não usar isso e fazer as compras no lugar certo, sem perder tempo nem dinheiro?”, comenta Marcelo. O “seu real” deve facilitar a vida de muita gente e ainda ajudar a economizar nas despesas.

Como terminar o mês no azul:

• Pesquisar preços ajuda a fazer a melhor compra.

• Ter em mãos uma lista com os produtos que precisa.

• Evitar compras por impulso.

• Faça um bom planejamento para comprar produtos de alto valor.

• Faça uso das ferramentas de aplicativos que otimizem as escolhas, buscando melhor preço.

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Mais da metade das marcas sofre queda nas vendas segundo pesquisa

Postado as 0:51 do dia 21/07/15

O cenário da economia brasileira ainda requer muita atenção. O Produto Interno Bruto (PIB) tem tendência negativa para este ano (-1,3% previsão para 2015) e o percentual de desemprego aumenta a cada mês. Com isso, a confiança dos consumidores também é diretamente impactada. De acordo com estudo global da Nielsen “Confiança do Consumidor – preocupações e intenções de gastos ao redor do mundo”, conduzido no primeiro trimestre de 2015, o país está em recessão para 85% dos brasileiros, sendo que em 2014 esse número era de 55% no mesmo período. A inflação é um dos principais contribuintes para essa percepção.

E como consequência, o varejo sente a queda nas vendas. Segundo a última análise da Nielsen Brasil, Tendências Bimestrais, todas as Cestas Nielsen, que agregam mais de 132 categorias de produtos entre Bebidas (Alcoólicas e Não Alcoólicas), Alimentos Perecíveis, Limpeza, Higiene e Beleza, apresentaram uma desaceleração de abril de 2014 a abril de 2015. Além disso, mais da metade das marcas retraíram-3% ou mais nas vendas em volume.

Outro detalhe da pesquisa mostra que as marcas líderes, que tem uma forte representatividade em faturamento, começam a perder espaço para marcas menores. Das 127 marcas líderes, 29% tiveram diminuição no volume de vendas. “A queda na distribuição e aumentos de preço impactaram negativamente a performance dessas marcas”, explica Sabrina Balhes, executiva de atendimento da Nielsen.

No entanto, há oportunidades no mercado. Mesmo com cenário negativo, 40% das marcas líderes conseguiram crescer com estratégias em distribuição, ofertas e novos produtos (sabores e variantes). “O momento é de muito desafio e, por isso, promover ações assertivas é um excelente caminho”, afirma Sabrina. “As marcas líderes devem encontrar a melhor equação de custo benefício, pois o consumidor está em um momento de escolhas por questões econômicas; já para as marcas desafiantes, há uma grande oportunidade para gerar experimentação e ganhar a lealdade de novos consumidores”.

Hipermercados perdem 4,2 milhões de consumidores

Segundo o estudo da Nielsen, a estrela do momento é o Cash & Carry, popularmente conhecido como “atacarejo”. Enquanto os hipermercados perderam 4,2 milhões de consumidores de maio de 2014 a abril deste ano, o Cash & Carry cresce acima da média do mercado e, atualmente, o canal é maior do que o hipermercado em penetração, impulsionados, principalmente, pelas classes AB e DE.

Classe C é a que mais desacelera o consumo

Como visto em pesquisas anteriores, a classe C perde importância e deixa de ser o motor do consumo. É a classe que mais racionaliza a compra, com estabilidade em frequência no ponto de venda e menor aumento no ticket médio.

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